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6/1/2009
2009 será um dos anos mais quentes já registrados na história

 
Este ano será um dos cinco mais quentes já registrados, segundo cientistas climáticos britânicos, em pronunciamento feito no último dia 30 dezembro. A temperatura média mundial de 2009 deverá ficar 0,4 graus Celsius acima da média de longo prazo, apesar do resfriamento contínuo de grandes áreas do Oceano Pacífico, fenômeno conhecido com La Niña.
Portanto, seria o ano mais quente desde 2005, de acordo com os pesquisadores do Met Office, os quais também disseram haver probabilidade crescente de temperaturas recordes neste ano.
Atualmente, o ano mais quente já registrado foi o de 1998, o qual teve temperaturas médias de 14,52 graus Celsius - bem acima da média de longo prazo entre 1961 e 1990, de 14 graus Celsius. O calor daquele ano fora fortemente influenciado pelo El Niño, um aquecimento anormal da superfície do oceano no Pacífico tropical. Existem inúmeras teorias sobre os mecanismos que causam El Niños e La Niñas, mas os cientistas concordam que esses fenômenos desempenham um papel cada vez mais importante nos padrões do clima do planeta.
O professor Phil Jones, diretor de pesquisa climática da Universidade de East Anglia, disse que o aquecimento global não foi embora, a despeito do fato que em 2009, como em 2008, recordes não serão quebrados. Ele observou que a temperatura média entre 2001 e 2007 foi de 14,44 graus Celsius, 0,21 graus Celsius mais quente que os valores correspondentes entre 1991 e 2000. (Fonte: Estadão Online)
 
 
 

30/12/2008
Estudo aponta desperdícios na lavagem de louça

 
O hábito de lavar com água corrente pratos, talheres e panelas, usando um detergente líquido e esponja umedecida, chega a consumir sete vezes mais água do que o uso de uma lava-louças automática. Dados revelados por uma pesquisa realizada a pedido da Reckitt Benckiser, multinacional anglo-holandesa, que investigou os costumes de pessoas em 10 países na Europa durante a lavagem manual da louça da cozinha e os comparou ao desempenho médio de uma lava-louças elétrica.
O europeu utiliza em média 103 litros de água durante 79 minutos para lavar os itens de cozinha com as mãos. Já a máquina lava-louças utilizou apenas 22 litros de água em 15 minutos para limpar e higienizar a mesma quantidade de itens. Uma economia de aproximadamente 80% no consumo de água e de tempo, atributos considerados importantes para 35% dos entrevistados. (Fonte: www.aguaonline.com.br)
 
 
 

23/12/2008
Plantas eliminam impureza doméstica

 
Um estudo desenvolvido pela Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) aponta que as plantas são capazes de neutralizar a poluição do ar em ambientes fechados. No início, a pesquisa tentava encontrar meios de livrar as naves espaciais da presença das substâncias químicas tóxicas que podem levar ao surgimento de alergias, asma e outras patologias ainda mais graves em seus ocupantes.
A partir daí, estudiosos da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) passaram a vistoriar prédios públicos como escritórios, hospitais e creches, e acabaram chegando a uma conclusão assustadora: havia nesses lugares cerca de 900 poluentes transportados pelo ar, sendo que o mais comum deles, o formoldeído, é altamente tóxico e tido como cancerígeno. Outras substâncias bastante nocivas à saúde humana identificadas pelos pesquisadores foram o amoníaco, o álcool, a acetona, o benzeno e o clorofórmio.
Esses venenos foram parar nesses lugares porque muitas dessas substâncias são utilizadas na fabricação de artigos que fazem parte de nosso dia-a-dia; o formoldeído, por exemplo, é usado em vários materiais de construção, vidros, espelhos, roupas e até no papel higiênico.
Os pesquisadores descobriram que algumas plantas como a babosa, a samambaia e a palmeira areca, todas elas fáceis de se encontrar em jardins possuem um tipo de filtro interno capaz de neutralizar as substâncias tóxicas do ar. De acordo com os estudiosos, as plantas são capazes de absorver pelas folhas tais compostos químicos, destruindo-os por meio de um processo denominado colapso metabólico. Os elementos nocivos à saúde são convertidos em ácidos orgânicos, açúcares e amido, passando a funcionar como fonte de energia para o vegetal. (Fonte: Jornal da Cidade, 14/12/2008)
 
 
 

23/12/2008
Festa de Confraternização de Final de Ano

 
No último dia 13/12 (sábado) a CBC Ambiental reuniu todos seus colaboradores, familiares e amigos no quiosque do CIESP para uma agradável Festa de Confraternização de final de ano, que proporcionou a todos momentos de integração e descontração, comemorando os bons resultados dos trabalhos realizados durante o ano. A confraternização contou com a presença, entre outros convidados, do Diretor regional do CIESP Domingos Malandrino.
A Empresa realizou também na última sexta-feira dia 19 de dezembro a entrega de Cestas de Natal a todos seus colaboradores, desejando a todos um Feliz Natal e um Ano Novo com muita paz, saúde, alegria e muita prosperidade.
 
 
 

18/12/2008
Mais de 90% das cidades brasileiras têm problemas ambientais, diz IBGE

 
Mais de 90% dos municípios brasileiros sofrem com a ocorrência de impactos ambientais, segundo pesquisa de Informações Municipais 2008, divulgada na última sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Do total de 5.564 municípios do país, 5.040 registraram casos de queimadas, desmatamento e assoreamento de corpos d’água nos 24 meses anteriores ao estudo.
O levantamento considera como impactos ambientais queimadas, desmatamento, assoreamento de corpo d’água (areias e detritos depositados nos leitos dos rios, impedindo a fluidez da água), poluição da água, escassez de água, contaminação do solo, poluição do ar, degradação de áreas legalmente protegidas, alteração que tenha prejudicado a paisagem, alteração que tenha afetado as condições de vida da população, atividade agrícola prejudicada por problemas ambientais, atividade de pecuária prejudicada por problemas ambientais, redução da quantidade, diversidade ou perda na qualidade do pescado e outros.
Entre os impactos mais apontados, ainda de acordo com o estudo, estão as queimadas, presentes em 3.018 ou 54,2% dos municípios de todo o país, o desmatamento, registrado em 2.976 ou 53,3% dos municípios e o assoreamento, em 2.950 ou 53%.
A ocorrência de impactos que afetaram as condições de vida da população foi registrada em 829 dos 5.564 municípios, o que equivale a 14,9%. O problema é mais comum nas Regiões Norte (24,1% dos municípios) e Nordeste (20,3% dos municípios). A Região Sul é a que tem menos freqüência desse registro, com 9,3%.
Com relação aos estados, Amapá (37,5% dos municípios), Pará (35,7%) e Acre (31,8%) são os que apresentam mais municípios com impactos que alteraram as condições de vida da população. Os estados de Minas Gerais (10%), São Paulo (8,5%) e Rio Grande do Sul (6,5%) têm os menores índices. (Fonte: http://g1.globo.com/Noticias)
 
 
 

16/12/2008
Meio ambiente equilibrado também é direitos humanos

 
A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), produzida pela Organização das Nações Unidas (ONU), no início da Guerra Fria, completou 60 anos na última quarta-feira, dia 10 de dezembro. Considerada um marco para o avanço da garantia de direitos de grupos minorizados, como mulheres, negros, indígenas, quilombolas, homossexuais, entre outros tantos, o documento de princípios genéricos ganhou novos significados ao longo das décadas.
De acordo com o historiador, escritor e professor universitário Ney Vilela, os direitos humanos alcançaram uma abrangência além da não-violência e do acesso a direitos sociais básicos como moradia, alimentação, saúde e educação. Uma das vertentes mais recentemente discutidas, por exemplo, trata do direito à vida em um ambiente equilibrado, o que contempla não somente a preservação da natureza, mas também a relação do homem com o espaço urbano, suas condições de transporte, higiene e saneamento e também a despoluição do ar e rios dentro das cidades.
No entanto, segundo Vilela, o direito a um ambiente apropriado ainda é um grande desafio, porque passa pela necessidade de educação dos indivíduos, só podendo ser colocada em prática quando houver a superação da miséria que assola milhões de seres humanos. “É natural que nós precisemos lutar pelo equilíbrio ambiental, mas a sustentabilidade só será possível quando os países ricos consumirem menos e quando os países subdesenvolvidos conseguirem melhorar as condições de trabalho e educação de seu povo”, acredita.
Para o historiador, a única maneira de caminhar em direção à garantia desses direitos será através da sociedade civil organizada, complementando ainda que o Estado já não pode ser mais entendido como o ente paternal que vai distribuir a Justiça e fazer com que as coisas funcionem bem. (Fonte: Jornal da Cidade, 10/12/2008)
 
 
 

12/12/2008
CBC Ambiental participa do último encontro de 2008 do Projeto Olhar Verde

 
No dia 10 de dezembro, ocorreu no Auditório da OAB o último encontro temático do Projeto Olhar Verde, de 2008. O evento contou com a participação da gerente de meio ambiente da CBC Ambiental, Vanessa Yuri Sayki, que apresentou uma palestra com o tema “Energia”, abordando as práticas da eficiência do consumo energético. Além disso, foi realizado um balanço geral das principais atividades do grupo Olhar Verde, com a presença de Domingos Malandrino (Diretor Titular do CIESP), Caio Cesar Passianoto (Diretor da CBC Ambiental e Coordenador do Grupo de Meio Ambiente do CIESP), dos Secretários Municipais Ana Maria Lombardi Daibem (Educação) e Valcirlei Gonçalves da Silva (Meio Ambiente), Rodrigo Cavicchiolli Maia (Diretor da empresa Blue Eye), além de representantes do DAE, de setores públicos e empresários engajados no Projeto. No encerramento, foram distribuídos os certificados aos professores participantes dos encontros temáticos.
 
 
 

11/12/2008
Concentração de CO2 na atmosfera é a maior em 20 milhões de anos

 
Um relatório publicado pela organização Global Carbon Project mostra que a concentração atual de CO2 (dióxido de carbono) na atmosfera aumentou de forma dramática em 2007 e, provavelmente, é a maior nos últimos 20 milhões de anos.
O relatório Carbon Budget and Trends 2007 (Receita e Tendências para Carbono 2007, em tradução livre) apontou que no ano passado o aumento na concentração de CO2 foi de 2,2 ppm (partes por milhão), ante os 1,8 ppm em 2006 e acima dos 2 ppm de média do período 2000-2007.
China e Índia foram os países que mais aumentaram as emissões de CO2, um dos gases responsáveis pelo aquecimento global.
Mais da metade das emissões atuais de CO2 provêm dos países menos desenvolvidos, porém, o relatório destacou que, de uma perspectiva histórica, os países em desenvolvimento, os quais representam 80% da população mundial, só somam 20% das emissões totais realizadas desde 1751.
Outro dado destacado pelo estudo é que o desmatamento é responsável pelas emissões líquidas de 1,5 bilhões de toneladas de dióxido de carbono ao ano e o desmatamento na América do Sul e na América Central foi responsável por 41% deste número, enquanto outros 43% procederam da Ásia e 17% da África. (Fonte: http://www1.folha.uol.com.br)
 
 
 

9/12/2008
Reciclagem do óleo de cozinha produz até biodiesel

 
Muitas vezes por falta de informação, grande parte da população ainda descarta na pia, no lixo comum ou mesmo no ralo o óleo utilizado na cozinha. A Sabesp tem apoiado, intensivamente, projetos de reciclagem de óleo de cozinha, e é parceira de um projeto pioneiro de reaproveitamento do óleo proveniente de frituras, montado pela ONG Trevo e pela Sociedade dos Amigos e Moradores do Bairro Cerqueira César (Samorcc), que já atinge mais de mil condomínios, além de bares e restaurantes.
Um litro de óleo pode poluir mais de 20 mil litros de água. Independentemente do volume de água afetado, o produto reduz o oxigênio nos corpos d'água (rios e lagos), prejudicando a vida aquática.
O descarte indevido nos lixões ou na rede de esgoto contamina o solo, a água e provoca a ocorrência de enchentes. Despejado no ralo ou misturado ao lixo orgânico, o produto vai custar caro ao meio ambiente. Dessa forma, é fundamental que a população seja informada sobre a maneira adequada de
descarte do produto, sem prejuízos ao ambiente.
Uma das alternativas para o óleo vegetal é utilizá-lo como matéria-prima em indústrias de fabricantes de produtos como o biodiesel, sabão, detergente, ração animal, graxas e cosméticos. O biodiesel, por exemplo, é produzido pela reação de um álcool de cadeia curta (etanol ou metanol) e óleo vegetal. De acordo com o governo federal, além de inibir a dependência ao petróleo, o combustível pode tornar-se uma importante fonte de divisas para o Brasil, somando-se ao álcool, como fonte de energia renovável que o país pode e
deve oferecer à população mundial. (Fonte: portal do meio ambiente – Data: 12/2008).
 
 
 

4/12/2008
Uma reflexão sobre a Tragédia em Santa Catarina

 
A quantidade de chuva de fato impressiona. Segundo especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), a floresta amazônica é a principal fonte de precipitações de grande parte do continente e tudo o que acontecer com ela modificará de maneira decisiva o clima no Sul e no norte da América do Sul. Assim, as inundações de Santa Catarina e a seca na Argentina seriam atribuídas à fumaça dos incêndios florestais, que altera drasticamente o mecanismo de aproveitamento do vapor d'água da floresta amazônica. Outros especialistas discordam dessa hipótese e afirmam que houve um sistema atmosférico perfeitamente possível no Litoral Catarinense.
Existe uma periodicidade de anos mais secos e anos mais úmidos, com intervalo de 7 a 10 anos, e entramos no período mais úmido no ano passado. Esse mecanismo faz parte da dinâmica natural do clima. De qualquer forma, outros eventos climáticos como esse são esperados e vão acontecer.
De todos os desastres naturais, as enchentes são os mais previsíveis, e por isso, mais fáceis de lidar. Os deslizamentos e as enxurradas não. Esses são praticamente imprevisíveis, e é aí que reside o real problema dessa catástrofe.
É preciso compreender que chuvas intensas são parte do clima subtropical em que vivemos. E é por causa desse clima que surgiu a mata atlântica, não sendo apenas decoração das paisagens catarinenses, tanto como as matas ciliares não existem apenas para enfeitar as margens de rios.
Não adianta reconstruir o que foi destruído, antes de qualquer coisa, é necessário pensar em soluções sustentáveis. O desafio é reduzir a vulnerabilidade.
É hora de ter pressa em atender os milhares de flagelados. Não é hora de ter pressa em aprovar uma lei que torna o território catarinense ainda mais vulnerável para catástrofes naturais. (Fonte: http://www.portaldomeioambiente.org.br)
 
 
 

1/12/2008
Dez cidades da região viram referência ambiental em SP

 
A Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SMA) avaliou 332 cidades do Estado de São Paulo com o objetivo de elaborar o ranking do projeto Município Verde, divulgado no dia 26 de novembro em cerimônia no Memorial da América Latina, sendo que 44 municípios do Estado foram certificados como Município Verde. A premiação levou em conta uma avaliação ambiental que atribuiu notas de zero a 100 para o desempenho de 332 cidades em dez diretivas que nortearam o Projeto Ambiental Estratégico Município Verde. Para chegar à nota final, a SMA atribuiu uma nota parcial aos seguintes aspectos: esgoto tratado, lixo mínimo, recuperação da mata ciliar, arborização urbana, educação ambiental, habitação sustentável, uso da água, poluição do ar, estrutura ambiental e conselho de meio ambiente.
Entre as contempladas com o certificado de Município Verde, destacam-se: Piraju, São Manuel, Brotas, Cabrália Paulista, Botucatu, Piratininga, Pongaí, Alvinlândia, Espírito Santo do Turvo e Bocaina. O grupo de cidades conseguiu avaliação acima de 80 pontos em uma pontuação de 0 a 100. No ranking das 44 cidades classificada como Município Verde, Piraju ocupa a quinta posição, São Manuel vem logo atrás no oitavo lugar. Brotas está logo abaixo, na 11ª posição e Cabrália em seguida, na 14ª colocação. A certificação garantirá aos melhores ranqueados prioridade no acesso a recursos do governo de São Paulo.
O projeto teve início no ano passado e as cidades da região de Bauru já demonstram excelência na análise de quesitos bastante objetivos. Figurar entre as 44 melhores representa o fato de que muito tem sido implementado em termos de meio ambiente. (Fonte: Jornal da Cidade, 27/11/2008)
 
 
 

26/11/2008
Pichar também é crime ambiental

 
A cidade de Bauru vem sofrendo inúmeros atos de vandalismo pelos pichadores, os quais tem se tornado cada vez mais freqüente na cidade. Tais pichações produzem uma poluição visual que, além danificar economicamente os imóveis, trazem conseqüências desastrosas à estética urbana e ainda ao meio ambiente urbano.
Juridicamente, pichar, grafitar ou por outro meio, conspurcar edificação ou monumento urbano é crime ambiental nos termos do art. 65, da Lei de Crimes Ambientais Nº 9.605/98, com pena de detenção de 03 meses a um ano e multa. Se o ato for realizado em monumento ou coisa tombada por seu valor artístico, arqueológico ou histórico, a pena passa a ser de 06 meses a um ano, e multa (§ único). Porém, a mera existência de legislação punitiva não é suficiente para inibir estes atos. Cabe ao Município exercer a sua autoridade administrativa e garantir o desenvolvimento urbano, garantindo ainda o bem estar de seus habitantes (art. 182, Constituição Federal), sob pena de seus agentes responderem pelo crime ambiental de responsabilidade por deixarem de adotar as providências que lhes compete na tutela ambiental (art. 68, Lei 9.605/98). Além disso, todos os cidadãos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado (art. 225, CF), no que se inclui o meio ambiente urbano com suas características harmônicas e estéticas.
Portanto, cabe ao Poder Público Municipal, auxiliado pelos agentes da polícia militar, resguardar o direito do cidadão de ter seu imóvel protegido contra os "pichadores", bem como manter limpos os bens públicos como monumentos, praças, pontes e outros, bens de uso comum da população.
 
 
 

26/11/2008
FIMAI reafirma sua posição como interlocutora na promoção do desenvolvimento sustentável no setor industrial da América Latina

 
Recorde de visitação, expositores e negociações ultrapassa a expectativa dos organizadores do evento

A X FIMAI / SIMAI – Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, encerrada no último dia 14 de novembro em São Paulo, recebeu cerca de 36 mil visitantes, 400 expositores (nacionais e internacionais) e gerou acordos e negócios futuros na ordem de R$ 700 milhões.
Segundo Júlio Tocalino Neto, idealizador e diretor do evento, este é um dos melhores momentos para o Brasil no sentido de investimentos na área ambiental, já que estamos estáveis financeiramente, afirma. Este fato pode ser comprovado pelo grande número de países participantes da feira e dos seminários, dentre eles: Alemanha, Áustria, França, Japão, Estados Unidos, Dinamarca, Argentina, etc. O principal objetivo foi promover e estreitar as relações comercial, industrial e tecnológicas, sob a ótica sustentável.
Nos estandes montados, numa área de 16.195 mil m², expositores de diversos segmentos mostraram ao público as novidades do setor, todas elas atendendo à principal premissa da feira: o compromisso das ações corporativas com a preservação ambiental. A CBC Ambiental recebeu inúmeros visitantes em seu estande, dentre profissionais do setor, acadêmicos, alunos e demais interessados. “O resultado da participação na Feira superou nossas expectativas, pois tivemos a oportunidade de expor nossos serviços a inúmeros visitantes, o que com certeza trará bons negócios futuros”, afirma Dr. Caio Cesar Passianoto, diretor da CBC Ambiental.

Paralelo à feira, ocorreu o X SIMAI – Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, o qual apresentou inovações tecnológicas aliadas às diretrizes de sustentabilidade, social, econômica e ambiental. A CBC Ambiental contou com a participação de seus gerentes de Qualidade e Meio Ambiente no seminário, agregando ainda mais conhecimentos ao seu corpo técnico.

O volume de negociações efetuadas durante a feira foi um dos fatores para que a maior parte das empresas já reservassem seu espaço para o próximo evento, que ocorrerá nos dias 04, 05 e 06 de novembro, no Pavilhão Azul, do Expo Center Norte. A CBC Ambiental já confirmou presença na XI FIMAI – 2009.

 
 
 

24/11/2008
Nossas escolhas fazem a diferença

 
Cada vez mais a sociedade de consumo produz carências e desejos, de maneira que passamos a ser reconhecidos, avaliados e julgados por aquilo que consumimos. Com isso a felicidade e a qualidade de vida têm sido cada vez mais associadas às conquistas materiais. O consumo é o lugar onde os conflitos entre as classes ganham continuidade, através da desigualdade na distribuição e apropriação dos bens. O resultado dessa desigualdade é que, apenas 20% da população mundial, que habita principalmente os países afluentes do hemisfério norte, consomem 80% dos recursos naturais e energia do planeta e produz mais de 80% da poluição e da degradação dos ecossistemas. Enquanto isso, 80% da população mundial, que habitam principalmente os países pobres do hemisfério sul, fica com apenas 20% dos recursos naturais.
Para avançarmos na direção de um consumo responsável, devemos começar mudando algumas atitudes no nosso dia-dia.
O consumidor responsável deve cobrar permanentemente uma postura ética e responsável de empresas, governos e de outros consumidores. Deve, ainda, buscar informações sobre os impactos dos seus hábitos de consumo e agir como cidadão consciente de sua responsabilidade em relação às outras pessoas e aos seres do planeta. Já as empresas, devem agir de forma social e ambientalmente responsável em todas as suas atividades produtivas, contribuindo para a construção de sociedades sustentáveis. (Fonte: Manual de Educação para o Consumo Sustentável, 2005, editado pelo Ministério do Meio Ambiente – MMA, Ministério da Educação – MEC e Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC).
 
 
 

18/11/2008
Gerentes da CBC Ambiental participam do X SIMAI

 
A CBC Ambiental contou com a participação dos Gerentes de Qualidade, Eng. Márcio Augusto da Silva e de Meio Ambiente, Vanessa Yuri Sayki, no X SIMAI – Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, o qual ocorreu simultaneamente à X FIMAI – Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, nos dias 12, 13 e 14 de novembro de 2008. Dentre os painéis e palestras, foram abordados temas sobre, mercado de créditos de carbono, avaliação de passivos ambientais, indicadores de sustentabilidade, gestão de resíduos industriais, produção mais limpa, remediação de locais contaminados, gerenciamento de riscos, educação socioambiental, reuso de água, bem como alguns aspectos de Direito Ambiental. O evento contou com a participação de renomados palestrantes, representantes de instituições como ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Sustentável), CETESB (Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental), FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), UNFCC (Nações Unidas sobre Mudanças do Clima), SMA (Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo), além de importantes instituições de ensino, empresas e organizações internacionais (Argentina, França, Itália e Japão). “Participar de eventos dessa magnitude agrega referenciais para nossa formação técnica, uma vez que, através de temas multidisciplinares, adquirimos conhecimentos e informações sobre as novidades do setor empresarial e industrial no que diz respeito ao gerenciamento socioambiental, proteção e otimização dos recursos naturais”, relata Vanessa Yuri Sayki, gerente do Depto. de Meio Ambiente da CBC Ambiental.
 
 
 

17/11/2008
CBC Ambiental participa da X FIMAI

 
Nos dias 12, 13 e 14 de Novembro de 2008 foi realizada a X FIMAI – Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, o maior evento relacionado ao meio ambiente na América Latina. O estande da CBC Ambiental teve a honra de receber centenas de visitantes, dentre eles profissionais do setor, acadêmicos e estudantes, todos em busca de informações a respeito do ramo de atuação da empresa. Julgamos ser de suma importância a participação em eventos dessa magnitude, pois além do acesso às últimas inovações do setor ambiental, o fortalecimento de nossa marca e aumento da rede de potenciais clientes, temos a certeza de estarmos contribuindo para a sustentabilidade do nosso planeta.
 
 
 

13/11/2008
Projeto Viva Verde

 
A Secretaria Municipal de Educação, em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma), criou o Projeto Viva Verde, cujo principal objetivo é envolver os servidores municipais, trazendo maior conscientização sobre as questões ambientais. “O curso é rápido, mas serve como um despertar para o assunto. A partir dele, cada um vai começar a descobrir como será possível contribuir para a manutenção do meio ambiente não só em casa, mas também dentro das escolas”, destaca Sirlei Polidoro Campos, responsável pela área de educação ambiental.
A idéia do Projeto Viva Verde foi implantada há pouco tempo e já proporcionou o aprendizado de técnicas de plantio, tais como, cultivo em vasos de plantas ornamentais como lírios da paz, açucenas, coleus, dentre outras. (Fonte: Jornal da Cidade, 04/11/2008)
 
 
 

10/11/2008
Bauru discute “Comunicação Ambiental”

 
Na última semana, entre os dias 5 e 7 de novembro, foi realizado em Bauru o 1º Encontro Regional de Comunicação Ambiental – “Mídia, Sustentabilidade e Energia”. O evento discutiu temas globais com enfoque regional, cujos temas foram focados na prática do jornalismo ambiental e as questões do marketing verde e sustentabilidade, biocombustíveis e energia, direcionadas à realidade ambiental da região centro-oeste do Estado.
A finalidade do evento foi lançar as bases para conscientizar, tanto alunos, quanto a comunidade participante sobre os desafios acerca das questões ambientais da atualidade, aliando-as às práticas da comunicação atual. “A principal contribuição não é tentar isolar o meio ambiente dos demais temas, das outras editorias; e sim observar o aspecto ambiental em cada cobertura, em cada matéria”, destacou o professor Doutor Pedro Celso Campos, da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) da UNESP de Bauru.
O encontro foi uma parceria entre o Instituto Ambiental Vidágua, Departamento de Comunicação e Programa de Pós-graduação da FAAC/Unesp, Sesc e Jornal da Cidade. (Fonte: Jornal da Cidade, 05/11/2008)
 
 
 

6/11/2008
Estudo mostra que “carbono zero” será possível em 2090

 
A organização não-governamental Green- peace, em parceria com o Conselho Europeu de Energia Renovável, afirma que o uso dos combustíveis fósseis pode ser eliminado até final deste século, utilizando-se das fontes solar, eólica, geotérmica e os biocombustíveis, suprindo desta forma todas as demandas de energia global até 2090.
O estudo constatou que, para dar início a essa mudança, serão necessários investimentos na ordem de US$ 14,7 trilhões até 2030 - valor 30% maior do que a previsão da Agência Internacional de Energia, a qual calculava que o mundo gastaria US$ 11,3 trilhões com investimentos em energia de qualquer maneira, com o foco muito mais voltado para carvão, petróleo e energia nuclear.
O estudo argumenta que essa diferença será mais do que compensada se houver um investimento agressivo em tecnologias para energia renovável e eficiência energética. A perspectiva é de que, já em 2050, uma indústria de US$ 360 bilhões anuais esteja ativa e fornecendo metade da energia do mundo, promovendo cortes profundos nas emissões de carbono e reduzindo em mais de US$ 18 trilhões os custos com os combustíveis. (Fonte: http://www.portaldomeioambiente.org.br)
 
 
 

4/11/2008
Diretor da CBC Ambiental participa da IV Jornada do Empreendedorismo

 
Entre os dias 27 de outubro a 1º de novembro, foi realizada a “IV Jornada do Empreendedorismo – Aprimorando Conheci- mentos e Habilidades e Identificando Oportunidades de Negócios”. O evento contou com oficinas e palestras, nas quais foram abordados diversos temas. No dia 31 de outubro (sexta-feira), ocorreu a palestra cujo tema “Ação Empreendedora do Profissional de Contabilidade nos dias Atuais” foi abordado pelo diretor da CBC Ambiental, Dr. Caio Cesar Passianoto. O evento é uma parceria do IESB Prevê e o Programa Sebrae no Campus, visando a capacitação profissional dos participantes.
 
 
 

30/10/2008
Um bilhão de árvores para a Amazônia

 
O município de Curitiba - PR reunirá autoridades de diferentes partes do mundo para debater o tema “floresta plantada”, através do IV Congresso Internacional de Produtos de Madeira Sólida de Florestas Plantadas, que acontecerá entre os dias 19 e 21 de novembro.
No evento, será apresentado o Programa de Restauração Florestal, abordando questões como: restauração, recomposição e manutenção da Floresta Amazônica. O objetivo é adotar instrumentos de regulamentação do uso da diversidade florestal para frear o desmatamento. Para tanto, será implantado o programa “Um Bilhão de Árvores para a Amazônia”, o qual pretende diminuir e até mesmo extinguir o passivo ambiental resultante da degradação das Áreas de Reserva Legal (ARL) e das Áreas de Preservação Permanente (APP). A idéia central do programa é incentivar a produção florestal a curto, médio e longo prazos por meio de plantios florestais de espécies nativas com fins produtivos e energéticos implementados por pequenos produtores rurais e pela iniciativa privada.
A obrigatoriedade de recomposição da Reserva Legal e a transformação dessa recomposição em atividade produtiva podem resultar em um bilhão de árvores plantadas até o ano de 2013, segundo estatísticas do governo do Estado do Pará, responsável pela iniciativa do evento, sendo representado pelas Secretarias de Estado do Meio Ambiente e da Agricultura.
(Fonte: http://www.portaldomeioambiente.org.br)
 
 
 

27/10/2008
Mutirão recolherá lixo eletrônico

 
Esta semana, entre os dias 27 e 30 de outubro, a população poderá entregar pilhas, baterias e lâmpadas usadas em sete postos de coleta na cidade.
O que muita gente não sabe é que pilhas sem carga ou uma bateria arriada são fontes de contaminação em potencial e devem ser descartadas de forma adequada. A Secretaria do Estado do Meio Ambiente, em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma), promove o “Mutirão do lixo eletrônico. Recicle. Não descarte esta idéia”.
O secretário municipal do Meio Ambiente, Varcilei Gonçalves da Silva, explica que o objetivo do mutirão é conscientizar a população sobre o problema de manter pilhas e baterias em casa e que o descarte das mesmas em lixos comuns ou em caçambas nas ruas pode provocar contaminação, pois esses produtos são fabricados com elementos químicos, podendo contaminar rios, reservatórios, solo, além de originar danos à saúde.
Os postos de coleta em Bauru serão o Centro Administrativo da Prefeitura na avenida Nuno de Assis; Palácio das Cerejeiras; Câmara Municipal; Poupatempo; Zoológico Municipal; Terminal Rodoviário; Bauru Shopping.
O mutirão também vai abordar o tema reciclagem, já que muitas substâncias contidas em um equipamento eletrônico podem vir a ser reutilizadas, em vez de descartadas. (Fonte: Jornal da Cidade, 22/10/2008)
 
 
 

23/10/2008
Cidade ambientalmente equilibrada oferece melhor qualidade de vida

 
Quando se fala em meio ambiente, a cidade ideal é aquela que oferece água tratada para todos, realiza coleta e tratamento de todo o esgoto, recuperando a qualidade de seus rios e córregos, além de não desperdiçar seus recursos.
Para o advogado Kláudio Cóffani Nunes, que atua no Instituto Ambiental Vidágua, a definição de cidade ideal é muito mais que isso. Para que Bauru tenha o perfil de uma cidade ideal, ambientalmente falando, ela precisa recuperar a qualidade do aqüífero que leva o nome da cidade e também proteger e usar de forma racional o outro aqüífero, o Guarani, o qual corre sérios riscos de contaminação por causa do depósito incorreto de dejetos urbanos e industriais. O uso indiscriminado da água do aqüífero é um aspecto problemático, uma vez que existem centenas de poços artesianos clandestinos captando água do Guarani, afirma Nunes.
A captação da água da chuva é outra ação considerada ideal que deveria ser adotada tanto nas residências quanto em condomínios e empresas, na utilização de lavagem de veículos, calçadas, irrigação de canteiros e jardins, além de uma infinidade de outras coisas.
Segundo Nunes, Bauru ideal seria uma cidade preocupada com a arborização em todos os bairros, garantindo conforto térmico aos moradores, proteção ao calor intenso, além de propiciar condições para atingir um índice de desmatamento zero. Essa ação reverteria o atual quadro de desmatamento ocasionado pela especulação imobiliária. Para Nunes, ao invés da construção avançar para periferia, primeiramente deveria ocupar os espaços ociosos que existem na região central da cidade, os quais já contam com toda rede de água, esgoto, energia e todos os demais serviços instalados.
Outro ponto importante é a questão do lixo. Segundo o ambientalista, é preciso dar destino correto tanto ao lixo doméstico quanto ao industrial. A coleta seletiva tem que funcionar em todas as casas, empresas, escolas etc. Nunes finaliza dizendo que uma cidade cujo meio ambiente está equilibrado é garantia de qualidade de vida a todos os moradores. (Fonte: Jornal da Cidade, 19/10/2008. Ilustração: www.cartunista.com.br)
 
 
 

20/10/2008
Brasil é 42º país menos vulnerável a mudanças climáticas.

 
De acordo com um ranking preparado pela consultoria de risco Maplecroft, o Brasil é o 42º país menos vulnerável ao impacto das mudanças climáticas. O Climate Change Vulnerability Index (CCVI) - Índice de Vulnerabilidade às Mudanças Climáticas analisou a capacidade de 168 países de suportar e se adaptar aos efeitos das mudanças climáticas.
O índice mostrou o Canadá, Irlanda, Noruega, Dinamarca e Suécia como os países mais preparados para lidar com as mudanças climáticas. Por outro lado, o Uruguai surpreendeu os pesquisadores, ocupando a 9ª posição no ranking, com os Estados Unidos aparecendo em 11º e o Reino Unido em 12º. Entre os países latino-americanos, o Suriname ficou em 24º, o Chile em 29º e a Argentina em 36º.
Os autores do estudo levaram em conta diversos fatores ao analisar a vulnerabilidade de cada país, sendo eles: economia, recursos naturais e ecossistemas, pobreza, desenvolvimento e saúde, agricultura, população, infra-estrutura, instituições e governo.
O objetivo do CCVI não é tentar prever mudanças na ocorrência de desastres naturais, como secas, enchentes e tempestades ou em ecossistemas em conseqüência da mudança climática, mas sim analisar os riscos que resultam dessas mudanças na ocorrência desses desastres. (Fonte: http://www.portaldomeioambiente.org.br)
 
 
 

14/10/2008
Amazônia já sofre mudança no clima

 
Relatório feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) comprova o que estudos menos específicos já diziam: está havendo um processo acelerado de aumento dos extremos climáticos na Amazônia. Com a elevação da temperatura geral, está ocorrendo aumento da mínima e da máxima, provocando maior concentração de chuvas em menor número de dias, resultando em alternância de fortes precipitações com longos períodos de seca.
As temperaturas podem subir até 2 graus Celsius do leste do Pará até o Maranhão de 2010 a 2040. Para efeito de comparação, no século passado o aumento da temperatura da terra foi de apenas 0,8 Cº. O resultado até o fim deste século pode ser a transformação de toda a área que vai do leste do Amazonas até o Maranhão em uma vegetação rala, semelhante à savana da África. (Fonte: portal do meio ambiente – Data: 09/2008).
 
 
 

10/10/2008
Campanha orientará sobre descarte correto de pilhas e baterias

 
No próximo sábado, dia 11 de outubro, no supermercado Tauste, terá início a campanha “A natureza fala, você ouve?”. Esta campanha é uma iniciativa dos alunos do curso de relações públicas da Universidade do Sagrado Coração (USC) e tem como objetivo conscientizar a população sobre a necessidade do descarte correto de pilhas e baterias usadas. Esse tipo de resíduo, se colocado em lixo comum, seguindo para o aterro sanitário, poderá contaminar lençóis freáticos, já que pilhas e baterias contêm metais pesados, como o chumbo, levando de 100 a 500 anos para se decompor na natureza.
Entre os dias 20 e 24 do presente mês estará funcionando um posto de coleta de pilhas e baterias no Centro de Ciências Exatas e Sociais Aplicadas da USC. Todo material recolhido será encaminhado ao Supermercado Tauste, localizado na quadra 20 da Rua Rio Branco, o qual manterá uma caixa de coleta para pilhas e baterias usadas. (Fonte: Jornal da Cidade, 09/10/2008)
 
 
 

7/10/2008
6º Encontro - Projeto Olhar Verde

 
No dia 08 de outubro de 2008, acontecerá no auditório da OAB, das 14:00h às 17:00h, o 6º Encontro – PROJETO OLHAR VERDE. O tema do encontro será “AR” e contará com duas palestras, sendo a primeira ministrada pelo Eng. Mecânico Alcides Tadeu Braga, da CETESB, e a segunda pelo Meteorologista José Carlos Figueiredo, do IPMET – Unesp Campus Bauru. A CBC Ambiental, como parceira do Projeto Olhar Verde, estará presente em mais este encontro.

A sede da OAB está localizada na Av. Nações Unidas, 30-30.
 
 
 

7/10/2008
VIII JORNADA DA PEDAGOGIA

 
Será realizado em Bauru, entre os dias 13 e 17 de outubro de 2008, no Teatro Edson Celulari, a VIII Jornada da Pedagogia, cujo tema central será “SER HUMANO E AMBIENTE”. A abertura oficial será no dia 13 de outubro às 19 horas, com a palestra “Mudanças de Hábitos: você não vai mudar o mundo, mas pode mudar seu ponto de vista”, a qual será ministrada pelo Diretor da CBC Ambiental Eng. Dr. Caio César Passianoto.

O Teatro “Edson Celulari” está localizado na Rua Rubens Arruda, 3-33.
 
 
 

6/10/2008
Mudança de hábitos

 
Cada vez mais as famílias tomam atitudes ecologicamente corretas no seu dia-a-dia. Para que o Brasil continue sendo habitável nas próximas gerações, será preciso abandonar valores externos, ou seja, aqueles que servem a outras nações, mas não ao Brasil. Exemplo disso é o padrão de consumo aprendido há décadas com os EUA. Resultado dessa dependência cultural são os modos de vida que o país adquiriu, tornando-o incapaz de se sustentar sem depredar os próprios recursos.
Maurício Waldman, sociólogo e antropólogo, analisa que no Brasil o consumo está relacionado ao status, fazendo com que o sujeito se identifique com a classe média. É uma noção de bastardia, pois carregam um complexo de povo colonizado que se arrasta desde os tempos da Metrópole portuguesa.
“Preservar a natureza não é ser “ecochato”. Simplesmente devemos ter em mente que não há planeta para criar tanto boi, não há espaço para descartar tanto lixo, tornando-se necessário rever os padrões de consumo. Não basta apenas se engajar em movimentos a favor dos golfinhos”, afirma Wadman, dizendo ainda que o Brasil responde por 6,89% do lixo domiciliar mundial, quase o dobro do aceitável. O Brasil tem ainda um agravante cultural por acreditar numa falsa idéia de fartura, como se nada fosse terminar e que não basta fechar a torneira para economizar água. É preciso escolher alimentos que consumam pouca água na sua fabricação, citando como exemplo a carne vermelha, a qual consome 100 litros de água em seu processo.
A diretora técnica do Programa USP Recicla também enfatiza a importância de se trabalhar os costumes, principalmente aqueles relacionados às novas gerações. É preciso conscientizar a população da responsabilidade de se estender os cuidados desde a compra até o descarte de seus resíduos. (Fonte: Jornal da Cidade 21/09/2008)
 
 
 

2/10/2008
AÇÃO MADEIRA LEGAL. Um mundo melhor. É o que a madeira legal vai ajudar a construir.

 
A CAIXA assumiu o compromisso de reduzir o desmatamento e aumentar a utilização de madeiras com origem legal. Essas madeiras são provenientes de espécies nativas com corte autorizado pelo IBAMA ou órgão ambiental estadual competente.
A medida, que começa a vigorar a partir de 1ª janeiro de 2009, vai exigir o Documento de Origem Florestal (DOF) das construtoras que solicitarem financiamentos.
Essa ação sustentável da CAIXA visa estimular o uso de madeiras de origem legal em obras e empreendimentos habitacionais financiados pelo banco e também na construção e reforma de instalações e unidades próprias. (Fonte: Caixa Econômica Federal)
 
 
 

29/9/2008
Apesar de bem informados, jovens ainda fazem pouco pelo meio-ambiente

 
Embora a geração jovem tenha acesso à grande quantidade de informações, ela ainda faz pouco em prol do meio ambiente. Há uma falta de compreensão sistêmica entre os jovens sobre o tema, levando-os a entender que problemas como a poluição e a destinação correta do lixo pertence à cidade, o desmatamento, como um evento que só ocorre na Amazônia e na Mata Atlântica e o aquecimento global como uma questão internacional, a qual ainda não parece ter chegado ao Brasil. Com essa incapacidade de compreender os efeitos que cada ação cotidiana pode provocar no todo, é pouco provável que conhecimentos teóricos sejam transformados em ação efetiva para a preservação do lugar em que vivemos. Essa foi uma das constatações da quarta edição do “Dossiê Universo Jovem MTV”, realizado pelo instituto Datafolha. O estudo constatou que 17% dos entrevistados manifestaram estar comprometidos com a preservação do planeta; 20% mostraram não se importar com o assunto; 16% não demonstraram nenhum conhecimento sobre ecologia; 21% gostariam de ter mais informações e 26% têm conhecimento do tema, mas só realizam ações básicas, como não jogar lixo na rua.
Ione Mendes, gerente de pesquisas da MTV Brasil, avaliou que o jovem tem uma intimidade grande com as questões ambientais, porém ainda não tem clareza sobre quais são as atitudes individuais necessárias para se ter um cotidiano sustentável. (Fonte: Jornal da Cidade - 28/09/2008)
 
 
 

26/9/2008
Diretor da CBC Ambiental participa do VI Seminário de Políticas de Gestão da Qualidade do Solo e das Águas Subterrâneas

 
Nos dias 24 e 25 de setembro de 2008, a AESAS (Associação de Empresas Solos e Águas Subterrâneas), realizou o VI Seminário de Políticas de Gestão do Solo e das Águas Subterrâneas, no Centro Britânico em São Paulo. O evento contou com a participação de técnicos, gestores, pesquisadores, estudan- tes e empresários do setor. O seminário teve como objetivo apresentar à sociedade e às empresas dos setores público e privado as diversas faces da gestão da qualidade ambiental do subsolo. A CBC Ambiental foi representada no seminário pelo seu diretor, Dr. Caio Cesar Passianoto.
 
 
 

22/9/2008
Buraco na camada de ozônio este ano já chega a mais de três Brasis

 
Cientistas e especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) alertam que o mundo precisará de mais meio século para que o buraco na camada de Ozônio desapareça. Segundo os cientistas, o buraco se expandiu de forma inesperada no presente ano, atingindo seu ponto máximo até o final do mês e início de outubro. Os estudos mostraram ainda que neste mês de setembro o buraco chegou a medir 27 milhões de km2. Só para efeito de comparação, o território brasileiro é de 8.514.205 km2. O secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, afirma será difícil a redução do tamanho do buraco, e que o mesmo levará outros 50 anos para se recuperar.
Em 2006, o buraco alcançou um recorde no Pólo Sul, chegando a medir 29,5 milhões de km2. Porém, os cientistas não acreditam que o tamanho do buraco atinja os níveis de 2006.
Se não fosse um acordo firmado nas negociações do Protocolo de Montreal, feito em 1987 pela comunidade internacional, o qual estabelece a eliminação de 95% do uso de gases CFC (cloro-flúor-carbono), o tamanho do buraco na camada de ozônio poderia dobrar de tamanho até 2050.
Segundo Geir Braathen, cientista da ONU, o buraco favorece o aumento das temperaturas na superfície do globo, fatores diretamente relacionados entre si, responsáveis pelas severas mudanças climáticas. (Fonte: Jornal da Cidade - 17/09/2008)
 
 
 

22/9/2008
Avaliação Preliminar de Passivo Ambiental em solo e água subterrânea

 
A avaliação preliminar é a etapa inicial de identificação de passivos ambientais. Ocorre através de um diagnóstico inicial, mediante coleta de dados existentes e realização de inspeção de reconhecimento de uma área, a fim de verificar se a mesma possui ou não um potencial de contaminação.
Os dados existentes são coletados por meio de um estudo do histórico do local, do meio físico e inspeção de reconhecimento da área. Para isso, é preenchida uma ficha técnica, na qual contém informações importantes como identificação da área, tipo de fonte potencial de contaminação, destino dos líquidos percolados, ocupação do solo, uso atual da área, além do contexto hidrogeológico, croquis esquemáticos, mapas e demais dados julgados pertinentes para a avaliação da área.
Os serviços de Avaliação Preliminar da CBC Ambiental são realizados com base na norma ABNT NBR 15515-1: 2008 – Passivo ambiental em solo e água subterrânea. Parte 1: Avaliação Preliminar. Em caso afirmativo de potencialidade de contaminação, é indicada a realização de Investigação Confirmatória do local, com intuito de comprovar a existência de uma possível contaminação. (Foto: Realização de Avaliação Preliminar em uma antiga área industrial – CBC Ambiental, 2008).
 
 
 

16/9/2008
Bauru debaterá comunicação ambiental

 
Nos dias 5, 6 e 7 de Novembro, Bauru realizará o 1º Encontro Regional de Comunicação Ambiental. O objetivo é colocar em evidência a temática ambiental nas mídias em nível regional.
O evento tem como parceria a Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) da Unesp de Bauru, o Instituto Ambiental Vidágua, Grupo de Estudos em Jornalismo Ambiental da Unesp e Jornal da Cidade.
O coordenador do evento, o Professor Celso Campos, da FAAC, explica que a questão ambiental muitas vezes é discutida sobre o ponto de vista das mídias das capitais e menos das cidades do Interior. Sendo assim, o evento visa abordar as questões ambientais partindo do ponto de vista da imprensa do Interior. O professor diz ainda que com o crescimento da produção de biodiesel o Interior sofre um grande impacto ambiental, surgindo então à necessidade de se discutir essa temática sobre uma ótica local. (Fonte: Jornal da Cidade - 14/09/2008)
 
 
 

15/9/2008
CBC Ambiental amplia Programa Consumo Consciente

 
Depois de lançar o Programa Consumo Consciente nas dependências da empresa, através de um folder contendo práticas simples, mas que se seguidas podem mudar o futuro do planeta, a CBC Ambiental busca agora conquistar mais adeptos na luta para proteger o meio ambiente. Lançado em março de 2008 pelo Departamento de Meio Ambiente, como parte integrante da implantação do Sistema de Gestão Ambiental, o programa trata das questões do cotidiano, como fechar bem a torneira após lavar as mãos, desligar o computador quando o mesmo não estiver em uso, evitar acender as luzes quando é possível utilizar a luz natural, fechar bem as janelas quando estiver utilizando o ar condicionado, dentre outras dicas. O programa também traz dados de desperdícios de água, energia, bem como práticas de reciclagem. A seguir estão listados os 3 endereços onde os folders do programa estarão disponíveis:

• CIESP - Centro das Indústrias do Estado de São Paulo - Diretoria Regional Bauru (Avenida Joaquim Marques Figueiredo nº. 7-8 – Distrito Industrial I – Bauru/SP;
• Laboratório de Patologia Clínica Dirceu Dalpino - Rua Rio Branco 14-52 – Bauru/SP;
• Blue Eye - Rua Alberto Segala, 1-75 Sala 131 e 128 Jd. Inf. Dom Henrique - Bauru/SP.

Maiores informações podem ser obtidas em nosso site, ou se preferir entre em contato.

CBC Ambiental – Soluções para o Desenvolvimento Sustentável.


 
 
 

12/9/2008
Pesquisadores divergem sobre conseqüências do aquecimento global

 
Há muitas divergências entre cientistas sobre as mudanças climáticas. A Revista Science publicou que a elevação dos oceanos não passará de dois metros neste século. Por outro lado, o Instituto de Pesquisa Ártica e Alpina, da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, avisa que as águas poderão subir em até seis metros.
A Revista Nature diz ainda que as tempestades estão ficando cada vez mais fortes, atribuindo tal fato ao aumento das temperaturas dos oceanos. Um grupo de cientistas do Colorado, com o apoio de membros de Universidades dos Estados Unidos, mediu o aumento dos oceanos causado pelo degelo na Antártida e na Groelândia, chegando a um valor de dois metros no aumento do nível do mar até o final deste século. Porém, Tad Pfeffer um dos autores do estudo afirma que mais de dois metros é fisicamente impossível. Para defender tal tese, cita como exemplo a Groelândia, dizendo que para que isso ocorra seria necessário acelerar em até 70 vezes o ritmo atual das geleiras em direção ao mar. O artigo também fala sobre os furacões, concluindo que é difícil calcular o aumento dos mesmos, devido ao fato de as tempestades formarem ciclos por décadas. Tais divergências se dão pela falta de registros 100% confiáveis. O tempo também é outra variável incerta, ocasionando dificuldades em prever com exatidão como o aquecimento futuro poderá afetar a formação das tempestades. (Fonte: portal do meio ambiente – Data: 09/2008).
 
 
 

12/9/2008
Diretor da CBC Ambiental participa das comemorações do 80º Aniversário do CIESP.

 
No último dia 8 de setembro de 2008, o Diretor da CBC Ambiental, Dr. Caio Cesar Passianoto, a convite do Presidente da Câmara Municipal de São Paulo (Vereador Antônio Carlos Rodrigues) e do Presidente do CIESP (Paulo Skaf), esteve presente no Palácio Anchieta para sessão solene da câmara municipal. Tal solenidade, por iniciativa do vereador Toninho Paiva, teve como objetivo a homenagem do legislativo da cidade de São Paulo ao 80º aniversário do CIESP – Centro das Indústrias do Estado de São Paulo.
 
 
 

12/9/2008
Uma árvore pra chamar de sua

 
Em uma nota divulgada na coluna Opinião, do Jornal da Cidade em 11 de setembro de 2008, pela ambientalista e profissional de telecomunicações, Luciana Gonçalves, a mesma expõe sua paixão pela árvore. Luciana relata que, quando soube da possibilidade de que qualquer cidadão bauruense poderia requerer junto à Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o “tombamento” ou a “imunidade de corte” para quantas árvores quiser, teve a idéia de lançar a Campanha “Adote uma Árvore Em Bauru”. A CBC Ambiental apóia mais essa iniciativa exemplar de uma cidadã que se preocupa com o futuro ambiental de nosso município.
 
 
 

9/9/2008
Brasil é Líder em Desmatamento no Mundo

 
Um estudo americano, intitulado de Desmatamento em Florestas Tropicais, realizado entre 2000 e 2005 e publicado na revista Proceedings of the National of Sciences (PNAS), mostra que nos últimos cinco anos, o Brasil foi o campeão no desmatamento, destacando o estado do Mato Grosso como o grande vilão.
O estudo revela que foram desmatados cerca de 272 mil km², uma área maior do que os territórios do Estado de São Paulo e Sergipe juntos. Considerando as florestas tropicais no mundo, o Brasil responde por 47,8% de toda a devastação nesse tipo de formação florestal.
O Estudo completo (em inglês) está disponível no endereço eletrônico: http:/www.amazonia.org.br/guia/etalhes.cfm?id=275869&tipo=6&cat_id=44&subcat_id=185. (Fonte: portal do meio ambiente – Data: 08/2008).
 
 
 

5/9/2008
Estudo de Caracterização Geológica e Hidrogeológica

 
O Estudo de Caracterização Geológica e Hidrogeológica é uma das exigências da CETESB aos estabelecimentos a serem construídos em locais onde não há instalações para o desenvolvimento da atividade de armazenamento de combustível automotivo (empreendimentos novos). Através desse estudo, é possível prever os comportamentos mecânico e hidráulico dos solos, e conhecer, ao mesmo tempo, suas formas de ocorrência e a geometria das camadas nos locais em estudo. O levantamento prévio dessas informações é fundamental, pois permite inferir prováveis suscetibilidades do solo a fatores como erosão, penetração de compostos, compactação, profundidade do lençol freático, entre outros.
Para a realização do referido estudo, a CBC Ambiental possui um procedimento interno, elaborado em conformidade com a Decisão de Diretoria nº 010-2006-C, de 26 de janeiro de 2006, da CETESB, o qual abrange as seguintes etapas: levantamento dos aspectos geológicos e hidrogeológicos do local; determinação dos tipos de solo, com suas respectivas profundidades de ocorrência; verificação da existência de água subterrânea, bem como a profundidade do nível de água; análise dos resultados; e elaboração de um relatório a ser encaminhado à CETESB.
 
 
 

29/8/2008
Diretor da CBC Ambiental é nomeado Diretor Adjunto de Meio Ambiente do CIESP.

 
É com grande satisfação que comunicamos a todos a nomeação do diretor da CBC Ambiental, Dr. Caio Cesar Passianoto ao cargo de Diretor Adjunto de Meio Ambiente do CIESP. Tal designação (Resolução Presidência nº. 15, de 16/07/2008), feita pelo então presidente do CIESP, Dr. Paulo Skaf, foi recebida com muita honra, o que mostra o reconhecimento referido ao nosso diretor por sua atuação como Coordenador de Meio do CIESP – Regional Bauru. A primeira reunião da nova diretoria de meio ambiente do CIESP será realizada em 08/09/2008, em São Paulo.
 
 
 

28/8/2008
Incêndio destrói área de reflorestamento às margens do Batalha

 
Um incêndio destruiu aproximadamente 8 mil árvores e mudas de uma área de reflorestamento às margens do rio Batalha. O fogo começou por volta das 13h de ontem (25/08/2008), a área consumida pelo fogo foi equivalente a mais de cinco campos de futebol.
As chamas só foram controladas por volta das 16h30, com ajuda de um caminhão-pipa do Departamento de Água e Esgoto (DAE) e de funcionários de propriedades rurais vizinhas.
De acordo com Leandro Razuk Ruiz, assessor de gabinete do DAE e residente do Fórum Pró-Batalha, a área destruída havia sido recuperada há cerca de 10 anos em uma ação do Pró-Batalha. Na ocasião, foram plantadas mais de 80 espécies nativas em um projeto de recomposição da mata ciliar das nascentes do rio Batalha. O cálculo dos prejuízos provocados pelo incêndio deve ser iniciado ainda hoje (26/08/2008).
Ruiz acredita que o fogo tenha sido provocado por alguma fogueira de pescadores que freqüentam a região ou por uma ponta de cigarro jogada à beira da estrada. Segundo ele, por questões legais, não é possível requerer novas verbas estaduais para a implantação de um novo projeto na mesma área. “Vamos ter de buscar ajuda e fazer uma campanha de recuperação dessa área queimada”, finaliza. (Fonte: Jornal da Cidade – 26/08/2008)
 
 
 

26/8/2008
Olhar Verde divulga seu trabalho na II Mostra Fiesp de Responsabilidade SocioAmbiental.

 
O Projeto Olhar Verde, da delegacia do CIESP – Regional Bauru foi o grande destaque em São Paulo, durante evento promovido pelo CIESP/FIESP sobre responsabilidade socioambiental. Muitas pessoas presentes no evento procuraram maiores informações sobre o projeto, considerado inédito e criativo, criado mediante parceria entre iniciativa privada, poder público e sociedade civil. O Olhar Verde foi representado pelo Dr. Caio Cesar Passianoto, Rodrigo Caviochioli e Luciana Gonçalves, os quais divulgaram a muitos interessados as iniciativas do projeto, que já colhe resultados animadores, como por exemplo, o programa de coleta e destinação de óleo comestível. A CBC Ambiental apóia essa brilhante iniciativa, sendo representada pelo seu diretor, Dr. Caio Cesar Passianoto, um dos idealizadores do projeto. (Fonte: Jornal da Cidade – 24/08/2008).
 
 
 

22/8/2008
Projeto olhar verde já é digno de reconhecimento em Bauru

 
Leia abaixo a nota publicada no Jornal da Cidade (21/08/2008 - Caderno Destaques) pelo colunista Roberto Rufino:

Olhar verde: parcerias

“Ambientalistas, técnicos ambientais, profissionais da ecologia, pedagogos, biólogos, agrônomos e profissionais da tecnologia de informação estão envolvidos em parcerias na campanha “Olhar Verde”. Essa ação, que demonstra uma cidadania digna de aplausos, tem por objetivo despertar e sensibilizar as crianças (estudantes de todos os níveis escolares) para um olhar mais diferente sobre o nosso meio ambiente, gerando com isso novas atitudes e comportamentos de fazer de Bauru uma cidade muito mais sustentável. Iniciativa que merece nota 10”. (Fonte: Jornal da Cidade - 21/08/2008)

Como um dos principais apoiadores do projeto, a CBC Ambiental se orgulha dos primeiros resultados já alcançados, sabendo que ainda há muito a fazer pela cidade de Bauru.
 
 
 

21/8/2008
CBC Ambiental oferece plano de saúde aos seus funcionários

 
A partir do mês de agosto, os funcionários da CBC Ambiental passam a ter o benefício do plano de saúde médico-hospitalar, através de uma parceria firmada com a São Francisco Saúde. A CBC Ambiental, através dessa iniciativa, busca melhorar a qualidade de vida de seus funcionários e familiares, como parte do compromisso com a Responsabilidade Social.
 
 
 

21/8/2008
Gerente de Qualidade da CBC Ambiental é aprovado no curso de Auditor Líder ISO 14001: 2004

 
A equipe da CBC Ambiental parabeniza seu Gerente de Qualidade, o Eng. Florestal Márcio Augusto da Silva, pela aprovação no curso de Auditor Líder ISO 14001:2004, oferecido pela BRTUV, entre os dias 26 e 30 de maio de 2008. A realização do curso faz parte do programa de treinamentos desenvolvido pela CBC Ambiental, visando à capacitação profissional de seus funcionários.
Tal conquista vem a impulsionar e fortalecer a obtenção da certificação ISO 14001:2004, prevista para o final deste ano.
 
 
 

21/8/2008
Lei quer multa para ‘lixo perigoso’

 
O presidente da Câmara Municipal de Bauru, Paulo Madureira (PP), protocolou na sessão da Câmara de 18 de agosto de 2008, um projeto de lei que prevê, dentre outras sanções, multas para quem ferir coletores de lixo com produtos mal-acondicionados.
A proposta acrescenta artigos na lei que reestrutura a Emdurb, incluindo novas competências à Diretoria de Limpeza Pública para os casos em que os coletores se ferirem com material perfurocortante, importando em multa de R$ 500,00, dobrando-se o valor em caso de reincidência, além do infrator ter seu nome levado à Justiça por crime de dano físico praticado contra empregado público.
Segundo o Técnico em Segurança do Trabalho da Emdurb, Roberto Morais Losilla, há uma média de cinco acidentes por material perfurocortante por mês. De acordo com ele, a luva distribuída aos coletores não impede acidentes com cacos de vidro e agulhas.
Losilla afirma ainda que, para evitar acidentes a população deve acondicionar objetos cortantes em embalagens de leite, garrafas PET e jornais.
Na opinião da assessora jurídica da Emdurb, Wani Aparecida Silva, o problema é que o projeto cria despesas para o órgão público, motivo pelo qual a mesma considera que a iniciativa deveria partir do Executivo.
Porém, um outro problema de grande relevância seria determinar de quem é o lixo produzido, já que o morador poderia colocar o lixo em outro ponto, com o intuito de não ser autuado. De acordo com a assessora, dois itens da proposta apresentada por Madureira já são praticados pela Emdurb: encaminhar o coletor machucado ao serviço médico; e fazer boletim de ocorrência quando o servidor se machuca no trabalho. (Fonte: Jornal da Cidade - 20/08/2008)
 
 
 

19/8/2008
Amostragem de Solo em Cava de Tanque

 
A amostragem de solo em cava de tanque é um procedimento que deve ser realizado após a retirada de Sistemas de Abastecimento Subterrâneo de Combustível (SASC), sendo uma exigência para empreendimentos sujeitos à reforma completa e empreendimentos enquadrados na condição intermediária. A análise de cava deve ser realizada de acordo com o Procedimento para Remoção de Tanques e Desmobilização de Sistema de Armazenamento e Abastecimento de Combustíveis, da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB).
A CBC Ambiental realiza o processo de análise de cava, através das seguintes etapas: identificação dos pontos de coleta, amostragem de solo, investigação de vapores orgânicos, quantificação analítica laboratorial para as amostras de solo, interpretação dos resultados segundo valores orientadores da CETESB e elaboração de laudo técnico. Todas as etapas mencionadas são realizadas pela CBC Ambiental seguindo as determinações da CETESB.
(Depto. de Meio Ambiente – CBC Ambiental).
 
 
 

12/8/2008
Geólogo da CBC Ambiental participa de mesa redonda sobre a temática Água.

 
Na próxima quarta-feira, 13 de agosto de 2008, às 14h, ocorrerá no Auditório da OAB, em Bauru, uma mesa redonda do Projeto de Educação Ambiental “Olhar Verde”, com a apresentação de uma palestra, cuja temática será a “ÁGUA”. Os palestrantes convidados são o geólogo da CBC Ambiental, Oswaldo Cesar Figueiredo Junior e o professor Eduardo Luís de Oliveira, do Departamento de Engenharia Civil da UNESP.
No encontro, serão abordados temas como ocorrência, distribuição e vulnerabilidade das águas subterrâneas, relacionando-as com as áreas contaminadas existentes.
O Auditório da OAB localiza-se na Avenida Nações Unidas, nº30-30. (fonte da foto: Ambiente em Foco).
 
 
 

12/8/2008
Diretor da CBC Ambiental participa da II Mostra Sistema FIESP de Responsabilidade Socioambiental

 
Entre os dias 13 e 15 de agosto, das 10h às 20h, acontecerá no Pavilhão da Bienal, em São Paulo, a II Mostra Sistema FIESP de Responsabilidade Socioambiental. O evento, que conta com a participação de entidades internacionais de desenvolvimento e meios de comunicação do Brasil e do exterior, é uma iniciativa do Conselho Superior de Responsabilidade Social (CONSOCIAL) e do Comitê de Responsabilidade Social (CORES) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), visando divulgar as práticas de responsabilidade social realizadas pelos mais diversos setores da sociedade. De acordo com a FIESP, a mostra firma-se como canal para interlocução entre empresas, universidades, organizações não-governamentais, órgãos públicos, veículos de comunicação e a sociedade como um todo, para desta forma consolidar uma pauta social afirmativa, criar uma agenda sobre o tema e articular estes atores para o desenvolvimento sustentável global.
A CBC Ambiental será representada no evento pelo seu diretor, Dr. Caio Cesar Passianoto.
Para maiores informações, acesse o site: www.fiesp.com.br/socioambiental
 
 
 

6/8/2008
Remediação de Áreas Contaminadas

 
A existência de uma área contaminada pode gerar sérios problemas, como danos à saúde humana, comprometimento da qualidade dos recursos hídricos, restrições ao uso do solo e danos ao patrimônio público e privado, com a desvalorização das propriedades, além de danos ao meio ambiente (CETESB, 2008). Como já vimos em artigos anteriores, a identificação de uma área contaminada ocorre através da investigação de passivos ambientais (Investigação Confirmatória e Investigação Detalhada).
Após as etapas de investigação, definidos os limites da contaminação, é necessário que se realize na área o processo de remediação que, de acordo com a ABNT NBR 15515-1: 2007, pode ser definido como aplicação de técnica ou conjunto de técnicas em uma área comprovadamente contaminada, visando a remoção, contenção ou redução das concentrações dos contaminantes presentes, de modo a assegurar a reabilitação da área, com limites aceitáveis de riscos à saúde e ao meio ambiente para o uso declarado.
A CBC Ambiental realiza processos de remediação tanto em contaminação de solo quanto de águas subterrâneas. Na remediação de solo, as técnicas mais utilizadas são: Sistema de Extração de Vapores, Bioventing, Air Sparging e Processo Oxidativo Avançado (POA), aplicadas considerando-se a dimensão da área contaminada, o custo da remediação, características físicoquímicas do solo, dentre outros. Já na remediação de águas subterrâneas, a CBC Ambiental possui um sistema de tratamento (ET-CBC), o qual é composto pelos seguintes estágios: reatores (aeróbico e facultativo), caixa separadora de água e óleo, air sparging (borbulhamento) e filtragem. O processo ocorre através do bombeamento do efluente bruto dos poços de monitoramento para o Sistema, separando as fases livre e dissolvida. Assim, através do monitoramento, observam-se as concentrações de contaminantes na entrada e saída do sistema, até que estas estejam em níveis aceitáveis pela CETESB. Em determinadas situações também é realizado o POA. (Depto. de Meio Ambiente – CBC Ambiental)
 
 
 

5/8/2008
Começam as inscrições para o II Congresso Aqüífero Guarani

 
Entre os dias 4 e 7 de novembro, será realizado em Ribeirão Preto o II Congresso Aqüífero Guarani. As inscrições são gratuitas e vão até o dia 15 de outubro. Os interessados em apresentar trabalhos para as sessões do congresso devem se inscrever até o dia 30 de setembro. Os inscritos poderão participar de discussões sobre "O Aqüífero e o Cidadão" e também trocar "Experiências de gestão de aqüíferos transfronteiriços". Para maiores informações e realização das inscrições, acesse o site http://www.aquiferoguaranicongresso.com.br http://www.sg-guarani.org/ (fonte: Ministério do Meio Ambiente / foto: Wikipedia).
 
 
 

4/8/2008
Bauru é 6ª no ranking de desenvolvimento do país

 
Segundo ranking elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Bauru é a sexta cidade do país com o melhor desenvolvimento. O levantamento é feito considerando os indicadores trabalho, saúde e educação, baseado nos dados de 2005 dos respectivos ministérios. A cidade está à frente de outros centros importantes, tais como: São José do Rio Preto, Araraquara, Sorocaba e Jundiaí. Dos 100 municípios melhores classificados, 87 estão no estado de São Paulo, cuja cidade de Indaiatuba aparece como líder.
Algumas cidades analisadas mostraram um bom desempenho no quesito econômico, porém deixaram a desejar, principalmente no aspecto social, mostrando a preocupação com o equilíbrio na análise realizada. É o que acontece, por exemplo, com o estado da Bahia. Dentre todos analisados, seria o sexto mais desenvolvido, se fosse considerado apenas os indicadores emprego e renda. Porém, quando o assunto é educação e saúde, o estado salta para as últimas posições.
A CBC Ambiental se orgulha de ter sua sede na cidade de Bauru, grande exemplo de desenvolvimento do país. Fonte: Jornal da Cidade
 
 
 

31/7/2008
Empresas preparam-se para menor disponibilidade de água

 
Apesar de historicamente a grande maioria das empresas darem pouca ênfase à questão da água, algumas delas começaram a se preocupar com a crescente escassez, tomando medidas para otimizar o uso dos recursos hídricos.Segundo relatório “Water and sustainable development: A business perspective”, do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (do inglês, World Business Council for Sustainable Development - WBCSD), a gestão eficiente dos recursos hídricos em toda cadeia produtiva não deve ser encarada apenas como um aspecto da responsabilidade social corporativa, mas sim como prática dos negócios.Mesmo nas empresas em que a água não é matéria-prima dos produtos, o recurso tem um papel importante nos processos industriais e, requer, portanto atenção especial.
O Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (World Business Council for Sustainable Development) desenvolveu uma ferramenta para ajudar as empresas a gerir melhor o uso da água.
Denominado Global Water Toll, o sistema permite que as empresas e organizações mapeiem o uso da água. Para maiores informações acesse: www.wbcsd.org/web/watertool.htm. Fonte:www.portaldomeioambiente.org.br
 
 
 

31/7/2008
Mamona e biodiesel

 
Em reportagem publicada na Revista Folha, o uso da mamona para biodiesel foi considerado impróprio pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), já que essa oleaginosa não se enquadraria nos parâmetros técnicos para produção do biocombustível, por apresentar alta densidade. Mesmo assim a Embrapa mantém e defende pesquisas com a matéria-prima.
Em entrevista a Lílian Milena, do Projeto Brasil, o Chefe de Negócios da Embrapa Algodão, Liv Soares Severino, afirma que a alta viscosidade da mamona não cria problemas para o seu uso como biocombustível.
O MME (Ministério de Minas e Energia) considera que é necessário utilizar outro tipo de produto misturado à mamona, para desta forma obter uma densidade compatível, de acordo com os dados da ANP.
Até fevereiro, a mamona participava apenas com 0,17% da produção total do biodiesel que atende o mercado, enquanto a soja representava cerca de 68,41% do setor (hoje tem participação de 77,35% dos insumos usados).
Mas o próprio MME explica que a queda da participação da mamona se deve ao aumento de preços no mercado internacional. Fonte: Jornal da Cidade, 31/07/2008.
 
 
 

30/7/2008
Parabéns Bauru!

 
Na próxima sexta-feira (1º de agosto) Bauru completa 112 anos de fundação. A CBC Ambiental parabeniza a cidade e sua população por mais um ano de vida. Sentimo-nos muito honrados de estarmos aqui localizados e temos como compromisso contribuir para o desenvolvimento sustentável do município, para que desta forma continuemos a viver na “cidade sem limites”.
 
 
 

28/7/2008
Descarte de pilhas ainda não apresenta números expressivos em Bauru

 
Pilhas e baterias apresentam em sua composição substâncias tóxicas que a podem oferecer risco a saúde e a contaminação do solo, caso não sejam descartadas de maneira correta.
De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), nos três postos de recolhimento da cidade são descartadas dez quilos de pilhas e baterias todos os meses, evitando que a contaminação chegue ao aterro sanitário.
Valcirlei Gonçalves da Silva, titular da pasta, disse que o número tem crescido, mas não de forma significativa. Segundo o secretário, a coleta é maior logo após uma campanha e depois se estabiliza.
Desde março, o cidadão que possui lâmpadas fluorescentes em sua casa também pode fazer o descarte adequado. A Secretaria Municipal do Meio Ambiente passou a receber da população e também de micro, pequenas e médias empresas, com limite de até 30 unidades por ano.
A Semma recebe pilhas e baterias na sua sede, localizada na avenida Nuno de Assis, 14-60, e no Poupatempo. .As lâmpadas fluorescentes podem ser levadas à sede da Semma. Fonte: Jornal da Cidade, 23/07/2008.
 
 
 

28/7/2008
Programa Roda Viva entrevista uma das principais personalidades no debate sobre mudanças climáticas no mundo.

 
O programa Roda Viva, da TV Cultura, leva ao ar nesta segunda-feira (28/07), às 22h40, a entrevista (inédita e gravada) com Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês). Em nome do IPCC, Pachauri foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz 2007, juntamente com o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore.
Considerado um dos mais influentes personagens do debate internacional sobre o meio ambiente, ele vem chamando a atenção do mundo para a questão ambiental e para a estreita relação entre recursos naturais e paz.
A bancada de entrevistadores é formada por Cláudia Tavares (repórter do programa Repórter Eco, da TV Cultura); Claudio Angelo (editor de Ciência do jornal Folha de S. Paulo); Herton Escobar (repórter de Ciência e Meio-Ambiente do jornal O Estado de S. Paulo); e Alexandre Mansur (editor de Ciência e Tecnologia da revista Época). O programa é mediado pela jornalista Lillian Witte Fibe. Fonte: www.ecopress.com.br.
 
 
 

22/7/2008
Investigação Detalhada de Passivos Ambientais

 
Uma vez diagnosticada a presença de um passivo ambiental (através da Análise Investigatória), este deve ser detalhado, a fim de se obter parâmetros para melhor dimensionar os limites da contaminação, definindo assim a Pluma de Contaminação. Para isso, realiza-se a Investigação Detalhada, que é a etapa da avaliação de passivo ambiental em solo e água subterrânea onde são caracterizados, qualitativa e quantitativamente: a fonte de contaminação, o meio físico e a contaminação (ABNT NBR 15515-1: 2007).
O principal objetivo dessa investigação é quantificar e detalhar as características da fonte de contaminação, bem como determinar as dimensões da área ou volumes afetados, os tipos de contaminantes presentes, suas concentrações e os receptores de risco.
Para tanto, são realizadas sondagens adicionais àquelas realizadas na Investigação Confirmatória, instalando-se os poços de monitoramento, possibilitando as coletas de água. É imprescindível que os poços de monitoramento cubram todas as direções possíveis das plumas de contaminação. Os resultados das amostras são comparados com os Valores Orientadores da CETESB (2005), os quais determinam a concentração máxima permitida de compostos provenientes de combustíveis automotivos, para que não haja riscos potenciais, diretos ou indiretos à saúde humana. A CBC Ambiental realiza esse processo seguindo as recomendações do anexo “Roteiro para Realização de Investigação Detalhada e Elaboração de Plano de Intervenção em Postos e Sistemas Retalhistas de Combustíveis” da CETESB, 2007.
A Investigação Detalhada fornece importantes subsídios, tanto ao responsável legal pelo empreendimento quanto ao órgão de controle ambiental (CETESB) para ações que auxiliarão na tomada de decisões relativas a um sistema de gerenciamento, no que diz respeito à remediação de áreas contaminadas.
(Depto. de Meio Ambiente – CBC Ambiental).

 
 
 

22/7/2008
Umidade do ar é preocupante em Bauru

 
A estiagem - a última chuva registrada em Bauru foi no dia 24 de junho - e a ação de uma massa de ar seco no Estado de São Paulo estão derrubando os índices de umidade relativa do ar, que é a quantidade de partículas de vapor por litro de ar. Em queda desde o início da manhã, ontem a umidade do ar na cidade chegou a 25% às 15h, de acordo com a estação medidora de qualidade do ar da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).
O ideal para o ser humano é que a umidade do ar esteja acima dos 50%. Índices abaixo de 30% já inspiram cuidados. Nestas condições, as orientações são umidificar o ambiente com toalhas molhadas e ingerir muito líquido.
Se não bastassem as condições climáticas, fogo em terrenos baldios dentro da cidade contribui para piorar a qualidade do ar em Bauru.
Os bombeiros contabilizaram 15 focos de incêndio em terrenos baldios na Bela Vista no início da noite de ontem, o que exigiu a atuação de duas equipes da corporação por cerca de duas horas.
“A maioria dos terrenos com fogo é da prefeitura e estava com mato alto. Aí sempre tem quem coloca fogo para se livrar de um problema e cria outro”, disse um bombeiro que preferiu não se identificar. Atear fogo em terrenos baldios é proibido por lei municipal.
Ainda não há previsão de chuva para os próximos dias, e o ar seco deve se manter. Fonte: Jornal da Cidade, 22/07/2008
 
 
 

18/7/2008
Poços artesianos contaminados serão interditados em Bauru

 
Análises confirmaram a contaminação de poços artesianos na cidade, com um nível de nitrato maior que o permitido. A máxima concentração tolerada para o composto químico é de 10 miligramas por litro de água (mg/l). Mas, de 223 análises de água avaliadas em estudo elaborado por ela, 4,04% apresentaram valores acima do permitido, onde amostra coletada pelo DAE numa propriedade nas proximidades do entroncamento do córrego da Grama com o rio Bauru atingiu 26,4 mg/l.
O Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), órgão estadual, cancelará as outorgas dos poços com elevada contaminação na cidade, não permitindo mais o bombeamento de água do local.
Segundo Luiz Otávio Manfré, diretor de recursos hídricos do DAEE, um estudo será feito para saber se é coisa isolada ou se tem alguma implicação em alguma região. O alto índice de nitrato é resultado de um processo de contaminação do lençol freático que pode ter demorado até 50 anos, dependendo da profundidade do aqüífero em relação à superfície. Trata-se de uma poluição que não possui método para combate imediato e pode levar até 100 anos para ser revertida.
A ingestão em excesso de nitrato pode causar deficiência no processo de oxigenação das células, doença conhecida cientificamente como metaemoglobinemia, que pode levar principalmente crianças à morte. Fonte: Jornal da Cidade, 18/07/2008.
 
 
 

16/7/2008
Apenas 2% dos usuários de celulares no Brasil reciclam os aparelhos

 
Uma pesquisa realizada pela Nokia em 13 países aponta que somente 3% das pessoas no mundo têm o hábito de reciclar seus celulares antigos - no Brasil este número é um pouco menor de 2%. Segundo o levantamento, a maioria guarda em casa os aparelhos sem uso. O levantamento revela ainda que três em cada quatro consumidores nem sequer pensam em reciclar seus dispositivos e quase a metade ignora que seja possível fazer isso.
A pesquisa também revela atitudes e comportamento dos usuários em relação à reciclagem.
Segundo o diretor de assuntos ambientais e mercado da Nokia, Markus Terho, os resultados demonstram que quando os celulares finalmente chegam ao final de suas vidas úteis poucos são reciclados. Muita gente simplesmente desconhece que os aparelhos antigos e sem uso, guardados nas gavetas, podem ser reaproveitados e como isso pode ser feito.
A pesquisa mostra que uma das principais razões por tão poucas pessoas reciclarem seus celulares é que elas simplesmente não sabem que isso é possível.
Com o reaproveitamento de celulares usados, economiza-se cerca de 240.000 toneladas de matéria prima e reduz a emissão de gases, com efeito idêntico à retirada de quatro milhões de carros das ruas.
Juntas, pequenas ações individuais podem fazer uma grande diferença. Fonte: www.ecopress.org.br.
 
 
 

11/7/2008
Investimentos em energia renovável aumentam 60% em todo mundo.

 
O investimento global em energias renováveis ao longo de 2007 registrou crescimento de 60% em relação ao ano anterior, com US$ 148 bilhões aplicados no setor. O levantamento foi apresentado na terça-feira (01/07/2008) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), no relatório Tendências Globais dos Investimentos em Energias Renováveis 2008.
De acordo com o levantamento, a energia eólica atraiu a maior parte dos aportes - US$ 50,2 bilhões de dólares. No entanto, o mercado que mais cresceu foi o de energia solar. O segmento recebeu cerca de US$ 28,6 bilhões, três vezes mais que em 2004.
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