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RETROSPECTIVA 2008 – Tragédias climáticas foram observadas por todo planeta

08/01/2009

O ano de 2008 foi marcado por estudos, alertas e debates em relação às mudanças climáticas. Em janeiro, a Cruz Vermelha alertou que as mudanças climáticas agravam desastres, já que dificultam o acesso à água potável e aos alimentos, além de disseminarem doenças como a malária e a dengue. Em março, a Organização das Nações Unidas (ONU), fez um apelo por ações imediatas para evitar que a situação da água potável no planeta piore ainda mais. Em maio, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estudou o impacto das mudanças climáticas e concluiu que o Brasil sofrerá com a perda de biodiversidade, enchentes – devido ao aumento da incidência de chuvas e ao avanço do mar e limitação da área litorânea, principalmente no Nordeste. No Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, a ONU pediu ao mundo para deixar de lado o “vício de produzir dióxido de carbono (CO2)”, conclamando a todos que participassem do combate às mudanças climáticas. Em julho, o Índice de Vulnerabilidade à Mudança Climática, elaborado por uma consultoria de risco britânica, analisou a capacidade de 168 países de suportar e se adaptar aos efeitos do fenômeno. O Brasil foi considerado o 42º país menos vulnerável ao impacto das mudanças climáticas. Na capital de Gana, Acra, os representantes de 160 países se dividiram a respeito de como compensar os países que reduzirem o desmatamento, responsável por até 20% das emissões de gases do efeito estufa. Em setembro, o relatório britânico "Mudanças Climáticas: Um Assunto de Todos", avaliou os benefícios econômicos e os custos de diferentes opções para reduzir as emissões de gases de efeito estufa até 2030. Em dezembro, o ministro Carlos Minc propôs a criação do Fundo de Compensação de Mudanças Climáticas para financiar pesquisas tecnológicas e programas de adaptação do País. As tragédias climáticas foram fortes em 2008. Em fevereiro, tempestades e 80 tornados deixaram 54 mortos nos Estados Unidos. O ciclone Ivan matou 44 pessoas em Madagascar. Em outubro, Minas Gerais sofreu com as chuvas e a estiagem, a exemplo também do Rio Grande do Sul, assim como Espírito Santo e Rio de Janeiro, que enfrentaram tempestades. Porém, a grande catástrofe nacional aconteceu em Santa Catarina. A chuva deixou um rastro de mais de 100 mortos, mais de 27 mil pessoas desabrigadas e cidades destruídas. (Fonte: www.ambientebrasil.com.br)

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