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Sustentabilidade e economia: edifício aposta em painéis fotovoltaicos

25/09/2019

Ele está lá no alto, brilhando por nós e fornecendo, além de luz natural e calor, muita, mas muita energia! Ah, o Sol, a maior estrela do sistema solar é também a maior estrela dos sistemas de energias alternativas hoje em dia. É só reparar ao seu redor: andando um pouco pela cidade você vai perceber a quantidade de painéis fotovoltaicos em casas ou empresas. Nos últimos cinco anos, o número de instalações de módulos fotovoltaicos ou telhados solares cresceu 81000%. É recorde atrás de recorde. Mas o que causou essa “explosão” da energia fotovoltaica?

Fica fácil de entender analisando o cenário: desde 2015, há uma disparada das tarifas de energia elétrica no Brasil. A conta de luz é a vilã do orçamento de muitas residências e comércios. Em contrapartida, o custo para instalar painéis solares vem caindo, sem falar das linhas de financiamento que facilitam a aquisição desses sistemas. Não menos importante é a questão ambiental: as pessoas se conscientizam, cada vez mais, de que é preciso cuidar do nosso ambiente e gerar energia da maneira mais limpa e renovável possível.

Todo esse potencial também tem sido aproveitado pelos edifícios. O mercado imobiliário está atento a essas mudanças. Em Cascavel, no Paraná, em 2021, 38 famílias terão a oportunidade de viver em um prédio construído já integrando o projeto de painéis fotovoltaicos aos demais projetos. No Design Residence, sobre a cobertura, serão instalados 39 módulos monocristalinos, escolhidos por conta da maior eficiência em relação aos outros tipos. Eles possuem potência de 390W cada e ficarão voltados para Noroeste, com uma capacidade de produção mensal média de 1.769,80kWh.

Mas o que isso significa para os moradores? Menos impacto ambiental e mais economia! O sistema reduz os custos com condomínio, fazendo com que os moradores desembolsem menos dinheiro para pagar a energia gasta nas áreas comuns do edifício.

“Ter um sistema de geração próprio evita as variações na tarifa e minimiza muito o custo mensal com energia. Deve-se também levar em consideração que o imóvel com esse sistema se torna mais valorizado, pois está produzindo parte de sua energia de consumo através de fontes que não agridem o meio ambiente. O projeto arquitetônico deve estar alinhado com o projeto elétrico e fotovoltaico. Devem ser previstos locais de medição, controle e monitoramento da energia gerada, a qual pode ser visualizada por meio de gráficos em um painel instalado na edificação ou até mesmo através de um aplicativo de celular. Além disso o posicionamento dessas placas deve ser pensado para maximizar a energia gerada sem afetar a estética da edificação, por isso um trabalho de compatibilização entre os projetos é essencial”, explica o arquiteto Samuel Laurensi, responsável pela empresa que está organizando os projetos e coordenando todas as disciplinas para tudo se encaixar na obra do Design Residence.

Fonte: Portal G1
 

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