Sistema de Gestão Integrada
Certificação ISO 9001:2000.
Galeria de Fotos
Conheça melhor o
nosso trabalho através de fotos.
Calendário de Eventos
Confira os eventos em nosso calendário.
Como Chegar
Nosso endereço e localização.
Parceiros
Conheça as empresas que trabalham com a CBC Ambiental.
  Dicas
Confira algumas dicas para o Laudo Técnico de Passivo Ambiental.
Normas Técnicas
Confira aqui os procedimentos legais.
 
 

9/3/2010
Proteger baleias combate efeito estufa, dizem cientistas

 
Segundo os estudiosos da Universidade do Maine, um século de caça às baleias no mundo pode ter liberado para a atmosfera mais de 100 milhões de toneladas de gás carbônico.
As baleias estocam gás carbônico em seus gigantescos corpos e quando são mortas, grande parte desta substância pode ser liberada.
Para o cientista Andrew Pershing, baleias são as "florestas do oceano" e protegê-las pode ter impacto semelhante ao de programas de reflorestamento.
"Baleias, como qualquer animal ou planta do planeta, são feitas de muito carbono. E quando você mata e remove uma baleia do oceano, está removendo gás carbônico deste sistema de estocagem e possivelmente enviando para a atmosfera", disse.
Quando as baleias morrem (de causas naturais), seus corpos afundam, então elas levam o gás carbônico para o fundo do oceano. Se o lugar onde elas morrem é fundo o bastante, será estocado fora da atmosfera, talvez por centenas de anos.
Em seus cálculos iniciais, a equipe estimou que cem anos de caça liberou uma quantidade de gás carbônico equivalente à queima de 130 mil quilômetros quadrados de florestas temperadas.
Pershing destacou que esta quantidade ainda é relativamente pequena, quando comparada aos bilhões de toneladas de gás carbônico produzidas pela atividade humana a cada ano.
Pershing acrescentou que simplesmente deixar grandes grupos de baleias crescerem, pode "sequestrar" o gás de efeito estufa em quantidades que podem ser comparadas às de alguns programas de reflorestamento que ganham e vendem créditos de carbono. (Fonte: http://www.bbc.co.uk)
 
 
 

4/3/2010
SESI / CIESP realizarão Fórum de Sustentabilidade

 
O presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) e Serviço Social da Indústria (SESI – SP) convida a todos para participarem do Fórum SESI/CIESP de Sustentabilidade, cujo principal objetivo é fornecer informações que contribuirão para a gestão sustentável de empresas e negócios. O evento será realizado no próximo dia 11 de março de 2010, das 08h30 às 12h30, no Auditório do CIESP (São José do Rio Preto –SP).
Neste fórum serão discutidos dois importantes temas para a gestão sustentável: o uso responsável de recursos hídricos e o investimento social das empresas em educação. As apresentações pelas empresas locais e os debates entre palestrantes e público terão como objetivos gerar idéias, propostas e soluções que agreguem valor à sustentabilidade dos negócios.
As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas.

Local: Auditório do CIESP – São José do Rio Preto
Av. Clóvis Oger, 706 – Distrito Industrial – São José do Rio Preto –SP.
 
 
 

4/3/2010
Primeiro encontro do Olhar Verde em 2010 discutirá Reuso da Água

 
O reuso da água será o primeiro tema da temporada 2010 a ser abordado nos encontros presenciais do Grupo Olhar Verde, tendo como objetivo intensificar o estímulo para a adoção de hábitos de vida sustentável na cidade de Bauru, à medida que multiplicadores são formados.
Diante dos últimos acontecimentos, torna-se urgente o conhecimento sobre as possibilidades de reuso da água, de modo a garantir a manutenção desse bem tão precioso à vida às presentes e futuras gerações.
Educadores, representantes da iniciativa privada e toda a população Bauruense estão convidados. O encontro será realizado no próximo dia 10 de Março de 2010, das 14h00min as 17h00min, na sede do CIESP – Bauru, localizado na Av. Joaquim Marques Figueiredo, 7-8, Bauru –SP.
Os próximos temas a serem abordados serão Hortas Comunitárias (14/04/2010) e Arborização Urbana (12/05/2010).
Não perca esta oportunidade de adquirir conhecimentos em prol do meio ambiente!!!

Para maiores informações acesse: www.olharverde.com.br
 
 
 

3/3/2010
CAINCO Equipamentos para Panificação Ltda. adere ao GAE

 
A empresa CAINCO, atuante no ramo de fabricação de equipamentos para panificação, situada no município de Bauru, Estado de São Paulo, é mais um empreendimento a adquirir o plano de assessoria ambiental contínua da CBC Ambiental, denominado GAE (Gestão Ambiental Empresarial). Desta forma, a empresa terá todo o suporte para estar em conformidade com todos os requisitos legais pertinentes ao seu negócio, de maneira a atuar principalmente na prevenção dos impactos gerados de seus processos. Dentre os inúmeros benefícios fornecidos pelo plano, têm-se: Análise de documentos, treinamentos integrados (Sistema de Gestão da Qualidade, Ambiental e Segurança do Trabalho), resposta técnica aos autos de inspeção e infração dos órgãos fiscalizadores, auditoria interna de Sistema de Gestão Ambiental ISO 14001:2004, assessoria na obtenção e renovação de licenciamento junto ao órgão ambiental, além de descontos especiais na elaboração e execução de projetos ambientais. Numa primeira etapa, a CBC Ambiental está dando toda a assessoria necessária à renovação da licença ambiental da CAINCO, para que a mesma possa, desta forma, continuar em conformidade com a legislação ambiental.
A CBC Ambiental tem a honra de estabelecer mais essa parceria, pois acreditamos que somente a iniciativa de empresas comprometidas com o meio ambiente proporcionará um futuro sustentável.
Para maiores informações entre contato conosco, teremos o maior prazer em atendê-lo.

Seja mais um cliente GAE.

CBC Ambiental: “Soluções para o desenvolvimento sustentável”
 
 
 

3/3/2010
Funcionária da CBC Ambiental recebe menção honrosa

 
Temos a honra de divulgar que nossa funcionária, a Bióloga recém formada Jacqueline Coelho Negrini, que fora contratada anteriormente como estagiária, recebeu da Reitoria Universitária do Sagrado Coração o prêmio “Menção Honrosa”, no dia 13 de janeiro de 2010. A aluna obteve média de 9,53 (nove inteiros e cinqüenta e três centésimos) dentre os 223 formandos do Centro de Ciências da Saúde que compreende os cursos de Ciências Biológicas, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Odontologia, Nutrição e Terapia Ocupacional.

A CBC Ambiental valoriza seus talentos e tem como filosofia o aprimoramento contínuo através dos treinamentos por ela oferecidos.
 
 
 

2/3/2010
Lixo plástico forma mancha no Atlântico, diz estudo

 
Uma região no Atlântico Norte parece acumular detritos de lixo plástico, foi a descoberta anunciada por Cientistas da Sea Education Association (SEA, na sigla em inglês).
A área está sendo comparada com a já bem documentada "grande mancha de lixo do Pacífico".
Kara Lavender Law, da SEA, disse à BBC que o tema dos resíduos plásticos vem sendo "amplamente ignorado" no Oceano Atlântico.
Ela anunciou os resultados da pesquisa, feita ao longo de duas décadas, em um encontro científico em Portland, nos Estados Unidos.
"Nós encontramos uma região mais ou menos ao norte do Oceano Atlântico onde estes resíduos parecem estar concentrados e permanecem durante longos períodos", explicou Kara Lavender Law.
"Mais de 80% dos detritos plásticos foram encontrados na região entre 22 e 38 graus norte. Ou seja, temos uma latitude onde o lixo parece se acumular", completou.
O estudo é o mais longo e aprofundado já feito para determinar a presença de resíduos de plástico nos oceanos.
Plásticos e outros resíduos marinhos foram coletados por cientistas e estudantes da SEA.
Os cientistas fizeram 6,1 mil reboques na região do Caribe e do Atlântico Norte, na costa americana. Mais da metade destas expedições revelaram pedaços de plástico flutuando na superfície da água, resíduos de baixa densidade usados na fabricação de diversos produtos, inclusive sacos plásticos.
O impacto deste acúmulo de lixo no ambiente marinho ainda não é conhecido, acrescentou Kara Lavender Law.
"Mas nós sabemos que muitos organismos marinhos estão consumindo este plástico e também que isso tem um efeito adverso sobre aves marinhas em particular", disse a pesquisadora à BBC.
O estudo revelou também que os detritos plásticos são normalmente pequenos e não formam uma mancha heterogênea, ou seja, estão dispersos em uma grande área. (Fonte: BBC Brasil)

 
 
 

25/2/2010
7 R´s para serem aplicados em 2010

 
Todo mundo já conhece o conceito dos 3 R´s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Apesar de bem difundido, o conceito é reproduzido e repensado de diversas formas e muitos outros “R´s” já surgiram por aí.
O portal EcoDesenvolvimento (EcoD), uma iniciativa do Institudo Ecodesenvolvimento (Organização Não Governamental), cujo objetivo é sensibilizar, mobilizar e educar pessoas e organizações para incorporar princípios e práticas que contribuam para desenvolvimento sustentável, preparou não três, mas sete R´s para você aplicar no seu dia a dia e contribuir com o planeta. Confira:


Repensar

Antes de qualquer coisa, analisa calmamente aquilo que você “acha” que precisa. Você verá que nem tudo é realmente necessário e que é possível cortar do dia a dia algumas coisas que hoje parecem fundamentais.
Esse conceito é a base do consumo sustentável e visa fazer com que o consumidor tenha a certeza de estar adquirindo algo não pelo apelo midiático ou por influencias externas, e sim por necessidade.


Recusar

Se você repensou e viu que não precisava comprar ou aceitar algum produto, simplesmente recuse. Pode parecer deselegante em um primeiro momento, mas você verá como essa ação simples pode evitar a geração de muito lixo desnecessário no planeta.
Seja parado no trânsito, quando alguém lhe oferece um folheto que você sabe que não é do seu interesse, ou no caixa, quando o balconista lhe entrega um saco plástico para colocar uns poucos produtos, apenas diga que não quer e, claro, agradeça.


Reduzir

Mas se você realmente precisa daquilo, adquira-o da melhor forma possível, ou seja, reduzindo ao máximo o consumo e restringindo-se ao necessário. Assim, quando for comprar alguma coisa, pense em como reduzir a quantidade de lixo que será gerado com aquilo e evite esbanjamentos.
Se você mora sozinho, por exemplo, não precisa comprar uma quantidade grande de comidas perecíveis, já que as chances de elas ficarem ruins e acabarem no lixo são grandes. Ou ainda se for organizar a festinha de aniversário do seu filho e convidou 50 amiguinhos, para que comprar uma embalagem de talheres com 200 unidades?


Reparar

Você comprou e quebrou? Nada de jogar fora. Antes de apelar para o lixo, veja se não é possível reparar o produto. Muitas vezes um conserto sai mais barato que comprar um produto novo e você evita que mais objetos lotem os lixões e aterros da sua cidade.
E essa regrinha não se aplica apenas a coisas quebradas. Você pode aperfeiçoar alguns equipamentos, como computadores, adicionando novas peças e trocando o que já não está tão bom.


Reutilizar

E se não for possível consertar, tente reutilizar. Um objeto pode ganhar funções totalmente diferentes da original e ainda continuar muito eficiente, tudo isso sem causa agressões ao meio ambiente.
Uma garrafa de refrigerante pode virar um vaso para plantas, um pneu velho pode ser transformado na bóia da piscina e uma latinha de alumínio pode ser seu próximo porta-treco.


Reciclar

Não deu para reutilizar? Então renda-se à reciclagem. Cada material deve ser condicionado em um coletor específico para ser levado para a reciclagem de acordo com sua natureza. Você pode segregar os materiais em qualquer lugar e levá-los diretamente aos centros de reciclagem ou procurar serviços de coleta que passem pela sua casa ou trabalho.
Lembre-se de seguir as especificações das cores (azul para papel, vermelho para plástico, verde para vidro e amarelo para metal) e procure guardar os objetos limpos e secos nos recipientes.


Reintegrar

Já aquilo que não pode ser reciclado, como restos de alimentos e outros materiais orgânicos, pode ser reintegrado à natureza. Uma composteira orgânica é o melhor instrumento para transformar podas de árvores, cascas de verduras e outros materiais em adubo.
Existem diversos modelos de composteiras e certamente você encontrará uma ideal para sua residência, seja ela uma casa com quintal ou um apartamento. O composto que resultar do processo é um material altamente nutritivo e pode ser utilizado em jardim, hortas e pomares.
Viu só como existem muitos caminhos antes de você jogar algo no lixo? Muitos deles não exigem nenhum esforço, basta fazer uma escolha por uma atitude consciente ou não. Com essas dicas em mente, tente traçar metas para 2010 e comece o ano de forma mais sustentável.


Fonte: Portal do Meio Ambiente.

 
 
 

23/2/2010
WWF-Brasil convoca para Hora do Planeta 2010

 
Em março de 2010, o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta. No sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30, diversos ícones do País serão apagados por uma hora para mostrar a nossa preocupação com o aquecimento global.
No Brasil, o apagar das luzes representa um sinal claro aos governos de que a população quer o fim dos desmatamentos, responsável por mais de 70% das emissões de gases de efeito estufa do país. Também significa que o Brasil está alinhado com o resto dos países participantes, os quais também clamam pelo controle das emissões de forma a frear o aquecimento global, como preconizado pela comunidade científica. (Fonte: www.wwf.org.br)
 
 
 

19/2/2010
FASAPEL – Fábrica de Sacos de Papel e Plásticos Ltda. adere ao GAE

 
A empresa FASAPEL – Fábrica de Sacos de Papel e Plásticos Ltda., situado no município de Itararé, Estado de São Paulo, é mais um empreendimento a adquirir o plano de assessoria ambiental contínua da CBC Ambiental, denominado GAE (Gestão Ambiental Empresarial). Desta forma, a empresa terá todo o suporte para estar em conformidade com todos os requisitos legais pertinentes ao seu negócio, de maneira a atuar principalmente na prevenção dos impactos gerados de seus processos. Dentre os inúmeros benefícios fornecidos pelo plano, têm-se: Análise de documentos, treinamentos integrados (Sistema de Gestão da Qualidade, Ambiental e Segurança do Trabalho), resposta técnica aos autos de inspeção e infração dos órgãos fiscalizadores, auditoria interna de Sistema de Gestão Ambiental ISO 14001:2004, assessoria na obtenção e renovação de licenciamento junto ao órgão ambiental, além de descontos especiais na elaboração e execução de projetos ambientais. Numa primeira etapa, a CBC Ambiental está dando toda a assessoria necessária à renovação da licença ambiental da FASAPEL, para que a mesma possa, desta forma, continuar em conformidade com a legislação ambiental.
A CBC Ambiental tem a honra de estabelecer mais essa parceria, pois acreditamos que somente a iniciativa de empresas comprometidas com o meio ambiente proporcionará um futuro sustentável.
Para maiores informações entre em contato conosco, teremos o maior prazer em atendê-lo.

Seja mais um cliente GAE.

CBC Ambiental: “Soluções para o desenvolvimento sustentável”
 
 
 

18/2/2010
Telhados brancos reduzem temperatura de cidades, demonstra simulação

 
Impactos do aquecimento global podem ser amenizados pintando de branco os telhados e lajes de edifícios, pois isso pode reduzir significativamente a temperatura das cidades.
A conclusão foi feita por cientistas do Centro Nacional para Pesquisa Atmosférica dos Estados Unidos (NCAR, na sigla em inglês).
“Nossa pesquisa demonstra que telhados brancos, ao menos em teoria, podem ser um método efetivo na redução do calor urbano”, disse Keith Oleson, principal autor do estudo, que será publicado no periódico especializado “Geophysical Research Letters”.
Vias asfaltadas, pavimentos cobertos por resinas impermeabilizantes e outras “superfícies artificiais” absorvem calor, elevando as temperaturas nas cidades entre 1°C e 3°C em relação às áreas circundantes não urbanizadas.
As simulações de Oleson e equipe indicam uma redução de 33% da temperatura com todas as coberturas possíveis e imagináveis pintadas de branco.
Mas não é para sair pintando tudo: dependendo do clima local, habitantes de cidades mais frescas aumentariam o consumo de energia para aquecimento de ambientes internos. Sistemas de condicionamento de ar que usam gás ou carvão (combustíveis fósseis vilões do aquecimento global) tornariam todo o esforço absolutamente inútil.
O modelo computacional desenvolvido por Oleson avalia o impacto de fatores como a influência de telhados, paredes e áreas verdes nas temperaturas locais. Mas o sistema ainda não é capaz de replicar arquitetura, plano urbanístico etc. de cidades específicas. Em vez disso, foram criadas metrópoles abstratas, com diversos parâmetros de densidade populacional e padrões de uso do solo.
“É fundamental compreender como a mudança climática vai afetar áreas urbanas vulneráveis, o lar da maior parte da população mundial”, afirmou Gordon Bonan, coautor do estudo. (Fonte: Portal G1)
 
 
 

12/2/2010
Última década foi a mais quente desde 1880

 
O período de janeiro de 2000 a dezembro de 2009 foi o mais quente já registrado, sendo que o ano de 2009 foi o mais quente já visto no Hemisfério Sul, segundo dados obtidos da conclusão de uma nova análise feita pela agência espacial NASA.
Segundo o Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS), um braço da NASA, nos últimos trinta anos verificou-se a tendência de um aquecimento de 0,2°C por década. No total, a temperatura média global teria subido 0,8°C desde 1880.
“Sempre existe interesse nos números anuais de temperatura e no ranking, mas essa classificação muitas vezes confunde as pessoas. Existe uma grande variação da temperatura a cada ano por causa de fenômenos como o El Niño-La Niña. Quando nós calculamos a temperatura média de cinco ou dez anos para minimizar essa variação, o que realmente importa é que percebemos que o aquecimento global continua com toda a força”, afirmou James Hansen, diretor do GISS.
As altas temperaturas médias em 2009 aconteceram apesar do incrível frio registrado em dezembro na América do Norte. Altas pressões de ar no Ártico teriam diminuído o fluxo lateral dos ventos, estimulando a tendência do vento gelado soprar do norte para o sul. O resultado disso foi a presença constante do ar gelado intenso do território da América do Norte, que sofreu com o frio, enquanto o Ártico em si ficava mais quente. (Fonte: Envolverde / CarbonoBrasil)

 
 
 

12/2/2010
Frigorífico Fribordogue adere ao GAE

 
O Frigorífico Fribodogue Ltda., situado no município de Bariri, Estado de São Paulo, é mais um empreendimento a adquirir o plano de assessoria ambiental contínua da CBC Ambiental, denominado GAE (Gestão Ambiental Empresarial). Desta forma, a empresa terá todo o suporte para estar em conformidade com todos os requisitos legais pertinentes ao seu negócio, de maneira a atuar principalmente na prevenção dos impactos gerados de seus processos. Dentre os inúmeros benefícios fornecidos pelo plano, têm-se: Análise de documentos, treinamentos integrados (Sistema de Gestão da Qualidade, Ambiental e Segurança do Trabalho), resposta técnica aos autos de inspeção e infração dos órgãos fiscalizadores, auditoria interna de Sistema de Gestão Ambiental ISO 14001:2004, assessoria na obtenção e renovação de licenciamento junto ao órgão ambiental, além de descontos especiais na elaboração e execução de projetos ambientais.
A CBC Ambiental tem a honra de estabelecer mais essa parceria, pois acreditamos que somente a iniciativa de empresas comprometidas com o meio ambiente proporcionará um futuro sustentável.
Para maiores informações entre contato conosco, teremos o maior prazer em atendê-lo.

CBC Ambiental: “Soluções para o desenvolvimento sustentável”
 
 
 

10/2/2010
Casas construídas com plástico reciclado

 
Garrafas PET agora também são usadas no segmento de materiais de construção, o tal polietileno tereftalato. Em Manaus, o engenheiro eletrônico Luiz Antônio Pereira Formariz começou a investir na resina, para fazer telhas, fundando assim a empresa Telhas Leve. O custo do metro quadrado do produto é de R$ 39,00, duas vezes mais alto que o da telha convencional de barro, que gira em torno de R$ 19,00. Mas, de acordo com Formariz, devido à sua leveza, o gasto com a estrutura do telhado custa R$ 15,00, um quarto do preço da tradicional, que é de R$ 70,00 em média.
Além da importância que o produto traz ao meio ambiente, as telhas de PET têm uma durabilidade até cinco vezes maior que a telha comum e podem ainda ser encontradas em diferentes cores, como azul, amarela, vermelha e a marrom-cerâmica que reproduz fielmente o tom das peças de barro, destaca Formariz.
“Hoje em dia, o plástico tornou-se uma grave ameaça ao meio ambiente devido à popularização do consumo de refrigerantes embalados em garrafas de PET, pois, após o consumo do conteúdo dessas garrafas, elas se transformam em lixo, causando poluições que afetam drasticamente o meio ambiente. Com a reciclagem do PET, existe a possibilidade de controlar esse problema, pois o material poderá ser transformado em outros produtos de grande utilidade e necessidades básicas para as pessoas”, explica o engenheiro.
A coleta das garrafas PET é feita por cooperativas e associações de catadores de lixo. A reciclagem do material, segundo o engenheiro, além de poder contribuir para uma possível fonte de renda para famílias pobres ou desempregadas, reduz os custos de fabricação dos produtos. Por ser um material que depende apenas de coleta, reciclagem, e dos devidos tratamentos de preparação, o plástico implica num preço um pouco menor do que se fosse comprado novo.
O plástico reciclado também vem substituindo os compensados de madeira tradicionalmente utilizados na construção de edifícios como suporte para a confecção da laje plana (”tipo cogumelo”, feita de concreto e que não necessita de vigas).
A idéia é da Premag, do Ceará, que fabrica o chamado “plasterit” a partir de garrafas PET recolhidas por cerca de mil catadores da região. Segundo o engenheiro Luiz Edmundo Pereira, sócio-diretor da empresa, o emprego do plasterit na estrutura dos prédios pode trazer uma economia de cerca de 15% no valor da estrutura do prédio, pois o compensado do material pode ser reutilizado várias vezes.
“Essa concepção estrutural, aliada ao uso das formas plásticas com material reciclado e de peças metálicas, reduz o gasto de madeira a praticamente zero, numa edificação. Além disso, o uso da plasterit na construção civil evita o desmatamento e ainda a queima de madeira, já que os compensados tradicionais têm pouca durabilidade e são, posteriormente, queimados”, afirma Pereira.
A Premag, que foi contemplada com o prêmio Top Imobiliário 2009 da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Niterói), na categoria Sustentabilidade ambiental, já ergueu seis edificações com essa tecnologia no estado, tendo mais cinco em construção: duas em Niterói, duas em Rio das Ostras e uma em Macaé. Entre elas, a do Hospital Icaraí, na Marquês do Paraná e o prédio residencial La Brisa, na Praia de Piratininga. (Fonte: Yahoo Notícias)
 
 
 

5/2/2010
Embalagens Tetra Pak recicladas se transformam em telhas ecologicamente corretas

 
O projeto de produção de placas de telhas a partir da reciclagem de embalagens longa vida pós-consumo é um dos mais importantes realizados pela Tetra Pak, líder mundial na produção de embalagens longa vida e que também investe em diversas iniciativas de projetos voltado para a coleta seletiva de lixo e no desenvolvimento de tecnologias de reciclagem.
A ação tem como objetivo a utilização e a valorização da cadeia de reciclagem como forma de gerar emprego e renda, evitando que toneladas de material plástico e alumínio sigam para aterros sanitários.
A idéia surgiu em 1999, quando até então, a reciclagem das embalagens estava limitada à reutilização do papel. Partindo do princípio de que a mistura de plástico e alumínio das embalagens é um material nobre, caro e muito resistente, o Departamento de Meio Ambiente da Tetra Pak começou a estudar uma maneira de prensar e transformar a mistura em placas rígidas, que poderiam ser utilizadas para diversos fins na construção civil (tapumes, revestimentos, etc.). Daí, para a criação das telhas, a evolução foi rápida.
No Brasil, atualmente 17 fábricas já produzem as telhas a partir desta tecnologia. Além de mais leves do que as comuns (amianto ou fibrocimento), as telhas possibilitam uma passagem de calor 30% menor e são 25% mais baratas.
As embalagens da Tetra Pak também podem ser transformadas em caixas de papelão, placas para construção civil, canetas, vassouras, etc. Atualmente, mais de 31 empresas brasileiras reciclam a embalagem da Tetra Pak, gerando empregos e renda na cadeia de reciclagem. “É importante difundir este conceito por meio de exemplos que ilustram a aplicação prática das teorias de sustentabilidade”, explica Fernando Von Zuben, diretor de meio ambiente da Tetra Pak no Brasil.
As embalagens cartonadas da Tetra Pak são feitas com 75% de material renovável, certificado pelo FSC e são 100% recicláveis, assim minimizando os impactos ambientais e colaborando com a sustentabilidade do planeta.

Fornecedores de telhas de embalagens Tetra Pak recicladas

Eco Industrial
Rua Sete, Capão do Pequi - Várzea Grande (MT)
Telefone (65) 3686-4286

Arteplás
Rua Ana Scremin, 1700 - Ponta Grossa (PR)
Telefone (42) 3028 8028 ou

EcopaK
Queimados (RJ)
Telefone (21) 2663-1150 ou (21) 2663-1151

Tecfort Indústria e Comércio
Rod SC 480, km 22, Bairro Cascata- São Domingos SC
Telefone (49) 3443-0235

Ecofuturo
Rua das Alfazemas, 90, Jd. das Bandeiras - Campinas SP
Telefone (19) 3227-4044

Ibaplac
Av São João, 630, Ibaté (SP)
(16) 3343-1747 ou (16)3343-1500


Fonte: Portal do Meio Ambiente.

 
 
 

3/2/2010
Carros elétricos devem invadir as ruas em poucos anos

 
O tradicional Salão do Automóvel de Detroit deste ano já deu amostras de um futuro que busca se afastar cada vez mais do motor de combustão interna, com diversos modelos de carros híbridos ou somente movido a eletricidade.
Os avanços na tecnologia das baterias, autonomia e potência de um lado e a escalada nos preços da gasolina por outro têm feito com que o número de opções de carros elétricos aumente a cada ano.
Esses veículos devem aumentar nas ruas das mega cidades mais cedo do que se imagina. Um relatório divulgado pela Mckinsey & Co. mostrou que eles podem representar mais de 15% da frota nas cidades de Nova York, Xangai e Paris em 2015.
Em consultoria realizada nessas três cidades, analisando o comportamento dos consumidores, chegou-se a conclusão de que os primeiros compradores de carros elétricos estão dispostos a enfrentar alguns inconvenientes para ajudar o meio ambiente, tais como a falta de infra-estrutura de abastecimento adequada. As cidades foram escolhidas por serem muito poluídas, com grandes populações e trechos curtos a serem percorridos, os quais pudessem suportar os limites de autonomia dos veículos elétricos.
Nova York foi a cidade que se mostrou mais promissora, com uma demanda de 16% por tais veículos em 2015, seguida de Paris com 9% e Xangai com 5%.
A pesquisa mostrou que os nova-iorquinos comprariam os carros independentes de qualquer incentivo governamental. Tais subsídios não criariam o mercado, mas ajudariam a impulsionar um já existente. O mesmo não acorre em Xangai, onde um apoio financeiro ajudaria a aumentar consideravelmente a adoção do carro, já que este é considerado um mercado emergente. (Fonte: Carbono Brasil)
 
 
 

29/1/2010
Semma já coleta isopor e óleo usado

 
A coleta seletiva em Bauru tem mostrado um crescimento expressivo. Entre 2008 e 2009, o volume anual de materiais recolhidos pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) subiu de 877.245 toneladas para 1.389.829 toneladas, isto representa um aumento de 58%. O preço pago pelos recicláveis, que havia caído bastante com a crise econômica mundial, também subiu. E o serviço de coleta seletiva passou a recolher materiais que antes não tinham como ser aproveitados na reciclagem, caso do óleo de cozinha usado e do isopor.
Atualmente, o isopor é vendido a R$ 1,00, o quilo. O quilo da garrafa PET, por exemplo, vinha sendo vendido a R$ 0,45, ao passo que hoje é cotado a R$ 0,95 na Cooperativa dos Trabalhadores de Materiais Recicláveis (Cotramati), no Jardim Redentor.
A economia brasileira que voltou a dar sinais de expansão, fez com que muitas empresas voltassem a investir em matérias-primas, fazendo com que o valor dos recicláveis subisse. Apesar desse aumento de preços, a cotação de muitos produtos ainda se encontra abaixo dos níveis de 2008, quando o quilo da garrafa PET chegou a custar R$ 1,45.
Para Sidney Rodrigues, diretor de ações e recursos ambientais da Semma, o fato de os depósitos particulares pagarem preços muito baixos fez com que muitos coletores deixassem de buscar recicláveis de porta em porta. Isso levou as pessoas a direcionarem tais materiais à coleta seletiva da Semma. Além do mais, a secretaria reformou os veículos utilizados na coleta. “Até um tempo atrás, contávamos apenas com três caminhões, sendo que apenas um era novo. Os demais eram antigos e viviam dando problema. Um foi fabricado em 1978, para você ter ideia”, explica Rodrigues.


Lixo eletrônico

Equipamentos de informática quebrados ou ultrapassados ocupando espaço em casa, ou até mesmo uma geladeira velha encostada no quintal, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma), tem como objetivo de dar destinação correta a esse tipo de lixo, mantém um programa para a recolha do lixo eletroeletrônico em Bauru. Apesar da iniciativa positiva, ainda há regiões da cidade que não possuem postos de coleta.
O lixo é levado à Cooperativa dos Trabalhadores de Materiais Recicláveis (Cotramati), no Jardim Redentor, que desmonta os aparelhos, separa seus componentes e os vende como sucata. Porém, não é tudo que pode ser disponibilizado para a coleta seletiva da Semma.
Eletrodomésticos como geladeiras, fogões, fornos de micro-ondas e máquinas de lavar roupa devem ser levados a alguma unidade da Secretaria das Administrações Regionais (Sear), que tem parceria com a Semma. As regionais Jardim Bela Vista, Vila Falcão e Parque São Geraldo recebem esses objetos.
Na cooperativa, esses equipamentos são desmontados. As partes de metal, plástico e tubulações são separadas e, depois, vendidas como sucata. Tubos de televisores e monitores de computador, por exemplo, são vendidos a empresas especializadas.
A Semma também mantém vários postos de coleta de pilhas e baterias. Como possuem elementos químicos contaminantes em sua composição, esses objetos são alvo de coleta especial pela pasta. As pilhas e baterias são compostas por metais considerados perigosos à saúde e ao meio ambiente, como mercúrio, chumbo, cobre, zinco, cádmio, manganês, níquel e lítio. Já as lâmpadas possuem mercúrio. (Fonte: Jornal da Cidade)
 
 
 

27/1/2010
Atlântico terá o dobro de furacões fortes por mudança climática, diz estudo

 
Tempestades tropicais no Atlântico Norte devem diminuir, mas a quantidade de furacões de categorias mais devastadora vai dobrar até o fim do século, indica projeção.
Estudo realizado por cientistas da Noaa (Agência Nacional Atmosférica e Oceânica dos EUA) estimou o efeito do aquecimento global sobre eventos extremos na região.
O tipo de furacão a que os climatólogos se referem no trabalho são os de categorias 4 e 5, cujos ventos estão acima de 210 km/h. São os eventos devastadores que ocasionalmente castigam as Bahamas, a costa sul dos EUA, o Golfo do México e a ilha de Hispaniola, onde ficam Haiti e República Dominicana.
A conclusão, apresentada na última sexta-feira (22) na revista "Science", contraria boa parte dos estudos anteriores, que sugerem redução em todas as ocorrências de furacões. Os autores da pesquisa atribuem a diferença à precisão de suas simulações em computador. Segundo eles, os modelos anteriores não foram capazes de identificar furacões de categoria três (entre 177 km/h e 208 km/h) em diante.
O trabalho tem previsões importantes do ponto de vista de defesa civil, pois 80 milhões de pessoas habitam a região estudada. Além da potencial destruição por vendaval, esses locais podem sofrer com inundações provocadas pelos furacões. Nas tempestades de categoria 5, a mais forte, o nível do mar eleva-se até cinco metros nas áreas costeiras.
Entre 1900 e 2005, apenas 6% dos furacões registrados nos EUA atingiram categorias 4 ou 5. Ainda assim, provocaram 48% de todo o prejuízo das tempestades no país. (Fonte: Folha Online Ambiente)
 
 
 

22/1/2010
Lixo marinho elevou número de mortalidade de tartarugas em 2009

 
Entre os meses de janeiro e agosto de 2009, mais de 44% das tartarugas necropsiadas pela equipe do Projeto Tamar no litoral dos Estados do Ceará, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Santa Catarina morreram por causa da ingestão de lixo.
A negligência com o lixo tem sido uma das principais causas da elevação do número de mortes de tartarugas marinhas no litoral brasileiro. O levantamento mostra que das 192 tartarugas mortas, 80 tinham objetos em seu trato digestivo (estômago), principalmente plástico.
O levantamento feito pela equipe do Projeto Tamar dá conta de que no ano passado, das 266 tartarugas necropsiadas, 65 foram encontradas com lixo no aparelho digestivo.
Em Ubatuba-SP, dos 70 animais necropsiados, em 2006, 20 tinham plástico em seus conteúdos gastrointestinal; no Espírito Santo, de 25 tartarugas, seis tinham plástico. Na Bahia, das 11 tartarugas necropsiadas, sete apresentavam o mesmo problema. Quanto à espécie, 24 eram verde (Chelonia mydas), oito de pente (Eretmochelys imbricata) e uma era cabeçuda (Caretta caretta).
As tartarugas não distinguem sacos plásticos de seus alimentos preferenciais. As espécies verde e de couro, por exemplo, não distinguem algas ou águas vivas, seus alimentos prediletos, do lixo.

Plástico forma maior parte do lixo marinho

Quando as tartarugas ingerem o lixo, o trato gastrointestinal não tem capacidade de digerir e o que não é alimento fica paralisado. As tartarugas têm a sensação de saciedade e param de se alimentar, explica um dos pesquisadores do Tamar, Gustave Lopez.
O lixo é uma das principais ameaças ao ecossistema marinho. Há anos as equipes do Projeto Tamar lutam para conscientizar turistas e pescadores de que garrafas, sacos, embalagens de comida, copos e talheres são os objetos que formam a maior parte do lixo encontrado no oceano.
O estudo da ONU indica que o verão é o período do ano em que se acumula a maior parte do lixo marinho produzido pelos turistas. Atualmente, o lixo produzido pelos turistas, somado ao produzido pela indústria pesqueira e outras atividades econômicas que usam o oceano como ambiente de trabalho, representa 675 toneladas de resíduos sólidos despejados, por hora, no mar. Desse total, 70% são de objetos de plásticos.
De acordo com a responsável pela Coordenação Nacional de Veterinária do Tamar no Espírito Santo, Cecília Baptisttote, no mundo inteiro, a cada um minuto, são descartados um milhão de sacos plásticos. Esse valor corresponde a 1,5 bilhão de sacos plásticos descartados por dia e mais de 500 bilhões por ano.
Em 30 anos, o Projeto Tamar protegeu mais de sete milhões de tartarugas, mas apesar de todo o esforço elas ainda correm risco de extinção, por isso, “todo esforço para a preservação desses animais do ecossistema é válido”, diz Gustave Lopez. Cecília Baptisttote diz que “esse é apenas um dos problemas que ameaçam a vida desses animais”.
Segundo ela, dentre as principais causas de mortalidade de tartarugas marinhas está a pesca incidental, que mata principalmente indivíduos juvenis ou adultos em processo reprodutivo. “Esses últimos representando uma perda muito maior do ponto de vista biológico”, garante ela.
Outra ameaça é a iluminação artificial, porque espanta as fêmeas que chegam às praias para desovar e desorienta os filhotes recém-nascidos fazendo com que eles sigam para a direção oposta ao mar, onde acabam sendo atropelados ou morrem desidratados.

Fonte: REBIA Nacional / Global Garbage.
 
 
 

19/1/2010
Número de vítimas de desastres naturais vai dobrar em seis anos, diz ONG

 
Nos próximos seis anos aumentarão em 54% as vítimas de desastres naturais provocados pelas mudanças climáticas, alertou a organização humanitária Oxfam.
A Oxfam prevê que o número de afetados por inundações, tempestades e secas pode chegar a 375 milhões de pessoas em 2015.
Segundo a ONG, o previsível aumento de vítimas será resultado da pobreza e da emigração para áreas com grande densidade populacional, as quais, por sua vez, podem enfrentar crises relacionadas com a mudança climática.
A entidade defende uma grande reforma nos sistemas de ajuda para que esta chegue rapidamente em caso de desastre ambiental, e pede também que governos nacionais, com o apoio da comunidade internacional, façam maiores investimentos em prevenção de riscos.
Além disso, a Oxfam iniciou uma campanha intitulada "Aqui e Agora", destinada a defender as populações mais pobres e vulneráveis.
Esta campanha prevê que os países ricos se comprometam a cortar as emissões de gases poluentes e que liberem pelo menos US$ 50 bilhões ao ano para ajudar os países mais pobres a se adaptarem à mudança climática.
A diretora-executiva da Oxfam, Barbara Stocking, declarou hoje que "o sistema humanitário é uma loteria em escala global".
"A resposta costuma ser volúvel, pouca, tardia e insuficiente", acrescentou Stocking. (Fonte: Folha Online)
 
 
 

14/1/2010
Reduzir, reaproveitar e reciclar

 
Reciclar pode ser uma tarefa relativamente fácil, desde que se tenha consciência na hora de executar certas tarefas, tais como acender a luz, tormar banho ou usar o carro.
Em países como Suíça, França e Alemanha há leis que obrigam empresários e consumidores a se responsabilizarem pelos produtos após seu uso, evitando que, eletrônicos, eletrodomésticos, óleos e uma infinidade de outros produtos sejam depositados em locais não apropriados, evitando assim danos ao meio ambiente.
No Brasil, o Grupo Pão de Açúcar oferece aos clientes 150 pontos de coleta de materiais recicláveis como papel e plástico. Recentemente, o óleo de cozinha foi incluído no programa, recebendo mensalmente cerca de 10 mil litros do produto, o qual é transformado em biocombustível, evitando a contaminação de mananciais e rios.
Em iniciativa parecida, o Banco Real desenvolve desde 2006 o programa Papa-Pilhas, o qual permite que o consumidor deposite pilhas e baterias em postos de coletas nas agências do banco, o que ajuda a evitar a poluição do solo pelo descarte indevido desses produtos.
A Motorola, com seu programa mundial para descarte adequado de acessórios e aparelhos fora de uso, possui 120 pontos de coleta nos estados brasileiros, os quais ficam nas lojas do serviço autorizado. No Brasil, foram recolhidos 280 toneladas de componentes eletrônicos nos últimos dez anos.
Apesar da falta de regulamentação, em São Paulo, uma lei pioneira, recém-sancionada pelo governador José Serra, institui regras para o gerenciamento do lixo tecnológico. A idéia do projeto é que o consumidor entregue o equipamento usado na loja em que foi adquirido e o comerciante encaminhe para o produtor, quem ficaria responsável pela reciclagem.

A importância do descarte correto

Não se importar em reaproveitar e simplesmente descartar produtos não significa apenas acumular montanhas de lixo nos depósitos espalhados pelo país. Significa também sobrecarregar a natureza com a responsabilidade de decompor materiais que às vezes demoram até 1 milhão de anos para desaparecer. Veja a seguir o tempo que alguns materiais demoram para ser decompostos.

Papel - de 3 meses a anos
Palito de Fósforo - 6 meses
Filtro de Cigarro - 5 anos
Chiclete - 5 anos
Latas de Aço - 10 a 50 anos
Lata de Alumínio - mais de 1.000 anos
Nylon - mais de 30 anos
Copo Descartável - 50 anos
Garrafa Plástica - 400 anos
Tampa de Garrafa - 150 anos
Tecido - 100 a 400 anos
Fralda Descartável Comum - 450 anos
Pneus - mais de 100 anos
Embalagens Longa Vida - mais de 100 anos
Vidro - 1 milhão de anos
Fonte: Instituto Akatu e Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro

Fonte: Yahoo Notícias

 
 
 

12/1/2010
O ano de 2009 foi um dos mais quentes da década.

 
O Instituto Oceânico e Atmosférico Americano (NOAA) confirmou as projeções da Organização Meteorológica Mundial (OMM) apresentadas em Copenhague: a última década será "a mais quente da história, com temperaturas superiores de 0,54º C à média das do século 20".
O ano de 2009 foi um dos mais quentes da década, e tem tudo para ser um dos cinco ou seis mais quentes da história, informou o Instituto Oceânico e Atmosférico Americano (NOAA), em relatório.
"Tanto a temperatura da Terra como a da superfície dos oceanos teve um aumento médio de 0,56ºC em relação aos valores normais, e é a quinta mais quente já registrada", afirmaram os pesquisadores do NOAA, que começou a medir as temperaturas em 1880.
A superfície da calota polar do Ártico atingiu seu nível mínimo pelo terceiro ano consecutivo, enquanto as temperaturas dos oceanos são as sextas mais quentes já registradas (+0,47ºC em relação à média do século XX).
Nos Estados Unidos, a temperatura média foi superior ao normal em 2009, assim como o volume das precipitações. Já a temporada de furacões foi relativamente calma, com nove tempestades tropicais e três furacões. (Fonte: Portal G1 Globo)
 
 
 

8/1/2010
Reciclagem é fundamental para sociedade sustentável

 
O Brasil recolhe diariamente cerca de 115 mil toneladas de lixo. Segundo o Instituto Akatu, organização que defende o consumo consciente, em uma cidade como São Paulo a produção de lixo por pessoa pode chegar a 1,3 quilo por dia, quase meia tonelada ao fim de um ano.
O resultado dessa grande quantidade de lixo é o consumo crescente. Quanto mais se consome, mais lixo é produzido. Cerca de 30% do resíduo é composto de materiais recicláveis como papel, vidro, plástico e latas. Tirar esses materiais do lixo traz uma série de vantagens como a economia de recursos naturais e de energia que se obtêm com a reciclagem.
Dados da ONU (Organização das Nações Unidas) mostram que, se o mundo continuar consumindo no mesmo ritmo, em pouco mais de cem anos os recursos naturais acabarão. "Não dá para continuar vivendo como se tivéssemos cinco ou seis planetas Terra para consumir", afirma Cecília Ugaz, diretora do Pnud (Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas) e coordenadora do relatório de desenvolvimento humano da ONU. "É preciso educar a população para mudar de comportamento. Promover uma adaptação para a mudança por meio da educação no padrão de consumo é a única saída para o planeta", diz. (Fonte: Yahoo Notícias)
 
 
 

5/1/2010
Redecard economiza R$ 10 milhões com reciclagem

 
Uma campanha para incentivar seus clientes a adotar uma versão online do extrato eletrônico como forma de contribuir para a preservação do meio ambiente e reduzir custos operacionais foi o início de um processo de mudança na relação da Redecard com os estabelecimentos comerciais. Hoje, esse projeto conta com uma adesão de 80% dos clientes da companhia e já representa uma economia de R$ 10 milhões.
A iniciativa, segundo o presidente da Redecard, Roberto Medeiros, não é uma ação isolada. "Pensamos desta maneira considerando cada decisão corporativa. Desde uma ação como esta, que até aqui poupou 20 milhões de folhas de papel, até a coleta seletiva dos nossos escritórios ou reciclagem de todo o nosso parque de terminais, por exemplo", explica.
Com um parque de terminais que cresceu quase quatro vezes em apenas sete anos, de 242 mil em 2002 para cerca de 920 mil maquininhas no ano de 2009, a Redecard enfrentou o desafio de estabelecer uma solução logística que fosse capaz de atender à demanda da companhia sem deixar resíduos da sua operação na natureza. Até o fim de 2009, a empresa reciclou, diariamente e em média, 3,2 mil maquininhas, o que pode render entre 3,3 e 4,8 toneladas de sucata, sendo aproximadamente 37% plástico, 12% componentes diversos (conectores e outros metais), 11% papelão, 13% fios de cobre e alumínio, 21% placas e LCDs e 6% baterias. (Fonte: Cotidiano Digital)
 
 
 

28/12/2009
Secretário do Meio Ambiente antecipa prioridades para 2010

 
Educação ambiental, coleta seletiva de lixo e arborização urbana são os temas principais

O final de 2009 se aproxima e chega a hora de pensar no ano que vem. Principalmente quando se trata de projetos voltados ao meio ambiente, com necessidade de planejamento, preparação e metas de curto e longo prazo. Antenado a todos esses detalhes, o secretário do Meio Ambiente Xico Graziano já adiantou qual será o foco da secretaria durante o ano de 2010: educação ambiental, coleta seletiva de lixo e arborização urbana.
Os três temas já fazem parte dos 21 programas ambientais estratégicos da secretaria, entre eles destacam-se Lixo Mínimo, Município Verde Azul e Criança Ecológica. Após anunciar o ranking dos municípios verdes do Estado, no dia 1º de dezembro, Graziano divulgou as prioridades da pasta.
As preocupações do governo estão bem próximas das da população que geralmente pede providências sobre lixo, poluição do ar e da água e reflorestamento. Além disso, os esforços da pasta do Meio Ambiente para promover a sustentabilidade não param por aí. Há um grande empenho em melhorias nas políticas de licenciamento ambiental, eliminação gradativa das queimadas em canaviais e em vários outros projetos.
Desafio
Uma das metas da Secretaria do Meio Ambiente é que as cidades paulistas estejam todas de acordo com os propósitos da pasta. Por isso, o projeto Município Verde Azul surgiu como um desafio para os municípios. Quem entra na disputa pela certificação ambiental são avaliados em dez diretivas: Esgoto Tratado, Lixo Mínimo, Recuperação da Mata Ciliar, Arborização Urbana, Educação Ambiental, Habitação Sustentável, Uso da Água, Poluição do Ar, Estrutura Ambiental e Conselho de Meio Ambiente. Aqueles que atingem nota acima de 80 são "premiados".
Em 2009, o ranking divulgado no dia 1º de dezembro certificou 156 cidades - 254% a mais que no ano passado, quando foram apenas 44 - e todos os municípios paulistas se submeteram à avaliação da Secretaria. Santa Fé do Sul, na região de São José do Rio Preto, noroeste do Estado, foi a primeira colocada pelo segundo ano consecutivo.
Educação Ambiental
No quesito da educação ambiental, os esforços estão concentrados principalmente nas crianças. No projeto Criança Ecológica, os locais são pedagogicamente preparados para receber as excursões de alunos, que ganham um exemplar do livro "Criança Ecológica - Sou dessa turma". Nele, os personagens ensinam os leitores mirins o que é biodiversidade, a importância das matas ciliares e como devemos usar a água sem desperdiçar, entre outros conceitos indispensáveis a uma vida sustentável no Planeta.
O Criança Ecológica, que começou em cinco espaços da capital - Parque Villa Lobos; Parque Ecológico do Guarapiranga; Parque Zoológico; Jardim Botânico e Pomar Urbano -, já foi expandido para o interior. As últimas cidades a receberem o projeto foram Cubatão e Paranapanema.
Lixo
Um dos grandes problemas ambientais do momento é o que fazer com tanto lixo produzido. Coleta seletiva, reciclagem, reaproveitamento, consumo consciente são algumas das soluções amenizadoras. Nesse sentido, o projeto Lixo Mínimo tem a meta de eliminar a disposição inadequada de resíduos domiciliares no Estado, extinguindo os lixões a céu aberto. A longo prazo, o programa prevê a utilização de incineradores. Eles ajudarão a reduzir ainda mais o volume de rejeitos e aumentarão a vida útil dos aterros sanitários.
Pensando nisso, o Hospital das Clínicas lançou recentemente um posto de coleta de óleo de cozinha utilizado, evitando que ele vá parar no lixo ou caia na rede de esgoto e venha a poluir as águas do Estado. Instalado no Prédio dos Ambulatórios, local de grande circulação de pessoas, o posto tem capacidade para armazenar até mil litros de óleo usados/dia, o qual deverá ser transformado em biodiesel.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

 
 
 

21/12/2009
Neste Natal e para o Ano de 2010, escolha uma das ações abaixo e faça-a com determinação.

 
Você dará sua contribuição para que a Terra continue sendo um lugar muito bom para se morar.


• Calibrar os pneus (25.0 kg/mês)

• Desligar o computador (3.12 kg/mês)

• Economizar papel (8.0 kg/mês)

• Lembrar de apagar as luzes (8.0 kg/mês)

• Reciclar (9.6 kg/mês)

• Plantar uma árvore (6.33 kg/mês)

• Regular o motor do carro (25.0 kg/mês)

• Usar lâmpadas fluorescentes (12.48 kg/ mês)

• Usar o varal para secar roupas (10.92 kg/mês)

• Optar pelo transporte coletivo (19.4 kg/ mês)

• Usar canecas em vez de copos plásticos (0.71 kg/mês)

• Usar um pouco menos o ar condicionado (10.4 kg/mês)



O número de quilogramas indicado após cada Ação representa o quanto de gás CO2 deixa de ser emitido ao praticá-la.


Fonte: www.cidadaosustentavel.com.br


 
 
 

17/12/2009
Festa de Confraternização de Final de Ano

 


No último dia 06/12 (domingo) a CBC Ambiental reuniu todos seus colaboradores, familiares e amigos para uma agradável Festa de Confraternização de final de ano, proporcionando a todos momentos de integração e descontração, comemorando os bons resultados dos trabalhos realizados durante o ano, como a conquista da certificação da ISO 14001:2004 e os prêmios de excelência em gestão recebidos.


Desejamos a todos um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de paz, saúde, alegria e muita prosperidade.


 
 
 

15/12/2009
Cetesb interdita postos de combustíveis por falta de licenças ambientais

 
No último dia 30 de novembro, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) interditou dez postos de combustíveis por falta de licenças ambientais.
Este ano 71 postos já foram interditados. Mais de mil estabelecimentos já foram vistoriados por suspeitas de estarem trabalhando sem o devido licenciamento exigido pelo órgão ambiental.
Entre estes dez postos interditados, três estão localizados na Região Metropolitana de São Paulo e os outros sete, no interior do Estado. "Até o final do ano faremos novas operações de fiscalização para coibir o funcionamento irregular desses estabelecimentos", afirma o diretor de Licenciamento e Gestão Ambiental da CETESB, Marcelo Minelli.
Para a obtenção das licenças Prévia, de Instalação e de Operação, a CETESB exige uma série de documentos que comprovem que o estabelecimento não oferece risco ambiental. Entre esses documentos estão o laudo técnico relativo às condições de segurança dos tanques de combustíveis, certificado de conformidade expedido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), laudo técnico de passivos ambientais e planos de manutenção e operação, entre outros. Os postos com tanques subterrâneos com idade superior a 15 anos estão sendo substituídos por equipamentos novos, com paredes duplas, mais resistentes à corrosão e aos vazamentos.
(Fonte: http://www.cetesb.sp.gov.br)
 
 
 

10/12/2009
CBC Ambiental conquista Prêmio MPE Brasil de Competitividade

 
A CBC Ambiental tem a honra de informar a todos os nossos clientes, parceiros e demais partes interessadas que, no último dia 08/12/2009, recebeu o Prêmio MPE Brasil de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas em nível estadual, no qual concorreu com 878 empresas de todo o estado de São Paulo, sendo classificadas entre as 15 finalistas.

A divulgação das empresas vencedoras ocorreu na sede da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (FECOMERCIO – SP), contando com a participação de apoiadores como o SEBRAE – SP, MBC – Movimento Brasil Competitivo, GRUPO GERDAU, FNQ – Fundação Nacional da Qualidade, IPEG – Instituto Paulista de Excelência em Gestão e FECOMERCIO.

Além da CBC Ambiental (categoria serviços), foram também premiadas as seguintes empresas:

• Gabriel e Gabriel Esquadrias – categoria Comércio;
• Sigmed Equipamentos Eletrônicos – categoria Indústria;
• Fluência Idiomas – categoria Serviços de Educação;
• Vita Fórmulas Farmácia de Manipulação – categoria Serviços de Saúde;
• MRC Consultoria de Sistemas de Informática – categoria Serviços de Tecnolo- gia da Informação.

A CBC Ambiental irá, com muito orgulho, representar Bauru e o Estado de São Paulo na etapa nacional, a qual ocorrerá em 2010. “Estou muito feliz por mais essa conquista, já que neste ano ganhamos o Prêmio Excelência Empresarial concedido pelo CIESP – SP em nível Macrorregional, além, é claro, da certificação ISO 14001:2004 e manutenção da ISO 9001:2008, firmando nosso compromisso com o cliente e respeito ao meio ambiente”, afirma Dr. Caio Cesar Passianoto, diretor da empresa.

A CBC Ambiental dedica mais essa conquista a todos os seus funcionários e clientes, motivos pelos quais a empresa buscará sempre superar seus limites.

 
 
 

9/12/2009
Começa a conferência mundial do meio ambiente em Copenhague

 
Delegações dos 193 países terão apenas 6 dias de reuniões técnicas.

Começou nesta segunda-feira, dia 07, a Conferência sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP 15). Os organizadores mostram esperança em relação a um acordo global de redução das emissões de gases causadores do efeito estufa.
Na cerimônia de abertura, o secretário-executivo da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança Climática, Yvo de Boer, destacou que o “tempo de declarações formais acabou”. “Chegou o momento de darmos as mãos”, prosseguiu o representante da ONU, também lembrando que as delegações dos 193 países terão apenas seis dias de reuniões técnicas para entregar resultados aos seus ministros (no caso da delegação do Brasil, quem está à frente é a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff).
Os ministros terão dois dias para negociações, até a chegada dos líderes nacionais, onde podem chegar um acordo climático global até 18 de dezembro.
A prefeita de Copenhague, Ritt Bjerregaard, e o primeiro-ministro da Dinamarca, Lars Rasmussen, reforçaram na abertura a esperança de que as negociações avancem neste encontro. Bjerregaard disse que a cidade precisa se tornar “Hopenhagen”, trocadilho com a palavra “esperança” em inglês (hope) que tem sido usada em campanhas em favor de um consenso climático. As autoridades dinamarquesas esperam que seu país fique marcado como o que selou o acordo que vai substituir o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.
A presidente da COP 15 e ex-ministra do Clima da Dinamarca, Connie Hedegaard, destacou os compromissos de controle das emissões assumidos pelas nações em desenvolvimento, incluindo o Brasil, e também apelou aos presentes por um acordo. (Fonte: G1. Foto: AFP/ATTILA KISBENEDEK)
 
 
 

3/12/2009
Projetos ajudam a dar fim ao óleo de cozinha usado

 
Produto pode ser trocado por dinheiro ou entregue para cooperativas

O óleo de cozinha consumido por milhões de pessoas, quando descartado incorretamente, é altamente poluidor. Um litro de óleo pode poluir um milhão de litros de água. Para tentar minimizar isso, em dezembro dois grandes projetos funcionam em Bauru.

A Óleo&Óleo Empreendimentos Ambientais Ltda., instalada em Lins, começou nesta terça-feira o programa “Reciclagem de óleo vegetal usado”, que propõe trocar óleo usado por dinheiro ou garrafa de óleo vegetal de soja novo.

Segundo o diretor executivo da Óleo&Óleo, Eduardo Pacheco Calissi, o projeto tem apoio da prefeitura, DAE (Departamento de Água e Esgoto), Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e cinco supermercados: Walmart, Tauste, Panelão, Barracão e Superbom, que são os pontos de coleta do óleo usado. “Na troca, o consumidor vai optar por receber R$ 0,50 por litro ou trocar quatro litros de óleo por uma garrafa de 900 mililitros de óleo vegetal de soja novo”, explica.

O DAE distribuirá 110 mil funis, que devem auxiliar na separação do produto. O comprador final será a Usina Brasbiodiesel, do Grupo Bertin.

Inclusão
Outra iniciativa para reciclagem do óleo de cozinha em Bauru, já em funcionamento, é da ONG Comvida. O diretor ambiental da Comvida, Ivan Meneses, conta que a entidade e seus parceiros conseguem refinar por mês 50 mil litros de óleo com apoio da inclusão social. “Estimulamos a entrega do resíduo para as cooperativas. Dessa forma, incentivamos seu trabalho, aumentando principalmente seu rendimento. Apoiamos também de outras formas.”

Refino passa por várias etapas
A Comvida trabalha em parceria com a Famóleo, empresa que faz o refino do óleo de cozinha no Parque Bauru. O óleo coletado é armazenado primeiro em três tanques com capacidade para três mil litros. O vapor de uma caldeira o óleo é fervido por cerca de três horas. Isso é feito para desprender a água contida no óleo de fritura. Cada litro tem média de 300 ml de água que vem dos alimentos.
A água liberada é usada para a higienização dos tambores e garrafas PET que são destinados para as parceiras do projeto que acondicionam o óleo.
Ivan Meneses afirma que um dos focos principais da Comvida é a verticalização do projeto de gestão do resíduo óleo pós-consumo. “Estamos propondo a algumas cooperativas desenvolverem micro-usinas de biodiesel afim de agregar valor ao resíduo tendo maior ganho para a cooperativa e seus cooperados”, diz. “Assim, é possível contribuir para abastecimento da frota de veículos do município com combustível feito a partir de resíduo, não comprometendo áreas cultiváveis e diminuindo emissão de gases de efeito estufa.”

Contatos para descarte do óleo
Comvida: (14) 8135-4470
Óleo&Óleo: (14) 3523-7601
Semma: (14) 3235-1072
Cootramat - Cooperativa de Reciclagem de Bauru: (14) 3203-6365

Fonte: Rede Bom Dia

 
 
 

1/12/2009
Cada brasileiro emite por ano 10 toneladas de CO2, informa Inpe

 
Em média, cada brasileiro é responsável pela emissão de 10 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano, número duas vezes maior do que a média mundial. Os dados são da Rede-Clima, ligada ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
“Somos o país em desenvolvimento com a maior média mundial”, disse Carlos Nobre, um dos coordenadores da Rede-Clima, ao participar de uma comissão geral na Câmara para discutir a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15).
Até 2050, espera-se que a média mundial de emissão de CO2 seja de 1,20 toneladas por ano, para que a temperatura global não aumente 2 graus Celsius (°C). “Ela já subiu 0,8°C nos últimos 100 anos, faltando então 1,2°C. Já chegamos muito próximo do limite”, disse Carlos Nobre.
José Augusto Coelho, diretor executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), avaliou que para reduzir a emissão de gases de efeito estufa deve-se partir de dois pontos básicos: do uso de uma matriz energética limpa e da redução do desmatamento, principal fonte de emissão de CO2 no país.
“Temos de buscar o abatimento das emissões que seja o mais barato. O Brasil tem condições de implantar mitigação de baixo custo. O combate ao desmatamento deve ser a decisão número um”, defendeu.
A meta brasileira de redução dos gases é de 36,1% a 38,9%, até 2020. (Fonte: Portal do Meio Ambiente)
 
 
 

25/11/2009
CBC Ambiental conquista a certificação ISO 14001:2004

 
Temos o imenso prazer de informar que a CBC Ambiental conquistou, em auditorias realizadas em 23, 24 e 25 de Novembro de 2009, a certificação ISO 14001:2004, além da manutenção da ISO 9001:2008, ambas pela Bureau Veritas Certification. Sendo assim, consolidamos nosso Sistema de Gestão Integrada, formalizando e reafirmando o compromisso com a qualidade e as questões ambientais, buscando sempre a melhoria contínua de nossos processos em conformidade com os requisitos da ISO 9001:2008 e ISO 14001:2004.
Gostaríamos de agradecer a todos aqueles que, direta ou indiretamente, nos ajudaram em mais essa conquista, lembrando que, no início do presente ano, conquistamos também o Prêmio Excelência Empresarial 2009, concedido pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), na categoria prestadores de serviço.
Entendemos que tamanho reconhecimento vem acompanhado de responsabilidades ainda maiores e, somente a manutenção de um trabalho realizado com respeito ao ser humano, ética, disciplina e competência tornarão a CBC Ambiental uma empresa referência em seu segmento, respeitando sempre o meio ambiente, aliado ao atendimento das expectativas do cliente.

CBC Ambiental – Empresa Certificada ISO 9001:2008 / ISO 14001:2004
 
 
 

24/11/2009
Não é necessário parar de comer carne

 
Relatório analisa métodos agrícolas e dieta da população para concluir que pequenas mudanças podem levar a enormes benefícios ambientais.
Ao contrário de teorias que afirmam ser necessário eliminar toda produção e consumo de carnes no mundo, uma nova pesquisa aponta para soluções menos drásticas, porém eficientes.
A adoção de métodos mais sustentáveis e a diminuição no consumo de carne para apenas três vezes por semana seriam suficientes para garantir alimento para uma população crescente até 2050. Isso traria uma pequena mudança na dieta média mundial. Se hoje ela é composta 38% por carne, a sugestão é que tivesse 30%.
As organizações Friends of the Earth e Compassion in World Farming partiram de quatro problemas básicos relacionados à alimentação para compor o relatório. O primeiro deles é o grande impacto ambiental causado pela criação de animais e produção de laticínios. Segundo o relatório, esses dois fatores emitem mais gases causadores de mudanças climáticas do que todo o transporte do mundo.
O segundo é a alegação de que seria necessário mais espaço para cultivar comida o suficiente para uma população em expansão, aumentando as produções em massa.
O terceiro é a má distribuição de alimento, já que existem hoje um bilhão de obesos e o mesmo número de subnutridos no mundo, e países do desenvolvidos comem até seis vezes mais carne que aqueles de países mais pobres.
O quarto é o crescente desmatamento, espacialmente na América do Sul, para dar lugar a mais pastagens.
Nos diferentes cenários elaborados, a pesquisa conclui que a simples redução de carne e consumo de laticínios poderia ser suficiente para produzir comida o bastante para alimentar os mais de nove bilhões de pessoas esperadas até 2050 sem a necessidade de desmatamento de mais áreas.
As soluções propostas seriam comer carne de duas a três vezes por semana e adotar mais técnicas de agricultura orgânica. O relatório sugere que a participação dos consumidores teria grande impacto nessa mudança. (Fonte: Portal do Meio Ambiente).
 
 
 

20/11/2009
Empresa japonesa lança moto elétrica com pedais para não emitir poluentes

 
A fabricante japonesa Prostaff lançará em 2010 uma moto "híbrida", alimentada por uma bateria e equipada também com pedais para ajudar a subir ladeiras, e que será 10 vezes mais econômica que uma moto tradicional.
A empresa anunciou que a "Miletto" terá 12 cores e será vendida a um preço de quase 2.000 dólares.
"Funciona normalmente graças a uma bateria, mas em uma ladeira empinada, o piloto terá que usar os pedais", explica Ryo Teranishi, diretor da empresa que tem sede na cidade de Ichinomiya, centro do Japão.
"É um veículo com emissão zero de gases poluentes, além disso, a combinação híbrida de um motor elétrico com a força física a torna ainda mais respeitoso com o meio ambiente", completou.
A "Miletto" poderá percorrer 35 km sem recorrer aos pedais, o que significa que consumirá 10 vezes menos que uma moto tradicional, segundo a empresa. (Fonte: Portal do Meio Ambiente)
 
 
 

17/11/2009
Cai desmate na Amazônia

 
Em setembro, o desmatamento na Amazônia atingiu 400 quilômetros quadrados, uma queda de 31,8% em relação ao mesmo mês em 2008, quando a derrubada da floresta chegou a 587 km². O governo comemora a queda, já que logo participará da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15).
"É o menor desmatamento verificado até então, desde o início do monitoramento pelo Deter (Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real, que começou a operar por satélite em 2004)", disse o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. A comemoração teve ainda outro motivo: a visibilidade em setembro foi uma das melhores - menos de 18% do território da Amazônia Legal estava coberto por nuvens, o que permitiu maior precisão dos dados. De janeiro até setembro deste ano, a redução do desmatamento foi de 54%, com 2.855 km² de florestas derrubadas, contra 6.262 km² no mesmo período do ano passado. Por Estado, o levantamento feito pelo Inpe mostra que, em Mato Grosso, a queda no índice de desmatamento foi de 38%; em Rondônia, de 22%; no Amazonas, 33%; no Maranhão, 86%. O Estado do Pará apresentou aumento do índice de desmatamento de 4,7%. "O Pará é sempre um problema", disse Minc. "É grande, tem estradas e muita pressão política", afirmou.
No Acre, o índice verificado em setembro foi de 9 km² desmatados, ante 8 km² do mesmo período do ano passado. Em Roraima, foram desmatados em setembro 7 km² contra 0 km² em 2008. Esse dado, porém, pode não ser preciso, pois, na época, o Estado estava coberto por nuvens. No Tocantins, o desmatamento caiu de 2 km², em setembro de 2008, para 1 km² no mesmo período deste ano e no Amapá, Estado que teve 66% de sua área coberta por nuvens, o desmatamento foi zero.
Para Minc, o desmatamento se manterá até o fim do ano, atribuindo o índice decrescente ao fato de todos os órgãos de repressão do governo atuarem em conjunto.
"Trabalhamos com informações colhidas previamente. Quando me dirijo a uma serraria, já sei qual é o crime que ela cometeu", disse o delegado da PF Alcir Amaral Teixeira, que chefia a Operação Arco de Fogo, iniciada há 18 meses nos municípios amazônicos que mais desmatam. (Fonte: Portal “O Estadão”)
 
 
 

12/11/2009
O que é o eco4planet e por que usar?

 
O eco4planet utiliza o sistema Google™ Pesquisas Personalizadas, mantendo assim a mundialmente reconhecida capacidade das buscas Google™, com um visual também simples e rápido, porém inovador na utilização predominante da cor preta para gerar economia de energia. Sua criação prova que pequenas ações diárias podem gerar economia de energia, resultando em menores gastos e ainda vários outros benefícios.
Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores de acordo com o número de acessos ao portal, um passo importantíssimo para sua proposta ecológica, mais uma vez prova que todos têm condições de colaborar com o meio ambiente e a sua participação divulgando o eco4planet é fundamental. Você pode acompanhar o contador de árvores na página principal do site e seguir via Twitter para ficar por dentro das datas e locais de plantio
O eco4planet ainda economiza energia, pois sua tela é predominantemente preta, e um monitor utiliza até 20% menos energia para exibi-la se comparada à tela branca. Considerando as mais de 2,55 bilhões de buscas diárias realizadas no Google™ com tempo médio suposto em 10 segundos por pesquisa e a proporção de monitores por tecnologia utilizada, teríamos com um buscador de fundo preto a economia anual de mais de 7 Milhões de Kilowatts-hora! Esse valor equivale à:

• Mais de 63 milhões de televisores em cores desligados por 1 hora;
• Mais de 77 milhões de geladeiras desligadas por 1 hora;
• Mais de 175 milhões de lâmpadas desligadas por 1 hora;
• Mais de 58 milhões de computadores desligados por 1 hora.

Economizar energia é uma forma de ajudar o planeta uma vez que para geração de eletricidade incorre-se no alagamento de grandes áreas (hidrelétricas), poluição do ar com queima de combustíveis (termoelétricas), produção de lixo atômico (usinas nucleares), dentre outros problemas ambientais. Soma-se a isso o fato de que o eco4planet pode gerar menor cansaço visual ao visitante se comparado a uma página predominantemente branca.
Sendo assim não há dúvidas de que essa ação é extremamente válida uma vez que somados os usuários teremos um resultado realmente significativo de economia de energia, gastos, preservação da natureza, e ainda mais: acreditamos que olhar sempre para o eco4planet fará com que as pessoas se lembrem da necessidade contínua de economizar energia elétrica e proteger a Natureza! (Fonte: www.eco4planet.com)
 
 
 

10/11/2009
Lixo eletrônico em excesso

 
Eletrônicos portáteis, como computadores, telefones celulares e tocadores de música têm crescido muito nos últimos dez anos. Um dos resultados, que a princípio não parecia preocupante, é o acúmulo de lixo.
Eletrônicos hoje representam o tipo de resíduo sólido que mais cresce na maioria dos países, mesmo naqueles em desenvolvimento. Um dos grandes problemas de tal lixo está nas baterias, as quais contêm substâncias tóxicas e com grande potencial de agredir o ambiente.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, comentam o problema e a ausência de políticas adequadas de reciclagem, em um artigo publicado na revista Science.
“O pequeno tamanho, a curta vida útil e os altos custos de reciclagem de tais produtos, implicam que eles sejam comumente descartados sem muita preocupação com os impactos adversos disso para o ambiente e para a saúde pública”, apontam os autores.
Eles destacam que tais impactos ocorrem não apenas na hora de descartar os equipamentos eletrônicos, mas durante todo o ciclo de vida dos produtos, desde a fabricação ou mesmo antes, com a mineração dos metais pesados usados nas baterias.
“Isso cria riscos de toxicidade consideráveis em todo o mundo. Por exemplo, a concentração média de chumbo no sangue de crianças que vivem em Guiyu, na China, destino conhecido de lixo eletrônico, é de 15,2 microgramas por decilitro”, contam.
Os pesquisadores estimam que cada residência nos Estados Unidos guarde, em média, pelo menos quatro itens de lixo eletrônico pequenos (com 4,5 quilos ou menos) e entre dois e três itens grandes (com mais de 4,5 quilos).
O artigo aponta que, apesar do tamanho do problema, 67% da população no país não conhece as restrições e políticas voltadas para o descarte de lixo eletrônico. Além disso, segundo os autores, os Estados Unidos não contam com políticas públicas e fiscalização adequadas para a reciclagem e eliminação de substâncias danosas dos produtos eletrônicos.
Os pesquisadores pedem que os governos dos Estados Unidos e de outros países coloquem em prática medidas urgentes para lidar com os equipamentos eletrônicos descartados. Também destacam a necessidade de se buscar alternativas para os componentes que causem menos impactos à saúde humana e ao ambiente. (Fonte: Agência FAPESP)
 
 
 

4/11/2009
Emissão de CO2 sobe 24,6% no Brasil

 
As emissões de gases do efeito estufa no Brasil aumentaram 24,6% entre 1990 e 2005, é o que diz uma estimativa feita por cientistas da Universidade de São Paulo (USP). Houve um aumento de 17% desde 1994, último ano para qual o país havia produzido um inventário oficial. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.
A pesquisa foi realizada por Carlos Cerri, o qual mostrou que as emissões decorrentes do desmatamento cresceram 8,1% entre 1994 e 2005, taxa menor que a referente a outras causas. Emissões vindas de energia, agropecuária, indústria e lixo tiveram juntas aumento médio de 41%. Mesmo com essa diferença, o desmatamento continua sendo o principal emissor, representando 51,9% do total.
O crescimento de 41% foi menor que o de muitos países ricos que deveriam estar cortando emissões em vez de aumentar, conforme prevê o Protocolo de Kyoto. Gigantes pobres como China e Índia tiveram aumentos maiores (89% e 62%, respectivamente). As emissões não desmate do Brasil, porém, subiram mais que a média mundial, que é de 28,1%.
O consultor do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Tasso Azevedo, diz que o resultado de Cerri “é muito parecido” com os números do estudo encomendado pelo ministro do Meio Ambiente Carlos Minc. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) deve divulgar suas estimativas até a conferência do Clima, que acontece em dezembro em Copenhague.
Os cálculos de Cerri e seus colegas saem em um artigo na edição desta semana da revista “Scientia Agricola”. Fonte: Envolverde / Amazonia.org.br.
 
 
 

30/10/2009
O download é amigo do meio ambiente

 
Antivírus e programas de gestão estão instalados nas máquinas de pequenas, médias e grandes empresas, com o objetivo de agilizar e proteger o dia a dia das mesmas.
A compra física, feita em qualquer loja, pode ser prejudicial ao meio ambiente.
O primeiro item a ser analisado é de como a mídia de instalação chegou em suas mãos. Possivelmente, a logística exige que seja transportado o produto de várias formas. Devido à grande quantidade, quase sempre é feita por caminhão ou avião, meios que emitem muitos poluentes, sendo difícil de controlar suas emissões.
Além disso, depois de retirar a mídia da caixa, o material que a reveste provavelmente irá para o lixo. Normalmente, esse material vem com duplas ou triplas proteções, contendo plástico, papelão ou papel. De acordo com a ONG Ajuda Brasil, somente 2% do lixo brasileiro é reciclado, ou seja, é quase certo que esse material é descartado de forma irregular.
A própria mídia representa um desperdício de recursos, pois não pode ser reaproveitada para incluir mais arquivos. Isso sem contar que um CD, por exemplo, possui quatro camadas: adesiva, acrílica, metálica e plástica. Se, a cada compra ou atualização de software, você jogar fora a mídia anterior, o impacto ambiental será eterno.
Obviamente que nenhuma empresa sobrevive sem compras e alterações de software e nem essa é a solução para o fim dos impactos ambientais. Porém, não é a toa que um dos e-commerces que mais cresce é o da venda de softwares por download.
O download evita todos esses impactos. O retorno para a empresa vem através da redução do tempo de instalação e atualização, já que tudo fica mais acessível e novas versões são constantemente notificadas. Através do download, o usuário também pode testar antes de comprar, para ter certeza que possui os recursos desejados. O preço também é um ponto importante, já que o valor costuma ser menor se comparado com os programas vendidos em lojas físicas.
Comprar softwares através de download deixa uma pegada ecológica mais leve. Essa postura faz com que a empresa e o meio ambiente saiam no lucro.

Dados interessantes:

Na fabricação de um único computador, de 24 kg, são usados 240 kg de combustíveis fósseis e 22 kg de produtos químicos e alguns metais tóxicos como chumbo, bário, cádmio e arsênico.
Atualmente, geramos cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano. A tendência é aumentarmos a produção.
Apenas 10% dos computadores de todo o mundo são destinados à reciclagem. No Brasil, esse número cai para 1%.

- Um computador é composto por:
• 32% de metal ferroso;
• 23% de plástico;
• 18% metais não-ferrosos, como chumbo cádmio, belírio, mercúrio;
• 15% vidro;
• 12% de placas eletrônicas com ouro, platina, prata e paládio.

Outras posturas simples:

Não está trabalhando? Desligue o computador. Tem que deixar a máquina ligada? Desligue o monitor.
Em vez de trocar o computador, potencialize o que usa, evitando lixo eletrônico.
Se não dá para atualizar, doe. O que é lixo para você pode ser oportunidade para outra pessoa.
Se puder evitar, não imprima. Se tiver que imprimir, utilize os dois lados da folha.
Área preta significa economia de energia. Troque o protetor e fundo de tela.
Se puder, invista em notebooks, eles consomem menos energia.

Fonte: Plantão News.


 
 
 

27/10/2009
Lixo doméstico: como reduzi-lo e diminuir seu impacto no ambiente

 
"Do total produzido nas casas, apenas 2% é destinado à coleta seletiva", afirma a bióloga Elen Aquino, pesquisadora do Centro de Capacitação e Pesquisa em Meio Ambiente (Cepema), da Universidade de São Paulo. O restante do lixo vai parar em lixões a céu aberto ou, na melhor das hipóteses, em aterros sanitários cuja capacidade máxima já está próxima do limite. No estado de São Paulo, a legislação obriga todos os condomínios com mais de cinquenta unidades residenciais a ter coleta seletiva de lixo. Uma nova lei, publicada na semana passada, determina que shoppings, prédios comerciais e indústrias da cidade de São Paulo separem o lixo reciclável. Só poderão ser levados a aterros o lixo orgânico e materiais que não são reaproveitáveis, como espelhos e papel higiênico.

Separação e reciclagem de papéis, vidros, plásticos e metais

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil descarta a cada dia 230 000 toneladas de detritos, e mais da metade corresponde ao lixo doméstico.

Como fazer: O ideal é usar recipientes diferentes, separando os materiais que podem ser reciclados dos que não podem. Papéis, em geral, são recicláveis, com exceção daqueles sujos. Não podem ser reciclados: fraldas descartáveis, absorventes, papel higiênico, guardanapos de papel, papel-toalha e embalagens metalizadas de salgadinhos.

Vale a pena para a cidade? E como! Os materiais recicláveis representam 70% do volume de lixo produzido numa cidade. Por isso, separá-los dos outros detritos resulta em muito mais espaço nos aterros sanitários.

Em quanto reduz a poluição ambiental? A reciclagem retira do lixo uma série de materiais que levariam um tempo assombroso para se decompor, como plástico (450 anos), latas de alumínio (200 anos) ou vidro (1 milhão de anos). Além disso, ao ser reaproveitado, o material reciclável economiza recursos naturais. "Uma tonelada de papel reciclado poupa 22 árvores, 75% de energia elétrica e polui o ar 74% menos do que a produção da mesma quantidade de papel com matéria-prima virgem", afirma a bióloga Elen Aquino.

Compostagem doméstica

Como fazer: Pode ser montada em um tambor de plástico. O tamanho da composteira de cascas de frutas, folhas e talos depende muito do espaço disponível para abrigá-la. Para uma família formada por um casal e dois filhos, um tambor de 50 litros é suficiente para comportar o lixo gerado em um mês.

1. Para começar, é preciso fazer furos na lateral do recipiente, a fim de escoar o líquido que se forma com a decomposição dos restos. Ele pode ser recolhido em vasilhas. Não se preocupe: esse líquido não é tóxico, ao contrário do chorume dos aterros, que resulta da mistura de outros tipos de detrito.

2. Com o recipiente da composteira pronto, forre o fundo com pedrinhas e coloque a primeira camada de lixo orgânico. Em seguida, cubra-a com terra de jardim, folhas secas ou serragem. Vá intercalando as camadas de detritos com esse tipo de cobertura.

3. A cada dois ou três dias, revolva camadas e coberturas, para garantir a oxigenação do material e acelerar, assim, a decomposição.

4. Uma vez que o recipiente esteja cheio, é preciso esperar em torno de dois meses para que o processo de compostagem se complete. Depois disso, o conteúdo pode ser usado como adubo.

Vale a pena? Sim, desde que se tenha clara a destinação do composto. Quem não tem no apartamento ou em casa muitos vasos ou áreas ajardinadas que consumam todo esse adubo deve organizar-se para doá-lo a amigos ou aplicá-lo em áreas verdes da vizinhança

Em quanto (ou como) reduz a poluição ambiental?
Se aliada a um triturador (para os restos de comida), a composteira reduz o lixo doméstico em cerca de 60%.

Triturador de lixo na pia

Onde comprar e como instalar: o equipamento é encontrado em lojas de material de construção e custa cerca de 800 reais. Pode ser instalado facilmente por um encanador. Para receber o aparelho, a cuba deve ter um ralo um pouco maior do que o convencional. Além disso, é necessário um ponto de eletricidade embaixo da pia para ligá-lo. O triturador substitui o sifão normal e é ligado à tubulação doméstica.

O que faz: tritura restos de frutas, legumes, ossos e cascas de ovos, entre outros resíduos orgânicos, com um consumo médio de energia mensal equivalente ao de uma lâmpada de 100 watts ligada durante uma hora. Os detritos são descartados pelo cano em vez de ir para a lata do lixo.

Vale a pena? Sim, porque facilita o tratamento de parte do lixo orgânico produzido numa casa, desde que, é lógico, ele vá parar numa estação de tratamento de esgoto.

Em quanto reduz a poluição ambiental?
Com o triturador, uma família pode reduzir em 40% o volume de lixo orgânico. Isso significa menos detritos nos aterros sanitários, e consequentemente, menor quantidade de matéria orgânica decomposta na forma de chorume (aquele líquido nojento que polui córregos e rios) e gases do efeito estufa.

Coleta de óleo de cozinha usado

Como fazer: guarde o óleo usado em garrafas ou recipientes fechados com tampa e envie-os para reciclagem (preferencialmente em garrafas PET de coloração escura). Várias ONGs e empresas se dedicam a essa coleta. Em São Paulo, uma das pioneiras é a ONG Trevo (www.trevo.org.br). Por 30 reais, o condomínio pode adquirir um recipiente para recolher o óleo de cozinha usado pelos moradores. A Trevo se encarrega de retirar o material. Quem mora em casa tem de levar o resíduo aos postos de coleta com endereços no site. Na Grande São Paulo e no litoral paulista, outra ONG, a Triângulo, dispõe de 170 postos para a coleta de óleo (veja a lista no site www.triangulo.org.br).

Funciona? Sim, desde que as empresas de coleta sejam confiáveis e de fato deem uma destinação adequada ao óleo. A Trevo, por exemplo, faz o tratamento e encaminha o material para fábricas de biocombustível. A Triângulo, por sua vez, usa o material na fabricação de sabão

Em quanto reduz a poluição ambiental?
De uma forma impressionante. De acordo com cálculos da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, cada litro de óleo de cozinha usado pode contaminar até um milhão de litros de água potável.

Fonte: Portal do Meio Ambiente
 
 
 

23/10/2009
A máquina que lava (quase) sem água

 
Seu nome: Xeros

O projeto: desenvolvida pelo inglês Stephen Burkinshaw, da Universidade de Leeds, a máquina consome apenas 10% da água usada em lavagens comuns e economiza 30% de eletricidade.
Como funciona: a lavagem é feita basicamente por milhares de minúsculas esferas de polímeros de náilon que, umidificadas, atraem e absorvem a sujeira das roupas. Essas esferas podem ser reutilizadas até 100 vezes, o que equivale a aproximadamente seis meses de uso. Elas requerem também pouco detergente.
O impacto ambiental: em relação às lavadoras comuns, diminui em 40% a emissão de carbono, componente do principal gás do efeito estufa, causador do aquecimento global.
Previsão de lançamento: até o fim de 2010. Seu inventor acredita que, nos primeiros anos de fabricação, por causa do alto preço, a máquina será adquirida apenas por grandes hotéis e lavanderias. (Fonte: Portal do Meio Ambiente).
 
 
 

21/10/2009
As quantas andam a reciclagem brasileira

 
Em catorze anos o Brasil teve um avanço significativo na coleta seletiva, passando de 81 em 1994 para 405 municípios atuantes em 2008. Porém, ainda é pouco, já que o número representa apenas 7% das cidades brasileiras. Mesmo assim, comparado a outros países, o Brasil ostenta posição de destaque nesse cenário mundial. Abaixo seguem alguns dados relativos à coleta seletiva no Brasil:

Embalagens de alumínio
O Brasil é o campeão, com 94% de reciclagem, à frente de Japão e Argentina (ambos com 90%)

Garrafas PET
O país recicla 51%. Os japoneses, que estão em primeiro lugar, exibem um índice de 62%

Embalagens de Vidro
Os brasileiros superam os americanos - 46% x 40%


A seguir algumas atitudes que você pode tomar para reduzir ainda mais seu lixo, minimizando os impactos ao meio ambiente:

Ao substituir um celular entregue o antigo na mesma loja em que o novo fora comprado. O equipamento deverá ser posteriormente encaminhado ao fabricante, o qual poderá reaproveitar algumas das peças, dando um destino apropriado às não
reutilizáveis.

Use cartuchos de impressora reciclados. A fabricação de um único cartucho requer o uso de 5 litros de petróleo e ele demora cerca de cinquenta anos para se degradar naturalmente.

Na hora de comprar, dê preferência a embalagens maiores ou retornáveis e produtos com refil. No supermercado, em vez de alimentos pré-embalados em bandejinhas de isopor (que não é reciclável), prefira comprar a granel.

Opte por lâmpadas de baixo consumo. Além de gastarem menos energia, elas duram mais. Mas cuidado ao descartá-las: não podem ir para o lixo comum porque, quando se quebram, emitem vapor de mercúrio. A recomendação é que sejam devolvidas aos estabelecimentos que as vendem.

Ao comprar calçados ou roupas dispense as caixas e folhas de papel
que costumam embalá-los.

Fonte: Portal do Meio Ambiente
 
 
 

14/10/2009
Deixar a barba por fazer pode ajudar a preservar o planeta

 
Deixar de se barbear no final de semana pode ajudar a salvar o planeta de um caos ambiental. Quem afirma é Joanna Yarrow, autora de 1001 Maneiras de Salvar o Planeta, da Publifolha.
O livro apresenta sugestões variadas para proteção da Terra. Algumas são simples e implicam em meras modificações nos hábitos pessoais, que repetidos diariamente têm um impacto muito grande ao longo do tempo.
Leia abaixo uma seleção de dez dicas simples em meio às 1001 apresentadas no livro que colaboram para a melhoria no ambiente.

1 - Compense a emissão de CO2 de suas viagens aéreas.
Em breve a aviação poderá responder por 15% da emissão de gases estufa. Por que não diminuir seu custo ambiental? Há companhias especializadas em calcular a proporção de um único assento na emissão de gases de um vôo e neutralizá-la com a compra de créditos de carbono, que são investidos em medidas compensatórias, como plantar árvores. A tonelada e meia de CO2 emitida por um passageiro num vôo entre Londres e Nova York gera um crédito de 15 dólares.

2 - Informe
Se você vir qualquer indício de poluição, desde lixo jogado no parque até espuma na superfície dos rios, informe as autoridades locais e o Ibama. Talvez alguém já tenha notificado o problema, mas é melhor pecar por excesso do que por omissão.

3 - Gramados luxuriantes
A grama alta retém mais umidade. Por isso, durante o verão, deixe o gramado crescer pelo menos quatro centímetros. Essa providência evitará a aparição de trechos ressecados e diminuirá a necessidade de rega.

4 - Compre madeira reflorestada
Os móveis precisam ser de madeira de lei, proveniente de árvores que demoram a crescer, ou podem ser fabricados com espécies que crescem mais depressa, como o pinho e o eucalipto, e que, portanto podem ser reflorestadas?

5 - Água multiuso
Aproveite a água usada na limpeza matinal do filtro para regar as plantas dos vasos de casa.

6 - Deixe a barba no fim de semana
Economize água, espuma e bálsamo deixando de se barbear no fim de semana. Se a sua parceira reclamar, lembre a ela que está em jogo uma causa maior.

7 - Não espezinhe a natureza
Prefira tapetes de fibras naturais - como o sisal, o coco e a juta - aos de fibras sintéticas.

8 - Proteja as aves
Papagaios, araras e outras aves vivem melhor em seu ambiente natural do que em gaiolas. Se você não comprar esses animais, estará ajudando a sufocar seu tráfico. Use esse dinheiro para passar as férias em uma reserva florestal, sem se esquecer de separar o suficiente para os créditos de carbono. Na reserva, você verá os pássaros soltos, e o seu dinheiro sustentará as comunidades locais, que lutam pela preservação da natureza.

9 - Viva o bicarbonato de sódio
Esqueça os produtos de limpeza modernos: além de caros, eles evitam o contato com alguns germes que mantêm nosso sistema de defesa funcionando. Use bicarbonato de sódio, que é muito barato. Ele é bom para limpar tudo e tem ação fungicida.

10 - Acorde com o aroma do café
Fuja dos desodorizadores de ambiente e faça sachês com ingredientes naturais, como pão fresco e grãos de café.

Fonte: Folha Online
 
 
 

9/10/2009
Casca das árvores filtra a poluição

 
Este mês será defendida uma tese pelo Laboratório de Poluição Atmosférica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), a qual mostrará algo já percebido pelos paulistanos: a sensação de que o nosso organismo está mais protegido da poluição dentro dos parques do que nas extremidades ou fora deles.
O estudo mostra que a concentração de metais pesados no ar é maior nos trechos das áreas verdes próximos as avenidas do que no meio dos parques. O que provoca essa diferença são as árvores, principalmente as do entorno. Elas absorvem os poluentes nas cascas, funcionando como um filtro.
A constatação foi feita pela engenheira florestal Ana Paula Martins, de 34 anos, doutoranda do Laboratório de Poluição da USP, quem estudou por quatro anos amostras de cascas de árvores de cinco parques da capital: Trianon e Luz, na região central, Previdência, na zona oeste e Ibirapuera e Aclimação, na zona sul.
Para chegar aos índices, a engenheira coletou amostras de cascas da camada externa das árvores que ficavam a 1,5 m de distância do solo. "O ar traz os poluentes, que ficam depositados nas cascas", afirma Ana.
As árvores com maior concentração de poluentes beiram avenidas com grande fluxo de tráfego, como a Avenida Paulista, onde fica o Parque Trianon.
Ana Paula diz que o escapamento, a freada e o arranque dos carros, que soltam pedaços de pneu, liberam partículas de metais. "Enxofre, zinco, chumbo e cobre vêm da poluição veicular", diz. A dosagem dos metais nas cascas das árvores pode ajudar a listar tipos de poluentes no ar. A CETESB faz a medição somente dos gases e não indica a sua concentração ideal para evitar males à saúde.
"Encapar as avenidas com cobertura vegetal pode diminuir o impacto da poluição na saúde, além de aumentar a qualidade do ar", explica o professor Paulo Saldiva, médico, pesquisador do Laboratório de Poluição da USP e orientador da tese de Ana, recomendando que a população troque o carro pelo transporte coletivo para melhorar a qualidade do ar.
Embora não haja um estudo confirmado sobre o real impacto desses elementos na saúde humana, inalar metais pesados pode trazer mal-estar tanto imediato, como tontura e dificuldades de aprendizado.
Apesar disso, o que se sabe é que essas substâncias são tóxicas para o corpo. "Elas podem induzir a doenças como câncer e distúrbios neurológicos", afirma o pneumologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Ciro Kirchenchteje. Já algumas partículas grandes de metais ficariam retidas nos pelos do nariz, evitando a sua inalação. "Mesmo assim, podem irritar os olhos e secar a mucosa do nariz." (Fonte: Estadão Online).
 
 
 

7/10/2009
O mundo ainda não estará perdido enquanto alguém em algum lugar lutar pelo certo

 
David Coimbra, jornalista

Ontem saí de casa mais cedo do que o normal, a temperatura era amena de primavera, o dia estava amarelo e azul, do som do meu carro se evolava o rock suave da Rádio Itapema e eu me sentia realmente bem. Estacionei numa rua quase bucólica do Menino Deus e vi que ali perto um catador de papel puxava sua carrocinha sem pressa.
Era magro e alto, devia andar nas franjas dos 50 anos e tinha a pele luzidia de tão negra. Ao seu lado saltitava um menino de, calculei, uns quatro anos de idade, talvez menos. Devia ser o filho dele, porque o observava com um olhar quente de admiração, como se aquele homem fosse o seu herói... Bem. Ao menos foi o que julguei, certeza não podia ter.
Já ia me afastar quando, por entre as grades da cerca de uma creche próxima, voou um brinquedo de plástico. Um desses robôs cheios de luzes e vozes, que se transformam em nave espacial e prédio de apartamentos, adorado pelas crianças de hoje em dia. Algum garoto devia ter atirado o brinquedo para cima por engano, ou fora uma gracinha sem graça de um amigo.

O menino que era dono do brinquedo colou o rosto na grade como se fosse um presidiário, angustiado. O filho do catador de papel correu até a calçada, colheu o robô do chão e não vacilou um segundo: retornou faceiro para junto do pai, o brinquedo na mão, feito um troféu.. Olhei para o menino atrás da cerca. Estranhamente, ele não falou nada, não gritou, nem reclamou. Ficou apenas olhando seu brinquedo se afastar na mão do outro, os olhos muito arregalados, a boca aberta de aflição.
Muito orgulhoso, o filhinho do catador de papéis mostrou o brinquedo ao pai. O pai olhou. E fez parar a carrocinha. Largou-a encostada ao meio-fio. Levou a mão calosa à cabeça do filho. E se agachou até que os olhos de ambos ficassem no mesmo nível.

A essa altura, eu, estacado no canteiro da rua, não conseguia me mover. Queria ver o desfecho da cena. O pai começou a falar com o menino. Falava devagar, com o olhar grave, mas não parecia nervoso. Explicava algo com paciência e seriedade. O menino abaixou a cabeça, envergonhado, e o pai ergueu-lhe o queixo com os nós do dedo indicador. Falou mais uma ou duas frases, até que o filho balançou a cabeça em concordância.

A seguir, o menino saiu correndo em direção à creche. Parou na grade, em frente ao outro garoto. Esticou o braço. E, em silêncio, devolveu-lhe o brinquedo. Voltou correndo para o pai, que lhe enviou um sorriso e levantou a carrocinha outra vez. Seguiram em frente, o pai forcejando, o filho ao lado, agora não saltitante, mas pensativo, concentrado.
Então, tive certeza: aquele olhar com que o menino observara o pai era mesmo de admiração, ele era de fato o seu herói.

Texto publicado no jornal Zero Hora de 26/09/2008
 
 
 

2/10/2009
Fraude em Laudos Ambientais em Santa Catarina

 
A Polícia Civil de Tubarão e o Ministério Publico de Santa Catarina realizaram a chamada operação Gaia, cujo objetivo é investigar a falsificação de laudos ambientais para a emissão de licenças. A operação resultou na prisão de cinco pessoas, incluindo funcionários da Fatma (Fundação Estadual do Meio Ambiente) e o proprietário da Greentec, uma empresa de assessoria ambiental.
O Sindipetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Santa Catarina) esclareceu que o sindicato envolvido na denúncia é uma associação de revendedores, uma entidade particular. “As entidades sindicais patronais da revenda de combustíveis de Santa Catarina, formalmente reconhecidas pelo Ministério do Trabalho, apóiam as autoridades públicas nas ações de combate ao crime ambiental. “Somos favoráveis às boas ações das autoridades públicas para a exigência do correto e integral cumprimento da lei”, declarou o presidente do Sindipetro, Luiz Antonio Amin.
O Governador do Estado, Luiz Henrique da Silveira, pediu a exoneração do gerente regional da Fatma em Tubarão e também mandou cassar as licenças ambientais de todos os postos que apresentaram laudos da Greentec.
Estes postos deverão refazer o processo de licenciamento. Os donos de postos têm 30 dias para providenciar o novo laudo. “Caso não apresente o laudo ou os resultados apresentarem contaminação, o local será interditado. Não temos ainda o número exato de quantos postos serão atingidos pela medida. Solicitamos a cada regional que faça a verificação dos laudos e oriente os donos de postos”, esclarece o presidente da Fatma, Murilo Flores. (Fonte: http://www.fecombustiveis.org.br)

É importante ter em mente que os órgãos ambientais estão cada vez mais exigentes. Sendo assim, na hora da contratação, é fundamental que se opte por empresas éticas, que possuem profissionais qualificados e compromissados com o meio ambiente, para que desta forma, não haja fraudes e necessidade de retrabalho na elaboração dos estudos ambientais.
 
 
 

28/9/2009
CETESB interdita postos de combustíveis sem licenças ambientais

 
A CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) interditou, no último dia 17, vinte e um postos de combustíveis por falta de licença ambiental. As interdições ocorreram durante uma mega operação de fiscalização realizada pelas 35 agências do órgão em todo o território paulista. Dos 8 mil postos cadastrados no estado, aproximadamente 2.800 postos estão funcionando em situação irregular. Nos últimos oito meses, a CETESB interditou 40 postos e sistemas de distribuição de combustíveis por falta da licença de operação.
Desde o começo deste ano, a CETESB vistoriou em todo o estado mais de 6.500 estabelecimentos que estavam trabalhando sem as licenças ambientais e aplicou 872 multas. “Já interditamos 60 postos no Estado por falta das licenças ambientais e, até o final do ano, faremos novas operações de fiscalização para coibir o funcionamento irregular desses estabelecimentos”, afirmou Marcelo Minelli, diretor de Licenciamento e Gestão Ambiental da CETESB.
O secretário estadual do Meio Ambiente, Xico Graziano, falou sobre a política de tolerância zero para as questões ambientais. “Desde a última grande fiscalização, centenas de postos iniciaram o processo de licenciamento ambiental, adequando sua estrutura. Nós queremos regularizar todos até o final do ano. Aqueles que ignorarem a lei ambiental não vão mais escapar, pois estamos apertando o cerco”.
Geraldo do Amaral, Gerente do Departamento de Gestão Ambiental da CETESB, explicou, em uma das interdições, que o Posto já havia sido vistoriado três vezes e não ocorreu nenhuma iniciativa por parte dos proprietários para se iniciar o processo de licenciamento. “Encontramos ainda nessa visita um vazamento de combustível em uma das bombas, fato que pode causar a contaminação do solo. Por este motivo a interdição é necessária até que a situação seja normalizada”, pondera.
A partir de 2002 a CETESB passou a licenciar postos de combustíveis no Estado de São Paulo, atendendo a uma determinação do Conselho Nacional de Meio Ambiente – CONAMA - Resolução 273/2000. Entre julho de 2002 a abril de 2008 foram feitas oito convocações para que os proprietários desses estabelecimentos se apresentassem para iniciar o processo de licenciamento.
Para efeito do licenciamento, os estabelecimentos que comercializam combustíveis e derivados foram classificados como empreendimentos novos; aqueles sujeitos à reforma completa, que apresentam tanques subterrâneos com idade superior a 15 anos; outros sujeitos a uma adequação mínima, com tanques com idade inferior a 15 anos; e estabelecimentos enquadrados na condição intermediária, ou seja, aqueles que possuem apenas um de seus tanques de armazenamento de combustível com mais de 15 anos.
Para a obtenção das licenças Prévia, de Instalação e Operação, a CETESB exige desde o memorial de caracterização do empreendimento, até o laudo técnico relativo à estanqueidade das instalações, certificado de conformidade do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO, laudo técnico de passivos ambientais, plano de manutenção e operação, certidão de uso e ocupação do solo e registro na ANP – Associação Nacional do Petróleo. (Fonte: http://www.cetesb.sp.gov.br)
 
 
 

24/9/2009
Campanha de apóio a Educação Ambiental Não-Formal - JOGAR CHICLETE NO CHÃO NÃO É CULTURA

 
Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor de fruta, os passarinhos comem restos de chicletes deixados, irresponsavelmente, em qualquer lugar, ao invés de serem jogados no lixo. Ao sentirem o chiclete grudando em seu bico, os passarinhos tentam, desesperados, retirá-lo com os pés. Em algumas vezes, acontece o pior: acabam sufocados e morrem asfixiados.
Por isso quando terminar de mastigar o chiclete, por favor, embrulhe-o num pedaço de papel e joguem-no no lixo. Só assim evitaremos que o pior aconteça a delicadas criaturas como os pássaros. Vamos colaborar com esses seres maravilhosos da natureza conscientizando as crianças e conscientizando também uns aos outros. Só depende de nós a preservação de cada espécie do nosso planeta. A natureza, nossos olhos e ouvidos agradecem.
Seja você também consciente e ajude a natureza. Melhor ainda do que embrulhar o chiclete mascado e jogá-lo no lixo, seria nem consumi-lo já que ele engana nosso estômago e se engolido pode trazer sérios riscos à saúde. Mascar chiclete, um hábito comum tanto entre crianças quanto entre adultos, pode ainda provocar danos à saúde. Quando engolido, o chiclete causa diarréia, náuseas e distúrbios gastrintestinais em geral. De acordo com pediatras americanos não há mais dúvidas que a conhecida goma de mascar é um perigo, principalmente, para crianças, que, muitas vezes, engolem o chiclete involuntariamente. (Fonte: Portal do Meio Ambiente)
 
 
 

22/9/2009
Buraco da camada de ozônio será menor em 2009, diz agência da ONU

 
A OMM (Organização Meteorológica Mundial) informou na última quarta-feira (16), que o buraco da camada de ozônio sobre o oceano Antártico deve ser menor em dois milhões de quilômetros quadrados em relação a 2008.
"As condições meteorológicas observadas indicam que, em 2009, o buraco da camada de ozônio pode ser menor do que era em 2006 e 2008 e igual ao de 2007, ou seja, 25 milhões de quilômetros quadrados", destacou a agência da ONU (Organização das Nações Unidas) em um comunicado.
O buraco da camada de ozônio, que foi descoberto em 1980, se forma regularmente a partir de agosto e alcança seu tamanho máximo no fim de setembro ou início de outubro, antes de se fechar novamente em meados de dezembro.
"Este ano, o buraco começou a se abrir antes do habitual", segundo o especialista em ozônio da OMM Geir Braathen. Agora está com 24 milhões de quilômetros quadrados, informou ele.
O ozônio protege a Terra dos raios ultravioletas do sol, que podem provocar queimaduras, lesões oculares e câncer de pele. Segundo os Cientistas, somente em 2075 a camada de ozônio poderá recuperar seu estado normal, pois os danos que foram causados pelo homem são muitos.
Os gases CFC (clorofluorcarbonetos) são os principais responsáveis pelo buraco na camada de ozônio, os quais eram utilizados como gases para refrigerantes e gás propulsor de aerosóis, apesar de terem sido proibidos pelo Protocolo de Montreal de 1987, ainda podem permanecer na atmosfera durante muitos anos. (Fonte: Folha Online)
 
 
 

18/9/2009
CBC Ambiental realizará lançamento de produto em rodada de negócios

 
Buscando continuamente tornar-se referência em seu segmento, a CBC Ambiental lança o GAE – Gestão Ambiental Empresarial: um produto diferenciado que visa proporcionar uma modalidade de assessoria ambiental contínua. Sustentando-se nos princípios de comprometimento, transparência e confidencialidade, o principal objetivo do GAE é fornecer respaldo e soluções técnicas ao setor empresarial, auxiliando-o nas diversas adequações ambientais requeridas por órgãos fiscalizadores, tornando-o apto a estar em conformidade com os requisitos e normas regulamentares, além de incentivar a adoção de práticas sustentáveis pelo setor.
Inicialmente, o lançamento do GAE ocorrerá na Rodada de Negócios promovida pelo CIESP, no Ginásio de Esportes do SESI, Unidade Horto Florestal, Bauru – SP, no dia 24 de setembro, das 13h às 18h. Para maiores informações, ligue: (14) 3313 6332. Teremos o maior prazer em atendê-lo!
CBC Ambiental: “Soluções para o desenvolvimento sustentável”
 
 
 

14/9/2009
Pré-Sal. O "Petróleo é Nosso". Que Deus nos acuda.

 
O Brasil está fissurado no pré-sal. Governadores e políticos, de maneira geral, disputam os royalties provenientes de sua utilização.
No entanto, pouca gente discute o principal dilema que o pré-sal traz para a sociedade brasileira. Em tempos de aquecimento global o pré-sal é uma questão complexa e difícil, pois essas reservas de petróleo podem suprir as demandas brasileiras de energia gerando nosso crescimento econômico, mas ao mesmo tempo estamos caminhando na direção contrária, pois a exploração do pré-sal poderá comprometer o esforço mundial ao combate do aquecimento global do planeta.
O prêmio Nobel dado ao Painel Intergovernamental de Mudança do Clima, pelos seus esforços nos últimos 20 anos, de nada valeu. A partir de agora passaremos a ser ardorosos defensores do petróleo, ignorando solenemente os alertas da comunidade científica de que caminhamos irreversivelmente para o caos, caso não tenhamos capacidade de estabilizar o sistema climático do planeta, substituindo os combustíveis fósseis e reduzindo o desmatamento das florestas tropicais.
Levantar a bandeira por uma sociedade brasileira mais sustentável parece completamente fora de hora, como se a sustentabilidade perdesse completamente o sentido nesse contexto.
Nesse quadro devemos respirar fundo e imaginar que somos capazes de pensar de modo diferente. Colocar uma pitada de bom senso nessa discussão e ainda que pareça "sonhadora e utópica" engajar os brasileiros no debate, lembrando que dificilmente algum partido político de expressão terá coragem de assumir riscos perante essa euforia. Entretanto, o ajuste de contas se dará inevitavelmente com as futuras gerações. (Fonte: Agencia Brasil)
 
 
 

9/9/2009
Aprovado Projeto de Lei que estabelece fundos para remediação de áreas contaminadas com verba de empresas poluidoras

 
O Estado de São Paulo vai viver uma nova realidade em termos de gerenciamento e remediação de áreas contaminadas. Deputados paulistas aprovaram o Projeto de lei 368/2005, na Semana do Meio Ambiente, em junho, que designa a elaboração de um Cadastro de Áreas Contaminadas do Estado de São Paulo, com informações detalhadas, além da criação do Fundo Estadual para Prevenção e Remediação de Áreas Contaminadas (Feprac), vinculado à Secretaria do Meio Ambiente. A criação do fundo deverá ser composta pela arrecadação de 30% sob o valor das multas aplicadas pelo Estado a empresas poluidoras, recursos estaduais, federais, internacionais e doações. A verba será destinada a projetos de proteção do solo, bem como identificação e remediação de áreas contaminadas.
Vale ressaltar que, apesar de aprovado, o projeto de lei ainda não foi sancionado pelo governador José Serra. Mas a lei deve ser regulamentada nos próximos seis meses. Com esta sanção, o Estado passará a contar com uma legislação específica sobre áreas contaminadas, inclusive com a definição de responsabilidades e a identificação dessas áreas, bem como das medidas destinadas à remediação de modo a assegurar a qualidade de vida da população e do meio ambiente. “Haverá uma maior fiscalização das empresas e elas serão obrigadas a fornecer informações, toda vez que houver algo que a lei considere perigoso, como risco de incêndio, corrosão, patogênicos, elementos cancerígenos, gases etc. E se ela estiver em uma área que for identificada como contaminada, terá que apresentar um projeto de remediação. Esta lei especifica claramente tudo aquilo que cada empresa poluidora terá que cumprir. Haverá maior rigor e nós teremos uma legislação mais forte para defesa ambiental”, garante o deputado estadual Rodolfo Costa e Silva, requerente da CPI das Contaminações Ambientais. Ainda de acordo com o deputado, “O PL 368/05 está bastante alinhado com os procedimentos que a CETESB adota no gerenciamento de áreas contaminadas. Desta forma, sua aprovação reforçará a divulgação desses procedimentos e a obrigatoriedade de cumprimento dos mesmos.” (fonte: Revista Águas Subterrâneas – ABAS – ano 2, nº10 – maio/junho 2009 / foto: Sistema de Remediação ET-CBC).
 
 
 

4/9/2009
Minc defende que parcela de royalties do pré-sal seja investida em meio ambiente

 
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, defendeu, no último domingo (30/08), que uma parcela dos royalties provenientes da exploração de petróleo na camada pré-sal seja aplicada em questões ambientais. Um exemplo seria usar os recursos para investir no processo conhecido como captura e estocagem do carbono (Carbon Capture and Storage – CCS).
“Para se ter uma idéia, os poços do pré-sal emitem, em média, de três a quatro vezes mais gás carbônico do que os poços do pós-sal, ou seja, os poços atuais. Isso não significa que a gente não possa e não deva utilizar esses recursos, mas é preciso investir no armazenamento do carbono lá embaixo na terra. É preciso usar uma parcela dos recursos para prevenir que essa riqueza não vá explodir nossas emissões de carbono afetando nossas metas de mudanças climáticas”, disse Minc.
O ministro lembrou que a Petrobras em parceria com universidades vem estudando o processo há cerca de oito anos e voltou a defender tratamento diferenciado para os estados produtores de petróleo na partilha dos royalties, em função do risco que correm no caso de acidentes ambientais.
“O governo federal tem legitimidade para querer que esses recursos extraordinários sejam usados de forma estratégica para o país como um todo, para reduzir desigualdades, investir na educação e na ciência e tecnologia, mas acho que tem que ter tratamento diferenciado entre os estados, garantindo uma parcela mais forte para os produtores. Afinal, são eles que arcam com os custos de possíveis acidentes. Mesmo com toda a tecnologia de prevenção, eles não são totalmente descartados. Se houver derramamento, não vai acontecer em Rondônia, mas na Baía de Guanabara, na Bacia de Campos, de Macaé ou em alguma área do Espírito Santo”, argumentou.
Carlos Minc destacou ainda que os recursos provenientes dos royalties do petróleo, no Rio de Janeiro, contribuíram para obras de recuperação da Baía de Guanabara e da Lagoa de Jacarepaguá. (Fonte: Portal do Meio Ambiente)
 
 
 

2/9/2009
Empresas de bebidas terão de reciclar garrafas PET

 
Empresas produtoras e distribuidoras de embalagens e garrafas plásticas terão de recolher e reciclar esses materiais, já que a prefeitura de São Paulo deu início à fiscalização de uma lei municipal de 2002.
Também devem ser recicladas as embalagens de óleos combustíveis e lubrificantes, cosméticos, produtos de higiene e limpeza. O objetivo é evitar o descarte nos aterros e nos rios. Segundo reportagem do Jornal da tarde, o Instituto Polis fez um levantamento onde mostrou que entre 36 mil e 45 mil toneladas desses materiais são descartadas todo mês.
Pela lei, as empresas podem recomprar e organizar o recolhimento das embalagens, mas a legislação não detalha como isso deve ser feito. A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente também não explicou como o consumidor poderá devolver o material. O prazo para as empresas se adaptarem à lei acabou em maio. Desde então, elas estão obrigadas a recolher, no mínimo, 50% do total comercializado. Daqui a um ano, o mínimo será de 75% e, em 2011, de 90%.
As multas variam de R$ 25 mil a R$ 250 mil ou até a interdição do local, para quem descumprir as normas.
Regulamentada apenas em 2008 a lei gerou briga judicial com a indústria do setor, contrária à medida. A prefeitura informou que somente nesse ano a Justiça declarou a legalidade da fiscalização.
As vistorias serão publicadas mensalmente em uma portaria no Diário Oficial do Município. (Fonte: Portal Meio Ambiente)
 
 
 

28/8/2009
O papel da embalagem no meio ambiente

 
Entre os problemas presentes no meio ambiente, as embalagens não poderiam deixar de fazer parte desse cenário. Independentemente do tamanho ou peso, a embalagem pode ser instrumento cruel na destruição do meio ambiente e, consequentemente, na saúde do consumidor. O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Embalagens, Cetea, revelou o tempo de degradação e o impacto de alguns tipos de embalagens no meio ambiente. O estudo mostrou que a lata de aço foi a embalagem que apresentou maior evolução no processo de degradação.
Segundo dados do Prof. Dr. da USP, Sabetai Calderoni, a lata de aço leva em média cinco anos para se degradar totalmente, enquanto o alumínio e o PET, por exemplo, levam mais de 100 anos. A cada ano, bilhões de embalagens não são reaproveitadas e causam prejuízos à natureza. Especialistas alertam que, nem mesmo a reciclagem do material seria a solução, uma vez que o processo tem alto custo para o meio ambiente. Para a reciclagem do volume de embalagem excedente atual no mundo, seriam necessários 224 milhões de quilowatts de energia elétrica por hora, correspondente a 224 milhões de televisores ligados durante 6 horas; e mais de 120 milhões de litros d’água, valor equivalente à água que cai nas Cataratas do Iguaçu a cada 2 minutos.
A solução seria a redução da utilização de embalagens que levam muito tempo para se degradar e que se opte por embalagens sustentáveis. O Brasil tornou-se sinônimo de reciclagem de latas de alumínio para bebidas, porém reciclar somente um tipo de material não resolverá os problemas ambientais do planeta.
Em 2001 foi criado um projeto de recuperação de embalagens de aço no Nordeste denominado Reciclaço. A ação tem como objetivo trabalhar na recuperação de latas de aço de duas peças para bebidas pós-consumo. Quando o programa foi criado o índice de reciclagem era de 27%, hoje esse número saltou para 85%.
Se houvesse uma conscientização de todos os responsáveis pela cadeia de embalagens, desde a concepção do design até o descarte final, com o apoio do governo, aliada a projetos firmes de reciclagem e de conscientização do consumidor, a maioria da população poderia sim, ser responsável pelo futuro do planeta e das próximas gerações. (Fonte: Portal do Meio Ambiente)
 
 
 

26/8/2009
Gripe Suína (H1N1) e Meio Ambiente

 
Gripe Suína, Gripe Humana, Gripe Aviária, Influenza A (H1N1), Dengue, Febre Amarela, Doença de Chagas, AIDS, etc. A relação destas doenças e epidemias com a globalização social, alterações climáticas e ambientais globais são evidentes.
Microorganismos e vírus são altamente mutantes e adaptáveis a novas condições ambientais e climáticas. As alterações ambientais proporcionadas pelo Homem, destruindo ou transformando os habitats naturais de muitas espécies de microorganismos e de seus transmissores (como os mosquitos, barbeiros, ratos, aves e porcos, por exemplo), produziram, produzem e produzirão novas espécies de vírus, bactérias e fungos, que podem ser patogênicos para aves, porcos, humanos e outras espécies animais ou vegetais.
Este fenômeno é compreensível. Afinal, a humanidade está extinguindo uma espécie a cada 13 minutos.
A nova gripe, uma mistura de vírus das gripes suína, humana e aviária, que já matou muitas pessoas, ainda é pouco compreendida e a situação está evoluindo rapidamente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a pandemia já chegou ao nível 5 de alerta em uma escala até 6, criada pela OMS em 2005. O nível 4 de alerta é quando constata-se que “o microorganismo é transmissível entre humanos e que a doença pode se espalhar”; o nível 5 significa que “O contágio atinge pelo menos duas regiões diferentes. A epidemia se alastra”; e o nível 6 é quando “a epidemia torna-se global, com contágio generalizado”.
Para Entender a Influenza: Perguntas e Respostas foram publicadas pela Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde em seu site, Portal da Saúde (www.saude.gov.br). (Fonte: Portal do Meio Ambiente)

 
 
 

21/8/2009
Coleta de lixo cresce, mas destino dos resíduos ainda é problema

 
Apesar da coleta dos resíduos sólidos urbanos no Brasil ter tido um crescimento em 2008, quase a metade do lixo diário ainda tem destino inadequado, revela o estudo Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, divulgado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).
Apenas 55% das 149,1 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos recolhidos diariamente tiveram destinação adequada no ano passado. O restante, ou foi para os lixões ou para os aterros não licenciados.
“Neste mercado de meio ambiente, o que chamamos de destino correto são as centrais de tratamento de resíduos, conhecidos como aterros sanitários licenciados, que são preparados para receber os resíduos, sem contaminar o meio ambiente e o lençol freático”, disse João Carlos David, presidente da Abrelpe, em entrevista à Agência Brasil.
A Abrelpe cita também o destino do lixo hospitalar, que é mais um grave problema. Das 210 mil toneladas coletadas no ano passado, cerca de 80% não tiveram tratamento adequado, segundo Carlos David. “A gente só tratou adequadamente 23%, ou seja, o resíduo hospitalar, além de ser um problema para o meio ambiente, também é um problema de saúde pública porque ele acaba sendo transmissor de várias doenças”, afirmou.
O presidente da Abrelpe, Carlos David, explicou que o tratamento correto para os resíduos hospitalares é realizado por meio de três diferentes tecnologias: a desativação eletrotérmica, micro-ondas e autoclave e que, em alguns casos, pode também ocorrer a incineração antes deles serem levados para os aterros sanitários.
O estudo revela ainda o aumento da coleta seletiva, que já é feita em 56% dos 5.565 municípios brasileiros e o da reciclagem de latas de alumínio, onde o Brasil aparece na liderança mundial, com 96,5% do total de latas comercializadas no país. (Fonte: Agência Brasil).
 
 
 

18/8/2009
Diretor da CBC Ambiental participou de almoço com representantes de empresas associadas ao CIESP - SP

 
No último dia 4 de agosto, o Diretor da CBC Ambiental, Dr. Caio Cesar Passianoto, a convite do Presidente da FIESP/CIESP (Sr. Paulo Skaf), participou de um almoço com representantes de empresas associadas ao Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, onde se reuniram 105 executivos de companhias ligadas às diretorias do Ciesp da Área Central da Capital, Bauru, Cubatão, Jaú, Piracicaba, São Bernardo do Campo e São João da Boa Vista. Temas como a alta carga tributária, correspondente a 35,8% do PIB, e a falta de incentivos à inovação tecnológica foram pautas das discussões. O almoço visou fortalecer a união empresarial que reforça o peso da iniciativa privada no debate nacional.
 
 
 

13/8/2009
CBC Ambiental aborda tema “Certificações Verdes” no projeto Olhar Verde

 
No dia 12 de agosto, ocorreu no Auditório do CIESP, mais um encontro temático do Projeto Olhar Verde, cujo tema foi “Certificações Verdes – A eco-responsabilidade”. O evento, que reúne professores, empresários e representantes da sociedade civil bauruense, contou com a participação do diretor do Departamento de Ações e Recursos Ambientais da Semma, Sidnei Rodrigues, que discutiu sobre o Projeto Selo Verde de Bauru, e da gerente de meio ambiente da CBC Ambiental, Vanessa Yuri Sayki, que apresentou uma palestra sobre Certificação ISO 14001, abordando os principais aspectos do Sistema de Gestão Ambiental e os benefícios das certificações ambientais. O Projeto, que está em seu segundo ano de existência, tem por objetivo incentivar a adoção de hábitos de vida sustentável por parte da comunidade educacional bauruense. Os encontros acontecem no Ciesp Bauru e o próximo tema será “Relação do ser humano com os animais”, no dia 09 de setembro.
 
 
 

11/8/2009
Louças de molho e banho de chuveiro economizam energia e água

 
O livro "Como Combater o Aquecimento Global", editado pela Publifolha, mostra que fazer a limpeza da casa e higiene pessoal podem ser sinônimos de muito desperdício de luz e água e traz idéias práticas para diminuir o gasto de energia e água no dia-a-dia.

Leia abaixo trechos do livro que ensina medidas simples, colaborando, assim, com a redução do aquecimento global.

* Lave a louça com cuidado. Lavar a louça à mão da maneira correta certamente consome menos energia que usar a lava-louça - especialmente se houver poucos pratos sujos. Em vez de lavar a louça em água corrente, tampe a pia ou use uma bacia. Para utilizar menos água na lavagem, instale um aerador na torneira da pia da cozinha;

* Deixe as panelas incrustadas de restos em água com sabão antes de lavá-las ou de colocá-las na lava-louça - assim você vai utilizar menos água e energia para limpá-las;

* Escolha uma lava-louça eficiente, do tamanho certo para seu estilo de vida. Vem aí o modelo com sensor que detecta a quantidade de sujeira da louça e ajusta a quantidade de água e energia necessárias;

* Mantenha a sujeira fora de casa e tente plantar árvores ou uma cerca viva entre sua casa e a rua, dessa maneira as plantas irão reter boa parte da poeira antes que ela atinja a sua casa;

* Use esponjas e panos reutilizáveis ou trapos em vez de toalhas de papel;

* Tente usar panos de microfibra, que, quando molhados, retêm e absorvem a poeira e a sujeira, sem a necessidade de outros produtos;

* Use materiais que ajam sob baixas temperaturas, como produtos para limpar o chão que não precisem de água quente;

* Opte por produtos concentrados para diminuir o impacto da produção, do transporte e do empacotamento dos materiais de limpeza;

* Troque a banheira pelo chuveiro, já que um banho de banheira gasta em média 80 litros de água, enquanto uma chuveirada rápida de cinco minutos utiliza cerca de 30 litros. Deixe a banheira para ocasiões especiais - pingue na água algumas gotas de óleo aromático, sirva-se um copo de vinho (orgânico) e coloque música suave. E, se puder, economize água dividindo a banheira;

* Tome banhos mais rápidos. Se você passa muito mais do que cinco minutos no banho, logo vai gastar a mesma quantidade de água que consumiria em um banho de banheira. Controle o tempo no chuveiro. (Fonte: Folha Online)

 
 
 

7/8/2009
Entenda como funciona o comércio justo

 
Conhecido como Fairtrade, esse movimento busca estimular a produção com uso de mão de obra bem paga, preços mínimos para os produtos e sistemas de cooperativas. Para garantir isso, foi criado um selo para certificar os produtores.
O café é o principal produto de exportação do comércio justo no Brasil.
Os consumidores do “comércio justo”, ou “comércio solidário”, comprariam a mais cara, independentemente do momento de crise. Mesmo numa situação de corte de custos, o costume deste cliente é de não fazer substituições por produtos mais baratos. “O consumidor pensa: só vou parar de comprar café de comércio justo se um dia eu parar de tomar café”, resume Fabíola Zerbini, secretária executiva do Faces do Brasil.
O selo oficial do “comércio justo” é o Fairtrade. Para receber a certificação os produtores se unem em cooperativas e inscrevem-se no site da FLO (Fairtrade Labelling Organizations International), entidade criadora do programa e responsável pela distribuição dos certificados que tem que cumprir alguns critérios, como um preço mínimo para o produto, que cubra a produção e um bom pagamento para os produtores. Cumprir estes critérios encarece a produção e, é por isso, que o valor final fica mais caro.
Nos países onde já há este sistema, estes cooperados recebem a visita de uma auditoria que verifica se estes requisitos estão sendo cumpridos. No Brasil a companhia que realiza esta fiscalização é a BSD Brasil. O diretor da empresa, Beat Grüninger, diz que este tipo de comércio poderia sofrer com a crise, devido à escassez de crédito. Mas isso não tem acontecido, graças à fidelidade dos consumidores de produtos certificados pelo Fairtrade. “O comprador do café de comércio justo tem uma cultura diferente: ele não quer deixar o produtor na mão. Ele é comprometido”, diz Grüninger.
No Brasil ainda é difícil encontrar produtos com o selo Fairtrade.
Atualmente há no Brasil 25 cooperados com certificação, que exportam uma média de US$ 50 milhões por ano. O principal produto é o café, que vende anualmente cerca US$ 20 milhões. Ainda é muito pouco perto das exportações totais de café do país, que contabilizaram US$ 4,733 bilhões em 2008.
Segundo Grüninger, o Wal-Mart é o maior importador de café certificado do Brasil, com aquisições de cerca de US$ 8 milhões por ano. É a única empresa que recebe o produto já industrializado e embalado. Para todas as outras, o café sai daqui em grão verde, que ainda deve ser moído.
Ainda não há empresas brasileiras que compram o café de comércio justo para distribuí-lo por aqui.
O Faces do Brasil em parceria com cooperativas encaminhou um projeto ao Ministério do Trabalho e Emprego que propõe o reconhecimento e apoio do governo à venda dos certificados dentro Brasil. “O Brasil seria o primeiro a legitimar o comércio justo como política nacional”, diz Fabíola Zerbini, secretária executiva do Faces do Brasil. (Fonte: Época Negócios)
 
 
 

3/8/2009
Conheça os certificados existentes no Brasil para produtos ecologicamente corretos

 
Algumas lojas têm fabricado produtos orgânicos, ecologicamente corretos, os quais passaram por um processo de feitura consciente em relação às regras de preservação do planeta.
Algumas marcas do chamado comércio justo já possuem certificados que confirmam a maneira legal de produção de móveis, cosméticos e alimentos, dentre outros.
O livro "Como Consumir sem Descuidar do Meio Ambiente", de Siân Berry, editado pela Publifolha, dá exemplos das certificações de origem dos produtos para quem tem a boa intenção de colocar em prática algumas ações ecologicamente corretas.
Trechos do livro informam sobre os principais selos de produtos sustentáveis encontrados no Brasil. Veja:

Produtos éticos
A moda ética é uma tendência crescente, porém as lojas das regiões comerciais, onde as pessoas compram suas roupas, não seguem essa tendência com tanta rapidez. Embora várias lojas já estejam introduzindo linhas ecologicamente corretas, a maioria das roupas que vendem ainda é fabricada de maneira que não respeitam nem o planeta nem os direitos de quem as produz.
Muitas vezes é difícil descobrir a origem das roupas dessas lojas: a maioria das etiquetas não diz muito. "Made in" refere-se apenas ao local onde os toques finais foram dados e não onde as matérias-primas foram cultivadas ou onde o tecido foi fabricado. Os certificados éticos também podem confundir.
Seria excelente ver símbolos mundiais nas etiquetas (como as instruções de lavagem), que fornecessem informações sobre o impacto ambiental e os direitos dos trabalhadores. Mas, enquanto isso não ocorre, aqui estão algumas certificações confiáveis que podem ser encontradas no Brasil.


Certificado IBD/FOAM Accredited

Certificado de produtos orgânicos, como alimentos e cosméticos. Garante que foram cultivados ou produzidos de formas sustentáveis, respeitando o meio ambiente e o trabalhador, e que os produtos estão livres de contaminação química.

Fair Trade Brasil

O selo Fair Trade significa que se levou em conta o bem-estar de trabalhadores e produtores rurais no cultivo do produto. Fazendeiros e cooperativas terão recebido um preço justo por sua produção e trabalhadores tiveram uma remuneração satisfatória pelo processamento ou colheita dos produtos, assim como condições de trabalho decentes.

Selo FSC

Atribuído pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal, este selo garante que produtos como papel, madeira e castanhas tenham vindo de áreas de reflorestamento ou de mata nativa com manejo controlado.

Comércio ético sem fronteiras

A Ethical Trading Initiative (algo como "Iniciativa do Comércio Ético") é uma associação de empresas, organizações não-governamentais e sindicatos. Sua função é criar e implementar códigos de práticas corporativas que sirvam de parâmetro para as condições de trabalho nas empresas que constituem seus fornecedores. Não existem garantias de que todas as mercadorias de uma empresa afiliada à iniciativa sejam produzidas por trabalhadores em condições adequadas de trabalho, mas, ao menos, elas estão discutindo o problema e buscando melhoras para o futuro.

Ethiscore

A revista Ethical Consumer (em inglês, publicada no Reino Unido) desenvolveu um sistema que analisa produtos segundo uma série de critérios éticos, como condições de trabalho e proteção ao meio ambiente. O site da publicação (www.ethiscore.org, em inglês) dá acesso gratuito à grande parte das reportagens - apenas uma pequena parte é restrita aos assinantes. (Fonte: Folha Online)
 
 
 

29/7/2009
País importa R$ 1 bilhão ao ano de sucata de PET

 
O Brasil vive a situação de ter mais capacidade para reciclar do que sucata disponível, pois não possui uma coleta de lixo seletiva eficiente. No caso da resina PET, a reciclagem movimenta R$ 1 bilhão ao ano. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), este número poderia ser maior, caso houvesse mais matéria-prima disponível.
A falta de sucata abre espaço para a importação ilegal de lixo, diz Auri Marçon, presidente da Abipet. Os números de importação, no entanto, são grandes e crescentes. Segundo a entidade, foram importadas 14 mil toneladas de PET em 2008, um crescimento de 75% em relação as 8 mil toneladas compradas do exterior em 2007.
Para o presidente da Abipet, essa situação preocupante, pois o número é muito alto para ser apenas rejeito industrial. "Como não temos uma fiscalização forte sobre o que entra no Brasil, principalmente na fronteira do Mercosul, acredito que grande parte do que é importado de sucata de PET vem de descarte doméstico, ou seja, é lixo", diz ele. Segundo Marçon, como as empresas recicladoras compram a sucata de terceiros, é difícil manter o controle sobre a procedência do produto. "Sabemos que o problema existe e queremos que ele seja combatido, mas não queremos fazer papel de polícia. O que fazemos é conversar com órgão dos governos ligados ao ambiente para alertá-los", diz.
O inverno é o período onde há mais falta de PET para reciclar no Brasil. Além do consumo de bebidas serem menor do que no verão, o clima também influencia o ritmo da coleta seletiva, pois o frio espanta os catadores de sucata da rua, o que reduz o volume de garrafas separadas do lixo comum. (Fonte: NEJ-AL / Frente Parlamentar Ambiental)
 
 
 

24/7/2009
Brasil regulamenta produção de orgânicos

 
Normas técnicas devem orientar os mais de 15 mil produtores de alimentos orgânicos do País, a partir de 2010. A medida foi tomada pelos Ministérios da Agricultura, Meio Ambiente, Saúde, Educação e Ciência e Tecnologia, visando essencialmente à capacitação dos agricultores para agregar valor às suas produções, já que o selo do governo será uma garantia de que uma mercadoria obedeceu a diversas normas análogas às adotadas internacionalmente.
A iniciativa do Governo Federal é um sinal de mudança, mas que ainda encontra dificuldades técnicas (e tecnológicas) para ganhar escala e espaço no mercado.
Para o Ministério da Agricultura, um dos principais empecilhos para o crescimento do mercado de orgânico é, além da falta de uma regulamentação unificada, uma carência de noções técnicas por parte dos produtores. "Estamos assinando um protocolo com os Ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia para a criação de núcleos de agro ecologia nas escolas técnicas e universidades", anunciou, durante a Rio Orgânico 2009, o coordenador de Agro ecologia do Ministério da Agricultura, Rogério Dias. "Além disso, o Governo Federal já paga 30% a mais pelo produto orgânico nas compras institucionais. A inclusão desses alimentos na merenda escolar é nosso próximo passo."
De acordo com Sandra Sabóia, gerente comercial de frutas, legumes e verduras do Pão de Açúcar, um dos obstáculos para o desenvolvimento é a falta de conhecimento. Ela acredita que as pessoas buscam os orgânicos quando sabem que eles fazem bem para a saúde e para o meio ambiente. "Todo mundo quer se alimentar melhor. Todo mundo quer viver mais. Se nos alimentarmos melhor, começaremos a ver melhoras reais em nós mesmos", comenta.
No Brasil já existe diversos selos para produtos orgânicos, mas até agora não havia uma padronização em âmbito nacional. Com a nova regra o agricultor terá diretrizes para melhorar sua produtividade e a qualidade dos alimentos, aumentando a produção de orgânicos. (Fonte: Notícias Yahoo)
 
 
 

21/7/2009
Cientistas criam árvore artificial contra aquecimento global

 
Cientistas da Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos, anunciaram ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, capazes de absorver CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade.
A árvore artificial tem galhos semelhantes aos de pinheiros, mas não precisa de sol nem água para funcionar. As folhas são feitas de um material plástico capaz de absorver dióxido de carbono, um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa.
"Da mesma forma que o faz uma árvore natural, à medida que o ar flui pelas folhas, estas absorvem o CO2 e o mantêm preso", explicou o cientista Klaus Lackner, geofísico do Centro de Engenharia da Terra da Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque.
Enquanto árvores e outras plantas armazenam o gás em seus tecidos, a árvore artificial guarda o CO2 em um filtro, que comprime o gás e o transforma em líquido. Desta forma, o CO2 poderia ser enterrado e armazenado permanentemente de baixo da terra.
De acordo com Klaus Lackner, cada uma dessas árvores artificiais poderia absorver uma tonelada de dióxido de carbono por dia, tirando da atmosfera CO2 equivalente ao produzido por 20 carros. Isso significa que, para que a tecnologia tivesse algum impacto sobre o clima no planeta, seriam necessários milhões de unidades delas.
Calcula-se que cada uma dessas máquinas custaria cerca de US$30 mil (quase R$ 60 mil).
Lackner acredita ter em suas mãos uma tecnologia economicamente viável. "O mundo produz cerca de 70 milhões de carros por ano, quer dizer, a produção de unidades neste patamar é certamente possível e também existe espaço suficiente no mundo para instalar as máquinas", disse.
O pesquisador calcula que, se fossem instalados dez milhões de "árvores artificiais" no mundo, cerca de 3,6 gigatoneladas de CO2 seriam retiradas do ar todo ano. Atualmente, o mundo produz 30 gigatoneladas de CO2 por ano. (Fonte: REBIA Sudeste)

 
 
 

14/7/2009
Antigos truques domésticos ajudam no combate às mudanças climáticas

 
No livro "Como Ter Uma Casa e um Jardim Mais Ecológicos", escrito por Siân Berry e editado pela Publifolha, é possível encontrar estas receitas antigas, como queimar fósforo para eliminar mau cheiro e limpar manchas de barro com água que foi usada para ferver batatas, entre outras.
Reduza a quantidade de produtos específicos. Para a maioria das tarefas de limpeza, um frasco de detergente multiuso resolve o problema.
Compre produtos ecológicos: Procure detergentes biodegradáveis ou sabões em pó baseados em plantas ou em ingredientes facilmente degradáveis.
Evite fragrâncias artificiais nos artigos de limpeza. Compre produtos que tenham refil. Evite produtos químicos fortes para desentupir pias. Use um desentupidor:
1. Primeiro solte a gordura, jogando água fervente na pia entupida;
2. Se isso não resolver o problema, pegue um desentupidor e encha a pia com alguns centímetros de água;
3. Cubra com uma mão a saída auxiliar, se houver, para manter a pressão, e então aperte com força o desentupidor, para empurrar a água cano abaixo. Problema resolvido, sem nenhum produto químico!
Muitas dicas domésticas fora de uso, de nossos avôs, economizam tempo, são baratas e utilizam coisas que normalmente se encontram em casa.

Aqui vão algumas delas para começar:

* Limpe as janelas usando água morna com um borrifo de detergente e um pouquinho de vinagre, e então seque polindo com jornal, para deixá-las brilhantes e sem marcas;
* Acenda um fósforo no banheiro para queimar o mau cheiro, em vez de usar sprays químicos.

Remover manchas depende de cuidar logo delas, já que a maioria dos líquidos não mancha se você mergulhar o tecido rapidamente na água e lavá-lo com sabão normal. Experimente estas dicas do Mrs Beeton's Book of Household Management ("Livro de administração doméstica da senhora Beeton"), de 1923:

* Elimine manchas de barro com água que foi usada para ferver batatas;
* Tire manchas da tábua de cozinha esfregando sal marinho e suco de limão (ótimo também para amaciar as mãos);
* Mergulhe o linho manchado com vinho tinto em leite quente por alguns minutos antes de lavar;
* Limpe botas e bolsas de couro marrom com a parte de dentro da casca de uma banana e depois faça o polimento com um pano macio. (Fonte: Folha Online)
 
 
 

8/7/2009
Empresas recolhem baterias e óleo de cozinha para reciclar

 
A partir de agora as agências do Banco Real e as lojas do Pão de Açúcar (EXTRA) estão com programa de reciclagem.
Pilhas e baterias usadas agora podem ser levadas a qualquer agência do Banco Real e depositadas no Papa-pilhas. A importância deste ato é que as pilhas e baterias contém materiais que contaminam o solo e os lençóis freáticos deixando-os impróprios para utilização, podendo provocar problemas à saúde, como danos para os rins, fígado e pulmões. São eles: cádmio, mercúrio, níquel, chumbo, etc.
Já as lojas do Pão de Açúcar e EXTRA, que já reciclam outros tipos de lixo, como papel, vidro, plástico e metal, reciclarão também óleo de cozinha.
Apenas 1 litro de óleo despejado no esgoto polui cerca de um milhão de litros de água e ainda provoca a impermeabilização dos leitos e terrenos próximos, contribuindo para a ocorrência de enchentes.
Como fazer?
Depois que o óleo usado esfriar, armazene em uma garrafa plástica daquelas de 2 litros, se possível transparente. Tampe bem a garrafa e deposite no coletor de lixo de cor marrom da loja Pão de Açúcar e EXTRA, indicado para esta finalidade.
Todo óleo de cozinha coletado será encaminhado pela cooperativa às empresas recicladoras, que o utilizarão como matéria-prima para a produção de biocombustível. (Fonte: NEJ-AL)
 
 
 

3/7/2009
Mandioca fica mais tóxica com CO2 no ar, sugere estudo

 
Culturas como a mandioca, das quais milhões de pessoas em todo o mundo dependem, tornam-se mais tóxicas e produzem menos em um mundo com mais gás carbônico e secas, dizem cientistas australianos.
Ros Gleadow, da Universidade Monash (Melbourne), testou a reação da mandioca e do sorgo a uma série de cenários de mudança climática para estudar a qualidade nutricional e a produtividade.
Ambas as espécies produzem o veneno cianeto quando suas folhas (e, em algumas variedades de mandioca, a raiz) são esmagadas. O grupo testou as plantas com três concentrações diferentes de CO2.
Com o dobro da concentração atual (380 partes por milhão) de CO2, o nível do composto tóxico da mandioca fica bem mais alto. Entretanto, o aumento é só nas folhas. "Mas a planta não cresce tão bem", disse Gleadow. (Fonte: Folha Online)
 
 
 

30/6/2009
Brasil poupa 2 bilhões de toneladas de CO2 em 4 anos

 
A redução do desmatamento da Amazônia, entre 2004 e 2008, fez com que o país deixasse de emitir para a atmosfera 2 bilhões de toneladas de CO2, quantidade esta maior do que emite, ao ano, o Japão ou o próprio Brasil.
A conta, feita pela secretária nacional de Mudança Climática, Suzana Khan, será apresentada pelo Ministério do Meio Ambiente na Groelândia. Ela e o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) participam de uma reunião com 25 ministros de meio ambiente dos países que mais contribuem com as emissões de gases de efeito estufa.
No período analisado, houve uma diminuição da taxa de desmatamento de 53 mil km2.
A Secretária tem como objetivo mostrar o esforço que o país tem feito para acabar com o desmate na floresta amazônica. "Eles podem dizer que ainda desmatamos muito. Mas olha o nosso tamanho. Somos 20 milhões de pessoas na região e essas pessoas precisam de renda", diz Khan.
A recente ação do presidente Lula, que sancionou a medida provisória 458 - que dá terras de graça na Amazônia é considerada um desastre pelos ambientalistas e teve repercussão internacional. O país quer mostrar que o desmatamento está caindo e que merece receber compensação financeira por isso.
Para o próximo acordo climático global, o clima é de desconfiança entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento. Os países ricos querem que os mais pobres se comprometam a também reduzirem as emissões de gases-estufa. Os países em desenvolvimento evitam se comprometer com metas, dizem que a responsabilidade é dos países industrializados.
Entre os participantes do encontro na Groelândia estão Estados Unidos, China, Índia, África do Sul e diversos europeus com a Alemanha, França, Dinamarca, Suécia e Noruega.
Para a secretária o Brasil tem muito a perder com o aumento da temperatura do planeta. "Mais até do que a China, por exemplo", diz. O aquecimento global pode transformar a Amazônia em savana e afetar a agricultura em todo o país. (Fonte: Folha Online)
 
 
 

26/6/2009
STF proíbe Brasil de importar pneus usados

 
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu proibir as empresas brasileiras de importarem pneus usados de outros países. A decisão atende a um pedido do governo federal, que contestava decisões judiciais que autorizavam a importação do produto. Segundo empresários do setor, a decisão atinge um mercado que gera 40 mil empregos diretos no Brasil.
O advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, afirmou que a partir de agora toda e qualquer importação de pneu usado está proibida. O Código Penal prevê pena de um a quatro anos de prisão para o crime de contrabando.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que a importação de pneus usados fosse considerada inconstitucional, por gerar danos ambientais e riscos para a saúde pública.
Segundo Toffoli, o Brasil importou 10 milhões de pneus usados em 2005, 7,2 milhões em 2006 e 7 milhões em 2007, afirmando que a Constituição Federal garante ao cidadão “o direito a saúde e o meio ambiente ecologicamente sustentável."
A mesma posição foi defendida pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, o qual citou a Convenção da Basiléia, da qual o Brasil é signatário, mencionando que “qualquer Estado tem o direito soberano de proibir a entrada ou depósito de resíduos perigosos e outros resíduos estrangeiros em seu território."
Para o ministro Carlos Ayres Britto, os pneus usados “não passam de um lixo ambiental, fazendo do Brasil uma espécie de quintal do mundo, com graves danos para a saúde pública." “Pneus por definição já são uma substância antiecológica, uma coluna certa no déficit ambiental”, disse o ministro, lembrando ainda que os pneus são depósitos apropriados para a proliferação de insetos que causam doenças como a dengue. (Fonte: Portal do Meio Ambiente)

 
 
 

23/6/2009
Biodiesel de abacate

 
De acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o abacate pode ser uma alternativa para a produção de biodiesel.
Segundo os pesquisadores, o abacate apresenta vantagem em relação a outras oleaginosas estudadas ou usadas para a produção de biocombustível, como a soja. O motivo é que do mesmo fruto é possível extrair as duas principais matérias-primas do biodiesel: óleo (da polpa) e álcool etílico (do caroço).
“O objetivo principal da pesquisa era a extração do óleo para produção de biodiesel. Mas, ao tratarmos o resíduo, que é o caroço, conseguimos obter álcool etílico. Isso, por si só, é uma grande vantagem, já que da soja é extraído somente o óleo e a ele é adicionado o álcool anidro”, explicou Manoel Lima de Menezes, professor do Departamento de Química da Faculdade de Ciências da Unesp, em Bauru, e coordenador da pesquisa que teve apoio da FAPESP na modalidade Auxílio a Pesquisa – Regular.
O Brasil produz cerca de 500 milhões de abacates por ano, sendo o terceiro maior produtor de abacates do mundo.
Na produção de biodiesel são utilizados como matéria-prima alguns óleos vegetais, mas não são todos que podem ser utilizados, pois alguns apresentam propriedades não ideais, como alta viscosidade ou quantias elevadas de iodo, que são transferidas para o biocombustível e o tornam inadequado para o uso.
Segundo Menezes, o teor de óleo do abacate varia de 5% a 30%. As amostras coletadas na região de Bauru (SP) apresentaram, no máximo, 16% de teor de óleo.
O caroço do abacate tem 20% de amido. Estima-se que seja possível extrair 74 litros de álcool por tonelada de caroço de abacate, valor próximo ao da cana-de-açúcar, que possibilita a extração de 85 litros por tonelada, enquanto a mandioca fornece 104 litros por tonelada.
Apesar da enorme disponibilidade do fruto no Brasil, o óleo do abacate ainda é importado, pela falta de tecnologias adequadas para o processamento. (Fonte: Agência FAPESP)
 
 
 

19/6/2009
Plástico biodegradável usa casca de mandioca e fibra de coco

 
Mudas usadas em reflorestamento usam tubetes de plásticos que são descartados após o plantio, já que, depois de utilizados, não servem para novas mudas por possibilitarem contaminação. Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) atuam na criação de um plástico ecologicamente correto que pode ser utilizado na fabricação de um novo tipo de tubetes, entre outras aplicações.
A UFSCar, em parceria com a Corn Products Brasil e a BASF, desenvolveu um composto que combina um plástico biodegradável, EcobrasTM, com fibras vegetais, como casca de mandioca em pó ou fibras de coco.
Foi criado um plástico rígido o suficiente para produção de peças moldadas que não agridem a natureza, já que sua decomposição gera água, CO2 e biomassa. A decomposição desse composto ocorre ao entrar em contato com o solo, sob ação de microorganismos naturais presentes no solo.
O composto, desenvolvido no Núcleo de Reologia e Processamento de Polímeros (NRPP) do Departamento de Engenharia de Materiais (DEMa) da UFSCar, utiliza uma combinação de um poliéster biodegradável e compostável fabricado pela BASF com um polímero vegetal modificado, à base de milho ou de mandioca, produzido pela Corn Products Brasil.
Segundo Elias Hage Júnior, professor do DEMa e coordenador do projeto, a parceria entre a UFSCar e as multinacionais deveu-se ao fato do EcobrasTM ser flexível e não permitir a fabricação de peças moldadas suficientemente rígidas. “A ideia do projeto era incorporar uma carga para aumentar a rigidez. Com isso desenvolvemos um composto com EcobrasTM, a casca de mandioca em pó e também fibra de coco”, explica o professor.
O novo composto pode gerar qualquer peça moldada que venha a ter um uso descartável, como bandejas de embalagens e tubetes para produção de mudas.
“O que a gente está fazendo é amenizar o uso do petróleo para obter esse produto biodegradável, fazendo uma composição com materiais de fontes alternativas”, conclui o professor. (Fonte: Jornal da Cidade)
 
 
 

16/6/2009
Corante de milho

 
Uma pesquisa testou a extração de corantes de milho como uma substituição aos corantes sintéticos. A vantagem é que, além de não poluir, os corantes naturais podem trazer benefícios à saúde por apresentar pigmentos antioxidantes e anti-inflamatórios.
“O interesse em pesquisas por corantes naturais aumentou consideravelmente nas últimas décadas devido às severas críticas dos consumidores, às restrições impostas pela Organização Mundial da Saúde e outras instituições aos corantes sintéticos”, destacam os autores.
De acordo com Elias Basile Tambourgi, professsor da Faculdade de Engenharia Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e um dos autores do artigo, além do uso em corantes de alimentos e de tecidos, o milho é uma fonte de antocianinas, pigmentos pertencentes ao grupo dos polifenóis, compostos responsáveis por dar cores aos vegetais.
“As antocianinas atuam como agente antioxidante que age na inibição dos radicais livres, atuando na prevenção de doenças degenerativas como o câncer. Além disso, melhoram a adaptação à visão noturna, prevenindo a fadiga visual. São usadas como anti-inflamatório e também já foram aplicadas no tratamento contra obesidade e hiperglicemia”, disse Tambourgi à Agência FAPESP.
No novo estudo, foram utilizadas duas variedades nativas de milho (Zea mays L.) peruano, roxa e vermelha, adquiridas em fazendas a cerca de 150 quilômetros ao sul de Lima.
O pesquisador chegou a realizar testes de fixação em produtos têxteis, como algodão, e o que mais chamou a atenção foi o seu uso na coloração de roupas, notou-se que esses produtos apresentam forte cor roxa, e não se deterioram ao longo do tempo, nem mesmo pela ação do calor. (Fonte: Portal do Meio Ambiente)
 
 
 

10/6/2009
Mudança climática é maior ameaça à saúde no século 21

 
Segundo um relatório feito pela revista médica "The Lancet" e por cientistas do University College de Londres, a mudança climática é a maior ameaça à saúde mundial no século 21.
Especialistas em saúde, antropologia, geografia, climatologia, engenharia, economia, direito e filosofia, pretendem servir de modelo para que os governos atuem de maneira multidisciplinar contra a mudança climática.
Este relatório vem mostrar que com temperaturas entre 2ºC e 6ºC mais altas aumentará o número de afetados por doenças frequentes do trópico, como dengue e malária.
Os autores do relatório se referem ao calor como "o assassino silencioso", o mesmo que causou a morte de 70 mil pessoas na Europa em 2003 e que provoca o falecimento não registrado de dezenas de milhares de pessoas por ano em países em desenvolvimento.
O objetivo do trabalho é estimular o debate e aumentar a pressão em favor da redução das emissões de dióxido de carbono na atmosfera.
Se não for feito nada para combater o problema, os países pobres registrarão o aumento da mortalidade devido a uma maior transmissão de malária e outras doenças infecciosas, ou por questões tão simples como diarréias por consumo de alimentos malcozidos.
Os países ricos serão menos afetados, pois buscam construir sociedades com menos liberação de carbono, consequencia disso, teriam cidadãos mais saudáveis. Isso traria menos obesidade e menos diabetes por efeito do exercício físico, o não uso de veículos particulares, menos problemas pulmonares por redução de poluição, e menos estresse, pois os habitantes podem desfrutar de cidades mais limpas.
As inundações e as secas também terão efeito devastador na saúde das nações mais pobres, com menores colheitas irão produzir alimentos mais caros, e situações de saúde deficientes.
O professor Hugh Montgomery destacou a gravidade da situação, mas assegurou que não há exagero nos prognósticos dos cientistas, porque o ritmo de aquecimento da Terra é o mais rápido do qual se tem notícia nos últimos 10 mil anos. (Fonte: Folha Online. Imagem: http://www.ptvirtual.com)
 
 
 

5/6/2009
Plante uma árvore ao lado de sua casa e economize energia

 
Árvores plantadas ao lado das residências podem diminuir o consumo de energia em 5%, desde que elas sejam plantadas na posição correta. A descoberta foi feita por pesquisadores norte-americanos. Para que se obtenha o melhor benefício, as árvores devem ficar posicionadas para oferecer sombra nos lados oeste e sul das residências.
A pesquisa foi realizada durante o verão na cidade de Sacramento, onde 460 residências foram monitoradas. As estatísticas demonstraram que os ganhos vão além da diminuição da conta de luz: o "custo de carbono" também é diminuído com o cultivo das árvores.
"As pessoas já sabem há muito tempo que as árvores têm múltiplos efeitos para as pessoas, mas nós quantificamos esses benefícios pela primeira vez usando dados reais e colocamos valores nesses efeitos," justifica o pesquisador David Butry, do instituto NIST.
Segundo o estudo, árvores plantadas nos lados oeste e sul diminuem a conta de eletricidade em até 5%. Se elas estiverem no lado leste não há qualquer efeito, mas se as árvores forem plantadas no lado norte, elas podem de até aumentar a conta de energia.
"Além de fornecer sombra, as árvores sequestram carbono," diz Butry. "Nós medimos o quanto essas árvores reduziram o carbono criado pela queima de combustíveis para produzir a eletricidade e descobrimos que as árvores também sequestraram uma quantidade equivalente de carbono, o que representa um benefício em dobro." (Fonte: Portal do Meio Ambiente)
 
 
 

1/6/2009
CBC Ambiental recebe “Prêmio Excelência Empresarial – CIESP” em nível macrorregional

 
No último dia 29/05/2009, na sede social do Tênis Clube de Bauru, foi realizado um evento para entrega do “Prêmio Excelência Empresarial – 5ª Edição” às empresas vencedoras. O prêmio é concedido pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Diretoria Regional Bauru, com apoio técnico do SENAI.
A escolha das vencedoras foi feita pautada em critérios técnicos baseados no conceito de gestão, através de avaliações de desempenho, as quais incluíram indicadores de faturamento, rentabilidade e liquidez corrente, além de um memorial descritivo com atuação das empresas em ações sociais, abertura de novos mercados e política de capacitação profissional, dentre outros.
Durante o cerimonial de premiação, o qual contou com a presença de várias autoridades do setor empresarial de Bauru e região, bem como do ilustríssimo prefeito Rodrigo Agostinho, foram apresentadas tendências e dados da economia brasileira, destacando a importância do setor industrial para a retomada do crescimento econômico.
A CBC Ambiental, representada pelo seu Diretor, Dr. Caio Cesar Passianoto, recebeu o prêmio na categoria prestador de serviço. “Estou muito feliz com esse prêmio, o qual vem coroar 5 anos de muita dedicação, disciplina, respeito ao meio ambiente e ao próximo. Dedico esse momento a todos os meus colaboradores e à minha família que sempre me apoiou”, discursou Caio Passianoto no momento do recebimento do prêmio.
A noite, que já era marcante na curta trajetória da CBC Ambiental, ainda reservara mais um momento especial: a empresa também foi premiada em nível macrorregional, englobando também as diretorias regionais de Marília, Jaú e Botucatu.

Cientes do aumento da responsabilidade advinda com a dupla premiação recebida trabalharemos cada vez mais em conformidade com as políticas estabelecidas na empresa, para desta forma atender nossa missão.

 
 
 

28/5/2009
Prefeitura vai certificar empresa ‘verde’

 
Atitudes conscientes como reciclagem de lixo, economia de água, dentre outras, irão garantir selo, o qual ajudará na melhora na imagem das empresas.
Aquelas que investem em ações ecológicas serão certificadas pela Prefeitura de Bauru com o “Selo Verde” municipal. O projeto de certificação tem como parceiro o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP - Diretoria Regional de Bauru). A intenção é que, depois da certificação da indústria, comércio e o setor de serviços bauruense, as pessoas físicas também possam reivindicar o “Selo Verde”.
O prefeito Rodrigo Agostinho lembra que o projeto de valorizar as empresas “verdes” já consta no Código Ambiental da cidade, elaborado em 1995 e aprovado em 1999. “É um projeto da administração do Tidei de Lima. O secretário do meio Ambiente da época, Clodoaldo Gazzetta, deu a idéia e eu fazia parte do grupo que elaborou o código, recorda. Estava faltando a implementação dos termos e estamos caminhando para isso. A certificação é voluntária e as regras serão divulgadas durante a apresentação do “Selo Verde” na Simab”, afirma o prefeito”.
Já, no segundo semestre, é provável que as empresas interessadas possam procurar a certificação que, de acordo com o prefeito, é inédita no Brasil. “Bauru será a primeira cidade no País a ter uma certificação municipal para empresas que, de certa forma, desenvolvem uma política ambiental. Isso para nós é muito importante”, destaca.
Indústrias, comércio e prestadores de serviço que se adequarem às regras estabelecidas, poderão solicitar a certificação. Será necessário apresentar a documentação exigida e passar por um processo de auditoria para verificação das evidências. Aprovadas, as empresas receberão o “Selo Verde” da prefeitura.
Para o secretário municipal do Meio Ambiente, Valcirlei Silva, a certificação será concedida às empresas que não se limitam a cumprir as normas ambientais: “Será para aquelas que vão além, que tenham programas de economia de energia, que utilizem somente madeira certificada, que não use fontes de energia poluidoras”, enumera. A prefeitura irá divulgar as empresas que conseguirem a certificação. “Elas poderão usar o selo em publicidade, poderão afirmar que são empresas que receberam uma certificação ambiental”, pontua o secretário.
O diretor regional do Ciesp em Bauru, Domingos Malandrino, explica que o objetivo é valorizar quem investe no meio ambiente. “Nosso ponto de partida é que toda a ação de proteção ambiental deve ter uma contrapartida para valorizar a preservação que foi feita. As boas práticas devem ser valorizadas”, destaca.
Para Caio Passianoto, coordenador de meio ambiente do Ciesp de Bauru e diretor adjunto da Diretoria de Meio Ambiente do Ciesp São Paulo, o “Selo Verde” será um incentivo para o setor em Bauru. “Será uma maneira da empresa demonstrar que possui responsabilidade ambiental”, avalia. Também destaca que para renovar o certificado as empresas deverão cumprir metas estabelecidas.

Ganharão o Selo Verde

Empresas que além de cumprirem as normas ambientais, praticarem outras ações como:

• Separar o lixo reciclável;
• Reutilizar água;
• Implantar política de economia de água e energia;
• Plantar árvores;
• Utilizar energia solar;
• Passar a usar fonte de energia renovável;
• Utilizar madeira certificada.

(Fonte: Jornal da Cidade)

 
 
 

26/5/2009
EUA devem estabelecer meta para poluição por automóveis

 
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deve anunciar novas normas para aumentar a eficiência no consumo de combustível por parte dos veículos bem como nas emissões de poluentes, devendo os mesmos tornarem-se 30% mais eficientes.
O programa começará com os modelos novos a partir de 2011, para se aproximar gradualmente da meta até 2016. Entretanto, a expectativa é que os modelos custem cerca de US$ 1.300 a mais.
O governo Obama abriu a iniciativa para essa regulamentação ao declarar que o dióxido de carbono e cinco outros gases prejudiciais ao ambiente são perigosos para a saúde pública e para o bem-estar social. Isso mostra uma mudança de posição em relação ao governo de George W. Bush.
A diretora de energia e questões climáticas da Casa Branca, Carol Browner, confirmou a nova iniciativa, classificando a medida como "verdadeiramente histórica". A estimativa é que 1,8 bilhão de barris de petróleo sejam economizados até 2016, o equivalente a tirar 177 milhões de carros da estrada, afirmou um alto funcionário do governo, que preferiu não se identificar. (Portal Folha Online)
 
 
 

22/5/2009
A CBC Ambiental agrega-se ao projeto “Empresa Amiga” da Fundação Amaral Carvalho

 
A Fundação Amaral Carvalho, localizada em Jaú, é a mais antiga entidade filantrópica privada brasileira de assistência à saúde e promoção do bem-estar, cuja principal missão é cuidar de pacientes carentes com câncer e de suas famílias.
Há mais de 90 anos, a Fundação Amaral Carvalho está entre os maiores centros de oncologia do país, oferecendo mais de 89 mil consultas e oito mil cirurgias à pacientes do SUS por ano. O Corpo Clínico é composto por mais de 130 médicos de 30 especialidades distintas, além de um corpo funcional de 1.600 colaboradores, o que garante atendimento de qualidade à população carente de 422 cidades do Estado de São Paulo, sem filas de espera, resultando em altos índices de resolutividade.
O Hospital Amaral Carvalho, por acreditar na importância do engajamento das pessoas jurídicas em uma causa social, desenvolveu o “Projeto Amiga”, o qual oferece às empresas a possibilidade de participar de uma ação pública. Aderindo-se ao projeto a empresa recebe um certificado de “Empresa Amiga”, tornando possível a ampliação do número de atendimentos de pacientes em tratamento do câncer. Atualmente 487 empresas integram-se ao projeto.
A CBC Ambiental, em conformidade com a sua política de responsabilidade social e ciente da importância desse projeto, recebe o certificado de “Empresa Amiga” da Fundação Amaral Carvalho, contribuindo desta forma para o desenvolvimento de importantes projetos relacionados ao tratamento de câncer, na certeza de estar cumprindo com o seu papel para com o bem estar da sociedade.
 
 
 

20/5/2009
Investimentos ambientais podem evitar desastres com chuvas e secas, defende geógrafa

 
Muitos estragos causados por secas e enchentes, como as que atingiram as regiões Sul, Norte e Nordeste do país, poderiam ter sido evitados, ou pelo menos amenizados, se houvesse tido mais investimentos em políticas públicas ambientais. A avaliação é da geógrafa Mônica Veríssimo, presidente da organização não governamental Fundação Sustentabilidade e Desenvolvimento e do Fórum de ONGs Ambientalistas do Distrito Federal.
As possibilidades de eventos climáticos cada vez mais extremos, apontadas por cientistas, como os do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), devem ser consideradas nos planejamentos dos governos para evitar prejuízos e mortes por causas das secas ou chuvas, segundo Mônica.
A canalização pluvial nas cidades, construções mais resistentes e, principalmente, a manutenção de áreas de preservação permanente (APP), a retirada de casas das margens dos rios e das encostas de morros, são medidas defendidas pela especialista.
Segundo Mônica Veríssimo, as mudanças no Código Florestal, defendidas por representantes do agronegócio para flexibilizar a obrigatoriedade de APPs e reduzir a reserva legal, podem agravar os riscos de repetição de tragédias, como a de Santa Catarina,em 2008.
Além de medidas governamentais, para evitar grandes desastres por causa do clima, é necessário mudanças de comportamento e de hábitos de consumo. A ambientalista sugere o uso mais racional dos recursos naturais, principalmente a água e o descarte correto do lixo.
“É preciso escutar mais o que os cientistas têm a dizer. Os impactos não vão estar somente no futuro dos nossos filhos e netos. Estão num futuro cada vez mais próximo”, ponderou. (Fonte: Portal do Meio Ambiente)
 
 
 

13/5/2009
CBC Ambiental conquista o “Prêmio Excelência Empresarial do CIESP”

 
O CIESP - Centro das Indústrias do Estado de São Paulo divulgou ontem os nomes das quatro empresas vencedoras do Prêmio Excelência Empresarial, as quais participaram nas quatro categorias de avaliação, levando em consideração o porte das mesmas: grande, médio, pequeno e empresa prestadora de serviços, tendo como vencedoras: Tilibra, Incol-Lub, Agroimobiliária Reis e CBC Ambiental, respectivamente.
O prêmio Excelência Empresarial está em sua quinta edição e tem como objetivo avaliar aspectos de responsabilidade sócioambiental, saúde financeira e grau de satisfação de funcionários e clientes.
A CBC Ambiental, premiada na categoria prestadora de serviços, é uma empresa especializada na identificação dos aspectos e impactos ambientais, gestão do meio ambiente e recuperação de áreas degradadas por meio de monitoramento e implantação de processos de remediação.
Os critérios técnicos para a escolha dos vencedores foram baseados no conceito de gestão, através de avaliações de desempenho, as quais incluíram indicadores de faturamento, rentabilidade e liquidez corrente, além de um memorial descritivo com atuação das empresas em ações sociais, abertura de novos mercados e política de capacitação profissional, dentre outros.
As empresas vencedoras de cada categoria disputarão, com as vencedoras de outras regionais, um segundo prêmio, de âmbito macrorregional. No caso dos ganhadores de Bauru, eles concorrem com empresas do grupo que reúne as diretorias regionais do CIESP de Botucatu, Jaú e Marília.
A entrega do prêmio será no dia 29 de maio, durante um jantar em comemoração ao Dia da Indústria, no Bauru Tênis Clube.

Cientes da imensa responsabilidade aliada ao recebimento do prêmio, gostaríamos de dividir mais essa conquista com nossos clientes, parceiros e colaboradores. Temos a certeza de que somente as ações tomadas em nosso cotidiano nos proporcionarão sempre estar em sintonia com a nossa política sócioambiental.
 
 
 

12/5/2009
O Papel nosso de cada dia

 
Uma das atividades mais impactantes do planeta é o alto consumo de papel, sendo a maior parte produzida através métodos insustentáveis.
O consumo mundial de papel cresceu mais de seis vezes desde a metade do século XX, segundo dados do Worldwatch Institute. E nesta escalada de consumo, cresce também o volume de lixo, que é outro grande problema em todos os centros urbanos.
O Brasil é o quarto maior produtor de celulose do mundo, sendo que 100% da produção de papel e celulose utiliza matéria-prima proveniente de áreas de reflorestamento, principalmente de eucalipto (85%) e pinus (15%), Porém, já foi diferente, já que muitas florestas nativas foram consumidas para a produção de papel e muitas populações tradicionais e indígenas foram expulsas para dar lugar a exploração de madeira para a indústria de celulose. Para produzir 1 tonelada de papel são necessárias 2 a 3 toneladas de madeira, uma grande quantidade de água e muita energia.
Já a produção de papel certificado é um grande avanço na redução do alto impacto que esta atividade produz, pois estabelece princípios e critérios que apelam para proteção e preservação da biodiversidade e para o desenvolvimento das comunidades locais, alem de utilizar pasta de papel isenta de cloro em suas operações de produção. Desta forma, o papel certificado tem vantagens enormes sobre o papel branco, não certificado, mas não sobre o reciclado, pois não necessita de novo plantio ou derrubada de árvores, portanto ele tem vantagens sobre o papel branco de origem certificada, que necessitará de novos plantios, por melhor que sejam as práticas em seu plantio e processamento.
Cerca de 50kg de papel reciclado evitam o corte de uma árvore e portanto a necessidade de novas áreas para o plantio, as quais poderiam estar sendo utilizadas para a produção de alimento ou manutenção de floresta nativa e para o seqüestro de carbono atmosférico.
No Brasil, apenas 37% do papel produzido vai para a reciclagem. De todo o papel reciclado, 80% é destinado à confecção de embalagens, 18% para papéis sanitários e apenas 2% para impressão.
O atual desafio é aumentar a produção e construir um mercado mais competitivo para os reciclados.
Para minimizar os danos, consumidores precisam rever seus hábitos e exigir mudanças no modo de produção.
Uma pesquisa do Instituto Akatu revelou que 74% dos brasileiros querem comprar produtos que não degradem o meio ambiente.



Atitudes pró ativas:

• Reduza o uso de papel (e de madeira) o máximo possível.

• Evite comprar produtos com excesso de embalagem

• Ao imprimir ou escrever, utilize os dois lados do papel.

• Revise textos na tela do computador e só imprima se for realmente necessário.

• Dê preferência a produtos reciclados ou aqueles que trazem o selo de certificação do FSC.

• Evite consumir papel cujo branqueamento seja feito com cloro ou hidróxido de cloro (ligue para o SAC das empresas e exija que elas adotem uma produção mais limpa e com controle de efluentes).

• Use filtros, guardanapos e toalhas de pano em vez dos de papel.

• Recuse folhetos de propaganda que não sejam de seu interesse.

• Separe o lixo doméstico e doe os materiais recicláveis para as cooperativas de catadores.

• Organize-se junto a outros consumidores para apoiar ações
socioambientais e pressionar o governo a fiscalizar empresas, criar leis de proteção ambiental e programas de incentivo à produção limpa.

Portanto, o uso de papel certificado deve substituir o uso do papel branco comum, mas não o reciclado.

• Papel reciclado não vem diretamente da floresta, vem de outro papel que um dia já foi árvore

• O objetivo da promoção do uso do papel certificado FSC é o de reduzir e até eliminar os processos destrutivos da produção de celulose predominante. Mas em nenhum momento deve-se abandonar a reciclagem de papel. (Fonte: Portal do Meio Ambiente)

 
 
 

8/5/2009
Brasil propõe "taxa-petróleo" contra o aquecimento global

 
No último dia 24/04 o Brasil propôs a adoção de uma taxa de 10% sobre os lucros da indústria petroleira, cujo objetivo é que os países em desenvolvimento possam financiar os esforços necessários na luta contra o aquecimento global. A proposta foi feita na reunião denominada G8 Siracusa, a qual reuniu os principais países do mundo para discutir, durante três dias, as metas para o aquecimento global.
"Estamos convencidos de que somente a taxa de carbono não será suficiente para financiar as adaptações necessárias para atingir a meta das Nações Unidas de limitar o aumento das temperaturas a 2ºC no fim deste século", afirmou Carlos Minc, o ministro brasileiro do Meio Ambiente, durante uma entrevista à imprensa.
"A indústria internacional de petróleo pode suportar uma taxa como esta sobre seus lucros, e o preço do petróleo, que atingiu picos há um ano e que está em torno dos US$ 50 o barril, não será afetado", observou Minc.
O ministro representa o Brasil, país cuja biodiversidade é a maior do mundo, que está na presidência do grupo dos 17 países em desenvolvimento.
"Os países em desenvolvimento sabem que os países industrializados não atingirão sozinhos as metas de limitar o aumento das temperaturas a 2ºC e que todos devem fazer sua parte na limitação das emissões de CO2", disse Carlos Minc.
O Ministro também explica que houve uma grande desconfiança entre os dois grupos, mas que todo mundo concordou em afirmar que é preciso estabelecer compromissos diferenciados (com objetivos diferentes para os países ricos e os países pobres), recíprocos (cada um dá um passo) e substanciais. (Fonte: Folha Online)
 
 
 

4/5/2009
Plástico Ecológico, sim!

 
Embalagens plásticas degradáveis vem apresentando um crescimento considerável no Brasil e no mundo. Sacolas e embalagens plásticas que se decompõem com rapidez na natureza ganham cada vez mais adeptos. É uma tendência mundial, que visa solucionar problemas reais, tal como o acúmulo de embalagens plásticas no meio ambiente. Estudos e testes científicos comprovam a eficiência das tecnologias e a necessidade por produtos eco-responsáveis.
Debates em torno do uso dos plásticos oxi-biodegradáveis vêm sofrendo informações distorcidas, que o colocam como material que se degrada em pedaços e que não é biodegradável. Infelizmente, esse posicionamento contrário por parte das petroquímicas é caso singular no Brasil. Em todo o mundo, novas e comprovadas tecnologias são aceitas e atestadas por universidades de renome internacional como Pisa (Itália), Universidade Blaise Pascal - Clermont Ferrant (França) e Aston (Reino Unido). Segundo esses laudos, plásticos oxi-biodegradáveis d2w desaparecem por completo. Após sua decomposição, resta apenas água, pequena quantidade de CO2 e biomassa, resultantes da biodegradação..
Plásticos oxi-biodegradáveis d2w se degradam e posteriormente se biodegradam, da mesma forma que os plásticos convencionais. Porém, diferença está no tempo que o processo vai levar, muito mais curto nos plásticos d2w.
Representantes das petroquímicas no Brasil não enxergam que novas tecnologias visam proteger a indústria plástica como um todo, já que podem oferecer ao mercado um produto que continua a ser reciclável, que oferece todas as vantagens e qualidades do plástico, mas que gera menor impacto ambiental quando descartado de forma errada e não é coletado.
Os plásticos d2w são uma alternativa interessante para acelerar a decomposição de toneladas de plásticos lançados no solo, rios e lagos. (Fonte: Portal Meio Ambiente)
 
 
 

28/4/2009
Em seis meses, 500 mil toneladas de lixo e 5,5 mil pneus retirados dos rios

 
A Secretaria Estadual do Ambiente (SEA) realizou um trabalho de limpeza dos rios que resultou, em apenas seis meses, na retirada de 500 mil toneladas de lixo misturado com sedimentos e 5,5 mil pneus de rios do estado. Três projetos estão sendo realizados pela Secretaria e pelo Instituto Estadual do Ambiente para desassoreamento, limpeza, controle de inundações e recuperação ambiental dos rios.
A maior quantidade de detritos vem sendo recolhida no Projeto de Controle de Inundações e Recuperação Ambiental das Bacias dos Rios Botas, Sarapuí e Iguaçu, na Baixada Fluminense. Orçado em R$ 270 milhões, o projeto prevê o desassoreamento, reforma de pontes, construção de praças e arborização e de vias pavimentadas e ciclovias, além do reassentamento de famílias que vivem nas margens dos rios em Belford Roxo, Mesquita, Nilópolis, Nova Iguaçu e São João de Meriti.
O balanço total dos três projetos totaliza 506.023 toneladas de lixo e sedimentos e 5.515 pneus que deixaram de poluir rios do estado.
Para reduzir a quantidade de detritos e lixo jogados nos rios a Secretaria do Ambiente também investe em um trabalho socioeducativo junto às comunidades e também promove atividades de conscientização em comunidades e escolas que incluem prevenção à dengue, exposição com materiais recicláveis e apresentações de teatro e música.
A SEA também faz gestões junto às prefeituras para a melhoria da coleta de lixo, o que contribui para evitar o despejo nos rios. A implantação de consórcios intermunicipais para instalação de aterros sanitários é um dos objetivos do Plano Estadual de Resíduos Sólidos, o qual prevê apoio técnico e recursos para acabar com os lixões a céu aberto, melhorar a eficiência da coleta e incentivar a coleta seletiva. Os municípios que investirem na melhoria da coleta e tratamento de resíduos terão direito a repasses adicionais do estado, através do ICMS Ecológico. (Fonte: Portal Meio Ambiente)
 
 
 

23/4/2009
No dia 22 de abril comemorou-se o dia do Planeta Terra

 
No último dia 22 foi comemorado o dia do Planeta Terra, tendo como principal iniciativa despertar a consciência de todo o mundo sobre como preservar o meio ambiente através de simples medidas cotidianas.
Em 22 de abril de 1970, aconteceu o primeiro protesto contra a poluição do planeta. O Senador norte-americano Gaylord Nelson organizou eventos para discussão e desenvolvimento de projetos sobre o meio ambiente. O movimento ganhou, ano após ano, outros países como adeptos, incluindo o Brasil, que se uniu oficialmente à causa em 1990.
Hoje em dia grande parte dos 510,3 milhões de m² do planeta Terra está sendo destruída por nós, humanos. As florestas estão cada vez mais desmatadas, os rios mais poluídos, o ar mais carregado, o céu mais acinzentado. A consequência disso tudo vem com o aquecimento global, que por sua vez derrete as geleiras, fazendo com que o nível do mar aumente, ameaça a biosfera e contribui para a proliferação de doenças. Esgotos são lançados in natura nas águas, muito lixo é jogado nas ruas e a reciclagem ainda é uma palavra conhecida por poucos.
Existem ONGs, empresas e outras iniciativas públicas e privadas preocupadas em fazer o mínimo que seja para que a Terra saia desta situação. Aproveite esta data para colaborar. Economize energia, evite desperdícios e poluição. Cuide do lixo que você produz.
Para manter o equilíbrio da Terra será necessário ter consciência do que deve ser feito, pois recursos naturais, essenciais para a sobrevivência humana, estão sendo esgotados, podendo não ser mais repostos. (Fonte: Yahoo!)
 
 
 

20/4/2009
Plástico verde economiza 80% mais energia

 
O conselho de administração da Braskem, grupo líder na produção de resinas termoplásticas na América Latina e o terceiro maior produtor das Américas, aprovou R$ 500 milhões para a execução do projeto PE Verde.
A fábrica produzirá 200 mil toneladas por ano de eteno, a matéria-prima básica da petroquímica, porém sintetizado pela desidratação do etanol da cana-de-açúcar, uma fonte de energia renovável. Esse novo etanol dará origem a dois tipos de biopolietileno, 100% verdes: o de alta densidade e o de baixa densidade linear, ambos usados pelas indústrias plásticas.
Por ser elaborado a partir da cana-de-açúcar, o polietileno verde (PE Verde) é capaz de absorver gás carbônico da atmosfera durante o seu processo de elaboração. Desta forma, a fábrica contribuirá para diminuir o efeito estufa, reduzir o aquecimento global. Conforme técnicos da empresa, cada quilo de PE Verde, vindo da cana-de-açúcar, provoca a absorção, pela natureza, de 2,5 quilos de dióxido de carbono, o CO2.
A produção de PE Verde, através do etanol da cana, também irá proporcionar uma economia de energia de 80%, na comparação com os processos tradicionais. Porém, o polietileno verde não é biodegradável na natureza.
Sobre o projeto PE Verde, o presidente da Braskem, Bernardo Gradin, confirma tanto a capacidade de inovar quanto o compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável. (Fonte: Portal Meio do Ambiente)
 
 
 

14/4/2009
Mata atlântica pode ter 150 mil km² restaurados

 
Este mês em São Paulo foi lançado um pacto para restaurar 150 mil quilômetros quadrados da mata atlântica, uma área equivalente ao Estado do Ceará. A meta é recuperar 30% da área original do bioma até 2050. Atualmente, floresta bem preservada corresponde a 7% da cobertura original da mata atlântica. A iniciativa pretende restaurar 10% do bioma original que desapareceu.
Foi desenhado por um grupo técnico um mapa com as regiões onde pode ocorrer a restauração. Solos com pouco potencial agrícola ou às margens de rios receberam prioridade, pois imagina-se que não será difícil convencer agricultores e pecuaristas a reflorestar tais áreas.
Miguel Calmon, coordenador-geral do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, afirma que a iniciativa não apontará infratores do Código Florestal, que desmataram além do permitido. "Não queremos uma caça às bruxas", diz Calmon. "Queremos mostrar que vale a pena para o agricultor recuperar a mata." Explica ainda que o financiamento das iniciativas não virá de filantropia, porém, querem criar mecanismos para que os produtores recebam pelos serviços ambientais prestados pela floresta preservada nas suas propriedades.
A mata atlântica garante o abastecimento de água para quase 130 milhões de pessoas no País. "Também vamos buscar interessados em comprar créditos de carbono", afirma Calmon.
Mais de 50 entidades aderiram, incluindo organizações não governamentais, empresas, universidades e governos. O site www.pactomataatlantica.org.br recolherá as inscrições. O pedido depende de aprovação. A adesão implica cumprimento das diretrizes apresentadas no protocolo do pacto, disponível no site. (Fonte: Portal Meio Ambiente)
 
 
 

14/4/2009
CBC Ambiental Participa de Treinamento na Hidrosuprimentos

 
Assim como ocorre em todos os anos, a CBC Ambiental participou do “Treinamento Prático / Conceitual para Operação e Manutenção de Equipamentos de Amostragem, Monitoramen- to e Remediação” oferecido pela empresa Hidrosuprimentos, no dia 13 de abril, em São Bernardo do Campo. Parceira da CBC Ambiental, a Hidrosuprimentos fornece muitos de nossos equipamentos, garantindo sua qualidade e agregando confiabilidade em nossos serviços.
Durante o treinamento, a equipe pôde obter conhecimentos a respeito da correta utilização dos equipamentos e dos procedimentos de manutenção e limpeza dos mesmos. Além disso, foram apresentadas novas tecnologias na área de remediação e instalação de poços de monitoramento. O principal objetivo foi promover a reciclagem e capacitação, a fim de garantir a melhoria continua na realização de nossos serviços.
 
 
 

9/4/2009
Bucha vegetal para limpeza em geral

 
Para limpeza em geral, use esponjas de bucha vegetal! Esse é o slogan do projeto “A Bucha Vegetal Brasileira”, que pretende substituir as esponjas sintéticas, feitas de petróleo, hoje utilizadas na maioria das casas, estabelecimentos comerciais e indústrias brasileiras, por um produto biodegradável, que limpa sem arranhar e promete economia com uma durabilidade até seis vezes maior.
A esponja é constituída de uma fibra natural que possui diferentes propriedades (isolante térmico e acústico, pouco inflamável e de grande compactação), que se apresenta nas diferentes formas dos frutos da planta Luffa Aegyptiaca, originária da Ásia e trazida ao Brasil com a cultura africana.
Além da fabricação de esponjas, as fibras também podem servir para enchimento de bancos de carro, fabricação de papel, confecção de bonecas e tapetes e como isolante térmico.
As vantagens da bucha vegetal são muitas. Dentre elas, destaca-se a sua biodegradabilidade, já que as buchas sintéticas são feitas de petróleo e após o seu uso são descartadas nos aterros e lixões. Além do mais, as esponjas de bucha vegetal são mais duráveis e podem ser higienizadas, enquanto as sintéticas soltam pedaços e acumulam resíduos e gorduras em apenas poucos dias de uso, transformando-se em verdadeiras colônias de bactérias nas cozinhas e nos banheiros. Para limpar a bucha vegetal e prolongar a sua durabilidade, basta colocá-la de molho uma vez por semana em uma solução de cloro com água por 30 minutos, o que a deixa livre de bactérias e branquinha novamente.
O projeto “A Bucha Vegetal Brasileira” foi lançado em 2001, a partir de uma parceria entre a Sirius Ltda. e a Agência de Desenvolvimento do Vale do Rio Piranga (Agevale). O idealizador do projeto e dono da marca BuchaSirius pretende contribuir para a mudança de hábito da sociedade brasileira a partir de uma idéia simples, a começar pelo aproveitamento que se dá às próprias fibras vegetais. A partir do “mapa de corte da bucha vegetal”, criado por Lanna, aproveitam-se todas as partes da planta, principalmente seu miolo, com grande potencial de fibras, que, segundo ele, normalmente é jogado fora pelos produtores.
O projeto “A Bucha Vegetal Brasileira” não se resume à produção e venda de bucha vegetal e a oficinas educativas, pretende aproximar os pequenos produtores rurais dos mercados consumidores urbanos, com isso oferecendo mais uma opção de renda para a população que vive no campo. (Fonte: Portal do Meio Ambiente)


 
 
 

7/4/2009
Faltam passarinhos, sobram pernilongos

 
Quem mora no interior de São Paulo está convivendo com milhões de pernilongos. Seca? Efeito estufa? Lixo? Falta de passarinho?
Um passarinho come até 150 pernilongos/dia.
Com a falta deles, os pernilongos fazem a festa em nossas casas.
Faltam passarinhos por causa de desmatamento, por causa dos venenos que colocam nas plantações, que são verdadeiras armadilhas para eles, que comem e depois morrem envenenados.
Faltam passarinhos porque a casa de cada um de nós está cada vez mais antiecológica.
São 4 mudanças fundamentais no quesito "jardim":
1) Cada vez mais as casas estão impermeabilizadas. Ou seja, progressivamente os lugares onde existiam plantas (grama, jardim, árvores, etc.) estão sendo cimentados. Isto diminui, obviamente, os espaços onde os passarinhos e outros animais podem encontrar abrigo, alimento etc.;
2) As grandes árvores em frente das casas fazem sombra, refrescam a casa, mas geram folhas (sujeira segundo algumas donas de casa) e diminuem a iluminação dos postes de luz. Ruas com muitas árvores grandes são mais escuras. Por causa do medo de assalto, as árvores, principalmente as grandes, estão sendo cortadas ou não substituídas quando morrem:
ganha-se em luz e menos "sujeira". Hoje são comuns casas sem árvores em suas calçadas.
3) Existem poucas áreas públicas e nestas áreas públicas quase não há árvores nativas. Os passarinhos de sua região estão adaptados a comer frutos de árvores nativas. Por isto é importante que estas árvores tenham preferência na hora de serem compradas e plantadas. Dezenas de espécies de árvores estão desaparecendo.
4) A estética preferida nos jardins atualmente gera um deserto verde: coqueirinhos, coqueirinhos, mais coqueirinhos. Para quebrar um pouco a monocultura de coqueiros, colocam-se outras plantas que não produzem frutos, nem flores e nem dão abrigo aos animais. Ou seja, um deserto verde.
Tudo isto diminui a quantidade de alimentos e abrigo para os passarinhos. Diminui a quantidade deles que se alimentam de pernilongos, que irão à sua casa picá-lo, e que lhe farão acordar à noite.
Para contornar tal incômodo você coloca veneno nos quartos para você e sua família se intoxicarem.
Está na hora de cada um assumir a responsabilidade e transformar sua própria casa em uma área onde a ecologia seja respeitada. (Fonte: Portal Meio Ambiente. Duva L. Steck Brunelli)

 
 
 

2/4/2009
Até 2030 metade da população ficará sem água

 
No último mês, foi realizado em Istambul, na Turquia, o Fórum Mundial da Água. Entre os tantos monumentos que contam a história das civilizações que ergueram Istambul, um está escondido sob a terra. É uma catedral, sustentada por centenas de colunas. Construída não para adoração, mas para fins mais práticos. É uma cisterna, que no período romano estocava 100 milhões de litros de água.
As cisternas estão aqui desde o século 5, são 1.500 anos como prova de que uma das primeiras grandes descobertas da humanidade foi a relação entre água limpa e civilização. Água e desenvolvimento. Mesmo assim, chegamos ao terceiro milênio com um em cada três humanos sem acesso à água limpa, algo em torno de dois bilhões de pessoas ao redor do planeta.
Especialistas que se reuniram em Istambul alertam, diante de 20 mil autoridades e especialistas em água, que, até 2030, a falta de água deve atingir quase metade da população.
Uma das principais causas é o crescimento populacional, pois nasce um bilhão de pessoas a mais a cada dez anos. A maioria nasce nos países mais pobres, mais secos, e com menor acesso a água. A diarréia, provocada pela água contaminada, mata cinco mil crianças com menos de 5 anos a cada dia. Planejar o abastecimento nas grandes cidades tem hoje uma dificuldade que os romanos não encontraram, quando ergueram os aquedutos de Istambul. A agricultura é responsável por 90% da água que consumimos. “Se diminuirmos 10% do consumo da água na agricultura, vai sobrar água para todo o resto”, diz o coordenador do relatório das Nações Unidas sobre a água.
A água, tão essencial à vida, ainda não é reconhecida como um bem comum, como o ar que respiramos. Nas cisternas ainda cheias de mitologia, uma superstição comum ligada às fontes. Um desejo por uma moeda: que a água não nos falte. Fonte: Fantástico, Rede Globo, 22/03/09.
 
 
 

30/3/2009
A Nova Versão da NBR ISO 9001

 
No dia 24 de março, os Gerentes de Qualidade, Eng. Márcio Augusto da Silva, e de Meio Ambiente, Gestora Ambiental Vanessa Yuri Sayki, participaram do treinamento “Up Grade da Norma NBR ISO 9001:2008”, oferecido pela Brisot Consultoria e Planejamento Ltda. Além de atualizar e revisar conceitos, o curso apresentou o processo de up grade da NBR ISO 9001:2008, com as principais mudanças da NBR ISO 9001:2000
As alterações mais significativas foram em relação aos conceitos, de forma a fixar determinados termos e melhorar o entendimento da norma.
O objetivo da participação dos gerentes da CBC Ambiental nesse treinamento visou proporcionar uma reciclagem de conceitos e aprendizado, buscando sempre a melhoria contínua no Sistema de Gestão da Qualidade certificado pela NBR ISO 9001:2000 desde novembro de 2007, adequando o SGQ da empresa aos requisitos da NBR ISO 9001:2008.
 
 
 

30/3/2009
CBC Ambiental participa de Treinamento de Coleta

 
Anualmente, os técnicos do Departamento de Meio Ambiente da CBC Ambiental participam de um Treinamento de Coleta de Amostras no Laboratório São Lucas (ASL Análises Ambientais) em Rio Claro – SP, com o objetivo de se reciclarem e aprenderem novas técnicas de coleta.
Este ano, no dia 25 de março, a equipe do Departamento participou de um treinamento, o qual a credenciou pelo Laboratório São Lucas para a realização de coleta de água de mananciais superficiais e subterrâneos. Assim, a equipe de coleta de amostras da CBC Ambiental está apta e qualificada para a realização de todos os tipos de coleta de água, garantindo a qualidade e preservação das amostras. É importante destacar que o Laboratório São Lucas é certificado pela NBR ISO 9001:2000 e NBR ISO IEC 17025:2005.
A equipe aproveitou a visita para realizar a calibração e aferição de seus equipamentos de medição, além de conhecer o gerenciamento de resíduos implantado e obter maiores informações sobre o projeto social desenvolvido pelo Laboratório.
 
 
 

27/3/2009
CBC Ambiental lança Sistema de Captação de Águas Pluviais

 
Comprometida com seu Sistema de Gestão Ambiental, a CBC lançou recentemente um Sistema de Captação de Águas Pluviais, com capacidade para armazenamento de 3.000 litros. O Objetivo é reduzir o consumo de água e aproveitar a água captada das chuvas para lavagem de veículos, área externa e utilização no jardim.
O Sistema de Captação integra o “Programa Consumo Consciente” do Sistema de Gestão Ambiental da CBC e está entre as melhorias implantadas visando sempre à aplicabilidade dos 3 R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.
Lembrando o dia Mundial da Água (22 de março), a CBC Ambiental busca cumprir seu papel, fazendo sua parte na redução desse recurso renovável que tem se tornado cada vez mais escasso e que é de vital importância para a sobrevivência humana.
 
 
 

26/3/2009
Plantio de árvore leva 350 ao rio Batalha no “Dia da Água”

 
No último domingo, 22 de março, foi realizado, na margem esquerda do rio Batalha (Rodovia Bauru-Ipaussu – SP-225), o plantio de 5.000 mudas de árvores nativas da região, em comemoração ao “Dia Mundial da Água”. Ao todo foram plantadas 95 espécies diferentes, entre elas, sangras d’água, aroeiras, ingás, paineiras e ipês.
O evento foi realizado pelo Departamento de Água e Esgoto (DAE), em parceria com o Fórum Pró-Batalha e com apoio da Spaipa-Vitalev, do Rotary Clube “Parque das Nações” e da Grande Bauru-Baurutrans, contando com a participação de aproximadamente 350 pessoas, entre elas os servidores do DAE, o prefeito Municipal Rodrigo Agostinho, os secretários do Meio Ambiente e da Agricultura, Valcirlei Gonçalves e Zito Garcia, respectivamente, e representantes do Clube dos Desbravadores Alpha Green Ville, do Grupo dos Escoteiros “Guia Lopes”, do Grupo da 3ª Idade do Sesi, do Colégio Educare de Piratininga, do Projeto Verdear – Legião Mirim de Piratininga e do Grupo Jovem Seicho-no-ie – Regional Bauru.
De acordo com Ivan De Marche, presidente do Fórum Pró-Batalha, este é o sétimo projeto de plantio realizado. “A intenção é reflorestar toda a bacia do rio Batalha. Entre cinco e dez anos, as árvores atingirão o porte adulto”, disse.
O plantio busca devolver a água para o leito original do rio. (Fonte: Jornal da Cidade).



A CBC Ambiental também prestigiou o evento, sendo representada pelo seu Diretor, Dr. Caio Cesar Passianoto, acompanhado de seus familiares.

 
 
 

25/3/2009
A água nossa de cada dia

 
Quase toda a água do planeta está concentrada nos oceanos. Apenas uma pequena fração (menos de 3%) está em terra e a maior parte desta está sob a forma de gelo e neve ou abaixo da superfície (água subterrânea). Só uma fração muito pequena (cerca de 1%) de toda a água terrestre está diretamente disponível ao homem e aos outros organismos, sob a forma de lagos e rios, ou como umidade presente no solo, na atmosfera e como componente dos mais diversos organismos.
A quantidade de água doce no mundo está estimada em 34,6 milhões de km3 (ref. 1km3 corresponde a 1 trilhão de litros), porém, somente cerca de 30,2% (10,5 milhões de km3 – água doce subterrânea, rios, lagos, pântanos, umidade do solo e vapor na atmosfera) podem ser utilizados para a vida vegetal e animal nas terras emersas. O restante, cerca de 69,8% (24,1 milhões de km3) encontra-se nas calotas polares, geleiras e solos gelados.
No território brasileiro a água disponível é suficiente para as necessidades do país, apesar da degradação, porém é necessário mais consciência por parte da população no uso da água e, por parte do governo, um maior cuidado com a questão do saneamento e abastecimento.
O Brasil detém cerca 12% da reserva hídrica do Planeta, com disponibilidade de 182.633 m3/s, além de possuir os maiores recursos mundiais, tanto superficiais (Bacias hidrográficas do Amazonas e Paraná) quanto subterrâneos (Bacias Sedimentares do Paraná, Piauí, Maranhão).
Nas cidades, de um modo geral, os problemas de abastecimento estão diretamente relacionados ao crescimento da demanda, ao desperdício e à urbanização descontrolada – que atinge as áreas de mananciais. A baixa eficiência das empresas de abastecimento se associa ao quadro de poluição: as perdas na rede de distribuição por roubos e vazamentos atingem entre 40% e 60%, além de 64% das empresas não coletarem o esgoto gerado. O saneamento básico não é implementado de forma adequada, já que 90% dos esgotos domésticos e 70% dos efluentes industriais são jogados sem tratamento nos rios, açudes e águas litorâneas, o que tem gerado um nível de degradação nunca imaginado.
A água, por ser um bem precioso, essencial aos seres vivos e reconhecidamente de valor econômico, necessita de um manejo racional a partir de um processo de gestão sustentável, caso contrário, corre-se um sério risco de escassez, sem precedentes, de água de qualidade.
No Brasil, a cultura predominante do desperdício de água se contrapõe aos programas e propostas de gestão sustentável dos recursos hídricos, apesar dos inúmeros apelos direcionados para este propósito. (Fonte: http://www.portaldomeioambiente.org.br)
 
 
 

20/3/2009
Bioplástico pode ser a nova fonte de riqueza do agronegócio

 
Quase tudo o que é de plástico pode ser feito a partir de subprodutos da mandioca, cana-de-açúcar, milho e batata.
Os bioplásticos, feitos a partir de mandioca, cana-de-açúcar, milho e batata, podem substituir os plásticos à base de petróleo nos próximos 20 anos. "Da mesma forma que hoje temos usinas de biodiesel, teríamos agroindústrias de bioplástico. É importante destacar que não se trata de uma indústria que irá competir com os alimentos. Por exemplo, a mandioca usada para novos materiais é a brava, que não serve para o consumo. Além disso, haveria aumento de produtividade e ganhos para o agricultor", explica o empresário João Carlos de Godoy Moreira, da Biomater Eco-materiais, empresa incubada no Centro de Desenvolvimento de Indústria Nascentes (Cedin) em São Carlos (SP), que já produz bioplástico.
A substituição do plástico sintético por biodegradáveis é lucrativa também para o meio ambiente, pois para cada quilo de plástico produzido com petróleo, há a emissão de dois a quatro quilos de carbono. Ao contrário, na produção de bioplástico, cada quilo do produto seqüestra de quatro a seis quilos de carbono da atmosfera.
As vantangens continuam: enquanto o plástico sintético demora de 200 a 400 anos para se degradar, os materiais e embalagens biodegradáveis e compostáveis se decompõem em até 18 semanas. Os biodegradáveis também se transformam em adubo juntamente com o lixo orgânico.
Com os biomateriais, é possível confeccionar embalagens e artigos para diversos segmentos da economia, como alimentos, cosméticos, médico-farmacêutico, automobilístico, eletroeletrônicos, agricultura, têxtil.
Segundo João Carlos, esse é um mercado que deve ser considerado por agricultores e indústrias. Trata-se de uma indústria que ainda está na fase da infância. Há 300 empresas no mundo, e a produção chega a 500 mil toneladas ao ano. "É um mercado ainda pequeno, quando comparado com as 200 milhões de toneladas ao ano de plástico sintético produzidos no mundo por ano", destaca. Só o Brasil produz 8 milhões de toneladas de plástico derivados do petróleo no ano.
No Brasil há cinco empresas que já produzem biodegradáveis, e está em processo de formação a Associação Brasileira da Indústria de Polímeros Biodegradáveis Compostáveis (Abicom). A associação tem o objetivo de trabalhar em políticas públicas para que sejam criadas legislação, políticas governamentais para apoio à pesquisa e o desenvolvimento desse mercado. (Fonte: Agência SEBRAE de Notícias. Fotos: BASF )
 
 
 

18/3/2009
Após estiagem, Amazônia não é mais capaz de frear aquecimento global

 
A estiagem no ambiente amazônico em 2005 não afetou apenas a vida dos moradores da região. Com a seca, a floresta, que normalmente absorve carbono, passou a emiti-lo no ambiente.
As sequelas deixadas pela grande estiagem vão durar por décadas. Com menos água, as árvores morreram mais, cresceram menos e a floresta passou a colaborar para a piora do aquecimento global.
"A Amazônia, antes de 2005, absorvia 400 milhões de toneladas de carbono por ano. Durante o fenômeno seca, não absorveu nada e passou a emitir 900 milhões de toneladas de carbono", diz Luiz Aragão, brasileiro, pesquisador da Universidade de Oxford (Inglaterra).
A contribuição da seca de 2005 na Amazônia para o agravamento do aquecimento global não será imediato, afirma Aragão. O carbono que passou a ser emitido pelo sistema não está ainda todo liberado na atmosfera, ele continua preso, por exemplo, em folhas ou galhos mortos, explica.
"A seca acabou jogando mais combustível no sistema. A floresta, de uma forma geral, ficou mais vulnerável. Isso amplia o problema das queimadas, um dos fatores que vão contribuir para que o carbono excedente do sistema vá para o ar", afirma o pesquisador brasileiro. "Esse processo dura décadas."
Outro estudo já publicado pelo mesmo grupo, segundo Aragão, havia mostrado que, em determinadas regiões da floresta, a seca de 2005 aumentou o número de queimadas em 33%.
Segundo ele, o círculo vicioso visto para os meses de seca da floresta em 2005 poderá ficar cada vez mais intenso nas próximas décadas. "Os modelos mostram que a floresta vai ficar mais seca em alguns locais. Claro que esse balanço desfavorável de carbono poderá ser mais frequente", disse.
O resultado disso é que enquanto a seca de 2005 é atribuída a um fenômeno natural, a culpa sobre as estiagens futuras provavelmente vai recair sobre a humanidade.
A foto ilustra uma folha de muda de árvore desnutrida na seca amazônica de 2005; contribuição para agravar o aquecimento global. (Fonte: Folha Online. Foto: Peter Vizthum)
 
 
 

13/3/2009
Novo Ano do Programa OLHAR VERDE

 
No último dia 11 (quarta-feira) foi reafirmada a parceria de apoio ao Programa Olhar Verde, através da assinatura de renovação do convênio, na sede do Ciesp, por parte de representantes do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, das Secretarias Municipais de Educação (SME) e Meio Ambiente (SEMMA), com o apoio da Prefeitura Municipal de Bauru, do Departamento de Água e Esgoto (DAE), da BlueEye Soluções Digitais e da CBC Ambiental.
Após a assinatura deu-se início ao primeiro encontro com o tema Reuso da Água. Os próximos dois encontros serão nos dias 08/04 e 13/05, abordando Produção Mais Limpa e Consumo Consciente, respectivamente.
O projeto é a somatória do trabalho do grupo de Meio Ambiente do Ciesp, coordenado pelo Diretor da CBC Ambiental, o engenheiro Dr. Caio Cesar Passianoto, e de todos os parceiros envolvidos.
O diferencial desta iniciativa é que todo o conteúdo apresentado nos encontros presenciais, realizados mensalmente, está concentrado num site (www.olharverde.com.br), desenvolvido pela BlueEye, o qual traz informações atualizadas, acesso às apostilas, plantão de dúvidas e outros serviços. DAE e SEMMA participam da pesquisa técnica para a elaboração dos temas sugeridos, elaboração de material de divulgação entre outros. "A participação dos dois principais órgãos do município ligados ao meio ambiente veio reforçar ainda mais o trabalho de pesquisa e desenvolvimento da base do projeto que são as apostilas temáticas", afirma Caio Passianoto.
 
 
 

12/3/2009
Contra a poluição, menos carne

 
“Contra o aquecimento global, coma menos carne”. Esta é a mensagem que o diretor do Departamento Federal para o Meio Ambiente da Alemanha, Andreas Troge, lançou à população na Semana Verde, realizada mês passado em uma feira agroalimentar em Berlim.
Segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), a produção de carne é responsável por aproximadamente um quinto das emissões globais de gases do efeito estufa. Um estudo da organização World Wildlife Fund (WWF) estima que 1 quilo de carne de gado exige 16 mil litros de água, contando a ração e a água consumidos até seu terceiro ano de vida.
"Deveríamos repensar nosso grande consumo de carne. As pessoas deveriam voltar à prática dos assados dominicais e se orientar pelos hábitos alimentares dos países mediterrâneos", disse Troge. Na Alemanha, quase 40% das calorias procedem da carne ou de produtos da mesma, enquanto na Itália esse índice é de 25%.
Dados da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade divulgou no ano passado que, 40 milhões de alemães, de uma população total de 82 milhões, com predomínio dos homens (quase 60%) sobre as mulheres (35%), sofrem excesso de peso ou pode se considerar gordo.
O consumo médio atual de carne no mundo é de 100 gramas por pessoa/dia. Mas há grandes disparidades geográficas e sociais, pois nos países desenvolvidos se atingem 224 gramas por pessoa/dia. Um estudo internacional dirigido pela Universidade Nacional da Austrália, em Canberra, propôs há um ano e meio reduzir o consumo de carne para 90 gramas por dia, sem diminuir os 50 gramas de carne vermelha.
Quanto à saúde do planeta, o esterco, a fermentação gástrica e intestinal dos ruminantes ou o desmatamento para criar pastos são os principais focos dos gases que aquecem a atmosfera procedentes do setor pecuarista, sem esquecer os óxidos nítricos produzidos pelos fertilizantes nitrogenados usados para obter ração ou os combustíveis nas fazendas. (Fonte: http://noticias.uol.com.br)
 
 
 

10/3/2009
Pintar os telhados de branco pode reduzir o aquecimento global

 
Pintar o telhado de branco pode ajudar a reduzir o aquecimento global. A medida pode parecer simples para um problema tão sério, mas é o que afirmam pesquisadores do Environmental Energy Technologies Division, dos Estados Unidos. O grupo Green Building Council Brasil criou a campanha One Degree Less que tem o objetivo de diminuir a temperatura nos grandes centros urbanos em 1ºC com duas soluções: coberturas refletivas e tetos verdes.
Segundo os estudiosos, os tetos pintados de cores com reflexão igual ou superior a 0,6 podem refletir em torno de 75% a energia do sol, gerando uma redução do aquecimento das casas e melhorando o conforto térmico do local, com menos calor, menos ar condicionado e menos consumo de energia elétrica. Para os especialistas essa redução pode chegar a 20% com a adoção da medida.
Dados da Universidade de Berkeley, Estados Unidos, mostram que cerca de 25% da superfície de uma cidade é composta de telhados. A maioria dessas coberturas é escura e reflete apenas 20% da luz solar. Se fossem pintados de branco, os telhados compensariam 10 toneladas de emissão de CO2 a cada 100 m2. Segundo pesquisas, uma cidade que colorisse 70% de seus tetos com tintas reflexivas poderia compensar a emissão de poluentes de 11 bilhões de carros por ano.
A outra solução apontada pela organização é a construção de mais green roofs, ou telhados verdes. Essas estruturas são montadas nos tetos de casas e prédios e consiste em criar um jardim no local. As plantas reduzem as ilhas de calor, melhoram o conforto térmico do local e reduzem os níveis de poluição. Uma simulação da Environmental Protection Agency (EPA), mostra que aumentar em 5% a extensão de áreas verdes na cidade de Los Angeles, permitiria baixar a temperatura no verão em cerca de 4 graus e reduzir a poluição em 10%. (Fonte: Portal Ecodesenvolvimento. Foto: Toque Mágico)
 
 
 

5/3/2009
Sol para água limpa

 
Cientistas irlandeses estão utilizando a nanotecnologia para aprimorar um método de baixo custo para a desinfecção da água por meio da luz solar. O objetivo é minimizar os impactos das mudanças climáticas sobre a saúde humana.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1,8 milhão de pessoas, a maior parte crianças com menos de 5 anos, morrem anualmente em decorrência do consumo de água contaminada. Esse quadro deverá se agravar ainda mais com o aquecimento global, de acordo com os relatórios do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).
Estudos coordenados por Patrick Dunlop, professor da Escola de Engenharia da Universidade de Ulster, na Irlanda do Norte, têm o objetivo de desenvolver fotocatalisadores nanoestruturados para aplicação em um equipamento de baixo custo que utilize a energia solar para purificar a água em regiões carentes.
O método, segundo Dunlop, é simples, pois consiste em depositar água em garrafas PET, que são colocadas sob o sol por um período de cerca de 6 horas, normalmente sobre os telhados das casas, antes do consumo. Estudos anteriores mostraram, por exemplo, que crianças com menos de 6 anos que utilizaram água submetida à desinfecção solar tiveram sete vezes menos probabilidade de contrair cólera.
O projeto é realizado em diversos países da África, Sudeste Asiático e América Central, além de Peru, Equador, Bolívia e Brasil, onde foi implantado na comunidade de Prainha do Canto Verde, na região de Fortaleza (CE). (Fonte: Portal do Meio Ambiente)
 
 
 

3/3/2009
Biocombustíveis: solução ou problema?

 

Milhões de pessoas passam fome, enquanto os preços dos alimentos aumentam pelo mundo todo. A terra, que deveria produzir alimentos para seres humanos, está sendo substituída para produzir comida para automóveis, provocando o aumento da demanda crescente por biocombustíveis, acarretando graves problemas sociais e ambientais.
Os biocombustíveis deveriam ser uma alternativa para o consumo do petróleo, recurso não renovável, poluidor e motivador de conflitos sociais pelo mundo. Porém, temos que ter cuidado para que a solução não se torne o problema, pois o crescimento desenfreado da produção de biocombustíveis está trazendo graves conseqüências sociais e ambientais, tais como o desmatamento, a monocultura, grande emissão de carbono e o aumento do preço dos alimentos. Precisamos de padrões globais para garantir que eles sejam produzidos de uma maneira correta, sem comprometer a segurança alimentar da população, sem aumentar a desigualdade social, nem contribuir para o desmatamento.
O tanque de um veículo grande utilitário consome uma quantidade de milho suficiente para alimentar uma pessoa por um ano. Portanto, precisamos de padrões internacionais de produção de biocombustíveis imediatamente.
A conscientização sobre esse problema não vai acabar com a fome do mundo nem parar o aquecimento global, mas já é um primeiro passo, pois já está na hora de confrontar soluções falsas de curto prazo e demandar soluções verdadeiras e sustentáveis. (Fonte: Portal do Meio Ambiente)
 
 
 

26/2/2009
Economizando energia

 
PARA ECONOMIZAR ENERGIA:
- de manhã, deixe as janelas e as cortinas abertas para aproveitar a luz natural;
- se onde você mora o clima ajudar, desligue o ar-condicionado durante o almoço. Com a porta fechada a sala continuará climatizada;
- apague as luzes sempre que sair da sala ou do banheiro;
- use o recurso que o Windows disponibiliza para poupar energia: clique com o botão direito do mouse sobre a área de trabalho > selecione Propriedades > Proteção de Tela > Energia > Hibernar > Ativar Hibernar.
PARA ECONOMIZAR ÁGUA:
- comunique à administração se uma torneira estiver com vazamento. Uma torneira pingando pode representar a perda de até 16 mil litros de água por ano!
- escove os dentes com a torneira fechada (durante dois minutos uma torneira aberta pode gastar aproximadamente 13,5 litros de água);
- deixe acumular roupa suja e apenas use a máquina de lavar quando ela estiver bem cheia;
- ao limpar o aquário, aproveite a água para regar as plantas. Esta água está enriquecida com nitrogênio e fósforo, e as plantas vão adorar! Mas, de modo algum, derrame no ralo da pia.
- regue suas plantas sempre de manhã cedo, evitando que a água evapore com o calor do dia.
PARA ECONOMIZAR PAPEL:
- guarde seus arquivos em CD's ao invés de mantê-los em versão impressa, mas não esqueça de fazer cópias de reserva;
- aproveite bem o papel usando a frente e o verso das folhas;
- utilize e-mail para comunicar-se;
- releia o texto que for imprimir para certificar-se de que não será preciso repetir essa operação;
- use os recursos de impressão para economizar papel (frente e verso, duas páginas em uma folha, por exemplo);
- reaproveite papel para fazer rascunhos e blocos de anotação. Depois de usado e reusado o papel poderá ser reciclado!
As lixeiras de coleta seletiva, apresentam e quatro cores diferentes e devem receber apenas material reciclável. Veja o que pode ser colocado em cada uma delas:
AZUL = papel
Recicláveis: jornais, revistas, papel de fax, rascunho, cartazes, envelopes.
Não recicláveis: papel carbono, fotos, guardanapos, papel higiênico, etiquetas adesivas.
VERMELHO = plástico
Recicláveis: copos descartáveis, embalagens PET, frascos de produtos, brinquedos.
Não recicláveis: tomadas, embalagens metalizadas, isopor, espuma.
AMARELO = metais
Recicláveis: latas, arame, embalagens de congelados, pregos, tampinhas de garrafa.
Não recicláveis: clipes, grampos, latas de tinta, aerossóis.
VERDE = vidro
Recicláveis: garrafas, copos, frascos.
Não recicláveis: espelhos, lâmpadas, pirex, porcelana, lentes de óculos, louças. (Fonte: Portal do meio ambiente)
 
 
 

20/2/2009
CBC Ambiental realiza Dia de Treinamento

 
O dia 19 de fevereiro foi marcado como um Dia de Treinamento para os funcionários da CBC Ambiental. A equipe participou de treinamentos sobre o Sistema de Gestão Ambiental (SGA), Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) e Segurança do Trabalho, os quais foram realizados pelos responsáveis dos respectivos departamentos.
No treinamento do SGA, com o objetivo de conscientizar e informar os funcionários, além da apresentação das problemáticas ambientais atuais, foram abordados conceitos sobre meio ambiente, aspectos e impactos ambientais e os programas implementados de consumo consciente, finalizando com uma abordagem da NBR ISO14001, foco da certificação para o presente ano.
Já no treinamento do SGQ, foram abordados os conceitos da Política da Qualidade da CBC Ambiental, apresentado um panorama geral da empresa, organograma com as etapas de cada serviço executado, funções específicas de cada departamento, além dos últimos resultados das metas e objetivos atingidos. Destaca-se que a CBC Ambiental possui, desde novembro de 2007, a Certificação ISO 9001, a qual garante a qualidade em todos os serviços prestados.
E finalmente, no treinamento de Segurança do Trabalho, foram apresentados os tipos de riscos de acidentes, os limites toleráveis de exposição a ruídos e informações de combate a incêndio, ressaltando a importância da utilização correta dos EPI (Equipamento de Proteção Individual) na realização dos serviços. Além disso, foram abordados temas como utilização de celular, aparelhos de fone de ouvido, os perigos do alcoolismo e tabagismo, além de informações importantes sobre educação no trânsito.
Todos os treinamentos são realizados periodicamente a fim de reciclar conceitos já transmitidos e capacitar os novos funcionários contratados. O objetivo principal é conscientizar a todos a respeito da importância da contribuição individual no trabalho em equipe, para que a melhoria dos serviços seja sempre com o foco no cliente, considerando os aspectos ambientais e trabalhando em um ambiente saudável e seguro.
 
 
 

20/2/2009
Celulares "verdes" são tendência para 2009

 
O Greenpeace divulgou nesta semana o relatório "Green Electronics: The Search Continues", que aponta os eletrônicos mais ecológicos do mercado, levando em conta aspectos como, gasto de energia, reciclagem e toxicidade dos químicos usados na fabricação dos aparelhos. O título de "celular mais verde" ficou com o modelo F268 da Samsung, que não contém materiais tóxicos, tais como o PVC.
A "onda verde" tem crescido com força entre as fabricantes de telefones celulares. Recentemente, durante a CES 2009 (Consumer Electronics Show), a Motorola apresentou o W233, feito a partir de garrafas plásticas recicladas. Já a Samsung, em seu modelo W510, por exemplo, é feito de materiais naturais extraídos do milho. O cuidado não fica restrito somente aos aparelhos: o Nokia 3110 Evolve, por exemplo, usa materiais recicláveis também em sua embalagem.
O Samsung F268, primeiro colocado no ranking de celulares ecológicos do Greenpeace, assim como todos seus acessórios, não é feito com PVC ou BFRs (retardantes de chamas à base de bromo), substâncias prejudiciais ao meio-ambiente e que costumam ser usadas na fabricação de celulares.
Para o Greenpeace, a maioria dos aparelhos submetidos à avaliação mostra que é possível diminuir consideravelmente o uso de substâncias tóxicas em sua fabricação e observa que houve grandes avanços no desenvolvimento de celulares "verdes", principalmente em relação ao uso de químicos, uma tendência que deve crescer em 2009. (Fonte: Portal Terra)
 
 
 

17/2/2009
Lata de aço é embalagem 100% sustentável

 
Além de poder retornar infinitas vezes ao processo produtivo, a fabricação do aço apresenta baixo consumo de energia e água, quando comparado a outros materiais de embalagem.
A embalagem tem papel fundamental na criação de um produto chamado de “sustentável”.
Para uma embalagem tornar-se sustentável, ela precisa trabalhar em conjunto com o produto para maximizar seu uso e minimizar a geração de resíduo. Além disso, ela não pode ter efeitos indesejáveis ao meio ambiente, os quais possam reduzir a qualidade de vida das próximas gerações. A embalagem de aço cumpre categoricamente esse papel e por isso pode ser tratada como uma embalagem sustentável.
A Lata de aço é considerada sustentável porque é reciclável, reutilizável, trabalha constantemente a redução nos níveis de CO2 no processo de fabricação e a maximização do índice de reciclagem, limita o uso de combustíveis fósseis e ainda avança tecnologicamente na redução do peso da lata para que se gerem menos resíduos pós-consumo.
Dentre as opções de material para embalagens, o aço sai na frente com suas inúmeras vantagens. A primeira vantagem, que só a lata de aço tem, é a extrema facilidade de separação entre materiais orgânicos e não orgânicos pela atração magnética, facilitando a seleção de resíduos. Além disso, a lata de aço é 100% reciclável, pois pode retornar infinitas vezes ao processo de fabricação sem que perca as características mecânicas do material. A lata de aço de hoje pode virar o carro de amanhã, depois a geladeira, depois uma nova lata e assim por diante.
A cada ano, são recicladas no mundo 385 milhões de toneladas de latas de aço, ou seja, a cada dia mais de 1 milhão de toneladas são recicladas. A economia de energia também impressiona: a cada 75 embalagens de aço recicladas, salva-se uma árvore que, sem isso, estaria sendo transformada em carvão vegetal. A cada 100 embalagens de aço recicladas, poupa-se o equivalente a uma lâmpada de 60W acesa por uma hora.
No Brasil, atingimos no último ano, 49% do índice de reciclagem das latas de aço, o que representa mais de 290 mil toneladas de aço retornando ao processo de fabricação do material. Países como Alemanha, Holanda e Áustria chegam a reciclar quase 80% do total de embalagens de aço pós-consumo.
A produção do material aço para embalagem apresenta baixíssimos níveis de consumo de água e energia, quando comparado a outros materiais. A fabricação do aço consome 3 vezes menos energia que a fabricação do alumínio, e cerca de 9 vezes menos água que a fabricação do papel. A redução no peso da embalagem também vem sendo trabalhada para que minimize a geração de resíduos, contribuindo para a sustentabilidade da cadeia. (Fonte: Portal do Meio Ambiente. Imagem: Press à Porter Gestão de Imagem)
 
 
 

12/2/2009
Energia eólica cresce 28,8% em 2008

 
Os investimentos no setor de energia eólica no ano passado foram de US$ 155 bilhões e somente os EUA tiveram um aumento de 50% na produção, ultrapassando a Alemanha como líder mundial no setor.
Os projetos em energia eólica completados em 2008 nos Estados Unidos foram equivalentes a 42% de toda a nova energia adicionada ao potencial do país. Também foram responsáveis pela criação de 35 mil novos empregos.
Já a China conseguiu dobrar sua capacidade instalada, passando de 6,3 GW para 12,2 GW. De todos os investimentos em energia eólica no mundo, um terço foi aplicado no continente asiático.
Para este ano, a previsão é que o setor mantenha o ritmo, tendo novamente um crescimento de 100%. A esta velocidade, a China deve chegar em 2010 como o segundo maior produtor de energia eólica, com cerca de 30GW produzidos.
Cada vez mais a energia dos ventos se torna um importante fator na economia global. Apenas o mercado de turbinas teve seu valor avaliado em US$ 47,5 bilhões em 2008.
"Assim como a energia eólica é útil para o meio ambiente, é também para a economia. A indústria dos ventos já criou mais de 400 mil empregos ao redor do mundo e se a crise não se agravar muito, teremos cada vez mais investimentos, já que os preços dos combustíveis fósseis estão cada vez mais altos e voláteis", afirma o presidente da GWEC, Arthouros Zervos.
Ainda segundo a GWEC, com o devido apoio, seria possível atingir uma meta de emissões de 1,5 bilhões de toneladas de CO2 no ano de 2020. A estimativa é que o mundo emita mais de 25 bilhões de toneladas por ano. (Fonte: Portal do meio ambiente).
 
 
 

10/2/2009
Loblaws começa a cobrar pelo uso das sacolas plásticas

 
Uma rede de supermercado no Canadá, o Loblaws, começou a cobrar desde o dia 12 de janeiro, U$0,05 por cada sacola plástica. Isso ocorreu porque em dezembro de 2008, a cidade de Toronto aprovou uma decisão controversa de taxar os consumidores com esse valor por cada sacola utilizada. Com a finalidade é limpar o meio ambiente, a cobrança entrará em vigor dia 1º de junho de 2009.
O Brasil também está nessa guerra. Tramita na Assembléia Legislativa de Mato Grosso, um projeto de lei voltado à conscientização e preservação do meio ambiente. A proposta, de autoria do deputado João Malheiros (PR), proíbe a oferta de sacolas plásticas destinadas a embalagens de produtos nos estabelecimentos comerciais do Estado. Além da proibição, o projeto prevê o controle do preço e a espessura das embalagens. Elas só poderão ser adquiridas com valor igual ou superior a R$0,10 (dez centavos), com medida igual ou superior a 0,5 milímetros. As embalagens fabricadas com materiais ambientalmente corretos, como as confeccionadas com papel, tecidos e plásticos oxi-biodegradáveis, não serão proibidas. Do valor arrecadado com a venda das embalagens, 50 % deverão ser depositado no Fundo Estadual de Meio Ambiente - FEMAM.
As sacolas plásticas foram inventadas em 1862 como uma revolução para o comércio por sua praticidade e preço. Apesar de antiga, o seu uso explodiu no Brasil a partir da década de 80, contribuindo para a filosofia do “tudo descartável”. Elas são um dos grandes vilões do meio ambiente e apenas agora a sociedade vem se dando conta disso. Pesquisas apontam que no Brasil aproximadamente 9,7% de todo o lixo é composto por sacolas plásticas.
O “saquinho plástico” é um derivado do petróleo, substância não renovável, feita de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD) e sua degradação no ambiente pode levar séculos – a quarta geração de um usuário desse produto pode no futuro se deparar com uma embalagem jogada fora hoje.
Além disso, a produção do plástico é ambientalmente nociva. Para produzir uma tonelada do material são necessários 1.140 kw/hora (esta energia daria para manter aproximadamente 7600 residências iluminadas com lâmpadas econômicas por 1 hora), sem contar a água utilizada no processo e os dejetos resultantes.
Menos de 1% dos sacos plásticos são reciclados. É mais caro reciclar um saco do que produzir um novo. Informações fornecidas pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos revelam que são consumidos anualmente de 500 bilhões e um trilhão de sacos plásticos ao redor do mundo. (National Geographic 02/09/2003).
Países como Bangladesh; China; Irlanda Ruanda; Israel; Canadá; Índia, Botswana, Quênia, Tanzânia, África do Sul, Taiwan e Singapura já proibiram ou estão prestes a proibir o uso dos sacos plásticos gratuito. (Fonte: Brasil News)

 
 
 

6/2/2009
Aquecimento global durará mil anos, diz estudo

 
O aquecimento global é irreversível e, mesmo se todas as emissões de gases-estufa fossem cortadas a zero, as temperaturas continuariam elevadas por mil anos, causando secas graves em regiões como o Nordeste do Brasil. A conclusão é de um estudo publicado na última semana (27/01) por uma das principais cientistas do IPCC, o painel do clima das Nações Unidas.
Escrevendo no periódico "PNAS", da Academia Nacional de Ciências dos EUA, a climatologista americana Susan Solomon e colegas afirmam que um aquecimento médio de 2ºC da superfície terrestre reduziria as chuvas no inverno em 10% no Nordeste brasileiro e no sul da África, e em 20% na bacia do Mediterrâneo e na Austrália. Esse efeito deve perdurar até depois do ano 3000.
Segundo o novo resultado, a mudança climática é "irreversível" por mil anos depois que as emissões cessam porque, apesar de o gás carbônico persistir por apenas um século na atmosfera, o oceano continua reemitindo calor por séculos.
"As pessoas imaginavam que, se nós parássemos de emitir dióxido de carbono, o clima voltaria ao normal em 100 ou 200 anos. Isso não é verdade", disse Solomon, em uma entrevista coletiva.
Segundo os pesquisadores, a única conclusão possível é a óbvia: cortar mais e mais as emissões. "Taxas de desconto usadas em estimativas econômicas assumem que uma mitigação mais eficiente pode ocorrer em um mundo mais rico, mas ignoram a irreversibilidade mostrada aqui." (Fonte: Folha Online)
 
 
 

4/2/2009
Amazônia sofreu destruição de 17% em cinco anos, diz ONU

 
Um relatório prestes a ser divulgado pelo Pnuma (Programa da ONU para o Meio Ambiente) aponta que 17% da Floresta Amazônica foram destruídos em um período de cinco anos, entre 2000 e 2005.
A informação foi noticiada pelo jornal francês "Le Monde”, na quinta-feira (29/01) e foi confirmada à "BBC Brasil" pelo Pnuma.
Segundo o jornal, durante este período, foram queimados ou destruídos 857 mil km² de árvores, o equivalente ao território da Venezuela.
A maior parte do desmatamento ocorreu no Brasil, porém os outros sete países que também abrigam a floresta estão sendo responsabilizados pelo Pnuma, com exceção da Venezuela e do Peru.
"A progressão das frentes pioneiras na Amazônia e as transformações que elas introduziram são tantas que o movimento de ocupação dessa última fronteira do planeta parece irreversível", disse o órgão da ONU ao "Le Monde".
Além do desmatamento, a grande corrida pela apropriação das gigantescas reservas de terra e das matérias-primas da região também tem um papel importante na deterioração da Amazônia, segundo o jornal.
"O modelo de produção dominante não leva em conta critério algum de desenvolvimento sustentável, conduz à fragmentação dos ecossistemas e à erosão da biodiversidade", afirmou o Pnuma.
A entidade também condenou a situação das populações que habitam a floresta, informando que as mesmas vivem uma situação de grande pobreza. "A riqueza retirada da exploração dos recursos naturais não é reinvestida na região", disse.
O Pnuma prevê que o relatório final, com mais dados ainda sigilosos, seja divulgado durante o encontro anual de seu conselho administrativo, marcado entre 16 e 20 de fevereiro em Nairóbi, no Quênia. (Fonte: Folha Online)
 
 
 

29/1/2009
Estudo lista mudanças de hábitos que ajudam a combater aquecimento global.

 
Comer menos carne, limitar as viagens, aceitar o calor no verão e o frio no inverno: mudanças de hábitos também ajudam a combater o aquecimento global, segundo um estudo apresentado nesta segunda-feira em Bruxelas.

"Modificar os hábitos será complicado", admitiram os especialistas da consultoria McKinsey neste estudo, apresentado na presença do comissário europeu para o Meio Ambiente, Stavros Dimas.
Contudo, segundo eles, estes pequenos gestos do dia a dia podem permitir evitar rejeitar na atmosfera de 3,5 a 5 bilhões de toneladas de gás carbônico até 2030.
O estudo lista 200 ações possíveis para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, dentre os quais o CO2, limitando o aquecimento do planeta a 2 graus Celsius em 2030.
"Reduzir o número de viagens de negócios e os deslocamentos privados, trocar o carro pelo trem, aceitar diminuir o ar condicionado ou o aquecedor e limitar o consumo de carne", são algumas opções, segundo os autores do estudo.
Entretanto, a maior parte dos esforços deve se concentrar na eficiência energética nos transportes e na construção, no desenvolvimento de fontes de energia não fósseis, como os biocombustíveis e no combate ao desmatamento. (Fonte: www.ultimosegundo.ig.com.br)
 
 
 

27/1/2009
Pesquisadores querem proteção especial ao ipê

 
"O ipê é o novo mogno”, e, se não for protegido, como a famosa árvore de madeira vermelha, tende a ter um fim trágico. O alerta aparece em artigo na revista científica "Biological Conservation".
Os pesquisadores estimam, baseados em dados oficiais do governo, que só em 2004, cerca de 1,1 milhão de m3 de ipê foram explorados para gerar 167 mil m3 de madeira exportada. "Essas estimativas são comparáveis aos volumes de mogno extraídos da Amazônia brasileira durante a corrida pelo mogno no final da década de 1980 e começo dos anos 1990", ressalta o artigo, cujo autor principal é Mark Schulze, da Escola de Recursos Florestais e Conservação da Universidade da Flórida (EUA).
Outro problema é a baixa regeneração da árvore. De acordo com o professor de reprodução e genética florestal da USP (Universidade de São Paulo) Paulo Kageyama, espécies raras como ipê e mogno "só se regeram sob clareiras pequenas", menores do que 1.000 m2.
Após campanhas de proteção do mogno, como a feita pelo Greenpeace em 1996, o governo federal decretou a primeira moratória para novos projetos de exploração da espécie, e em 2003, passou a vigorar a inclusão do mogno no anexo 2 da Cites (Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas), que exige uma exploração legal e comprovadamente sustentável. São responsabilizados os países produtores e os consumidores pelo controle compartilhado do comércio, o que contribui para reduzir o contrabando. Na prática, houve a proibição do comércio do mogno no país. Adalberto Veríssimo, pesquisador do Imazon, concorda que o ipê deve ser protegido, adotando-se o princípio da precaução. Segundo ele, essa madeira é excepcional - durável, estável, aguenta bem a chuva, mas ressalta que seu repovoamento na floresta é muito difícil. (Fonte: Portal REMADE / Folha Online).
 
 
 

22/1/2009
Verão favorece a economia de energia

 
Com a chegada do verão, os dias ficam mais claros e longos. Essa luz natural, que é aproveitada por muitos para o lazer após o trabalho, também é uma ótima oportunidade de economizar energia elétrica em casa, evitar o desperdício e garantir a redução do valor da conta no final do mês.
Para o presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, Carlos Reis, o consumo consciente de energia precisa ser adotado pela população para que não haja riscos de esgotamento da capacidade de fornecimento, o que poderia gerar outro “apagão”, a exemplo do que ocorreu em 2001.
Embora, na teoria, o verão seja visto como a estação da economia de energia, não é bem isso que ocorre na prática. O chuveiro elétrico é um exemplo dessa contradição. Com o calor, a maioria das pessoas ajusta a temperatura dos chuveiros para o modo “verão”, que gasta menos energia. Porém, a tendência é de que os banhos diários sejam mais constantes e longos, aumentando o consumo de energia.
Outra armadilha é a geladeira. O abrir e fechar da porta faz com que o ar quente do ambiente fique aprisionado no eletrodoméstico e, para resfriar esse ar e manter conservados os alimentos acondicionados, o motor da geladeira precisa trabalhar mais. Dessa forma, aumenta o consumo de energia.
O ventilador e o ar-condicionado, irresistíveis nessa época do ano, também são vilões do consumo de energia no verão. Já as lâmpadas incandescentes podem ser trocadas pelas fluorescentes, que duram até dez vezes mais e consomem menos energia.
O chuveiro e a geladeira são os eletrodomésticos que mais somam gastos na conta. Responsável por 25% da energia utilizada em uma residência, o chuveiro pode ter o consumo reduzido em 30% se estiver na posição “verão”.
Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Conservação de Energia (Abesco), a média de desperdício anual brasileiro é de cerca de 12,6 bilhões de MW/h, volume suficiente para abastecer a cidade do Rio de Janeiro por um ano, o que corresponde a R$ 11 bilhões. (Fonte: Jornal da Cidade, 16/01/2009. Foto de: Lucio Piton da Folha Imagem)
 
 
 

20/1/2009
Plantas que refletem mais luz ajudam a combater aquecimento

 
A agricultura pode ser um grande aliado para evitar o aquecimento global. E uma forma "realista e prática" para combater os efeitos drásticos das mudanças climáticas é optar por cultivar as variedades de plantas que refletem mais a luz solar. A idéia é defendida por pesquisadores da Universidade de Bristol, no Reino Unido. Segundo eles, a iniciativa poderia esfriar em 1ºC a temperatura média do verão na América do Norte, na Europa e na Ásia. Pode parecer pouca coisa, mas cientistas prevêem que, se houver um aumento da temperatura em mais de 2ºC, por exemplo, poderão ficar mais frequentes as secas graves, tormentas e inundações.
Segundo os pesquisadores, algumas plantas cultiváveis têm mais "albedo", refletem mais luz solar de volta para o espaço do que outras. Ampliá-las, ajudaria a resfriar a Terra.
Uma plantação cultivada normalmente já tem mais albedo do que uma floresta nativa, porém derrubar árvores não é bom negócio, porque quando elas se decompõem provocam uma grande emissão de carbono e gases de efeito estufa para a atmosfera. A substituição de uma planta cultivada por outra, porém, não teria esse efeito negativo, e pode ser considerada.
O novo estudo afirma que a adoção de plantas mais reflexivas não prejudicaria a produção de alimentos no mundo. A escolha poderia se dar entre variedades da mesma planta, levando em conta o albedo de cada uma e não a troca de uma espécie por outra.
Essa "biogeoengenharia" é mais barata e viável do que planos mirabolantes de lançar partículas resfriadoras na atmosfera ou construir um guarda-sol gigante no espaço, afirmam os cientistas. (Fonte: Folha Online)
 
 
 

15/1/2009
Preservar florestas é solução contra o aquecimento global, dizem cientistas

 
O desmatamento, a caça e outras atividades humanas, ameaçam seriamente as florestas tropicais, as quais constituem a essência da luta contra o aquecimento global e preservação da biodiversidade terrestre, insistiram cientistas nesta segunda-feira (12), em Washington.
"Estou muito preocupado com a situação das florestas tropicais devido a seu elevado nível de destruição", afirmou William Laurance, cientista do instituto de pesquisa tropical Smithsonian, no Panamá. Segundo ele, a cada minuto desaparece uma área de selva virgem equivalente a cinquenta campos de futebol, e isto acontece num contexto de mudanças no meio ambiente, aquecimento global e modificação do regime de chuvas nos trópicos.
Laurance é autor de um dos informes apresentados em um simpósio em Washington, organizado pelo Museu Nacional Smithsonian de História Natural, dedicado a estudar as ameaças a florestas tropicais.
O desmatamento nos trópicos é responsável por cerca de 20% das emissões mundiais de gases de efeito estufa, estimam os cientistas. Laurance cita, além disso, a caça intensiva e a situação de emergência, por causa do desmatamento. (Fonte: Folha Online)
 
 
 

13/1/2009
Aquecimento provocará crise alimentar, diz estudo

 
Metade da população mundial pode sofrer com a falta de comida até 2100, caso nada seja feito para adaptar a Terra ao aquecimento global, segundo alerta publicado em estudo na revista "Science".
De acordo com o artigo, no final deste século, há probabilidade de mais de 90% das regiões tropicais e subtropicais conviverem com temperaturas mais altas do que os recordes de calor do século 20, afetando as plantações e comprometendo a produção de alimentos.
Nos trópicos, as temperaturas mais elevadas poderão comprometer de 20% a 40% a produção das principais culturas, como milho e arroz. Cada 1ºC a mais na temperatura pode significar uma redução média de produtividade agrícola entre 2,5% e 16%.
Segundo o principal autor do estudo, David Battisti, da Universidade de Washington, a temperatura vai causar uma pressão enorme para a produção de alimentos e a pesquisa nem leva em conta, por exemplo, os problemas de abastecimento de água que serão provocados pelo aquecimento.
No ano passado, pesquisadores da Embrapa (Empresa Brasileira de Agropecuária) e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) apresentaram um estudo sobre os reflexos da mudança climática para a agricultura brasileira.
Segundo a pesquisa, o maior prejuízo ocorrerá nas plantações de soja. A área adequada ao grão diminuirá 34% até 2050 e a soja deve sumir, por exemplo, de grande parte do Rio Grande do Sul.
O aquecimento global também vai reduzir as áreas para lavouras de café (queda de 17% na área de potencial cultivo), de girassol (-16%), de milho (-15%), de algodão (-16%), de arroz (-12%) e de feijão (-10%). Por outro lado, só a cana será beneficiada neste cenário. (Fonte: Folha Online)


 
 
 

8/1/2009
RETROSPECTIVA 2008 – Tragédias climáticas foram observadas por todo planeta

 
O ano de 2008 foi marcado por estudos, alertas e debates em relação às mudanças climáticas. Em janeiro, a Cruz Vermelha alertou que as mudanças climáticas agravam desastres, já que dificultam o acesso à água potável e aos alimentos, além de disseminarem doenças como a malária e a dengue. Em março, a Organização das Nações Unidas (ONU), fez um apelo por ações imediatas para evitar que a situação da água potável no planeta piore ainda mais. Em maio, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estudou o impacto das mudanças climáticas e concluiu que o Brasil sofrerá com a perda de biodiversidade, enchentes – devido ao aumento da incidência de chuvas e ao avanço do mar e limitação da área litorânea, principalmente no Nordeste.
No Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, a ONU pediu ao mundo para deixar de lado o “vício de produzir dióxido de carbono (CO2)”, conclamando a todos que participassem do combate às mudanças climáticas.
Em julho, o Índice de Vulnerabilidade à Mudança Climática, elaborado por uma consultoria de risco britânica, analisou a capacidade de 168 países de suportar e se adaptar aos efeitos do fenômeno. O Brasil foi considerado o 42º país menos vulnerável ao impacto das mudanças climáticas. Na capital de Gana, Acra, os representantes de 160 países se dividiram a respeito de como compensar os países que reduzirem o desmatamento, responsável por até 20% das emissões de gases do efeito estufa. Em setembro, o relatório britânico "Mudanças Climáticas: Um Assunto de Todos", avaliou os benefícios econômicos e os custos de diferentes opções para reduzir as emissões de gases de efeito estufa até 2030. Em dezembro, o ministro Carlos Minc propôs a criação do Fundo de Compensação de Mudanças Climáticas para financiar pesquisas tecnológicas e programas de adaptação do País.
As tragédias climáticas foram fortes em 2008. Em fevereiro, tempestades e 80 tornados deixaram 54 mortos nos Estados Unidos. O ciclone Ivan matou 44 pessoas em Madagascar. Em outubro, Minas Gerais sofreu com as chuvas e a estiagem, a exemplo também do Rio Grande do Sul, assim como Espírito Santo e Rio de Janeiro, que enfrentaram tempestades.
Porém, a grande catástrofe nacional aconteceu em Santa Catarina. A chuva deixou um rastro de mais de 100 mortos, mais de 27 mil pessoas desabrigadas e cidades destruídas. (Fonte: www.ambientebrasil.com.br)
 
 
 

6/1/2009
2009 será um dos anos mais quentes já registrados na história

 
Este ano será um dos cinco mais quentes já registrados, segundo cientistas climáticos britânicos, em pronunciamento feito no último dia 30 dezembro. A temperatura média mundial de 2009 deverá ficar 0,4 graus Celsius acima da média de longo prazo, apesar do resfriamento contínuo de grandes áreas do Oceano Pacífico, fenômeno conhecido com La Niña.
Portanto, seria o ano mais quente desde 2005, de acordo com os pesquisadores do Met Office, os quais também disseram haver probabilidade crescente de temperaturas recordes neste ano.
Atualmente, o ano mais quente já registrado foi o de 1998, o qual teve temperaturas médias de 14,52 graus Celsius - bem acima da média de longo prazo entre 1961 e 1990, de 14 graus Celsius. O calor daquele ano fora fortemente influenciado pelo El Niño, um aquecimento anormal da superfície do oceano no Pacífico tropical. Existem inúmeras teorias sobre os mecanismos que causam El Niños e La Niñas, mas os cientistas concordam que esses fenômenos desempenham um papel cada vez mais importante nos padrões do clima do planeta.
O professor Phil Jones, diretor de pesquisa climática da Universidade de East Anglia, disse que o aquecimento global não foi embora, a despeito do fato que em 2009, como em 2008, recordes não serão quebrados. Ele observou que a temperatura média entre 2001 e 2007 foi de 14,44 graus Celsius, 0,21 graus Celsius mais quente que os valores correspondentes entre 1991 e 2000. (Fonte: Estadão Online)
 
 
 

30/12/2008
Estudo aponta desperdícios na lavagem de louça

 
O hábito de lavar com água corrente pratos, talheres e panelas, usando um detergente líquido e esponja umedecida, chega a consumir sete vezes mais água do que o uso de uma lava-louças automática. Dados revelados por uma pesquisa realizada a pedido da Reckitt Benckiser, multinacional anglo-holandesa, que investigou os costumes de pessoas em 10 países na Europa durante a lavagem manual da louça da cozinha e os comparou ao desempenho médio de uma lava-louças elétrica.
O europeu utiliza em média 103 litros de água durante 79 minutos para lavar os itens de cozinha com as mãos. Já a máquina lava-louças utilizou apenas 22 litros de água em 15 minutos para limpar e higienizar a mesma quantidade de itens. Uma economia de aproximadamente 80% no consumo de água e de tempo, atributos considerados importantes para 35% dos entrevistados. (Fonte: www.aguaonline.com.br)
 
 
 

23/12/2008
Plantas eliminam impureza doméstica

 
Um estudo desenvolvido pela Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) aponta que as plantas são capazes de neutralizar a poluição do ar em ambientes fechados. No início, a pesquisa tentava encontrar meios de livrar as naves espaciais da presença das substâncias químicas tóxicas que podem levar ao surgimento de alergias, asma e outras patologias ainda mais graves em seus ocupantes.
A partir daí, estudiosos da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) passaram a vistoriar prédios públicos como escritórios, hospitais e creches, e acabaram chegando a uma conclusão assustadora: havia nesses lugares cerca de 900 poluentes transportados pelo ar, sendo que o mais comum deles, o formoldeído, é altamente tóxico e tido como cancerígeno. Outras substâncias bastante nocivas à saúde humana identificadas pelos pesquisadores foram o amoníaco, o álcool, a acetona, o benzeno e o clorofórmio.
Esses venenos foram parar nesses lugares porque muitas dessas substâncias são utilizadas na fabricação de artigos que fazem parte de nosso dia-a-dia; o formoldeído, por exemplo, é usado em vários materiais de construção, vidros, espelhos, roupas e até no papel higiênico.
Os pesquisadores descobriram que algumas plantas como a babosa, a samambaia e a palmeira areca, todas elas fáceis de se encontrar em jardins possuem um tipo de filtro interno capaz de neutralizar as substâncias tóxicas do ar. De acordo com os estudiosos, as plantas são capazes de absorver pelas folhas tais compostos químicos, destruindo-os por meio de um processo denominado colapso metabólico. Os elementos nocivos à saúde são convertidos em ácidos orgânicos, açúcares e amido, passando a funcionar como fonte de energia para o vegetal. (Fonte: Jornal da Cidade, 14/12/2008)
 
 
 

23/12/2008
Festa de Confraternização de Final de Ano

 
No último dia 13/12 (sábado) a CBC Ambiental reuniu todos seus colaboradores, familiares e amigos no quiosque do CIESP para uma agradável Festa de Confraternização de final de ano, que proporcionou a todos momentos de integração e descontração, comemorando os bons resultados dos trabalhos realizados durante o ano. A confraternização contou com a presença, entre outros convidados, do Diretor regional do CIESP Domingos Malandrino.
A Empresa realizou também na última sexta-feira dia 19 de dezembro a entrega de Cestas de Natal a todos seus colaboradores, desejando a todos um Feliz Natal e um Ano Novo com muita paz, saúde, alegria e muita prosperidade.
 
 
 

18/12/2008
Mais de 90% das cidades brasileiras têm problemas ambientais, diz IBGE

 
Mais de 90% dos municípios brasileiros sofrem com a ocorrência de impactos ambientais, segundo pesquisa de Informações Municipais 2008, divulgada na última sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Do total de 5.564 municípios do país, 5.040 registraram casos de queimadas, desmatamento e assoreamento de corpos d’água nos 24 meses anteriores ao estudo.
O levantamento considera como impactos ambientais queimadas, desmatamento, assoreamento de corpo d’água (areias e detritos depositados nos leitos dos rios, impedindo a fluidez da água), poluição da água, escassez de água, contaminação do solo, poluição do ar, degradação de áreas legalmente protegidas, alteração que tenha prejudicado a paisagem, alteração que tenha afetado as condições de vida da população, atividade agrícola prejudicada por problemas ambientais, atividade de pecuária prejudicada por problemas ambientais, redução da quantidade, diversidade ou perda na qualidade do pescado e outros.
Entre os impactos mais apontados, ainda de acordo com o estudo, estão as queimadas, presentes em 3.018 ou 54,2% dos municípios de todo o país, o desmatamento, registrado em 2.976 ou 53,3% dos municípios e o assoreamento, em 2.950 ou 53%.
A ocorrência de impactos que afetaram as condições de vida da população foi registrada em 829 dos 5.564 municípios, o que equivale a 14,9%. O problema é mais comum nas Regiões Norte (24,1% dos municípios) e Nordeste (20,3% dos municípios). A Região Sul é a que tem menos freqüência desse registro, com 9,3%.
Com relação aos estados, Amapá (37,5% dos municípios), Pará (35,7%) e Acre (31,8%) são os que apresentam mais municípios com impactos que alteraram as condições de vida da população. Os estados de Minas Gerais (10%), São Paulo (8,5%) e Rio Grande do Sul (6,5%) têm os menores índices. (Fonte: http://g1.globo.com/Noticias)
 
 
 

16/12/2008
Meio ambiente equilibrado também é direitos humanos

 
A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), produzida pela Organização das Nações Unidas (ONU), no início da Guerra Fria, completou 60 anos na última quarta-feira, dia 10 de dezembro. Considerada um marco para o avanço da garantia de direitos de grupos minorizados, como mulheres, negros, indígenas, quilombolas, homossexuais, entre outros tantos, o documento de princípios genéricos ganhou novos significados ao longo das décadas.
De acordo com o historiador, escritor e professor universitário Ney Vilela, os direitos humanos alcançaram uma abrangência além da não-violência e do acesso a direitos sociais básicos como moradia, alimentação, saúde e educação. Uma das vertentes mais recentemente discutidas, por exemplo, trata do direito à vida em um ambiente equilibrado, o que contempla não somente a preservação da natureza, mas também a relação do homem com o espaço urbano, suas condições de transporte, higiene e saneamento e também a despoluição do ar e rios dentro das cidades.
No entanto, segundo Vilela, o direito a um ambiente apropriado ainda é um grande desafio, porque passa pela necessidade de educação dos indivíduos, só podendo ser colocada em prática quando houver a superação da miséria que assola milhões de seres humanos. “É natural que nós precisemos lutar pelo equilíbrio ambiental, mas a sustentabilidade só será possível quando os países ricos consumirem menos e quando os países subdesenvolvidos conseguirem melhorar as condições de trabalho e educação de seu povo”, acredita.
Para o historiador, a única maneira de caminhar em direção à garantia desses direitos será através da sociedade civil organizada, complementando ainda que o Estado já não pode ser mais entendido como o ente paternal que vai distribuir a Justiça e fazer com que as coisas funcionem bem. (Fonte: Jornal da Cidade, 10/12/2008)
 
 
 

12/12/2008
CBC Ambiental participa do último encontro de 2008 do Projeto Olhar Verde

 
No dia 10 de dezembro, ocorreu no Auditório da OAB o último encontro temático do Projeto Olhar Verde, de 2008. O evento contou com a participação da gerente de meio ambiente da CBC Ambiental, Vanessa Yuri Sayki, que apresentou uma palestra com o tema “Energia”, abordando as práticas da eficiência do consumo energético. Além disso, foi realizado um balanço geral das principais atividades do grupo Olhar Verde, com a presença de Domingos Malandrino (Diretor Titular do CIESP), Caio Cesar Passianoto (Diretor da CBC Ambiental e Coordenador do Grupo de Meio Ambiente do CIESP), dos Secretários Municipais Ana Maria Lombardi Daibem (Educação) e Valcirlei Gonçalves da Silva (Meio Ambiente), Rodrigo Cavicchiolli Maia (Diretor da empresa Blue Eye), além de representantes do DAE, de setores públicos e empresários engajados no Projeto. No encerramento, foram distribuídos os certificados aos professores participantes dos encontros temáticos.
 
 
 

11/12/2008
Concentração de CO2 na atmosfera é a maior em 20 milhões de anos

 
Um relatório publicado pela organização Global Carbon Project mostra que a concentração atual de CO2 (dióxido de carbono) na atmosfera aumentou de forma dramática em 2007 e, provavelmente, é a maior nos últimos 20 milhões de anos.
O relatório Carbon Budget and Trends 2007 (Receita e Tendências para Carbono 2007, em tradução livre) apontou que no ano passado o aumento na concentração de CO2 foi de 2,2 ppm (partes por milhão), ante os 1,8 ppm em 2006 e acima dos 2 ppm de média do período 2000-2007.
China e Índia foram os países que mais aumentaram as emissões de CO2, um dos gases responsáveis pelo aquecimento global.
Mais da metade das emissões atuais de CO2 provêm dos países menos desenvolvidos, porém, o relatório destacou que, de uma perspectiva histórica, os países em desenvolvimento, os quais representam 80% da população mundial, só somam 20% das emissões totais realizadas desde 1751.
Outro dado destacado pelo estudo é que o desmatamento é responsável pelas emissões líquidas de 1,5 bilhões de toneladas de dióxido de carbono ao ano e o desmatamento na América do Sul e na América Central foi responsável por 41% deste número, enquanto outros 43% procederam da Ásia e 17% da África. (Fonte: http://www1.folha.uol.com.br)
 
 
 

9/12/2008
Reciclagem do óleo de cozinha produz até biodiesel

 
Muitas vezes por falta de informação, grande parte da população ainda descarta na pia, no lixo comum ou mesmo no ralo o óleo utilizado na cozinha. A Sabesp tem apoiado, intensivamente, projetos de reciclagem de óleo de cozinha, e é parceira de um projeto pioneiro de reaproveitamento do óleo proveniente de frituras, montado pela ONG Trevo e pela Sociedade dos Amigos e Moradores do Bairro Cerqueira César (Samorcc), que já atinge mais de mil condomínios, além de bares e restaurantes.
Um litro de óleo pode poluir mais de 20 mil litros de água. Independentemente do volume de água afetado, o produto reduz o oxigênio nos corpos d'água (rios e lagos), prejudicando a vida aquática.
O descarte indevido nos lixões ou na rede de esgoto contamina o solo, a água e provoca a ocorrência de enchentes. Despejado no ralo ou misturado ao lixo orgânico, o produto vai custar caro ao meio ambiente. Dessa forma, é fundamental que a população seja informada sobre a maneira adequada de
descarte do produto, sem prejuízos ao ambiente.
Uma das alternativas para o óleo vegetal é utilizá-lo como matéria-prima em indústrias de fabricantes de produtos como o biodiesel, sabão, detergente, ração animal, graxas e cosméticos. O biodiesel, por exemplo, é produzido pela reação de um álcool de cadeia curta (etanol ou metanol) e óleo vegetal. De acordo com o governo federal, além de inibir a dependência ao petróleo, o combustível pode tornar-se uma importante fonte de divisas para o Brasil, somando-se ao álcool, como fonte de energia renovável que o país pode e
deve oferecer à população mundial. (Fonte: portal do meio ambiente – Data: 12/2008).
 
 
 

4/12/2008
Uma reflexão sobre a Tragédia em Santa Catarina

 
A quantidade de chuva de fato impressiona. Segundo especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), a floresta amazônica é a principal fonte de precipitações de grande parte do continente e tudo o que acontecer com ela modificará de maneira decisiva o clima no Sul e no norte da América do Sul. Assim, as inundações de Santa Catarina e a seca na Argentina seriam atribuídas à fumaça dos incêndios florestais, que altera drasticamente o mecanismo de aproveitamento do vapor d'água da floresta amazônica. Outros especialistas discordam dessa hipótese e afirmam que houve um sistema atmosférico perfeitamente possível no Litoral Catarinense.
Existe uma periodicidade de anos mais secos e anos mais úmidos, com intervalo de 7 a 10 anos, e entramos no período mais úmido no ano passado. Esse mecanismo faz parte da dinâmica natural do clima. De qualquer forma, outros eventos climáticos como esse são esperados e vão acontecer.
De todos os desastres naturais, as enchentes são os mais previsíveis, e por isso, mais fáceis de lidar. Os deslizamentos e as enxurradas não. Esses são praticamente imprevisíveis, e é aí que reside o real problema dessa catástrofe.
É preciso compreender que chuvas intensas são parte do clima subtropical em que vivemos. E é por causa desse clima que surgiu a mata atlântica, não sendo apenas decoração das paisagens catarinenses, tanto como as matas ciliares não existem apenas para enfeitar as margens de rios.
Não adianta reconstruir o que foi destruído, antes de qualquer coisa, é necessário pensar em soluções sustentáveis. O desafio é reduzir a vulnerabilidade.
É hora de ter pressa em atender os milhares de flagelados. Não é hora de ter pressa em aprovar uma lei que torna o território catarinense ainda mais vulnerável para catástrofes naturais. (Fonte: http://www.portaldomeioambiente.org.br)
 
 
 

1/12/2008
Dez cidades da região viram referência ambiental em SP

 
A Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SMA) avaliou 332 cidades do Estado de São Paulo com o objetivo de elaborar o ranking do projeto Município Verde, divulgado no dia 26 de novembro em cerimônia no Memorial da América Latina, sendo que 44 municípios do Estado foram certificados como Município Verde. A premiação levou em conta uma avaliação ambiental que atribuiu notas de zero a 100 para o desempenho de 332 cidades em dez diretivas que nortearam o Projeto Ambiental Estratégico Município Verde. Para chegar à nota final, a SMA atribuiu uma nota parcial aos seguintes aspectos: esgoto tratado, lixo mínimo, recuperação da mata ciliar, arborização urbana, educação ambiental, habitação sustentável, uso da água, poluição do ar, estrutura ambiental e conselho de meio ambiente.
Entre as contempladas com o certificado de Município Verde, destacam-se: Piraju, São Manuel, Brotas, Cabrália Paulista, Botucatu, Piratininga, Pongaí, Alvinlândia, Espírito Santo do Turvo e Bocaina. O grupo de cidades conseguiu avaliação acima de 80 pontos em uma pontuação de 0 a 100. No ranking das 44 cidades classificada como Município Verde, Piraju ocupa a quinta posição, São Manuel vem logo atrás no oitavo lugar. Brotas está logo abaixo, na 11ª posição e Cabrália em seguida, na 14ª colocação. A certificação garantirá aos melhores ranqueados prioridade no acesso a recursos do governo de São Paulo.
O projeto teve início no ano passado e as cidades da região de Bauru já demonstram excelência na análise de quesitos bastante objetivos. Figurar entre as 44 melhores representa o fato de que muito tem sido implementado em termos de meio ambiente. (Fonte: Jornal da Cidade, 27/11/2008)
 
 
 

26/11/2008
Pichar também é crime ambiental

 
A cidade de Bauru vem sofrendo inúmeros atos de vandalismo pelos pichadores, os quais tem se tornado cada vez mais freqüente na cidade. Tais pichações produzem uma poluição visual que, além danificar economicamente os imóveis, trazem conseqüências desastrosas à estética urbana e ainda ao meio ambiente urbano.
Juridicamente, pichar, grafitar ou por outro meio, conspurcar edificação ou monumento urbano é crime ambiental nos termos do art. 65, da Lei de Crimes Ambientais Nº 9.605/98, com pena de detenção de 03 meses a um ano e multa. Se o ato for realizado em monumento ou coisa tombada por seu valor artístico, arqueológico ou histórico, a pena passa a ser de 06 meses a um ano, e multa (§ único). Porém, a mera existência de legislação punitiva não é suficiente para inibir estes atos. Cabe ao Município exercer a sua autoridade administrativa e garantir o desenvolvimento urbano, garantindo ainda o bem estar de seus habitantes (art. 182, Constituição Federal), sob pena de seus agentes responderem pelo crime ambiental de responsabilidade por deixarem de adotar as providências que lhes compete na tutela ambiental (art. 68, Lei 9.605/98). Além disso, todos os cidadãos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado (art. 225, CF), no que se inclui o meio ambiente urbano com suas características harmônicas e estéticas.
Portanto, cabe ao Poder Público Municipal, auxiliado pelos agentes da polícia militar, resguardar o direito do cidadão de ter seu imóvel protegido contra os "pichadores", bem como manter limpos os bens públicos como monumentos, praças, pontes e outros, bens de uso comum da população.
 
 
 

26/11/2008
FIMAI reafirma sua posição como interlocutora na promoção do desenvolvimento sustentável no setor industrial da América Latina

 
Recorde de visitação, expositores e negociações ultrapassa a expectativa dos organizadores do evento

A X FIMAI / SIMAI – Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, encerrada no último dia 14 de novembro em São Paulo, recebeu cerca de 36 mil visitantes, 400 expositores (nacionais e internacionais) e gerou acordos e negócios futuros na ordem de R$ 700 milhões.
Segundo Júlio Tocalino Neto, idealizador e diretor do evento, este é um dos melhores momentos para o Brasil no sentido de investimentos na área ambiental, já que estamos estáveis financeiramente, afirma. Este fato pode ser comprovado pelo grande número de países participantes da feira e dos seminários, dentre eles: Alemanha, Áustria, França, Japão, Estados Unidos, Dinamarca, Argentina, etc. O principal objetivo foi promover e estreitar as relações comercial, industrial e tecnológicas, sob a ótica sustentável.
Nos estandes montados, numa área de 16.195 mil m², expositores de diversos segmentos mostraram ao público as novidades do setor, todas elas atendendo à principal premissa da feira: o compromisso das ações corporativas com a preservação ambiental. A CBC Ambiental recebeu inúmeros visitantes em seu estande, dentre profissionais do setor, acadêmicos, alunos e demais interessados. “O resultado da participação na Feira superou nossas expectativas, pois tivemos a oportunidade de expor nossos serviços a inúmeros visitantes, o que com certeza trará bons negócios futuros”, afirma Dr. Caio Cesar Passianoto, diretor da CBC Ambiental.

Paralelo à feira, ocorreu o X SIMAI – Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, o qual apresentou inovações tecnológicas aliadas às diretrizes de sustentabilidade, social, econômica e ambiental. A CBC Ambiental contou com a participação de seus gerentes de Qualidade e Meio Ambiente no seminário, agregando ainda mais conhecimentos ao seu corpo técnico.

O volume de negociações efetuadas durante a feira foi um dos fatores para que a maior parte das empresas já reservassem seu espaço para o próximo evento, que ocorrerá nos dias 04, 05 e 06 de novembro, no Pavilhão Azul, do Expo Center Norte. A CBC Ambiental já confirmou presença na XI FIMAI – 2009.

 
 
 

24/11/2008
Nossas escolhas fazem a diferença

 
Cada vez mais a sociedade de consumo produz carências e desejos, de maneira que passamos a ser reconhecidos, avaliados e julgados por aquilo que consumimos. Com isso a felicidade e a qualidade de vida têm sido cada vez mais associadas às conquistas materiais. O consumo é o lugar onde os conflitos entre as classes ganham continuidade, através da desigualdade na distribuição e apropriação dos bens. O resultado dessa desigualdade é que, apenas 20% da população mundial, que habita principalmente os países afluentes do hemisfério norte, consomem 80% dos recursos naturais e energia do planeta e produz mais de 80% da poluição e da degradação dos ecossistemas. Enquanto isso, 80% da população mundial, que habitam principalmente os países pobres do hemisfério sul, fica com apenas 20% dos recursos naturais.
Para avançarmos na direção de um consumo responsável, devemos começar mudando algumas atitudes no nosso dia-dia.
O consumidor responsável deve cobrar permanentemente uma postura ética e responsável de empresas, governos e de outros consumidores. Deve, ainda, buscar informações sobre os impactos dos seus hábitos de consumo e agir como cidadão consciente de sua responsabilidade em relação às outras pessoas e aos seres do planeta. Já as empresas, devem agir de forma social e ambientalmente responsável em todas as suas atividades produtivas, contribuindo para a construção de sociedades sustentáveis. (Fonte: Manual de Educação para o Consumo Sustentável, 2005, editado pelo Ministério do Meio Ambiente – MMA, Ministério da Educação – MEC e Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC).
 
 
 

18/11/2008
Gerentes da CBC Ambiental participam do X SIMAI

 
A CBC Ambiental contou com a participação dos Gerentes de Qualidade, Eng. Márcio Augusto da Silva e de Meio Ambiente, Vanessa Yuri Sayki, no X SIMAI – Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, o qual ocorreu simultaneamente à X FIMAI – Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, nos dias 12, 13 e 14 de novembro de 2008. Dentre os painéis e palestras, foram abordados temas sobre, mercado de créditos de carbono, avaliação de passivos ambientais, indicadores de sustentabilidade, gestão de resíduos industriais, produção mais limpa, remediação de locais contaminados, gerenciamento de riscos, educação socioambiental, reuso de água, bem como alguns aspectos de Direito Ambiental. O evento contou com a participação de renomados palestrantes, representantes de instituições como ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Sustentável), CETESB (Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental), FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), UNFCC (Nações Unidas sobre Mudanças do Clima), SMA (Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo), além de importantes instituições de ensino, empresas e organizações internacionais (Argentina, França, Itália e Japão). “Participar de eventos dessa magnitude agrega referenciais para nossa formação técnica, uma vez que, através de temas multidisciplinares, adquirimos conhecimentos e informações sobre as novidades do setor empresarial e industrial no que diz respeito ao gerenciamento socioambiental, proteção e otimização dos recursos naturais”, relata Vanessa Yuri Sayki, gerente do Depto. de Meio Ambiente da CBC Ambiental.
 
 
 

17/11/2008
CBC Ambiental participa da X FIMAI

 
Nos dias 12, 13 e 14 de Novembro de 2008 foi realizada a X FIMAI – Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, o maior evento relacionado ao meio ambiente na América Latina. O estande da CBC Ambiental teve a honra de receber centenas de visitantes, dentre eles profissionais do setor, acadêmicos e estudantes, todos em busca de informações a respeito do ramo de atuação da empresa. Julgamos ser de suma importância a participação em eventos dessa magnitude, pois além do acesso às últimas inovações do setor ambiental, o fortalecimento de nossa marca e aumento da rede de potenciais clientes, temos a certeza de estarmos contribuindo para a sustentabilidade do nosso planeta.
 
 
 

13/11/2008
Projeto Viva Verde

 
A Secretaria Municipal de Educação, em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma), criou o Projeto Viva Verde, cujo principal objetivo é envolver os servidores municipais, trazendo maior conscientização sobre as questões ambientais. “O curso é rápido, mas serve como um despertar para o assunto. A partir dele, cada um vai começar a descobrir como será possível contribuir para a manutenção do meio ambiente não só em casa, mas também dentro das escolas”, destaca Sirlei Polidoro Campos, responsável pela área de educação ambiental.
A idéia do Projeto Viva Verde foi implantada há pouco tempo e já proporcionou o aprendizado de técnicas de plantio, tais como, cultivo em vasos de plantas ornamentais como lírios da paz, açucenas, coleus, dentre outras. (Fonte: Jornal da Cidade, 04/11/2008)
 
 
 

10/11/2008
Bauru discute “Comunicação Ambiental”

 
Na última semana, entre os dias 5 e 7 de novembro, foi realizado em Bauru o 1º Encontro Regional de Comunicação Ambiental – “Mídia, Sustentabilidade e Energia”. O evento discutiu temas globais com enfoque regional, cujos temas foram focados na prática do jornalismo ambiental e as questões do marketing verde e sustentabilidade, biocombustíveis e energia, direcionadas à realidade ambiental da região centro-oeste do Estado.
A finalidade do evento foi lançar as bases para conscientizar, tanto alunos, quanto a comunidade participante sobre os desafios acerca das questões ambientais da atualidade, aliando-as às práticas da comunicação atual. “A principal contribuição não é tentar isolar o meio ambiente dos demais temas, das outras editorias; e sim observar o aspecto ambiental em cada cobertura, em cada matéria”, destacou o professor Doutor Pedro Celso Campos, da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) da UNESP de Bauru.
O encontro foi uma parceria entre o Instituto Ambiental Vidágua, Departamento de Comunicação e Programa de Pós-graduação da FAAC/Unesp, Sesc e Jornal da Cidade. (Fonte: Jornal da Cidade, 05/11/2008)
 
 
 

6/11/2008
Estudo mostra que “carbono zero” será possível em 2090

 
A organização não-governamental Green- peace, em parceria com o Conselho Europeu de Energia Renovável, afirma que o uso dos combustíveis fósseis pode ser eliminado até final deste século, utilizando-se das fontes solar, eólica, geotérmica e os biocombustíveis, suprindo desta forma todas as demandas de energia global até 2090.
O estudo constatou que, para dar início a essa mudança, serão necessários investimentos na ordem de US$ 14,7 trilhões até 2030 - valor 30% maior do que a previsão da Agência Internacional de Energia, a qual calculava que o mundo gastaria US$ 11,3 trilhões com investimentos em energia de qualquer maneira, com o foco muito mais voltado para carvão, petróleo e energia nuclear.
O estudo argumenta que essa diferença será mais do que compensada se houver um investimento agressivo em tecnologias para energia renovável e eficiência energética. A perspectiva é de que, já em 2050, uma indústria de US$ 360 bilhões anuais esteja ativa e fornecendo metade da energia do mundo, promovendo cortes profundos nas emissões de carbono e reduzindo em mais de US$ 18 trilhões os custos com os combustíveis. (Fonte: http://www.portaldomeioambiente.org.br)
 
 
 

4/11/2008
Diretor da CBC Ambiental participa da IV Jornada do Empreendedorismo

 
Entre os dias 27 de outubro a 1º de novembro, foi realizada a “IV Jornada do Empreendedorismo – Aprimorando Conheci- mentos e Habilidades e Identificando Oportunidades de Negócios”. O evento contou com oficinas e palestras, nas quais foram abordados diversos temas. No dia 31 de outubro (sexta-feira), ocorreu a palestra cujo tema “Ação Empreendedora do Profissional de Contabilidade nos dias Atuais” foi abordado pelo diretor da CBC Ambiental, Dr. Caio Cesar Passianoto. O evento é uma parceria do IESB Prevê e o Programa Sebrae no Campus, visando a capacitação profissional dos participantes.
 
 
 

30/10/2008
Um bilhão de árvores para a Amazônia

 
O município de Curitiba - PR reunirá autoridades de diferentes partes do mundo para debater o tema “floresta plantada”, através do IV Congresso Internacional de Produtos de Madeira Sólida de Florestas Plantadas, que acontecerá entre os dias 19 e 21 de novembro.
No evento, será apresentado o Programa de Restauração Florestal, abordando questões como: restauração, recomposição e manutenção da Floresta Amazônica. O objetivo é adotar instrumentos de regulamentação do uso da diversidade florestal para frear o desmatamento. Para tanto, será implantado o programa “Um Bilhão de Árvores para a Amazônia”, o qual pretende diminuir e até mesmo extinguir o passivo ambiental resultante da degradação das Áreas de Reserva Legal (ARL) e das Áreas de Preservação Permanente (APP). A idéia central do programa é incentivar a produção florestal a curto, médio e longo prazos por meio de plantios florestais de espécies nativas com fins produtivos e energéticos implementados por pequenos produtores rurais e pela iniciativa privada.
A obrigatoriedade de recomposição da Reserva Legal e a transformação dessa recomposição em atividade produtiva podem resultar em um bilhão de árvores plantadas até o ano de 2013, segundo estatísticas do governo do Estado do Pará, responsável pela iniciativa do evento, sendo representado pelas Secretarias de Estado do Meio Ambiente e da Agricultura.
(Fonte: http://www.portaldomeioambiente.org.br)
 
 
 

27/10/2008
Mutirão recolherá lixo eletrônico

 
Esta semana, entre os dias 27 e 30 de outubro, a população poderá entregar pilhas, baterias e lâmpadas usadas em sete postos de coleta na cidade.
O que muita gente não sabe é que pilhas sem carga ou uma bateria arriada são fontes de contaminação em potencial e devem ser descartadas de forma adequada. A Secretaria do Estado do Meio Ambiente, em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma), promove o “Mutirão do lixo eletrônico. Recicle. Não descarte esta idéia”.
O secretário municipal do Meio Ambiente, Varcilei Gonçalves da Silva, explica que o objetivo do mutirão é conscientizar a população sobre o problema de manter pilhas e baterias em casa e que o descarte das mesmas em lixos comuns ou em caçambas nas ruas pode provocar contaminação, pois esses produtos são fabricados com elementos químicos, podendo contaminar rios, reservatórios, solo, além de originar danos à saúde.
Os postos de coleta em Bauru serão o Centro Administrativo da Prefeitura na avenida Nuno de Assis; Palácio das Cerejeiras; Câmara Municipal; Poupatempo; Zoológico Municipal; Terminal Rodoviário; Bauru Shopping.
O mutirão também vai abordar o tema reciclagem, já que muitas substâncias contidas em um equipamento eletrônico podem vir a ser reutilizadas, em vez de descartadas. (Fonte: Jornal da Cidade, 22/10/2008)
 
 
 

23/10/2008
Cidade ambientalmente equilibrada oferece melhor qualidade de vida

 
Quando se fala em meio ambiente, a cidade ideal é aquela que oferece água tratada para todos, realiza coleta e tratamento de todo o esgoto, recuperando a qualidade de seus rios e córregos, além de não desperdiçar seus recursos.
Para o advogado Kláudio Cóffani Nunes, que atua no Instituto Ambiental Vidágua, a definição de cidade ideal é muito mais que isso. Para que Bauru tenha o perfil de uma cidade ideal, ambientalmente falando, ela precisa recuperar a qualidade do aqüífero que leva o nome da cidade e também proteger e usar de forma racional o outro aqüífero, o Guarani, o qual corre sérios riscos de contaminação por causa do depósito incorreto de dejetos urbanos e industriais. O uso indiscriminado da água do aqüífero é um aspecto problemático, uma vez que existem centenas de poços artesianos clandestinos captando água do Guarani, afirma Nunes.
A captação da água da chuva é outra ação considerada ideal que deveria ser adotada tanto nas residências quanto em condomínios e empresas, na utilização de lavagem de veículos, calçadas, irrigação de canteiros e jardins, além de uma infinidade de outras coisas.
Segundo Nunes, Bauru ideal seria uma cidade preocupada com a arborização em todos os bairros, garantindo conforto térmico aos moradores, proteção ao calor intenso, além de propiciar condições para atingir um índice de desmatamento zero. Essa ação reverteria o atual quadro de desmatamento ocasionado pela especulação imobiliária. Para Nunes, ao invés da construção avançar para periferia, primeiramente deveria ocupar os espaços ociosos que existem na região central da cidade, os quais já contam com toda rede de água, esgoto, energia e todos os demais serviços instalados.
Outro ponto importante é a questão do lixo. Segundo o ambientalista, é preciso dar destino correto tanto ao lixo doméstico quanto ao industrial. A coleta seletiva tem que funcionar em todas as casas, empresas, escolas etc. Nunes finaliza dizendo que uma cidade cujo meio ambiente está equilibrado é garantia de qualidade de vida a todos os moradores. (Fonte: Jornal da Cidade, 19/10/2008. Ilustração: www.cartunista.com.br)
 
 
 

20/10/2008
Brasil é 42º país menos vulnerável a mudanças climáticas.

 
De acordo com um ranking preparado pela consultoria de risco Maplecroft, o Brasil é o 42º país menos vulnerável ao impacto das mudanças climáticas. O Climate Change Vulnerability Index (CCVI) - Índice de Vulnerabilidade às Mudanças Climáticas analisou a capacidade de 168 países de suportar e se adaptar aos efeitos das mudanças climáticas.
O índice mostrou o Canadá, Irlanda, Noruega, Dinamarca e Suécia como os países mais preparados para lidar com as mudanças climáticas. Por outro lado, o Uruguai surpreendeu os pesquisadores, ocupando a 9ª posição no ranking, com os Estados Unidos aparecendo em 11º e o Reino Unido em 12º. Entre os países latino-americanos, o Suriname ficou em 24º, o Chile em 29º e a Argentina em 36º.
Os autores do estudo levaram em conta diversos fatores ao analisar a vulnerabilidade de cada país, sendo eles: economia, recursos naturais e ecossistemas, pobreza, desenvolvimento e saúde, agricultura, população, infra-estrutura, instituições e governo.
O objetivo do CCVI não é tentar prever mudanças na ocorrência de desastres naturais, como secas, enchentes e tempestades ou em ecossistemas em conseqüência da mudança climática, mas sim analisar os riscos que resultam dessas mudanças na ocorrência desses desastres. (Fonte: http://www.portaldomeioambiente.org.br)
 
 
 

14/10/2008
Amazônia já sofre mudança no clima

 
Relatório feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) comprova o que estudos menos específicos já diziam: está havendo um processo acelerado de aumento dos extremos climáticos na Amazônia. Com a elevação da temperatura geral, está ocorrendo aumento da mínima e da máxima, provocando maior concentração de chuvas em menor número de dias, resultando em alternância de fortes precipitações com longos períodos de seca.
As temperaturas podem subir até 2 graus Celsius do leste do Pará até o Maranhão de 2010 a 2040. Para efeito de comparação, no século passado o aumento da temperatura da terra foi de apenas 0,8 Cº. O resultado até o fim deste século pode ser a transformação de toda a área que vai do leste do Amazonas até o Maranhão em uma vegetação rala, semelhante à savana da África. (Fonte: portal do meio ambiente – Data: 09/2008).
 
 
 

10/10/2008
Campanha orientará sobre descarte correto de pilhas e baterias

 
No próximo sábado, dia 11 de outubro, no supermercado Tauste, terá início a campanha “A natureza fala, você ouve?”. Esta campanha é uma iniciativa dos alunos do curso de relações públicas da Universidade do Sagrado Coração (USC) e tem como objetivo conscientizar a população sobre a necessidade do descarte correto de pilhas e baterias usadas. Esse tipo de resíduo, se colocado em lixo comum, seguindo para o aterro sanitário, poderá contaminar lençóis freáticos, já que pilhas e baterias contêm metais pesados, como o chumbo, levando de 100 a 500 anos para se decompor na natureza.
Entre os dias 20 e 24 do presente mês estará funcionando um posto de coleta de pilhas e baterias no Centro de Ciências Exatas e Sociais Aplicadas da USC. Todo material recolhido será encaminhado ao Supermercado Tauste, localizado na quadra 20 da Rua Rio Branco, o qual manterá uma caixa de coleta para pilhas e baterias usadas. (Fonte: Jornal da Cidade, 09/10/2008)
 
 
 

7/10/2008
6º Encontro - Projeto Olhar Verde

 
No dia 08 de outubro de 2008, acontecerá no auditório da OAB, das 14:00h às 17:00h, o 6º Encontro – PROJETO OLHAR VERDE. O tema do encontro será “AR” e contará com duas palestras, sendo a primeira ministrada pelo Eng. Mecânico Alcides Tadeu Braga, da CETESB, e a segunda pelo Meteorologista José Carlos Figueiredo, do IPMET – Unesp Campus Bauru. A CBC Ambiental, como parceira do Projeto Olhar Verde, estará presente em mais este encontro.

A sede da OAB está localizada na Av. Nações Unidas, 30-30.
 
 
 

7/10/2008
VIII JORNADA DA PEDAGOGIA

 
Será realizado em Bauru, entre os dias 13 e 17 de outubro de 2008, no Teatro Edson Celulari, a VIII Jornada da Pedagogia, cujo tema central será “SER HUMANO E AMBIENTE”. A abertura oficial será no dia 13 de outubro às 19 horas, com a palestra “Mudanças de Hábitos: você não vai mudar o mundo, mas pode mudar seu ponto de vista”, a qual será ministrada pelo Diretor da CBC Ambiental Eng. Dr. Caio César Passianoto.

O Teatro “Edson Celulari” está localizado na Rua Rubens Arruda, 3-33.
 
 
 

6/10/2008
Mudança de hábitos

 
Cada vez mais as famílias tomam atitudes ecologicamente corretas no seu dia-a-dia. Para que o Brasil continue sendo habitável nas próximas gerações, será preciso abandonar valores externos, ou seja, aqueles que servem a outras nações, mas não ao Brasil. Exemplo disso é o padrão de consumo aprendido há décadas com os EUA. Resultado dessa dependência cultural são os modos de vida que o país adquiriu, tornando-o incapaz de se sustentar sem depredar os próprios recursos.
Maurício Waldman, sociólogo e antropólogo, analisa que no Brasil o consumo está relacionado ao status, fazendo com que o sujeito se identifique com a classe média. É uma noção de bastardia, pois carregam um complexo de povo colonizado que se arrasta desde os tempos da Metrópole portuguesa.
“Preservar a natureza não é ser “ecochato”. Simplesmente devemos ter em mente que não há planeta para criar tanto boi, não há espaço para descartar tanto lixo, tornando-se necessário rever os padrões de consumo. Não basta apenas se engajar em movimentos a favor dos golfinhos”, afirma Wadman, dizendo ainda que o Brasil responde por 6,89% do lixo domiciliar mundial, quase o dobro do aceitável. O Brasil tem ainda um agravante cultural por acreditar numa falsa idéia de fartura, como se nada fosse terminar e que não basta fechar a torneira para economizar água. É preciso escolher alimentos que consumam pouca água na sua fabricação, citando como exemplo a carne vermelha, a qual consome 100 litros de água em seu processo.
A diretora técnica do Programa USP Recicla também enfatiza a importância de se trabalhar os costumes, principalmente aqueles relacionados às novas gerações. É preciso conscientizar a população da responsabilidade de se estender os cuidados desde a compra até o descarte de seus resíduos. (Fonte: Jornal da Cidade 21/09/2008)
 
 
 

2/10/2008
AÇÃO MADEIRA LEGAL. Um mundo melhor. É o que a madeira legal vai ajudar a construir.

 
A CAIXA assumiu o compromisso de reduzir o desmatamento e aumentar a utilização de madeiras com origem legal. Essas madeiras são provenientes de espécies nativas com corte autorizado pelo IBAMA ou órgão ambiental estadual competente.
A medida, que começa a vigorar a partir de 1ª janeiro de 2009, vai exigir o Documento de Origem Florestal (DOF) das construtoras que solicitarem financiamentos.
Essa ação sustentável da CAIXA visa estimular o uso de madeiras de origem legal em obras e empreendimentos habitacionais financiados pelo banco e também na construção e reforma de instalações e unidades próprias. (Fonte: Caixa Econômica Federal)
 
 
 

29/9/2008
Apesar de bem informados, jovens ainda fazem pouco pelo meio-ambiente

 
Embora a geração jovem tenha acesso à grande quantidade de informações, ela ainda faz pouco em prol do meio ambiente. Há uma falta de compreensão sistêmica entre os jovens sobre o tema, levando-os a entender que problemas como a poluição e a destinação correta do lixo pertence à cidade, o desmatamento, como um evento que só ocorre na Amazônia e na Mata Atlântica e o aquecimento global como uma questão internacional, a qual ainda não parece ter chegado ao Brasil. Com essa incapacidade de compreender os efeitos que cada ação cotidiana pode provocar no todo, é pouco provável que conhecimentos teóricos sejam transformados em ação efetiva para a preservação do lugar em que vivemos. Essa foi uma das constatações da quarta edição do “Dossiê Universo Jovem MTV”, realizado pelo instituto Datafolha. O estudo constatou que 17% dos entrevistados manifestaram estar comprometidos com a preservação do planeta; 20% mostraram não se importar com o assunto; 16% não demonstraram nenhum conhecimento sobre ecologia; 21% gostariam de ter mais informações e 26% têm conhecimento do tema, mas só realizam ações básicas, como não jogar lixo na rua.
Ione Mendes, gerente de pesquisas da MTV Brasil, avaliou que o jovem tem uma intimidade grande com as questões ambientais, porém ainda não tem clareza sobre quais são as atitudes individuais necessárias para se ter um cotidiano sustentável. (Fonte: Jornal da Cidade - 28/09/2008)
 
 
 

26/9/2008
Diretor da CBC Ambiental participa do VI Seminário de Políticas de Gestão da Qualidade do Solo e das Águas Subterrâneas

 
Nos dias 24 e 25 de setembro de 2008, a AESAS (Associação de Empresas Solos e Águas Subterrâneas), realizou o VI Seminário de Políticas de Gestão do Solo e das Águas Subterrâneas, no Centro Britânico em São Paulo. O evento contou com a participação de técnicos, gestores, pesquisadores, estudan- tes e empresários do setor. O seminário teve como objetivo apresentar à sociedade e às empresas dos setores público e privado as diversas faces da gestão da qualidade ambiental do subsolo. A CBC Ambiental foi representada no seminário pelo seu diretor, Dr. Caio Cesar Passianoto.
 
 
 

22/9/2008
Buraco na camada de ozônio este ano já chega a mais de três Brasis

 
Cientistas e especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) alertam que o mundo precisará de mais meio século para que o buraco na camada de Ozônio desapareça. Segundo os cientistas, o buraco se expandiu de forma inesperada no presente ano, atingindo seu ponto máximo até o final do mês e início de outubro. Os estudos mostraram ainda que neste mês de setembro o buraco chegou a medir 27 milhões de km2. Só para efeito de comparação, o território brasileiro é de 8.514.205 km2. O secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, afirma será difícil a redução do tamanho do buraco, e que o mesmo levará outros 50 anos para se recuperar.
Em 2006, o buraco alcançou um recorde no Pólo Sul, chegando a medir 29,5 milhões de km2. Porém, os cientistas não acreditam que o tamanho do buraco atinja os níveis de 2006.
Se não fosse um acordo firmado nas negociações do Protocolo de Montreal, feito em 1987 pela comunidade internacional, o qual estabelece a eliminação de 95% do uso de gases CFC (cloro-flúor-carbono), o tamanho do buraco na camada de ozônio poderia dobrar de tamanho até 2050.
Segundo Geir Braathen, cientista da ONU, o buraco favorece o aumento das temperaturas na superfície do globo, fatores diretamente relacionados entre si, responsáveis pelas severas mudanças climáticas. (Fonte: Jornal da Cidade - 17/09/2008)
 
 
 

22/9/2008
Avaliação Preliminar de Passivo Ambiental em solo e água subterrânea

 
A avaliação preliminar é a etapa inicial de identificação de passivos ambientais. Ocorre através de um diagnóstico inicial, mediante coleta de dados existentes e realização de inspeção de reconhecimento de uma área, a fim de verificar se a mesma possui ou não um potencial de contaminação.
Os dados existentes são coletados por meio de um estudo do histórico do local, do meio físico e inspeção de reconhecimento da área. Para isso, é preenchida uma ficha técnica, na qual contém informações importantes como identificação da área, tipo de fonte potencial de contaminação, destino dos líquidos percolados, ocupação do solo, uso atual da área, além do contexto hidrogeológico, croquis esquemáticos, mapas e demais dados julgados pertinentes para a avaliação da área.
Os serviços de Avaliação Preliminar da CBC Ambiental são realizados com base na norma ABNT NBR 15515-1: 2008 – Passivo ambiental em solo e água subterrânea. Parte 1: Avaliação Preliminar. Em caso afirmativo de potencialidade de contaminação, é indicada a realização de Investigação Confirmatória do local, com intuito de comprovar a existência de uma possível contaminação. (Foto: Realização de Avaliação Preliminar em uma antiga área industrial – CBC Ambiental, 2008).
 
 
 

16/9/2008
Bauru debaterá comunicação ambiental

 
Nos dias 5, 6 e 7 de Novembro, Bauru realizará o 1º Encontro Regional de Comunicação Ambiental. O objetivo é colocar em evidência a temática ambiental nas mídias em nível regional.
O evento tem como parceria a Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) da Unesp de Bauru, o Instituto Ambiental Vidágua, Grupo de Estudos em Jornalismo Ambiental da Unesp e Jornal da Cidade.
O coordenador do evento, o Professor Celso Campos, da FAAC, explica que a questão ambiental muitas vezes é discutida sobre o ponto de vista das mídias das capitais e menos das cidades do Interior. Sendo assim, o evento visa abordar as questões ambientais partindo do ponto de vista da imprensa do Interior. O professor diz ainda que com o crescimento da produção de biodiesel o Interior sofre um grande impacto ambiental, surgindo então à necessidade de se discutir essa temática sobre uma ótica local. (Fonte: Jornal da Cidade - 14/09/2008)
 
 
 

15/9/2008
CBC Ambiental amplia Programa Consumo Consciente

 
Depois de lançar o Programa Consumo Consciente nas dependências da empresa, através de um folder contendo práticas simples, mas que se seguidas podem mudar o futuro do planeta, a CBC Ambiental busca agora conquistar mais adeptos na luta para proteger o meio ambiente. Lançado em março de 2008 pelo Departamento de Meio Ambiente, como parte integrante da implantação do Sistema de Gestão Ambiental, o programa trata das questões do cotidiano, como fechar bem a torneira após lavar as mãos, desligar o computador quando o mesmo não estiver em uso, evitar acender as luzes quando é possível utilizar a luz natural, fechar bem as janelas quando estiver utilizando o ar condicionado, dentre outras dicas. O programa também traz dados de desperdícios de água, energia, bem como práticas de reciclagem. A seguir estão listados os 3 endereços onde os folders do programa estarão disponíveis:

• CIESP - Centro das Indústrias do Estado de São Paulo - Diretoria Regional Bauru (Avenida Joaquim Marques Figueiredo nº. 7-8 – Distrito Industrial I – Bauru/SP;
• Laboratório de Patologia Clínica Dirceu Dalpino - Rua Rio Branco 14-52 – Bauru/SP;
• Blue Eye - Rua Alberto Segala, 1-75 Sala 131 e 128 Jd. Inf. Dom Henrique - Bauru/SP.

Maiores informações podem ser obtidas em nosso site, ou se preferir entre em contato.

CBC Ambiental – Soluções para o Desenvolvimento Sustentável.


 
 
 

12/9/2008
Pesquisadores divergem sobre conseqüências do aquecimento global

 
Há muitas divergências entre cientistas sobre as mudanças climáticas. A Revista Science publicou que a elevação dos oceanos não passará de dois metros neste século. Por outro lado, o Instituto de Pesquisa Ártica e Alpina, da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, avisa que as águas poderão subir em até seis metros.
A Revista Nature diz ainda que as tempestades estão ficando cada vez mais fortes, atribuindo tal fato ao aumento das temperaturas dos oceanos. Um grupo de cientistas do Colorado, com o apoio de membros de Universidades dos Estados Unidos, mediu o aumento dos oceanos causado pelo degelo na Antártida e na Groelândia, chegando a um valor de dois metros no aumento do nível do mar até o final deste século. Porém, Tad Pfeffer um dos autores do estudo afirma que mais de dois metros é fisicamente impossível. Para defender tal tese, cita como exemplo a Groelândia, dizendo que para que isso ocorra seria necessário acelerar em até 70 vezes o ritmo atual das geleiras em direção ao mar. O artigo também fala sobre os furacões, concluindo que é difícil calcular o aumento dos mesmos, devido ao fato de as tempestades formarem ciclos por décadas. Tais divergências se dão pela falta de registros 100% confiáveis. O tempo também é outra variável incerta, ocasionando dificuldades em prever com exatidão como o aquecimento futuro poderá afetar a formação das tempestades. (Fonte: portal do meio ambiente – Data: 09/2008).
 
 
 

12/9/2008
Diretor da CBC Ambiental participa das comemorações do 80º Aniversário do CIESP.

 
No último dia 8 de setembro de 2008, o Diretor da CBC Ambiental, Dr. Caio Cesar Passianoto, a convite do Presidente da Câmara Municipal de São Paulo (Vereador Antônio Carlos Rodrigues) e do Presidente do CIESP (Paulo Skaf), esteve presente no Palácio Anchieta para sessão solene da câmara municipal. Tal solenidade, por iniciativa do vereador Toninho Paiva, teve como objetivo a homenagem do legislativo da cidade de São Paulo ao 80º aniversário do CIESP – Centro das Indústrias do Estado de São Paulo.
 
 
 

12/9/2008
Uma árvore pra chamar de sua

 
Em uma nota divulgada na coluna Opinião, do Jornal da Cidade em 11 de setembro de 2008, pela ambientalista e profissional de telecomunicações, Luciana Gonçalves, a mesma expõe sua paixão pela árvore. Luciana relata que, quando soube da possibilidade de que qualquer cidadão bauruense poderia requerer junto à Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o “tombamento” ou a “imunidade de corte” para quantas árvores quiser, teve a idéia de lançar a Campanha “Adote uma Árvore Em Bauru”. A CBC Ambiental apóia mais essa iniciativa exemplar de uma cidadã que se preocupa com o futuro ambiental de nosso município.
 
 
 

9/9/2008
Brasil é Líder em Desmatamento no Mundo

 
Um estudo americano, intitulado de Desmatamento em Florestas Tropicais, realizado entre 2000 e 2005 e publicado na revista Proceedings of the National of Sciences (PNAS), mostra que nos últimos cinco anos, o Brasil foi o campeão no desmatamento, destacando o estado do Mato Grosso como o grande vilão.
O estudo revela que foram desmatados cerca de 272 mil km², uma área maior do que os territórios do Estado de São Paulo e Sergipe juntos. Considerando as florestas tropicais no mundo, o Brasil responde por 47,8% de toda a devastação nesse tipo de formação florestal.
O Estudo completo (em inglês) está disponível no endereço eletrônico: http:/www.amazonia.org.br/guia/etalhes.cfm?id=275869&tipo=6&cat_id=44&subcat_id=185. (Fonte: portal do meio ambiente – Data: 08/2008).
 
 
 

5/9/2008
Estudo de Caracterização Geológica e Hidrogeológica

 
O Estudo de Caracterização Geológica e Hidrogeológica é uma das exigências da CETESB aos estabelecimentos a serem construídos em locais onde não há instalações para o desenvolvimento da atividade de armazenamento de combustível automotivo (empreendimentos novos). Através desse estudo, é possível prever os comportamentos mecânico e hidráulico dos solos, e conhecer, ao mesmo tempo, suas formas de ocorrência e a geometria das camadas nos locais em estudo. O levantamento prévio dessas informações é fundamental, pois permite inferir prováveis suscetibilidades do solo a fatores como erosão, penetração de compostos, compactação, profundidade do lençol freático, entre outros.
Para a realização do referido estudo, a CBC Ambiental possui um procedimento interno, elaborado em conformidade com a Decisão de Diretoria nº 010-2006-C, de 26 de janeiro de 2006, da CETESB, o qual abrange as seguintes etapas: levantamento dos aspectos geológicos e hidrogeológicos do local; determinação dos tipos de solo, com suas respectivas profundidades de ocorrência; verificação da existência de água subterrânea, bem como a profundidade do nível de água; análise dos resultados; e elaboração de um relatório a ser encaminhado à CETESB.
 
 
 

29/8/2008
Diretor da CBC Ambiental é nomeado Diretor Adjunto de Meio Ambiente do CIESP.

 
É com grande satisfação que comunicamos a todos a nomeação do diretor da CBC Ambiental, Dr. Caio Cesar Passianoto ao cargo de Diretor Adjunto de Meio Ambiente do CIESP. Tal designação (Resolução Presidência nº. 15, de 16/07/2008), feita pelo então presidente do CIESP, Dr. Paulo Skaf, foi recebida com muita honra, o que mostra o reconhecimento referido ao nosso diretor por sua atuação como Coordenador de Meio do CIESP – Regional Bauru. A primeira reunião da nova diretoria de meio ambiente do CIESP será realizada em 08/09/2008, em São Paulo.
 
 
 

28/8/2008
Incêndio destrói área de reflorestamento às margens do Batalha

 
Um incêndio destruiu aproximadamente 8 mil árvores e mudas de uma área de reflorestamento às margens do rio Batalha. O fogo começou por volta das 13h de ontem (25/08/2008), a área consumida pelo fogo foi equivalente a mais de cinco campos de futebol.
As chamas só foram controladas por volta das 16h30, com ajuda de um caminhão-pipa do Departamento de Água e Esgoto (DAE) e de funcionários de propriedades rurais vizinhas.
De acordo com Leandro Razuk Ruiz, assessor de gabinete do DAE e residente do Fórum Pró-Batalha, a área destruída havia sido recuperada há cerca de 10 anos em uma ação do Pró-Batalha. Na ocasião, foram plantadas mais de 80 espécies nativas em um projeto de recomposição da mata ciliar das nascentes do rio Batalha. O cálculo dos prejuízos provocados pelo incêndio deve ser iniciado ainda hoje (26/08/2008).
Ruiz acredita que o fogo tenha sido provocado por alguma fogueira de pescadores que freqüentam a região ou por uma ponta de cigarro jogada à beira da estrada. Segundo ele, por questões legais, não é possível requerer novas verbas estaduais para a implantação de um novo projeto na mesma área. “Vamos ter de buscar ajuda e fazer uma campanha de recuperação dessa área queimada”, finaliza. (Fonte: Jornal da Cidade – 26/08/2008)
 
 
 

26/8/2008
Olhar Verde divulga seu trabalho na II Mostra Fiesp de Responsabilidade SocioAmbiental.

 
O Projeto Olhar Verde, da delegacia do CIESP – Regional Bauru foi o grande destaque em São Paulo, durante evento promovido pelo CIESP/FIESP sobre responsabilidade socioambiental. Muitas pessoas presentes no evento procuraram maiores informações sobre o projeto, considerado inédito e criativo, criado mediante parceria entre iniciativa privada, poder público e sociedade civil. O Olhar Verde foi representado pelo Dr. Caio Cesar Passianoto, Rodrigo Caviochioli e Luciana Gonçalves, os quais divulgaram a muitos interessados as iniciativas do projeto, que já colhe resultados animadores, como por exemplo, o programa de coleta e destinação de óleo comestível. A CBC Ambiental apóia essa brilhante iniciativa, sendo representada pelo seu diretor, Dr. Caio Cesar Passianoto, um dos idealizadores do projeto. (Fonte: Jornal da Cidade – 24/08/2008).
 
 
 

22/8/2008
Projeto olhar verde já é digno de reconhecimento em Bauru

 
Leia abaixo a nota publicada no Jornal da Cidade (21/08/2008 - Caderno Destaques) pelo colunista Roberto Rufino:

Olhar verde: parcerias

“Ambientalistas, técnicos ambientais, profissionais da ecologia, pedagogos, biólogos, agrônomos e profissionais da tecnologia de informação estão envolvidos em parcerias na campanha “Olhar Verde”. Essa ação, que demonstra uma cidadania digna de aplausos, tem por objetivo despertar e sensibilizar as crianças (estudantes de todos os níveis escolares) para um olhar mais diferente sobre o nosso meio ambiente, gerando com isso novas atitudes e comportamentos de fazer de Bauru uma cidade muito mais sustentável. Iniciativa que merece nota 10”. (Fonte: Jornal da Cidade - 21/08/2008)

Como um dos principais apoiadores do projeto, a CBC Ambiental se orgulha dos primeiros resultados já alcançados, sabendo que ainda há muito a fazer pela cidade de Bauru.
 
 
 

21/8/2008
CBC Ambiental oferece plano de saúde aos seus funcionários

 
A partir do mês de agosto, os funcionários da CBC Ambiental passam a ter o benefício do plano de saúde médico-hospitalar, através de uma parceria firmada com a São Francisco Saúde. A CBC Ambiental, através dessa iniciativa, busca melhorar a qualidade de vida de seus funcionários e familiares, como parte do compromisso com a Responsabilidade Social.
 
 
 

21/8/2008
Gerente de Qualidade da CBC Ambiental é aprovado no curso de Auditor Líder ISO 14001: 2004

 
A equipe da CBC Ambiental parabeniza seu Gerente de Qualidade, o Eng. Florestal Márcio Augusto da Silva, pela aprovação no curso de Auditor Líder ISO 14001:2004, oferecido pela BRTUV, entre os dias 26 e 30 de maio de 2008. A realização do curso faz parte do programa de treinamentos desenvolvido pela CBC Ambiental, visando à capacitação profissional de seus funcionários.
Tal conquista vem a impulsionar e fortalecer a obtenção da certificação ISO 14001:2004, prevista para o final deste ano.
 
 
 

21/8/2008
Lei quer multa para ‘lixo perigoso’

 
O presidente da Câmara Municipal de Bauru, Paulo Madureira (PP), protocolou na sessão da Câmara de 18 de agosto de 2008, um projeto de lei que prevê, dentre outras sanções, multas para quem ferir coletores de lixo com produtos mal-acondicionados.
A proposta acrescenta artigos na lei que reestrutura a Emdurb, incluindo novas competências à Diretoria de Limpeza Pública para os casos em que os coletores se ferirem com material perfurocortante, importando em multa de R$ 500,00, dobrando-se o valor em caso de reincidência, além do infrator ter seu nome levado à Justiça por crime de dano físico praticado contra empregado público.
Segundo o Técnico em Segurança do Trabalho da Emdurb, Roberto Morais Losilla, há uma média de cinco acidentes por material perfurocortante por mês. De acordo com ele, a luva distribuída aos coletores não impede acidentes com cacos de vidro e agulhas.
Losilla afirma ainda que, para evitar acidentes a população deve acondicionar objetos cortantes em embalagens de leite, garrafas PET e jornais.
Na opinião da assessora jurídica da Emdurb, Wani Aparecida Silva, o problema é que o projeto cria despesas para o órgão público, motivo pelo qual a mesma considera que a iniciativa deveria partir do Executivo.
Porém, um outro problema de grande relevância seria determinar de quem é o lixo produzido, já que o morador poderia colocar o lixo em outro ponto, com o intuito de não ser autuado. De acordo com a assessora, dois itens da proposta apresentada por Madureira já são praticados pela Emdurb: encaminhar o coletor machucado ao serviço médico; e fazer boletim de ocorrência quando o servidor se machuca no trabalho. (Fonte: Jornal da Cidade - 20/08/2008)
 
 
 

19/8/2008
Amostragem de Solo em Cava de Tanque

 
A amostragem de solo em cava de tanque é um procedimento que deve ser realizado após a retirada de Sistemas de Abastecimento Subterrâneo de Combustível (SASC), sendo uma exigência para empreendimentos sujeitos à reforma completa e empreendimentos enquadrados na condição intermediária. A análise de cava deve ser realizada de acordo com o Procedimento para Remoção de Tanques e Desmobilização de Sistema de Armazenamento e Abastecimento de Combustíveis, da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB).
A CBC Ambiental realiza o processo de análise de cava, através das seguintes etapas: identificação dos pontos de coleta, amostragem de solo, investigação de vapores orgânicos, quantificação analítica laboratorial para as amostras de solo, interpretação dos resultados segundo valores orientadores da CETESB e elaboração de laudo técnico. Todas as etapas mencionadas são realizadas pela CBC Ambiental seguindo as determinações da CETESB.
(Depto. de Meio Ambiente – CBC Ambiental).
 
 
 

12/8/2008
Geólogo da CBC Ambiental participa de mesa redonda sobre a temática Água.

 
Na próxima quarta-feira, 13 de agosto de 2008, às 14h, ocorrerá no Auditório da OAB, em Bauru, uma mesa redonda do Projeto de Educação Ambiental “Olhar Verde”, com a apresentação de uma palestra, cuja temática será a “ÁGUA”. Os palestrantes convidados são o geólogo da CBC Ambiental, Oswaldo Cesar Figueiredo Junior e o professor Eduardo Luís de Oliveira, do Departamento de Engenharia Civil da UNESP.
No encontro, serão abordados temas como ocorrência, distribuição e vulnerabilidade das águas subterrâneas, relacionando-as com as áreas contaminadas existentes.
O Auditório da OAB localiza-se na Avenida Nações Unidas, nº30-30. (fonte da foto: Ambiente em Foco).
 
 
 

12/8/2008
Diretor da CBC Ambiental participa da II Mostra Sistema FIESP de Responsabilidade Socioambiental

 
Entre os dias 13 e 15 de agosto, das 10h às 20h, acontecerá no Pavilhão da Bienal, em São Paulo, a II Mostra Sistema FIESP de Responsabilidade Socioambiental. O evento, que conta com a participação de entidades internacionais de desenvolvimento e meios de comunicação do Brasil e do exterior, é uma iniciativa do Conselho Superior de Responsabilidade Social (CONSOCIAL) e do Comitê de Responsabilidade Social (CORES) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), visando divulgar as práticas de responsabilidade social realizadas pelos mais diversos setores da sociedade. De acordo com a FIESP, a mostra firma-se como canal para interlocução entre empresas, universidades, organizações não-governamentais, órgãos públicos, veículos de comunicação e a sociedade como um todo, para desta forma consolidar uma pauta social afirmativa, criar uma agenda sobre o tema e articular estes atores para o desenvolvimento sustentável global.
A CBC Ambiental será representada no evento pelo seu diretor, Dr. Caio Cesar Passianoto.
Para maiores informações, acesse o site: www.fiesp.com.br/socioambiental
 
 
 

6/8/2008
Remediação de Áreas Contaminadas

 
A existência de uma área contaminada pode gerar sérios problemas, como danos à saúde humana, comprometimento da qualidade dos recursos hídricos, restrições ao uso do solo e danos ao patrimônio público e privado, com a desvalorização das propriedades, além de danos ao meio ambiente (CETESB, 2008). Como já vimos em artigos anteriores, a identificação de uma área contaminada ocorre através da investigação de passivos ambientais (Investigação Confirmatória e Investigação Detalhada).
Após as etapas de investigação, definidos os limites da contaminação, é necessário que se realize na área o processo de remediação que, de acordo com a ABNT NBR 15515-1: 2007, pode ser definido como aplicação de técnica ou conjunto de técnicas em uma área comprovadamente contaminada, visando a remoção, contenção ou redução das concentrações dos contaminantes presentes, de modo a assegurar a reabilitação da área, com limites aceitáveis de riscos à saúde e ao meio ambiente para o uso declarado.
A CBC Ambiental realiza processos de remediação tanto em contaminação de solo quanto de águas subterrâneas. Na remediação de solo, as técnicas mais utilizadas são: Sistema de Extração de Vapores, Bioventing, Air Sparging e Processo Oxidativo Avançado (POA), aplicadas considerando-se a dimensão da área contaminada, o custo da remediação, características físicoquímicas do solo, dentre outros. Já na remediação de águas subterrâneas, a CBC Ambiental possui um sistema de tratamento (ET-CBC), o qual é composto pelos seguintes estágios: reatores (aeróbico e facultativo), caixa separadora de água e óleo, air sparging (borbulhamento) e filtragem. O processo ocorre através do bombeamento do efluente bruto dos poços de monitoramento para o Sistema, separando as fases livre e dissolvida. Assim, através do monitoramento, observam-se as concentrações de contaminantes na entrada e saída do sistema, até que estas estejam em níveis aceitáveis pela CETESB. Em determinadas situações também é realizado o POA. (Depto. de Meio Ambiente – CBC Ambiental)
 
 
 

5/8/2008
Começam as inscrições para o II Congresso Aqüífero Guarani

 
Entre os dias 4 e 7 de novembro, será realizado em Ribeirão Preto o II Congresso Aqüífero Guarani. As inscrições são gratuitas e vão até o dia 15 de outubro. Os interessados em apresentar trabalhos para as sessões do congresso devem se inscrever até o dia 30 de setembro. Os inscritos poderão participar de discussões sobre "O Aqüífero e o Cidadão" e também trocar "Experiências de gestão de aqüíferos transfronteiriços". Para maiores informações e realização das inscrições, acesse o site http://www.aquiferoguaranicongresso.com.br http://www.sg-guarani.org/ (fonte: Ministério do Meio Ambiente / foto: Wikipedia).
 
 
 

4/8/2008
Bauru é 6ª no ranking de desenvolvimento do país

 
Segundo ranking elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Bauru é a sexta cidade do país com o melhor desenvolvimento. O levantamento é feito considerando os indicadores trabalho, saúde e educação, baseado nos dados de 2005 dos respectivos ministérios. A cidade está à frente de outros centros importantes, tais como: São José do Rio Preto, Araraquara, Sorocaba e Jundiaí. Dos 100 municípios melhores classificados, 87 estão no estado de São Paulo, cuja cidade de Indaiatuba aparece como líder.
Algumas cidades analisadas mostraram um bom desempenho no quesito econômico, porém deixaram a desejar, principalmente no aspecto social, mostrando a preocupação com o equilíbrio na análise realizada. É o que acontece, por exemplo, com o estado da Bahia. Dentre todos analisados, seria o sexto mais desenvolvido, se fosse considerado apenas os indicadores emprego e renda. Porém, quando o assunto é educação e saúde, o estado salta para as últimas posições.
A CBC Ambiental se orgulha de ter sua sede na cidade de Bauru, grande exemplo de desenvolvimento do país. Fonte: Jornal da Cidade
 
 
 

31/7/2008
Empresas preparam-se para menor disponibilidade de água

 
Apesar de historicamente a grande maioria das empresas darem pouca ênfase à questão da água, algumas delas começaram a se preocupar com a crescente escassez, tomando medidas para otimizar o uso dos recursos hídricos.Segundo relatório “Water and sustainable development: A business perspective”, do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (do inglês, World Business Council for Sustainable Development - WBCSD), a gestão eficiente dos recursos hídricos em toda cadeia produtiva não deve ser encarada apenas como um aspecto da responsabilidade social corporativa, mas sim como prática dos negócios.Mesmo nas empresas em que a água não é matéria-prima dos produtos, o recurso tem um papel importante nos processos industriais e, requer, portanto atenção especial.
O Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (World Business Council for Sustainable Development) desenvolveu uma ferramenta para ajudar as empresas a gerir melhor o uso da água.
Denominado Global Water Toll, o sistema permite que as empresas e organizações mapeiem o uso da água. Para maiores informações acesse: www.wbcsd.org/web/watertool.htm. Fonte:www.portaldomeioambiente.org.br
 
 
 

31/7/2008
Mamona e biodiesel

 
Em reportagem publicada na Revista Folha, o uso da mamona para biodiesel foi considerado impróprio pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), já que essa oleaginosa não se enquadraria nos parâmetros técnicos para produção do biocombustível, por apresentar alta densidade. Mesmo assim a Embrapa mantém e defende pesquisas com a matéria-prima.
Em entrevista a Lílian Milena, do Projeto Brasil, o Chefe de Negócios da Embrapa Algodão, Liv Soares Severino, afirma que a alta viscosidade da mamona não cria problemas para o seu uso como biocombustível.
O MME (Ministério de Minas e Energia) considera que é necessário utilizar outro tipo de produto misturado à mamona, para desta forma obter uma densidade compatível, de acordo com os dados da ANP.
Até fevereiro, a mamona participava apenas com 0,17% da produção total do biodiesel que atende o mercado, enquanto a soja representava cerca de 68,41% do setor (hoje tem participação de 77,35% dos insumos usados).
Mas o próprio MME explica que a queda da participação da mamona se deve ao aumento de preços no mercado internacional. Fonte: Jornal da Cidade, 31/07/2008.
 
 
 

30/7/2008
Parabéns Bauru!

 
Na próxima sexta-feira (1º de agosto) Bauru completa 112 anos de fundação. A CBC Ambiental parabeniza a cidade e sua população por mais um ano de vida. Sentimo-nos muito honrados de estarmos aqui localizados e temos como compromisso contribuir para o desenvolvimento sustentável do município, para que desta forma continuemos a viver na “cidade sem limites”.
 
 
 

28/7/2008
Descarte de pilhas ainda não apresenta números expressivos em Bauru

 
Pilhas e baterias apresentam em sua composição substâncias tóxicas que a podem oferecer risco a saúde e a contaminação do solo, caso não sejam descartadas de maneira correta.
De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), nos três postos de recolhimento da cidade são descartadas dez quilos de pilhas e baterias todos os meses, evitando que a contaminação chegue ao aterro sanitário.
Valcirlei Gonçalves da Silva, titular da pasta, disse que o número tem crescido, mas não de forma significativa. Segundo o secretário, a coleta é maior logo após uma campanha e depois se estabiliza.
Desde março, o cidadão que possui lâmpadas fluorescentes em sua casa também pode fazer o descarte adequado. A Secretaria Municipal do Meio Ambiente passou a receber da população e também de micro, pequenas e médias empresas, com limite de até 30 unidades por ano.
A Semma recebe pilhas e baterias na sua sede, localizada na avenida Nuno de Assis, 14-60, e no Poupatempo. .As lâmpadas fluorescentes podem ser levadas à sede da Semma. Fonte: Jornal da Cidade, 23/07/2008.
 
 
 

28/7/2008
Programa Roda Viva entrevista uma das principais personalidades no debate sobre mudanças climáticas no mundo.

 
O programa Roda Viva, da TV Cultura, leva ao ar nesta segunda-feira (28/07), às 22h40, a entrevista (inédita e gravada) com Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês). Em nome do IPCC, Pachauri foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz 2007, juntamente com o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore.
Considerado um dos mais influentes personagens do debate internacional sobre o meio ambiente, ele vem chamando a atenção do mundo para a questão ambiental e para a estreita relação entre recursos naturais e paz.
A bancada de entrevistadores é formada por Cláudia Tavares (repórter do programa Repórter Eco, da TV Cultura); Claudio Angelo (editor de Ciência do jornal Folha de S. Paulo); Herton Escobar (repórter de Ciência e Meio-Ambiente do jornal O Estado de S. Paulo); e Alexandre Mansur (editor de Ciência e Tecnologia da revista Época). O programa é mediado pela jornalista Lillian Witte Fibe. Fonte: www.ecopress.com.br.
 
 
 

22/7/2008
Investigação Detalhada de Passivos Ambientais

 
Uma vez diagnosticada a presença de um passivo ambiental (através da Análise Investigatória), este deve ser detalhado, a fim de se obter parâmetros para melhor dimensionar os limites da contaminação, definindo assim a Pluma de Contaminação. Para isso, realiza-se a Investigação Detalhada, que é a etapa da avaliação de passivo ambiental em solo e água subterrânea onde são caracterizados, qualitativa e quantitativamente: a fonte de contaminação, o meio físico e a contaminação (ABNT NBR 15515-1: 2007).
O principal objetivo dessa investigação é quantificar e detalhar as características da fonte de contaminação, bem como determinar as dimensões da área ou volumes afetados, os tipos de contaminantes presentes, suas concentrações e os receptores de risco.
Para tanto, são realizadas sondagens adicionais àquelas realizadas na Investigação Confirmatória, instalando-se os poços de monitoramento, possibilitando as coletas de água. É imprescindível que os poços de monitoramento cubram todas as direções possíveis das plumas de contaminação. Os resultados das amostras são comparados com os Valores Orientadores da CETESB (2005), os quais determinam a concentração máxima permitida de compostos provenientes de combustíveis automotivos, para que não haja riscos potenciais, diretos ou indiretos à saúde humana. A CBC Ambiental realiza esse processo seguindo as recomendações do anexo “Roteiro para Realização de Investigação Detalhada e Elaboração de Plano de Intervenção em Postos e Sistemas Retalhistas de Combustíveis” da CETESB, 2007.
A Investigação Detalhada fornece importantes subsídios, tanto ao responsável legal pelo empreendimento quanto ao órgão de controle ambiental (CETESB) para ações que auxiliarão na tomada de decisões relativas a um sistema de gerenciamento, no que diz respeito à remediação de áreas contaminadas.
(Depto. de Meio Ambiente – CBC Ambiental).

 
 
 

22/7/2008
Umidade do ar é preocupante em Bauru

 
A estiagem - a última chuva registrada em Bauru foi no dia 24 de junho - e a ação de uma massa de ar seco no Estado de São Paulo estão derrubando os índices de umidade relativa do ar, que é a quantidade de partículas de vapor por litro de ar. Em queda desde o início da manhã, ontem a umidade do ar na cidade chegou a 25% às 15h, de acordo com a estação medidora de qualidade do ar da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).
O ideal para o ser humano é que a umidade do ar esteja acima dos 50%. Índices abaixo de 30% já inspiram cuidados. Nestas condições, as orientações são umidificar o ambiente com toalhas molhadas e ingerir muito líquido.
Se não bastassem as condições climáticas, fogo em terrenos baldios dentro da cidade contribui para piorar a qualidade do ar em Bauru.
Os bombeiros contabilizaram 15 focos de incêndio em terrenos baldios na Bela Vista no início da noite de ontem, o que exigiu a atuação de duas equipes da corporação por cerca de duas horas.
“A maioria dos terrenos com fogo é da prefeitura e estava com mato alto. Aí sempre tem quem coloca fogo para se livrar de um problema e cria outro”, disse um bombeiro que preferiu não se identificar. Atear fogo em terrenos baldios é proibido por lei municipal.
Ainda não há previsão de chuva para os próximos dias, e o ar seco deve se manter. Fonte: Jornal da Cidade, 22/07/2008
 
 
 

18/7/2008
Poços artesianos contaminados serão interditados em Bauru

 
Análises confirmaram a contaminação de poços artesianos na cidade, com um nível de nitrato maior que o permitido. A máxima concentração tolerada para o composto químico é de 10 miligramas por litro de água (mg/l). Mas, de 223 análises de água avaliadas em estudo elaborado por ela, 4,04% apresentaram valores acima do permitido, onde amostra coletada pelo DAE numa propriedade nas proximidades do entroncamento do córrego da Grama com o rio Bauru atingiu 26,4 mg/l.
O Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), órgão estadual, cancelará as outorgas dos poços com elevada contaminação na cidade, não permitindo mais o bombeamento de água do local.
Segundo Luiz Otávio Manfré, diretor de recursos hídricos do DAEE, um estudo será feito para saber se é coisa isolada ou se tem alguma implicação em alguma região. O alto índice de nitrato é resultado de um processo de contaminação do lençol freático que pode ter demorado até 50 anos, dependendo da profundidade do aqüífero em relação à superfície. Trata-se de uma poluição que não possui método para combate imediato e pode levar até 100 anos para ser revertida.
A ingestão em excesso de nitrato pode causar deficiência no processo de oxigenação das células, doença conhecida cientificamente como metaemoglobinemia, que pode levar principalmente crianças à morte. Fonte: Jornal da Cidade, 18/07/2008.
 
 
 

16/7/2008
Apenas 2% dos usuários de celulares no Brasil reciclam os aparelhos

 
Uma pesquisa realizada pela Nokia em 13 países aponta que somente 3% das pessoas no mundo têm o hábito de reciclar seus celulares antigos - no Brasil este número é um pouco menor de 2%. Segundo o levantamento, a maioria guarda em casa os aparelhos sem uso. O levantamento revela ainda que três em cada quatro consumidores nem sequer pensam em reciclar seus dispositivos e quase a metade ignora que seja possível fazer isso.
A pesquisa também revela atitudes e comportamento dos usuários em relação à reciclagem.
Segundo o diretor de assuntos ambientais e mercado da Nokia, Markus Terho, os resultados demonstram que quando os celulares finalmente chegam ao final de suas vidas úteis poucos são reciclados. Muita gente simplesmente desconhece que os aparelhos antigos e sem uso, guardados nas gavetas, podem ser reaproveitados e como isso pode ser feito.
A pesquisa mostra que uma das principais razões por tão poucas pessoas reciclarem seus celulares é que elas simplesmente não sabem que isso é possível.
Com o reaproveitamento de celulares usados, economiza-se cerca de 240.000 toneladas de matéria prima e reduz a emissão de gases, com efeito idêntico à retirada de quatro milhões de carros das ruas.
Juntas, pequenas ações individuais podem fazer uma grande diferença. Fonte: www.ecopress.org.br.
 
 
 

11/7/2008
Investimentos em energia renovável aumentam 60% em todo mundo.

 
O investimento global em energias renováveis ao longo de 2007 registrou crescimento de 60% em relação ao ano anterior, com US$ 148 bilhões aplicados no setor. O levantamento foi apresentado na terça-feira (01/07/2008) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), no relatório Tendências Globais dos Investimentos em Energias Renováveis 2008.
De acordo com o levantamento, a energia eólica atraiu a maior parte dos aportes - US$ 50,2 bilhões de dólares. No entanto, o mercado que mais cresceu foi o de energia solar. O segmento recebeu cerca de US$ 28,6 bilhões, três vezes mais que em 2004.
China, Índia e Brasil são a bola da vez. Juntos, os três países receberam 22% dos investimentos mundiais, o equivalente a US$ 26 bilhões. Os aportes são 14 vezes maiores que os realizados em 2007. Enquanto China e Índia desenvolveram o setor de energia eólica, o Brasil tenta manter o cenário de renovável às custas de grandes hidrelétricas e etanol.
"A matriz elétrica brasileira tem recebido a maior quantidade de energia nova a partir de térmicas fósseis, contrariando a tendência mundial de investimentos em energias renováveis apontada pelo relatório", comenta Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de Renováveis do Greenpeace Brasil.
Mas há um forte movimento para mudar esse quadro. O Encontro de Energia Eólica que reuniu os governadores nordestinos e o ministro de energia em meados de junho mostrou que tanto a iniciativa privada quanto o governo regional querem explorar o enorme potencial do Brasil para o desenvolvimento desse mercado. Fonte: www.greenpeace.org/brasil.
 
 
 

11/7/2008
Diga-me o que jogas- e como jogas- e te direi quem és.

 
Na coluna Opinião do jornal da cidade de terça-feira uma nota escrita pela ambientalista e profissional de telecomunicações, Luciana Gonçalves, diz respeito ao lixo e nosso estilo de vida.
O seu lixo pode refletir indícios da sua personalidade, sua classe social, seus hábitos alimentares, suas preferências em termos de marca, seu perfil de consumo e principalmente sua preocupação com o meio ambiente.
Nos dias atuais, fica o traço marcante do consumismo e da sociedade capitalista, que só age na ânsia de substituir a tecnologia por novidades, sem a preocupação com o destino do objeto fora de moda. Leia o texto completo no Jornal da Cidade de 08/07/2008, coluna Opinião.
 
 
 

11/7/2008
Investigação Confirmatória de Passivos Ambientais

 
A existência de uma área contaminada gera sérios riscos, tanto à saúde da população quanto ao meio ambiente, uma vez que pode comprometer a qualidade de recursos naturais, além de impossibilitar o uso e ocupação do solo.
O levantamento do histórico das atividades realizadas numa determinada área permite classificá-la como área potencialmente contaminada (AP) ou área suspeita de contaminação (AS). Assim, são realizadas investigações no local de estudo, inicialmente através da Investigação Confirmatória que, de acordo com a norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), NBR 15515:2007, é a etapa da avaliação de passivo ambiental em solo e água subterrânea em que são feitos estudos e investigações com o intuito de comprovar a existência de contaminação em uma área.
A Investigação Confirmatória ocorre basicamente através das seguintes ações: coleta de dados existentes, estabelecimento de plano de investigação, coleta e análise química de amostras e interpretação de resultados (CETESB, 2007).
Essa etapa é apresentada pelo Responsável Legal do empreendimento, quando solicitada pelo órgão ambiental fiscalizador (no Estado de São Paulo, pela CETESB) o qual geralmente contrata uma empresa especializada para execução da mesma. “Os serviços realizados pela CBC Ambiental têm como base as orientações da CETESB, regidas por procedimentos operacionais internos, os quais visam investigar o solo e a água subterrânea de determinada área qualitativamente, num primeiro momento”, diz Oswaldo Cesar Figueiredo Junior, geólogo formado pela Universidade Federal do Mato Grosso, que compõe a equipe técnica da CBC Ambiental.
A Investigação Confirmatória é um processo fundamental no que diz respeito à identificação de áreas contaminadas, pois fornece subsídios para a elaboração de um plano de gerenciamento das mesmas. (CBC Ambiental – Depto. de Meio Ambiente).
 
 
 

7/7/2008
CBC Ambiental em visita a Cooperativa de Recicláveis de Bauru

 
Ampliando as ações de conhecimento sobre a realidade da coleta seletiva de Bauru, o grupo Olhar Verde esteve visitando a COOTRAMAT – Cooperativa de Recicláveis de Bauru.
Na ocasião, o grupo percorreu todas as etapas da organização dos materiais que chegam na Cooperativa, trazidos pelos caminhões de coleta da Prefeitura Municipal.
A presidente da Associação, a cooperada Valéria, acompanhou a visita que também foi prestigiada pela presença do Secretário de Meio Ambiente, Valcirlei Gonçalves da Silva.
O grupo ambientalista é composto por representantes do Poder Público e da iniciativa privada, sendo a CBC Ambiental uma das integrantes através da participação ativa de seu diretor, o Engenheiro Agrônomo, Caio Passianoto.
Durante o percurso, os presentes levantaram importantes questões relacionadas com a infra-estrutura do local e verificaram as condições atuais do trabalho dos cooperados, sugerindo melhorias e detectando necessidades que podem ser satisfeitas através de projetos sociais solidários, dirigidos à comunidade.
Ao final da visita, o grupo se reuniu com o Secretário do Meio Ambiente e as lideranças da COOTRAMAT para discutir estratégias de ampliação da produtividade e possibilidades de aumentar a eficiência. Outro ponto debatido foi o rendimento do trabalho e a conscientização da população bauruense quanto à necessidade de incentivar os trabalhos da Cooperativa, separando e doando os resíduos domiciliares.
Conhecendo melhor a situação do mercado de reciclagem local, o grupo Olhar Verde e a CBC Ambiental planejam novas ações concretas, visando a integração da educação local e a sustentabilidade de Bauru.
Na foto, alguns dos integrantes do Olhar Verde, presentes na visita: Sidnei (SEMMA) e Fábio (SEMMA), Rodrigo Maia (BlueEye), Caio Passianoto (CIESP - CBC Ambiental), Paulo (SEMMA), Valcirlei Gonçalves da Silva (Secretario Municipal do Meio Ambiente), Valéria (Presidente da Cootramat), Carlos Alberto Maiello Junior (BlueEye) e Carmem de Carvalho (DAE).
 
 
 

2/7/2008
Sucata pós-moderna

 
Um encontro realizado em Curitiba em 12 e 13 de junho, o I Encontro Nacional de Reciclagem, organizado pelo Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente e Desenvolvimento da Universidade Federal do Paraná (UFPR), reuniu ambientalista e pesquisadores de várias áreas, sendo um dos temas centrais o descarte de lixo eletrônico.
Ignorado pela maioria dos consumidores, o destino final de aparelhos como computadores, telefones celulares e televisores representam grave ameaça à saúde do planeta, pois eles contêm elementos químicos tóxicos em seus componentes.
Reaproveitar papel, plástico ou alumínio é fácil. Mas reciclar lixo eletrônico é um problema ainda sem solução. “O grande desafio é separar os metais nobres – como ouro, prata e cobre – dos elementos tóxicos, como mercúrio e cádmio”, disse o químico Júlio Carlos Afonso, da UFRJ. Para cada tonelada de computadores, recupera-se mais ouro do que em 15 toneladas de minério bruto beneficiado para extração do metal.
O lixo eletrônico não é apenas um problema ambiental. Os maiores depósitos do planeta estão no Terceiro Mundo. África, Índia, Paquistão, Indonésia e principalmente a China são os mais prejudicados. Países centrais, especialmente os Estados Unidos, enviam boa parte de seu lixo eletrônico para países emergentes. “Três quartos desse material não passam de sucata”, conta Afonso. “Quase sempre são aparelhos com defeito ou estragados”.
Todos esses materiais serão incinerados, e liberarão substâncias tóxicas que irão para o ar e também podem contaminar os lençóis freáticos, além de apresentar riscos para crianças que brincam nos lixões.
“Resolver esse problema transcende as barreiras científicas”, na óptica do pesquisador da UFRJ. Para ele, é sobretudo uma questão de educação ambiental. “Temos direito de consumir produtos que facilitem nossa vida cotidiana e é desejável que novas tecnologias sejam acessíveis a todos”, disse. Mas o problema, segundo ele, é a velocidade com que o fenômeno da obsolescência vem ocorrendo. “A sociedade se tornou vítima do consumo compulsivo, irresponsável e sem controle, alimentado pela última palavra da tecnologia e insustentável do ponto de vista ambiental.” Fonte: Ciência Hoje On-line, 30/06/2008.
 
 
 

30/6/2008
Para onde vão os resíduos da construção civil?

 
A indústria de construção civil é um dos grandes contribuintes do desenvolvimento socioeconômico, mas também o maior gerador de resíduos ao longo de toda a sua cadeia produtiva.
Em 2002 foi aprovada a resolução nº 307, Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que dispõe sobre os resíduos sólidos oriundos da construção civil. Assim, podemos notar mudanças positivas no cenário nacional como o uso racional dos recursos naturais, utilização de materiais ecologicamente corretos. Mas ainda não são mudanças suficientes, é necessário à formatação de uma legislação que incentive as iniciativas, o mecanismo para gestão de edificações sustentáveis e o gerenciamento do ciclo completo destes produtos, começando desde o projeto até a destinação adequada dos resíduos sólidos que são gerados.
As empresas foram obrigadas a incorporar novos métodos e técnicas de racionalização, programas de redução de perdas, implantação de sistemas de gestão de qualidade e reaproveitamento de resíduos através do processo de reciclagem.
Um exemplo de iniciativa para recolhimento de resíduos é a capital gaúcha, onde foram criados Ecopontos, espaços onde a população poderá entregar os materiais restantes da construção civil até 0,5 metro cúbico de forma voluntária.São considerados pequenos geradores, mas os grandes precisam apresentar um plano de gerenciamento de resíduos da construção, até mesmo obras públicas. Fonte: Revista do Crea do Rio Grande do Sul, junho de 2008.
 
 
 

30/6/2008
Empresas locais já fazem a compensação ambiental

 
Algumas empresas de Bauru preocupadas com o aquecimento global estão fazendo um trabalho de compensação de emissão de carbono , através do plantio de árvores. O nome do projeto é Carbono Zero, comandado pelo Instituto Ambiental Vidágua.
Segundo Kláudio Cóffani, coordenador do programa serão levantadas as emissões da Tryor, que fabrica veículos ecologicamente corretos, da Ice Fresh (indústria de creme dental), da Polivídeo e da Adventure.
Através de tabelas fornecidas pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) ) da Organização das Nações Unidas (ONU), o Vidágua consegue calcular o quanto cada pessoa, em seu cotidiano, ou uma empresa é responsável pela emissão de gases causadores de efeito estufa.
O programa Carbono Zero foi lançado pelo Instituto Ambiental Vidágua há um ano. A entidade não cobra da empresa pelo trabalho de cálculo da emissão de carbono. Porém, a empresa tem de assumir o custo do plantio das mudas apontadas como medida compensatória ao final da consultoria e a manutenção das árvores por 20 anos. As árvores serão plantadas pela equipe do Vidágua em áreas de reflorestamento, que estão em análise. Maiores informações no site www.carbonozero.org.br ou www.vidagua.org.br. Fonte: Jornal da Cidade-Bauru, 27/06/2008.
 
 
 

27/6/2008
Banho de economia e respeito ao meio ambiente

 
Projeto do Instituto Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abine), destaca o uso consciente e eficiente da água e da energia elétrica.
Resultado do projeto foi lançamento de uma cartilha e de um site, que traz desde a história do chuveiro e do banho até dicas sobre energia e água. Ainda no site é possível fazer simulações de consumo de água acessando o ícone Sabesp.
A cartilha apresenta uma linguagem fácil e didática, com orientações que vão além das tão divulgadas atitudes como fechar o chuveiro ao se ensaboar e reduzir o tempo do banho. Para maiores informações leia a matéria na íntegra no Jornal da Cidade, de 15 de março de 2008. Fonte: www.banhoeconomico.com.br.
 
 
 

26/6/2008
CBC Ambiental presente no 3º encontro do Olhar Verde

 
No último dia 18 foi realizado o terceiro encontro presencial do projeto Olhar Verde, com a abordagem do tema “Recicláveis”.
O evento contou com a participação do engenheiro agrônomo e docente da Unesp Aloísio Sampaio, e o biólogo, geógrafo e educador ambiental Ivan de Marche.
Na abordagem, Sampaio explanou sobre a atual cadeia tecnológica que envolve o processo de reciclagem, apresentando os modelos de coleta seletiva adotados pelo Poder Público nas diferentes cidades do Brasil. Com dados bastante expressivos, o agrônomo demonstrou os efeitos positivos da educação ambiental na mudança de hábito da população e na criação de demandas de mercado para os recicláveis.
Em seguida, o biólogo Ivan de Marche, que também é representante da ONG Instituto Vidágua discursou sobre a necessidade de diminuir a reciclagem, contendo o consumismo. Discutindo a importância de educar os brasileiros para o chamado “consumo consciente”, o biólogo reforçou a preponderante posição do primeiro “R”, relativo à “redução”, na criação das condições de sustentabilidade e de qualidade de vida para o meio ambiente.
No amplo debate que finalizou as discussões, o tema rendeu conclusões positivas além de gerar várias idéias de novos projetos. Na oportunidade, o Técnico Ambiental da SEMMA – Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Sidnei Rodrigues, explanou sobre o trabalho de coleta seletiva realizado pelo Poder Público de Bauru e também mostrou os planos para a melhoria da Cooperativa de Recicláveis, a COOTRAMAT.
Também presente no 3º encontro, o Engenheiro Agrônomo, Caio Cesar Passianoto, coordenador de Meio Ambiente do CIESP – Bauru e diretor da empresa CBC Ambiental, fez importantes colocações evidenciando os projetos de coleta seletiva e inserção social que podem se tornar realidade com o apoio do empresariado bauruense.
 
 
 

24/6/2008
Plantas reduzem a toxicidade e restabelecem capacidade de cultivo de áreas contaminadas em SP

 
Pesquisadores da Universidade de São Paulo, biólogo Fábio Moreno e o geólogo Joel Sígolo, desenvolveram um trabalho de descontaminação do solo com plantas.
Para isso, investigam as propriedades de duas plantas, a mostarda (Brassica sp.) e o girassol (Helianthus annuss). “Essas espécies foram escolhidas por serem modelos usados com freqüência em estudos de fitorremediação, pois produzem biomassa abundante e acumulam metais de forma mais acentuada do que outras”, justifica Moreno.
Antes de plantar a mostarda e o girassol, os pesquisadores optaram por tratar uma parte da área estudada com turfa, um material de origem vegetal parcialmente decomposto, capaz de reduzir a toxicidade dos poluentes. “No solo tratado com turfa, a produção de biomassa vegetal (mostarda e girassol) foi até cinco vezes superior à obtida na área que não recebeu o material”, conta o biólogo. Esse aumento na capacidade de cultivo favorece a ação das plantas na recuperação do solo.
O pesquisador explica que essas plantas reduzem a erosão e a dispersão de metais no solo, assim evitando sua penetração nas águas subterrâneas.
Nas próximas fases da pesquisa, a equipe busca comprovar se o cromo e o níquel foram de fato estabilizados na área. Os pesquisadores também pretendem fazer um levantamento dos vegetais encontrados em outras áreas com alta concentração de metais no solo, para elaborar um banco genético e um catálogo de espécies com potencial fitorremediador. “Futuramente, essas plantas poderão ser usadas na descontaminação e recuperação de solos de outras regiões do Brasil”, avalia.
A técnica pode ser uma solução economicamente viável para recuperar extensas áreas de terras contaminadas que se encontram abandonadas ou subutilizadas no Brasil.
A fitorremediação também pode ser empregada para intensificar a ação de microrganismos na degradação de compostos orgânicos poluentes. Nesse caso, são usadas plantas com raízes densas e profundas (como as gramíneas), que produzem e liberam ao mesmo tempo grande quantidade de nutrientes. Essas espécies apresentam uma rizosfera com alta capacidade de colonização por microrganismos – os maiores responsáveis pela degradação dos compostos orgânicos, que são transformados em compostos menos tóxicos ou até em gás carbônico e água. Assim, é possível promover a preservação ambiental aliada ao desenvolvimento social, energético e econômico. Fonte: Ciência Hoje On-line,
16/06/2008.
 
 
 

23/6/2008
Minc quer usar exemplo do Rio para reduzir passivo ambiental do Brasil

 
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, assinou nesta última sexta-feira, no Rio de Janeiro, termo de cooperação para a retirada de resíduos industriais do Centres (Centro de Tratamento de Resíduos Sólidos), em Queimados, município da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.
O local armazena produtos tóxicos como cádmio, ascarel, cianeto, entre outros,sendo o segundo maior passivo ambiental do estado. A área é de uma empresa que faliu, mas que depositou material desde a década de 80.
O acordo foi assinado entre a Secretaria do Ambiente do Rio de Janeiro e a Petrobrás, que irá investir R$ 20 milhões no processo de transferência dos resíduos, que será feito por empresa terceirizada, e na descontaminação do solo.
Segundo Minc, será feito um levantamento de passivos ambientais em todo território nacional, e busca de parcerias para viabilizar a solução desses problemas que ameaçam o meio ambiente, e ainda acrescentou que a remediação das áreas será prioridade.
O maior passivo do Rio de Janeiro é o da companhia mineradora Ingá Mercantil, também falida. A área, que está em processo de descontaminação, será leiloada no próximo dia 27 de junho. No caso do Centres, a retirada de material de superfície começou a ser feita em 2002. Em seguida, a Petrobrás deu início a um minucioso trabalho de diagnóstico preliminar do solo, que constatou que ainda há presença de produtos perigosos. Agora, a estatal, que também chegou a depositar resíduos neste local na época, irá financiar a retirada dos produtos restantes e a descontaminação do solo. Fonte: www.mma.gov.br, 20/06/2008.
 
 
 

20/6/2008
Regularizar terras será o primeiro ato do PAS

 
A regularização fundiária das propriedades na Amazônia Legal será o primeiro ato do governo para dar início ao Plano Amazônia Sustentável (PAS), projeto que visa a preservar a floresta e, ao mesmo tempo, desenvolver a região. Para tanto, terá de, excepcionalmente, mudar leis agrárias de forma a permitir que a posse se transforme em propriedade. Terá ainda um item polêmico: onde há zoneamento econômico-ecológico, a reserva legal, hoje de 80% da área da propriedade, poderá ser de 50%. “O próprio regime legal existente permite ajustar a regra das reservas legais e, em alguns casos, baixar para 50%$, sempre de modo seguro para o ambiente”, disse o ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, após a primeira reunião formal do conselho do PAS, integrado pelos Ministérios da Defesa, Casa Civil, Meio Ambiente, Agricultura, Desenvolvimento Agrário, Justiça, Minas e Energia e Integração Nacional. Atualmente, apenas Acre e Rondônia têm zoneamento econômico-ecológico. Fonte: OESP, 18/06/2008.
 
 
 

20/6/2008
Rede Confiança recebe óleo de cozinha usado

 
A partir de hoje, a Rede Confiança de Supermercados passa a receber óleo de comestível usado, que será destinado à reciclagem. O óleo, que se jogado no esgoto causaria a poluição do meio ambiente, será transformado em biodiesel. E além disso, para cada duas garrafas pet de óleo de fritura usado entregue, a rede de supermercados dará, na hora, uma garrafa de 900 ml de óleo refinado de soja.

A iniciativa faz parte da comemoração dos 25 anos de atividades da Rede Confiança de Supermercados, numa parceria com a fábrica de óleo de soja Granol, que fará a reciclagem do óleo usado em biodisel. Até o dia 30 de agosto, numa promoção do Confiança com a Plasútil, quem entregar duas garrafas pet de óleo de fritura usado também ganhará um funil fabricado pela Plasútil para o manuseio do produto.

Mas qualquer outra quantia de óleo usado, desde que acondicionado corretamente em garrafa pet limpa, pode ser entregue nas lojas do Confiança, aos fiscais de caixa.

Apenas um litro de óleo usado contamina cerca de um milhão de litros de água, prejudica a oxigenação das plantas aquáticas e afeta todo o ecossistema, além de contribuir para o entupimento da rede de esgoto.
Fonte: Jornal da Cidade-Bauru, 20/06/2008.
 
 
 

17/6/2008
Solo do Estado de SP virou grande depósito de substâncias tóxicas

 
As áreas de solo contaminadas por infiltração de produtos químicos aumentaram 25% em um ano (de 1822 em 2006, para 2272 em 2007). No ranking das localidades com maior número de áreas tóxicas, o interior do Estado aparece em primeiro lugar com 786, seguido da capital, com 743 pontos. Esse número ainda pode aumentar, devido a maior intensidade de fiscalização da CETESB e do aperto de regras de licenciamento ambiental para postos de gasolina, indústrias, empresas de tratamento e descarte de resíduos.
O destaque é dado para os postos de abastecimento de combustíveis, uma vez que armazenam produtos como solventes, combustíveis, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (PAHs) e metais, os quais podem vazar contaminando o subsolo, e conseqüentemente o lençol freático.Os PAHs são altamente cancerígenos e podem causar problemas à saúde humana, animal e ao meio ambiente.
Para tratar áreas contaminadas, é realizado um processo de remediação, ou seja, a limpeza do local. Tal processo diminui as concentrações de contaminantes, reabilitando a área, sem prejuízos ambientais. Fonte: Jornal da Cidade-Bauru, 15/06/2008.
 
 
 

9/6/2008
Gerente de Meio Ambiente participa de curso de Interpretação dos Requisitos e Formação de Auditores Internos NBR ISO 9001:2000

 
Dando continuidade ao processo de implementação do Sistema Integrado de Gestão, a CBC Ambiental propiciará a sua Gerente de Meio Ambiente, Vanessa Yuri Sayki, o curso de Interpretação dos Requisitos e Formação de Auditores Internos NBR ISO 9001: 2000, nos dias 12, 13 e 14 de junho, oferecido pela Brisot Consultoria. O objetivo é integrar as áreas de qualidade e meio ambiente, para que as mesmas possam atuar em conjunto na melhoria contínua do Sistema Integrado de Gestão. Lembramos que a CBC Ambiental já possui a certificação ISO 9001:2000, tendo como objetivo obter a certificação ISO 14001:2004 ainda no presente ano.
 
 
 

5/6/2008
Dia Mundial do Meio Ambiente

 
Hoje comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente, porém uma pergunta fica no ar, com o perdão do trocadilho. O que estamos fazendo para garantir que as futuras gerações possam ao menos ter um planeta habitável?
Segundo relatório do IPCC, algumas constatações / previsões nos alertam para um futuro preocupante:

- Até o fim do século a temperatura da terra poderá chegar a uma alta de 6,4ºC;
- O Nível dos oceanos aumentaria de 18 a 59 cm até 2100, obrigando 200 milhões de pessoas a abondonarem suas casas;
- As chuvas devem aumentar cerca de 20% e o gelo do pólo norte poderia estar completamente derretido em 2100;
- O aquecimento da terra será sentido mais nos continentes do que nos oceanos;
- No Brasil, o aquecimento mais intenso ocorrerá no final deste século, no Centro-Oeste e no Norte, regiões que abrigam a Floresta Amazônica;

Diante desse cenário preocupante, só nos resta agir. Acreditamos que não apenas o dia de hoje, mas todos os dias deveriam ser do meio ambiente, sendo comemorados com atitude, a começar por cada um de nós.

CBC Ambiental.
 
 
 

5/6/2008
IX Semana Integrada do Meio Ambiente de Bauru – SIMAB

 
Entre os dias 2 e 6 de junho acontece a Semana Integrada do Meio Ambiente de Bauru (SIMAB). O evento conta inúmeras atividades entre palestras, espetáculos, apresentações de projetos e mesas redondas, cujo objetivo é abordar diversos assuntos relacionados a questões ambientais, buscando a sensibilização e conscientização dos participantes em relação a preservação e conservação ambiental.
No dia 5, quinta-feira, haverá uma mesa redonda com o tema “Experiências na implantação do Sistema de Gestão Ambiental”, a qual terá a participação do Dr. Caio Cesar Passianoto, diretor da CBC Ambiental. O evento se realizará na OAB – Av. Nações Unidas, nº30-30, às 19h30.

 
 
 

2/6/2008
Secretária administrativa participa de curso de Rotinas Administrativas.

 
A CBC Ambiental, sempre comprometida com a capacitação profissional de sua equipe e visando otimizar os procedimentos internos, agregando valor aos serviços prestados, proporcionou um curso de Rotinas Administrativas à secretária administrativa, Tatiane Francine Braz Furquim, para que o suporte prestado na coordenação dos processos funcionais seja ainda mais eficiente.
 
 
 

26/5/2008
Futuro ambiental de Bauru é tema de entrevista.

 
No último domingo, 25 de maio, o diretor da CBC Ambiental e coordenador de Meio Ambiente do Ciesp, Caio Cesar Passianoto, em entrevista ao Jornal da Cidade, comentou a questão ambiental no município. Para ele, atitudes positivas, como a educação e instrução de crianças e adolescentes, ensinando o consumo consciente e noções de reciclagem, farão de Bauru uma cidade diferenciada, com qualidade de vida, geração de renda e com uma política exemplar nesses quesitos.
Para tanto, uma alternativa que pode gerar um resultado em curto prazo seria a Parceria Público-Privada (PPP). Assim, projetos que obtiveram sucesso em outras cidades estão sendo pesquisados para adaptá-los à realidade do município.
Para saber mais, leia a reportagem “Como a cidade se prepara para o futuro ambiental. Fonte: Jornal da Cidade-Bauru, 25/05/2008.
 
 
 

23/5/2008
Gerente de Qualidade da CBC Ambiental participa de curso de formação de Auditor Líder ISO 14001:2004.

 
O Instituto Ambiental Vidágua, em parceria com a BRTVU – Avaliações da Qualidade promoverá, entre os dias 26 e 30 de maio de 2008, na cidade de Bauru, um curso de formação de auditor líder em 14001:2004. A CBC Ambiental, em processo de implantação do SIG (Sistema Integrado de Gestão – Qualidade / Ambiental) viabilizará a participação de seu Gerente de Qualidade no referido curso. O principal objetivo da empresa é obter a certificação ISO 14001:2004 no final desse ano, para que, juntamente com a ISO 9001:2000 já obtida, se consolide o Sistema Integrado de Gestão, formalizando e tornando público a filosofia da empresa desde sua fundação.
 
 
 

15/5/2008
Curso de Interpretação da ISO 14001

 
Visando obter a Certificação ISO 14001, a CBC Ambiental proporcionou à Gestora Ambiental Vanessa Yuri Sayki, responsável pelo Departamento de Meio ambiente da empresa, um curso de Interpretação dos Requisitos da NBR ISO 14001: 2004. O curso, com duração de 16 horas, foi realizado nos dias 24 e 25 de abril, oferecido pela Brisot Consultoria & Treinamento e ministrado pelo consultor José Guilherme Carvalho Ruivo. O presente treinamento é parte do planejamento adotado pela empresa na implementação do Sistema Integrado de Gestão (SIG) visando obter a certificação ISO 14001:2004.
 
 
 

15/5/2008
CBC Ambiental participa da 3ª Conferência Nacional do Meio Ambiente

 
A CBC – Consultoria e Planejamento Ambiental Ltda., preocupada e atenta às questões ambientais, participou da terceira edição da Conferência Nacional do Meio Ambiente, realizada em Brasília de 7 a 10 de março de 2008, a qual teve como tema central as mudanças climáticas. A empresa foi representada pelo seu diretor, Dr. Caio Cesar Passianoto, o qual atuou na condição de delegado com direito a voto. Antes, já havia participado das etapas regional e macro-regional, ambas sediadas na cidade de Bauru, bem como da etapa Estadual, realizada na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo nos dias 28 e 29 de março de 2008. Nas referidas conferências, em nível regional e estadual, a empresa foi representada ainda pelo seu gerente de qualidade, Eng. Márcio Augusto da Silva, o qual também participou como delegado, tendo direito a voto. Ressalta-se que, tal representatividade não se restringiu à CBC Ambiental, mas, principalmente a toda classe patronal empresarial da macro-região de Bauru. O resultado dessa participação obteve um balanço bastante positivo, resultando na manutenção de algumas propostas anteriormente elaboradas nas etapas regional e macro-regional, as quais passarão a ter efeito em âmbito nacional.
A CBC Ambiental entende que é extremamente importante a participação de debates dessa magnitude por parte do empresariado, na elaboração das políticas públicas voltadas ao meio ambiente.
 
 
 

15/5/2008
CBC Ambiental apóia projeto de educação ambiental

 
No último dia 29 de abril de 2008 foi lançado oficialmente o Projeto Olhar Verde, concebido com o intuito de incentivar a adoção de hábitos de vida sustentável por parte da comunidade educacional bauruense. Dentro da programação de lançamento, ocorreram algumas palestras e debates na sede do CIESP / Regional Bauru. O primeiro tema apresentado, “Programa de Educação Ambiental nas Escolas e Lançamento da Parceria com a Secretaria Municipal da Educação, teve como apresentador o Coordenador do Grupo de Meio Ambiente Ciesp / Regional Bauru, Dr. Caio Cesar Passianoto.
A CBC Ambiental apóia o Projeto Olhar Verde, colocando à sua disposição seus colaboradores no desenvolvimento das atividades do grupo.
 
 
 

17/3/2008
Justiça suspende licitação para aluguel de floresta pública

 
A Justiça Federal determinou na sexta-feira (14) a suspensão da primeira licitação para o aluguel de uma floresta pública no Brasil. A decisão fez o SFB (Serviço Florestal Brasileiro) paralisar o processo de concessão da Floresta Nacional do Jamari, em Rondônia, à exploração sustentável de madeira.
O SFB disse que recorrerá da decisão assim que for oficialmente notificado, na terça-feira que vem. Para o órgão, ligado ao Ministério do Meio Ambiente, a concessão de florestas públicas é estratégica para empurrar a economia da Amazônia rumo a atividades que não derrubem a mata.
"É justamente neste momento que precisamos de alternativas econômicas funcionando e não temos alternativas", diz Tasso Azevedo, diretor do SFB. Ele se refere à ação emergencial do governo para conter o desmatamento, que voltou a subir no fim do ano passado após três anos de queda.
O governo avalia que, sem as concessões, será muito difícil tirar o setor madeireiro da ilegalidade em que ele se encontra hoje - e que resultou no conflito visto no mês passado em Tailândia, Pará, cidade que vive da exploração ilegal de madeira.
O processo para conceder parte da Flona (Floresta Nacional) o Jamari à indústria madeireira seria o primeiro teste prático desse modelo de exploração, no qual o governo entra com a mata e recebe royalties pelo manejo florestal, que deve seguir critérios ambientais.
Oito empresas se inscreveram para disputar a concessão de 90 mil hectares da Flona.
Congresso Nacional
Os envelopes seriam abertos na semana que vem, mas o processo foi interrompido por decisão da desembargadora Selene Maria de Almeida, do Tribunal Regional Federal.
Ela determinou que o processo seja suspenso até que o SFB obtenha autorização do Congresso para conceder a área. No entendimento de Almeida, as concessões florestais equivalem à concessão de terras públicas. E, para este caso, a Constituição determina que toda transferência de domínio acima de 2.500 hectares seja autorizada pelo parlamento.
O governo acha que não. Quando sancionou a Lei de Florestas Públicas, em 2006, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o artigo que fazia essa exigência. "Floresta pública é diferente de terra pública", diz Azevedo. "Nós não estamos concedendo a terra, mas sim o direito de manejar a floresta que está sobre aquela terra. O acesso à área continuará garantido a qualquer cidadão."
Segundo Azevedo, outros tipos de concessão em terra pública são feitos cotidianamente sem autorização do Congresso. "Teriam de fazer o mesmo com mineração, hidrelétricas e linhas de transmissão", afirma o diretor do serviço florestal. "Imagine se toda mineração em áreas maiores que 2.500 hectares tiver de passar pelo Congresso. O país pára."
Fonte: Cláudio Ângelo / Folha de S.Paulo.
 
 
 

17/3/2008
EXCLUSIVO: Resíduos de postos de combustíveis e oficinas são um problema ambiental ainda pouco trabalhado

 
Desde novembro de 2000, com a edição da Resolução 273 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), os postos de combustíveis, para obter suas licenças prévias de Instalação e Operação, tornaram-se obrigados a apresentar “previsão, no projeto, de dispositivos para o atendimento à Resolução Conama n° 9, de 1993, que regulamenta a obrigatoriedade de recolhimento e disposição adequada de óleo lubrificante usado”.
Essa norma foi totalmente revogada em 2005, substituída pela Resolução Conama de número 362, publicada no Diário Oficial da União em 27 de junho. O foco de ambas é o mesmo: garantir que um dos principais resíduos de postos de combustíveis – o óleo lubrificante - tenha uma destinação compatível com a necessidade de preservação do meio ambiente.
Os postos devem ter preocupação também com o descarte de filtros usados, embalagens de óleo, terra contaminada com óleo, panos e estopas usadas contaminadas com o produto, uma responsabilidade que também recai sobre outro tipo de estabelecimento – as oficinas mecânicas.
Nem sempre isso acontece. Postos e oficinas, ao menos em São Paulo, vêm cumprindo essa tarefa legal “muito lentamente”, na avaliação de Gabriela Oppermann, gerente de Marketing e Vendas da Supply Service, empresa pioneira no transporte e tratamento desses materiais.

“O interesse pelo descarte dos resíduos dos postos de combustível teve uma procura espontânea em apenas 10% dos nossos clientes. Já as oficinas mecânicas ainda estão começando a entender a lei”, disse ela a AmbienteBrasil.
Segundo Gabriela, estados como Paraná e Rio Grande do Sul já fazem coleta em postos com freqüência, mas a maior parte da coleta é dos frascos, pois há interesse no valor do plástico para reciclagem. “Os filtros usados, os panos usados e a terra contaminada ainda estão de fora”, adverte.
Como os coletores ilegais e sucateiros compram as embalagens de óleo usadas pelos auto postos para vendê-las a recicladores de plásticos, o problema só muda de lugar. O óleo contido nestas embalagens e a água para sua lavagem são poluentes que precisam ser destinados às empresas que tratam de resíduos oleosos para não haver contaminação dos rios e do solo
Quem fiscaliza o cumprimento das normas relativas a esses resíduos são os órgãos ambientais em cada Estado, um trabalho que nem sempre funciona a contento.
O caso de São Paulo não foge à regra. Apesar de a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), segundo Gabriela, ser uma referência para muitos outros estados quando se trata de implantação de medidas corretivas, o órgão também tem dificuldade em dar conta do recado. “O que ocorre é que o número de empresas e estabelecimentos a serem vistoriados é imensamente superior ao número de técnicos e fiscais disponíveis”, diz ela.
A deficiência é preocupante e requer maior atenção. Conforme dados do Detran de São Paulo, a capital do Estado, a maior cidade brasileira, hoje abriga cerca de 25% da frota nacional, com perto de cinco milhões de veículos - praticamente um carro para cada dois habitantes. Fonte: Mônica Pinto / Ambiente Brasil.


 
 
 

19/11/2007
Certificação ISO 9001:2000

 
Temos o imenso prazer em comunicar que a CBC Consultoria e Planejamento Ambiental Ltda., em auditoria realizada pela Bureau Veritas Certification (30 e 31/10/2007), obteve a certificação ISO 9001:2000, ressaltando não ter sido identificada nenhuma não conformidade no seu Sistema de Gestão da Qualidade. Tal conquista foi obtida através de árduo trabalho, ética, disciplina, compromisso com a qualidade e principalmente respeito aos seus clientes, parceiros e colaboradores, os quais foram e sempre serão peças indispensáveis no processo. Temos plena consciência da importância da conquista aqui mencionada, bem como da responsabilidade na busca pela melhoria contínua de nossos serviços.

Muito Obrigado!!!

Dr. Caio Cesar Passianoto
Diretor – CBC Ambiental


 
 
 

19/11/2007
CBC Ambiental – CIESP

 
Gostaríamos de informar aos nossos clientes e demais partes interessadas que a CBC Consultoria e Planejamento Ambiental Ltda. passou a fazer parte do quadro associativo do CIESP (Confederação das Indústrias do Estado de São Paulo), cujo maior objetivo é estar inserido no contexto industrial, através do intercâmbio entre os membros desse órgão.
Ressaltamos ainda que nossa Direção, através do Dr. Caio Cesar Passianoto, assumiu a cadeira de Coordenação de Meio Ambiente da CIESP / Regional Bauru. Tamanha responsabilidade foi recebida com muita honra e será retribuída com muita dedicação e principalmente respeito ao meio ambiente.
 
 
 
 
 CBC - Consultoria e Planejamento Ambiental Ltda. - Bauru, SP - Fone: (14) 3276-2354 / (14) 3313-6332 - SAC: (14) 3236-3457
RogerWD - Desenvolvimento de Web Sites